Gede Buritis- Grupo De Estudos Da Doutrina Espírita Buritis

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Grupo de Estudos da Doutrina Espírita do Bairro Buritis - Belo Horizonte/MG
São nossos objetivos: praticar hoje e sempre a Caridade e aprendermos juntos e mais a cada dia.

27/09/2026

🐾🐾

12/09/2026

São Francisco, amigo da criação,
que via em cada ser vivo o reflexo do amor divino,
acolhe sob teu manto de ternura todos os animais da Terra.
Protege os que caminham ao nosso lado,
os que habitam florestas, mares e céus,
e também aqueles que sofrem, esquecidos ou feridos.

Ensina-nos a enxergar com o coração,
a cuidar com respeito e gratidão,
a reconhecer que cada vida é um dom sagrado.
Que tua luz envolva nossos companheiros de quatro patas,
nossos irmãos alados e todos os seres que respiram.

Que nunca falte abrigo, alimento e carinho,
e que o amor que oferecemos a eles
seja também uma prece de paz para o mundo.
Amém.🙏🏽 🌿🐾🐾

06/09/2026

São Francisco, guardião da criação,
Tu que viste a presença divina em cada ser,
ensina-nos a olhar com ternura para o mundo,
a ouvir o silêncio da natureza e o amor dos animais.

Que tua luz nos conduza pelos caminhos da humildade,
onde o coração se abre à compaixão e à gratidão.
Abençoa nossas mãos para que cuidem,
nossos olhos para que vejam o bem,
e nossos passos para que sigam a verdade.

Que o amor incondicional como o de nossos companheiros de quatro patas
nos lembre da pureza que habita em toda vida.
São Francisco, guia para a luz,
ilumina nossa alma com a paz que vem do Criador.
Amém. 🌻

06/09/2026

Os espíritos sábios contam que, quando alguém recolhe um animal da rua e o leva para casa, alguma coisa sagrada atravessa a porta junto com ele.

Um corpo pequeno, às vezes magro, assustado, sujo de chuva ou cansado de procurar abrigo. Um olhar que ainda não sabe se pode confiar. Uma vida inteira cabendo naquele instante em que alguém decide não seguir adiante.

E dizem que Cristo reconheceria esse gesto de longe.

Porque foi aos esquecidos que ele se aproximou. Aos frágeis, aos feridos, aos que não tinham quem os defendesse. Talvez por isso acolher um animal abandonado tenha algo de oração feita com as mãos.

Você oferece um pouco de água e ele bebe como quem recebe o mundo.

Prepara um canto qualquer e, para ele, aquilo já parece casa.

Passam-se alguns dias e aquele ser que chegou com medo começa a dormir profundamente perto de você. O corpo relaxa. Os olhos já não procuram saída. A alma entende, enfim, que ali ninguém vai expulsá-lo.

É uma cena pequena, mas existe uma grandeza difícil de explicar nisso.

Talvez seja por isso que tanta gente pense que salvou um animal e, anos depois, perceba que também foi salva de alguma maneira.

A casa ganha passos novos, pelos no sofá, um pote no canto, uma presença esperando atrás da porta.

E ganha também um tipo de amor que não pergunta quanto você tem, o que você fez da vida ou quantas vezes errou.

Ele simplesmente f**a.

Os espíritos dizem que quem acolhe uma criatura indefesa oferece abrigo a algo que pertence a Deus.

E quem sabe seja por isso que, quando você resgata um animal, não esteja apenas levando um bichinho para dentro de casa.

Talvez esteja preparando um lugar para Cristo se sentar bem quietinho no seu lar, escondido naquele olhar que finalmente aprendeu que está seguro.

23/08/2026

Uma das ideias mais consoladoras do Espiritismo é também uma das mais difíceis de compreender quando a dor chega: a pessoa que está morrendo pode não estar vivendo aquele instante da mesma maneira que a família ao redor da cama.

Para quem f**a, tudo parece perda.

O corpo enfraquece. A voz diminui. O olhar muda. A presença que conhecemos durante tantos anos começa, pouco a pouco, a escapar daquilo que conseguimos alcançar.

Mas, segundo a compreensão espírita, o desligamento do corpo não signif**a abandono da consciência. Nesse processo, espíritos amigos, benfeitores e até familiares que partiram antes podem participar do amparo daquele que retorna à vida espiritual.

Essa ideia modif**a profundamente a despedida.

Porque amar alguém naquele momento não signif**a apenas pedir que permaneça.

Também signif**a não aprisioná-lo ao nosso desespero.

A família pode chorar, pode sentir medo, pode desejar mais tempo. Tudo isso pertence ao amor humano. Mas chega uma hora em que amar exige uma coragem silenciosa: permitir que a pessoa siga sem carregar a culpa de nos deixar.

A oração ganha outro sentido.

Não é uma tentativa de negociar com Deus.

É presença.

É dizer, mesmo sem saber se ainda somos ouvidos pelos sentidos físicos: “Você foi amado. Sua vida teve valor. Nós f**aremos bem. Siga em paz.”

Poucas frases exigem tanta grandeza.

Porque durante toda a existência aprendemos a segurar quem amamos. Na despedida, somos convidados a aprender o contrário.

E é justamente nesse ponto que a espiritualidade oferece co***lo: aquilo que para a família parece uma separação absoluta pode representar, para o espírito, a continuação da própria vida cercado por amparo, consciência e afetos que não começaram nesta existência.

Talvez a maior delicadeza da fé esteja nisso.

Não em impedir a dor de quem f**a.

Mas em nos ensinar que, mesmo diante da morte, ninguém deixa de ser amado apenas porque deixou de ser visto.

22/08/2026

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