Projeto Manuelzão

Projeto Manuelzão Saúde, Meio Ambiente e Cidadania na Bacia do Velhas Projeto de ensino, pesquisa e mobilização social da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Em parceria com 51 municípios e com o governo de Minas, o Projeto Manuelzão busca a revitalização da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas.

Nota a respeito da autorização de outorga para dragagem e extração de ouro no leito do Rio das Velhas, em Santana de Pir...
13/06/2026

Nota a respeito da autorização de outorga para dragagem e extração de ouro no leito do Rio das Velhas, em Santana de Pirapama.

Fortalecendo os Núcleos Manuelzão 🌿Nesta quarta-feira, 10 de junho, os Núcleos Manuelzão se reúnem pela terceira vez, ag...
09/06/2026

Fortalecendo os Núcleos Manuelzão 🌿

Nesta quarta-feira, 10 de junho, os Núcleos Manuelzão se reúnem pela terceira vez, agora em conjunto com a Oficina de Empoderamento Jurídico Popular de Belo Horizonte e região metropolitana.

Na pauta, estão o compartilhamento das experiências vividas pelos Núcleos ao longo do último ano e o aprofundamento dos estudos de casos e encaminhamentos da última oficina realizada em BH.

Entre os temas do encontro estão as soluções baseadas na natureza, o fortalecimento de políticas municipais e o empoderamento jurídico popular na defesa do território da bacia hidrográfica.

A oficina é uma atividade do projeto Empoderamento Jurídico, uma iniciativa do Manuelzão em parceria com o Instituto Guaicuy e o MAM (Movimento pela Soberania Popular na Mineração).

O projeto oferece assessoria e orientação jurídica gratuita a comunidades mineiras impactadas por grandes empreendimentos, especialmente a mineração.

O encontro de amanhã é aberto ao público. Junte-se a nós!

📅 Quarta-feira, 10 de junho
🕗 8h às 17h
📍 Auditório do 6º andar da Faculdade de Medicina da UFMG

Terras Raras em Foco A Audiência Pública da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, realiza...
14/05/2026

Terras Raras em Foco

A Audiência Pública da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, realizada em Poços de Caldas, consolidou um importante marco de resistência contra a exploração de terras raras no Planalto Vulcânico, reunindo centenas de moradores, movimentos sociais e representantes do Governo Estadual e Federal para denunciar graves irregularidades e riscos iminentes ao território.

Durante os debates, que se estenderam por mais de quatro horas, foram apresentadas evidências de que os licenciamentos ambientais concedidos pelo governo estadual ocorreram de forma acelerada e precária, negligenciando estudos sobre o impacto sinérgico da radioatividade e a segurança das águas termais que abastecem a região.

Lideranças locais e especialistas alertaram que a proximidade das cavas de mineração a áreas residenciais e escolas na Zona Sul de Poços de Caldas coloca em risco a saúde pública e compromete a produção agroecológica e o turismo sustentável, que são as verdadeiras bases econômicas dos municípios afetados.

Um dos pontos mais críticos discutidos foi a violação do direito de consulta prévia às comunidades tradicionais e indígenas, o que fundamentou o pedido de nulidade das licenças vigentes.

O encontro resultou em encaminhamentos estratégicos, como a moção de repúdio às mineradoras ausentes, o pleito por uma moratória na exploração mineral e a articulação de uma comissão interministerial para fiscalizar as áreas atingidas.

Ao final, reafirmou-se a urgência de uma ciência independente e da defesa da soberania nacional, priorizando a preservação das nascentes e a dignidade das famílias mineiras frente aos interesses de grupos estrangeiros.

📷: Pedro Bernardo

Enfrentamento à mineração 🫱🏿‍🫲🏾Realizadas pelo Projeto Manuelzão, em parceria com o Instituto Guaicuy, o MAM (Movimento ...
06/05/2026

Enfrentamento à mineração 🫱🏿‍🫲🏾

Realizadas pelo Projeto Manuelzão, em parceria com o Instituto Guaicuy, o MAM (Movimento Nacional pela Soberania Popular na Mineração) e lideranças locais, as oficinas territoriais fortalecem a atuação comunitária a partir da escuta e da construção coletiva.

Neste ano, a iniciativa do projeto Empoderamento Jurídico já passou por Nova União e pelo Serro, e segue com atividades em Antônio Pereira, Ouro Preto e Belo Horizonte.

Ao longo dos próximos meses, também chegam a territórios como Brumadinho, Bom Jesus do Amparo (Morro Redondo), Itinga, Araçuaí, Chapada Gaúcha, Riacho dos Macacos (Quilombo Peixe Bravo) e, pela primeira vez, ao Planalto Vulcânico de Poços de Caldas, incluindo municípios do Sul de Minas e interior de São Paulo.

Na sexta-feira, 8 de maio, às 18h, no campus Poços de Caldas do Instituto Federal do Sul de Minas (IF Sul de Minas) o projeto participa de audiência pública em defesa das terras raras, a pedido do mandato da deputada estadual Bella Gonçalves.

A iniciativa percorre diferentes regiões do estado, conectando comunidades, fortalecendo redes e ampliando o acesso à informação para a defesa dos territórios.

Acompanhe o projeto e saiba mais em manuelzao.ufmg.br (link na bio e nos stories 🤳)

Redação: Cláudia Marques / Edição: Enaile Almeida / Arte: Gabriele Paiva

Mineração no Brasil ⚠️Sete anos após Brumadinho, os dados mostram que Minas Gerais e o Brasil ainda caminham sobre um te...
31/03/2026

Mineração no Brasil ⚠️

Sete anos após Brumadinho, os dados mostram que Minas Gerais e o Brasil ainda caminham sobre um terreno de incertezas. O mais recente Boletim EduMiTe, da UFMG, revela um cenário alarmante sobre a segurança das estruturas de mineração no país.

🔗 Leia a notícia completa em: manuelzão.ufmg.br (link na bio e nos stories 🤳)

Aquíferos no limite 💧Nos últimos 26 anos, a bacia do Rio das Velhas perdeu 13,6% de sua vazão, volume equivalente ao aba...
27/03/2026

Aquíferos no limite 💧

Nos últimos 26 anos, a bacia do Rio das Velhas perdeu 13,6% de sua vazão, volume equivalente ao abastecimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte por mais de 15 anos. O dado é resultado de um estudo do Fórum Permanente São Francisco, que analisou nove estações de medição ao longo do Alto Velhas durante 14 meses.

A mineração foi identificada como a principal responsável pela captação de água na bacia, onde operam grandes empresas como Vale e Anglo American, além de dezenas de mineradoras de médio e pequeno porte. 

Desde 2005, a retirada de água dos lençóis freáticos já supera a capacidade de reposição pelas chuvas. O problema é grave: 63% do abastecimento do rio vem dessas reservas subterrâneas.

Os pesquisadores apontam ainda mudanças na distribuição das chuvas nos últimos 25 anos, atribuídas às mudanças climáticas, que agravam ainda mais a recarga dos aquíferos. Para os autores do estudo, este é apenas o começo de uma investigação que precisa ser aprofundada e continuada por décadas.

A reportagem completa está na edição 97 da Revista Manuelzão. Agora, o texto também está disponível em nosso site!

Corre lá em manuelzao.ufmg.br (link na bio e nos stories 🤳)

COMUNICADO IMPORTANTE ⚠️O Projeto Manuelzão está sendo alvo de um ciberataque, até então foram nas redes sociais e no si...
25/03/2026

COMUNICADO IMPORTANTE ⚠️

O Projeto Manuelzão está sendo alvo de um ciberataque, até então foram nas redes sociais e no site.

🚨 MAS ATENÇÃO, NÃO DENUNCIEM NOSSA CONTA NO INSTAGRAM!!
Caso você tenha recebido mensagens, links ou conteúdos suspeitos em nosso nome, desconsidere. Essas comunicações não foram enviadas pela equipe do Manuelzão.

PARA MELHORAR NOSSA SEGURANÇA, nosso site passará por manutenção nos próximos dias, garantindo que todos os dados e históricos se preservem.

💚 Seguimos confiantes e trabalhando para normalizar o acesso o mais breve possível. Agradecemos a compreensão.

Água para todos 💧Desde 2020, o Projeto Cultivando Águas vem construindo cisternas e formando núcleos de gestão da água e...
23/03/2026

Água para todos 💧

Desde 2020, o Projeto Cultivando Águas vem construindo cisternas e formando núcleos de gestão da água em comunidades tradicionais de Minas Gerais. Agora, pela primeira vez, o projeto ultrapassa as bacias do Velhas, do Paraopeba e do Doce e chega ao norte do estado.

A terceira fase tem como destino as comunidades quilombolas do distrito de Serra das Araras, em Chapada Gaúcha, município onde a atividade agropecuária predomina e protagoniza conflitos pelo uso da água, afetando diretamente as comunidades tradicionais da região.

São 12 meses de trabalho desenvolvido pelo Projeto Manuelzão junto às comunidades de São Miguel da Aldeia, Prata, Fazenda Olhos d'Água e Vó Amélia de São Félix.

🔗 Leia a materia completa em: manuelzão.ufmg.br (link na bio e nos stories 🤳)

Redação e Fotografia: Pedro Bernardo | Arte: Gabriele Paiva | Revisão: Enaile Almeida

Dia Mundial da Água 💧 Até 1950, grandes surubins e dourados eram pescados no Rio das Velhas. Não havia fome à beira-rio....
20/03/2026

Dia Mundial da Água 💧

Até 1950, grandes surubins e dourados eram pescados no Rio das Velhas. Não havia fome à beira-rio.

Hoje, o esgoto de 4 milhões de pessoas ainda não é totalmente coletado. A paisagem, os peixes, a renda e a alegria do povo ribeirinho foram levados junto com a água limpa.

Mas existe um caminho de volta.

A bacia do Rio das Velhas tem 20 mil km de cursos d’água, a distância entre o Polo Sul e o Polo Norte. Não é um rio isolado: é uma árvore inteira de vida. E quando o peixe consegue subir rio acima, é sinal de que algo foi restaurado.
O peixe é o mensageiro. A água é o conteúdo. O povo é o destino.

A Meta 2034 é o compromisso de devolver o peixe, a água e o trabalho ao povo ribeirinho. São 5 milhões de pessoas que ganham com isso.

🔗 Leia o manifesto completo em: manuelzão.ufmg.br (link na bio e nos stories 🤳)

Compartilhe. Essa também é a sua causa!
Redação: Apolo Heringer | Arte: Gabriele Paiva | Revisão: Pedro Bernardo

Empoderamento Jurídico em ação ⚖️Na próxima quarta-feira, 4 de março, o município de Nova União abre a temporada das Ofi...
26/02/2026

Empoderamento Jurídico em ação ⚖️

Na próxima quarta-feira, 4 de março, o município de Nova União abre a temporada das Oficinas Territoriais de Formação, do projeto Empoderamento Jurídico, com uma roda de conversa.

Nova União está sob a ameaça da mineradora Minasilicio, que há mais de dez anos ronda a cidade à procura de minério. A roda de conversa precede as oficinas territoriais, a fim de mobilizar a população e levantar os problemas a serem debatidos posteriormente.

O projeto Empoderamento Jurídico e Socioambiental tem como público-alvo populações em risco, atingidas ou em vias de serem atingidas por grandes empreendimentos, especialmente os de mineração.

Nas oficinas com as comunidades assessoradas, desde 2025, são tratados temas pertinentes às demandas de cada território, com foco na educação ambiental e minerária e na troca de saberes.

Entre os assuntos, são abordados o processo de lienciamento ambiental, territórios livres de mineração e a consulta livre, prévia e informada.

Serão realizadas cinco grandes oficinas de formação, em cada uma das regiões atendidas pelo projeto, nas bacias do Rio das Velhas, Rio Paraopeba, Rio Doce e Jequitinhonha.

As regiões dividem-se entre os eixos Região Metropolitana de Belo Horizonte, Quadrilátero Aquífero-Ferrífero (Alto Rio das Velhas), Zona da Mata e Médio Espinhaço.

A roda de conversa que inaugura os preparativos para as oficinas de formação é na próxima quarta-feira, 4, às 16h, no restaurante Meio da Roça, em Nova União.

O bate-papo é aberto! Participe!

Conheça e saiba mais sobre o Empoderamento Jurídico em manuelzão.ufmg.br (link na bio e nos stories 🤳)

Endereço

190 Avenida Professor Alfredo Balena
Belo Horizonte, MG
30130-100

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