Sindep/MG | Sindicato dos Escrivães de Polícia do Estado de Minas Gerais

Sindep/MG | Sindicato dos Escrivães de Polícia do Estado de Minas Gerais Sindicato dos Escrivães de Polícia do Estado de Minas Gerais (SINDEP/MG) Filie-se: https://www.dropbox.com/sh/bbgiblw8ftp35jv/AAC4IkP4XkIeuTZ2O_4n5mMDa?dl=0

O SINDEP/MG – Sindicato dos Escrivães de Polícia de Minas Gerais - é uma organização sindical constituída para fins de defesa e representação legal da categoria profissional dos Escrivães de Polícia I de todos os níveis e graus e Escrivães de Polícia II de todos os níveis e graus, ativos, aposentados e pensionistas da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais, com base territorial em todo o Estado d

e Minas Gerais. Isto signif**a que o SINDEP/MG é o atual Sindicato legitimado a representar e defender os direitos e interesses individuais ou coletivos da classe Escrivão de Polícia de Minas Gerais, bem como ele é quem representa a categoria em congressos, conferências e encontros de qualquer natureza. Tanto é que o SINDEP/MG vem sendo convidado a participar de audiências públicas junto a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, reuniões junto ao Governo do Estado, Chefia da Polícia Civil e outros tantos eventos, com as demais entidades de classe, cada qual representando a sua categoria. Neste percurso, o SINDEP/MG vem cumprindo com seus objetivos, principalmente quanto ao estímulo a organização e a integração da categoria, sobretudo através de redes sociais e pugnando pelo fortalecimento da consciência de classe e da organização sindical. O SINDEP/MG é o Sindicato que representa legalmente o Escrivão de Polícia da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais!

23/04/2026

: Sindicatos expõem problemas na segurança pública.

22/04/2026

Na 3ª unidade policial de Venda Nova, cartão-postal da Pampulha, a realidade choca. Falta total de estrutura: policiais precisaram construir uma cozinha com recursos próprios para garantir o mínimo de dignidade no trabalho. Isso é inaceitável.
Ouça a fala do Sindep sobre a visita de inspeção na unidade.

22/04/2026

Falamos com a Band Minas sobre a demora no recolhimento de corpos pelo rabecão, um problema grave e recorrente, que evidencia a precariedade do sistema há anos.
Essa situação já havia sido denunciada pelo Sindep em 2024 e, na última semana, veio novamente à tona, após o acidente envolvendo um carro da Band Minas, que vitimou jornalistas.
Seguimos cobrando do Governo do Estado providências urgentes para garantir dignidade no atendimento e respeito à população. Não é um caso isolado, é um problema estrutural que exige solução imediata.

22/04/2026

Em visita à Deplan 2 nesta manhã, o Sindep identificou a necessidade urgente de investimentos na unidade. Policiais relataram, de forma unânime, que a estrutura atual não permite prestar um atendimento digno e de qualidade à população.
Valorizar a segurança pública começa por garantir condições adequadas de trabalho. A situação exige atenção e providências imediatas.

AtendimentoDigno EstruturaAdequada MinasGerais ServiçoPúblico RespeitoÀPopulação

16/04/2026

: - Problema dos rabecões persiste em Minas Gerais

16/04/2026

: Presidente Sindep, Marcelo Horta, fala para MG1 sobre demora para chegada dos rabecões.

15/04/2026

Recebeu valores de ação judicial? O jeito de lançar o RRA pode definir quanto você vai pagar de imposto.

O erro mais comum é confiar no preenchimento automático e não conferir os dados do processo. Número de meses, tipo de verba e forma de tributação fazem toda a diferença no resultado.

Um lançamento correto pode reduzir, ou até zerar, o imposto. Já um erro pode gerar cobrança desnecessária.

Antes de enviar sua declaração, revise tudo e simule as opções.

Ficou com dúvida? Procure o jurídico do sindicato: [email protected]

Sindep: o sindicato que defende o oficial investigador em Minas Gerais.

10/04/2026

Estamos encerrando este ciclo de visitas ao 8º e 15º Departamento de Polícia Civil. Hoje, concluímos aqui na cidade de Guanhães, onde nos deparamos com a estrutura de um prédio muito antigo, com rede elétrica deficitária e rede hidráulica igualmente precária. Não há sequer bebedouro; as celas não possuem banheiro. Ou seja, trata-se de um exemplo das unidades que visitamos: uma unidade que não tem o mínimo de condições para atender às necessidades da população e nem para oferecer aos policiais a mínima infraestrutura para a prestação do serviço.

O que é ainda pior: trata-se de um prédio alugado, com um custo de quase R$ 15.000 por mês. Um verdadeiro absurdo.

Por outro lado, precisamos novamente homenagear os policiais que, com sacrifício, fazem as coisas acontecerem. Destaco, por exemplo, o chefe da perícia, Renato, que foi muito elogiado, pois coordena uma das melhores unidades regionais de custódia, extremamente organizada. Aqui, a cadeia de custódia está sendo cumprida graças ao empenho pessoal do chefe da perícia, Renato. Portanto, deixamos registrado nosso agradecimento a ele.

Além dessa estrutura precária, há também a falta de policiais. O problema do efetivo se repete em todas as nossas visitas. E isso é grave, porque, com poucos policiais, os que estão em atividade são obrigados a se sacrif**ar para conseguir entregar à população um serviço com o mínimo de qualidade, mesmo sem qualquer apoio do governo.

A Polícia Civil não pode ser apenas uma peça de marketing para campanhas eleitorais de governadores.



Sindep- o sindicato que defende o oficial investigador de polícia em Minas Gerais.



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09/04/2026

TVSINDEP

Já debatemos um tema que segue atual e de grande interesse da categoria Policial Civil: ajuda de custo sob análise.

Neste episódio, recebemos o convidado Fábio Andrade, que trouxe importantes esclarecimentos sobre o assunto, destacando pontos que impactam diretamente os direitos e a valorização dos servidores.

💡 Se você ainda não assistiu ou quer relembrar os detalhes, o episódio completo está disponível na TVSINDEP. Informação de qualidade é ferramenta de luta. Dê o play e fique por dentro!

Sindep: o sindicato que defende o oficial investigador em Minas Gerais.

09/04/2026

: Turmalina

Sindep: O Sindicato que defende o Oficial Investigador de Polícia em Minas Gerais

09/04/2026

A segurança pública está abandonada nos vales do Jequitinhonha e Mucuri. Estamos concluindo uma série de visitas pela região, e hoje estamos em Araçuaí, em frente à 13ª Delegacia da Polícia Civil, que é uma comarca.

Essa unidade possui um prédio relativamente bom, pois funciona no antigo fórum. No entanto, o que percebemos é que, em toda a região, os melhores prédios da Polícia Civil são justamente aqueles reaproveitados de antigas estruturas, como fóruns. Mesmo assim, não houve o mínimo de reforma necessária para adaptar esses espaços ao trabalho policial.

O Estado não investe adequadamente na segurança pública no Vale do Jequitinhonha e no Vale do Mucuri. Conversamos com diversos policiais e o problema do efetivo é evidente: não há profissionais suficientes para atender a população. Trata-se de uma região de grandes dimensões, com cidades distantes entre si, o que exige ainda mais estrutura e pessoal — algo que hoje não existe.

A população está desassistida. Mesmo as unidades que possuem alguma estrutura enfrentam sérios problemas de manutenção. No caso desta delegacia em Araçuaí, a situação é urgente, especialmente na organização das celas. Há apenas uma cela disponível, e a unidade não conta com uma estrutura regional de custódia adequada.

Outro problema grave é a cadeia de custódia, que não é devidamente observada justamente pela falta de estrutura. Isso compromete o trabalho policial e a garantia dos procedimentos legais.

Em resumo, ao longo das visitas realizadas nos vales do Jequitinhonha e do Mucuri, f**a evidente que a segurança pública está abandonada pelo governo do estado. É fundamental que haja investimento urgente para melhorar a capacidade de atendimento, ampliar o efetivo e garantir condições dignas de trabalho para os profissionais, além de segurança para a população.

09/04/2026

Visita do Sindep à unidade da Polícia Civil de Itaobim

Estamos visitando a unidade da Polícia Civil da cidade de Itaobim. Observamos que há uma estrutura adequada para o atendimento à população: um prédio bem organizado, estruturado e em boas condições de uso.

No entanto, é importante destacar que toda essa estrutura é bancada pela prefeitura municipal, sem investimento do Estado.

O problema mais grave enfrentado hoje na cidade é a falta de efetivo. Atualmente, há apenas dois policiais atuando na unidade: um investigador e um escrivão. Não há delegado lotado na cidade; o delegado mais próximo está em Medina.

Dessa forma, o atendimento à população torna-se praticamente inviável. Quando é necessário cumprir uma intimação ou realizar qualquer diligência externa, a unidade precisa ser fechada, pois não há policiais suficientes para manter o funcionamento interno.

A situação é alarmante. Recentemente, houve um homicídio na cidade de Itaobim, e os policiais não conseguiram comparecer ao local do crime devido à ausência de efetivo.

Sem o mínimo de servidores, é impossível que a Polícia Civil desempenhe suas funções de forma adequada. Em muitos casos, seria mais honesto concentrar o efetivo em cidades-polo, ao invés de manter unidades abertas apenas formalmente.

Hoje, o que se vê são prédios mantidos pelas prefeituras, com identif**ação de delegacia, mas sem policiais suficientes para prestar o serviço. Isso cria uma falsa percepção para a população, que acredita estar amparada por uma estrutura de segurança pública que, na prática, não existe.

Além da desvalorização dos policiais e da falta de efetivo, o Estado ainda transmite à população a ideia de que há prestação de serviço da Polícia Civil, quando, na realidade, não há profissionais suficientes para garantir esse atendimento.

Essa é uma situação que precisa ser revista com urgência.

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Belo Horizonte, MG
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