15/04/2026
Chamada para dossiê prorrogada
| "Antropologias da perda: interpelações e interdições da morte e do morrer" na Revista de Ciências Sociais do Amapá (PRACS) - A3 - da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP).
Em razão de instabilidades técnicas no site da revista PRACS, indisponível há algumas semanas, informamos a prorrogação do prazo da chamada do dossiê, a fim de evitar prejuízos aos autores.
Data limite para envio de artigos: 15/04/2026
Prorrogação: 31/05/2026
Organizadoras:
Elisa Rodrigues (PPGSA-UFPA)
Mónica Franch (PPGA-UFPB)
Áreas de debate convidadas a colaborar: Antropologia, Sociologia e Ciência Política (Ciências Sociais), Arqueologia, História.
Descrição reduzida:
Mediada por uma gramática social que regula o sofrimento e estabelece hierarquias, as experiências de perdas constituem um campo plural sobre as formas pelas quais diferentes sociedades lidam com a morte, os seus mortos e o morrer. A perda, em suas múltiplas dimensões, é atravessada e situada por marcadores sociais, culturais e simbólicos, que revelam os limites coletivos que autorizam determinadas experiências como passíveis de dor, luto e outras emoções, fazendo das interdições e interpelações dispositivos de poder que moldam os modos da lembrança e do esquecimento. Nessa direção, este dossiê acolherá pesquisas que se voltam para as perdas em diferentes camadas da vida vivida. Tratará, também, de temas relativos às práticas sociais em torno dos mortos, às formas de luto e memória, às materialidades da perda em instituições como cemitérios, hospitais e necrotérios, às violências em torno do morrer e de seu não reconhecimento, bem como às interdições, silenciamentos e disputas de sentido que marcam a experiência da finitude, das emoções, do luto e das práticas-rituais em torno deste acontecimento. O dossiê também se abre às investigações que exploram os modos de narrar, resistir, reinvidicar e ritualizar a perda, além das reconfigurações da perda em tempos de pandemia, violência urbana, midiatização, espetacularização e banalização das mortes. Serão bem-vindas pesquisas que transitem nas diferentes construções socioantropológicas dedicadas às visualidades, urbanidades, à saúde (...)