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Fetrafi MG Entidade sindical que congrega os sindicatos de representação dos empregados no ramo financeiro vinculados à CUT em Minas Gerais

Incentivo ao crédito 💼 📊Hoje (13), o presidente Lula (PT) anunciou um conjunto de medidas voltado a fortalecer os Microe...
13/10/2026

Incentivo ao crédito 💼 📊

Hoje (13), o presidente Lula (PT) anunciou um conjunto de medidas voltado a fortalecer os Microempreendedores Individuais, propondo a anistia de R$ 12,6 bilhões em débitos tributários de 3,6 milhões de inscritos na dívida ativa da União. O texto enviado ao Congresso Nacional inclui ainda descontos mínimos de 90% para renegociação de R$ 6 bilhões em dívidas bancárias pelo programa Desenrola 3.0.

Outra proposta do governo prevê a elevação do teto anual de faturamento da categoria, congelado em R$ 81.000 desde 2018, com escalonamento para R$ 110.000 em 2027 e R$ 140.000 em 2028. O pacote contempla também repasses diretos do projeto Pix/MEI de até R$ 5 mil para investimentos sem necessidade de devolução, priorizando mulheres empreendedoras.

As iniciativas buscam ampliar o acesso a crédito e garantir preferência aos pequenos negócios em compras públicas de até R$ 25.000, elevando o limite de licitações exclusivas para R$ 100.000. Durante o anúncio no Palácio do Planalto, Lula assinou ainda um decreto que dispensa a exigência federal de emissão de nota fiscal para vendas presenciais a pessoas físicas a partir de 2027.

: brasildefato

FINANCIÁRI@S|As assembleias realizadas nos dias 8 e 9 de outubro aprovaram, com 88,2% dos votos, a proposta apresentada ...
13/10/2026

FINANCIÁRI@S|

As assembleias realizadas nos dias 8 e 9 de outubro aprovaram, com 88,2% dos votos, a proposta apresentada pela Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Fenacrefi) para a Campanha Nacional dos Financiários 2026.

Entre os principais pontos discutidos durante as negociações estiveram a inclusão de uma cláusula sobre teletrabalho na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), a gestão ética da tecnologia nas relações de trabalho e a garantia do direito à desconexão.

Também foram debatidas medidas de prevenção dos riscos psicossociais, com a previsão de mecanismos de participação e acompanhamento da implementação da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1).

Na parte econômica, a representação dos trabalhadores pressionou por melhorias na proposta de reajuste, buscando avanços que contemplassem as reivindicações apresentadas pela categoria.

Fonte: Contraf-CUT

Chegou a hora! Vamos cobrar dos senadores a aprovação do fim da escala 6x1.Acesse a plataforma Na Pressão, da CUT, e env...
13/10/2026

Chegou a hora! Vamos cobrar dos senadores a aprovação do fim da escala 6x1.

Acesse a plataforma Na Pressão, da CUT, e envie sua mensagem aos parlamentares.

: CUT Brasil

218 anos do Banco do Brasil: defender o patrimônio público é defender o Brasil! 🇧🇷Neste 12 de outubro, o Banco do Brasil...
13/10/2026

218 anos do Banco do Brasil: defender o patrimônio público é defender o Brasil! 🇧🇷
Neste 12 de outubro, o Banco do Brasil celebrou 218 anos de história. Mais do que uma instituição financeira, o BB é um patrimônio público fundamental para o desenvolvimento nacional, com papel estratégico no apoio ao agronegócio, pequenas empresas, agricultura familiar e na vida de milhões de brasileiros.
Em um ano eleitoral decisivo, é preciso estar alerta. Propostas de privatização ameaçam não só o papel social do banco, mas também os empregos, os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, e conquistas históricas como a Previ e a Cassi.
O futuro do BB e do país também se decide nas urnas. Exercer a cidadania é avaliar os compromissos dos candidatos com os bancos públicos e a manutenção de direitos.
Defender o Banco do Brasil público é preservar uma instituição essencial para a redução das desigualdades.
👉 Leia o artigo completo do Diretor de Comunicação da Fetrafi-MG, Helberth Ávila de Souza, no site fetrafimg.org.br e saiba mais sobre essa luta!

13/10/2026

Vamos pensar bem em qual futuro queremos para o nosso país, meu povo!!!

Marcio Valentim - Hipnose Clínica
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É isso que te aguarda! Compartilhe esse vídeo e ajude a levar esse alerta para o maior número de pessoas possível!

É HORA DE PRESSIONAR|A Fetrafi-MG defende a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que acaba com...
09/10/2026

É HORA DE PRESSIONAR|

A Fetrafi-MG defende a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que acaba com a escala 6x1 e reduz de 44 para 40 horas a jornada máxima semanal de trabalho, sem redução de salários. Para a entidade, a mudança representa um avanço histórico na luta por melhores condições de trabalho, mais qualidade de vida e mais tempo para o convívio familiar, social e para o descanso.

Nesta quinta-feira (8), o Senado realizou a terceira sessão de discussão da PEC em primeiro turno. Pelo rito regimental, são necessárias cinco sessões antes da primeira votação. Caso seja aprovada, a proposta passa por mais três sessões de discussão antes da votação em segundo turno. Para alterar a Constituição, são necessários pelo menos 49 votos favoráveis (três quintos dos 81 senadores) em cada turno.

O fim da escala 6x1 é sobre saúde, tempo com a família e o direito de viver, e não apenas existir para trabalhar!Os senadores precisam ouvir a voz de quem realmente faz o país andar. Vamos cobrar, marcar e exigir o voto a favor da redução da jornada!

Fonte: Contraf-CUT

DEFENDA O PIX|O número de chaves Pix cadastradas no Brasil ultrapassou a marca de 1 bilhão em setembro, segundo dados do...
09/10/2026

DEFENDA O PIX|

O número de chaves Pix cadastradas no Brasil ultrapassou a marca de 1 bilhão em setembro, segundo dados do Banco Central (BC). Ao todo, o sistema contabilizava 1,008 bilhão de registros no dia 30, ante 998 milhões em agosto. O total representa um crescimento de aproximadamente 80 milhões de chaves desde o fim de 2025, quando havia 920 milhões.

O número de chaves, porém, não corresponde à quantidade de usuários do sistema. Como uma mesma pessoa pode cadastrar mais de uma chave, o Pix reúne cerca de 170 milhões de clientes, entre pessoas físicas e jurídicas. Isso significa uma média próxima de seis chaves por cliente, considerando os números aproximados.

Do total de registros, 956,7 milhões estavam vinculados a pessoas físicas e 51,2 milhões a empresas, conforme os dados do BC.

Fonte: Agência Brasil

NEGOCIAÇÕES ITAÚ|A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú reuniu-se com a direção do Itaú, nesta quarta-fe...
09/10/2026

NEGOCIAÇÕES ITAÚ|

A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú reuniu-se com a direção do Itaú, nesta quarta-feira (7), para discutir a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) Macro e a ampliação da indenização adicional aos bancários demitidos em razão do fechamento de agências. A representação dos trabalhadores também cobrou avanços em questões relacionadas ao teletrabalho, banco de horas, saúde e condições de trabalho.

Durante a reunião, o Itaú apresentou dados referentes a direitos previstos no atual ACT. Em relação ao teletrabalho, o banco informou que cerca de 50 mil empregados, o equivalente a 67% do quadro de funcionários, trabalham em regime híbrido. Desse total, 87% estão na base do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região.

Sobre o banco de horas, foram apresentados números de horas extras pagas e compensadas: aproximadamente 10 mil horas foram remuneradas e outras 23 mil compensadas. A COE solicitou que o Itaú detalhe quantas dessas horas foram realizadas aos sábados, domingos e feriados. O banco se comprometeu a apresentar as informações na próxima reunião.

Em relação às bolsas de educação, o Itaú informou que disponibiliza 5.661 bolsas para graduação, pós-graduação e segunda graduação, das quais 4.691 foram concedidas aos bancários.

Fonte: Contraf-CUT

No século XIX, quando o Brasil ainda vivia oficialmente sob a escravidão, homens e mulheres escravizados guardavam peque...
09/10/2026

No século XIX, quando o Brasil ainda vivia oficialmente sob a escravidão, homens e mulheres escravizados guardavam pequenas quantias de dinheiro na esperança de um dia comprar a própria liberdade. Parte dessas economias foi depositada na Caixa Econômica da Corte, instituição criada em 12 de janeiro de 1861 por Dom Pedro II. Mais de um século e meio depois, 158 cadernetas de poupança abertas por pessoas escravizadas foram identificadas no acervo do banco, em uma investigação do Ministério Público Federal.

Além de levantar questões sobre o destino daquele dinheiro, a descoberta mostra um capítulo da história da Caixa entrelaçado à luta dos brasileiros por liberdade e dignidade. E por uma possibilidade construir outro futuro, como acontece até hoje.

Passados 165 anos e diferentes momentos da história, a Caixa tornou-se o banco que financia a casa própria, paga o Bolsa Família, administra o FGTS e leva serviços bancários a lugares onde outras instituições financeiras não chegam.

É essa a história que está no centro do debate sobre o futuro da Caixa e o seu papel social. Em fevereiro deste ano, o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que pretende privatizar 95% das empresas estatais brasileiras. Embora não tenha confirmado que a Caixa esteja entre elas, seu programa de governo defende a retomada das desestatizações.

A declaração reacende uma preocupação antiga da Fenae: o risco de entregar ao mercado financeiro um patrimônio construído ao longo de gerações e fundamental para a execução das políticas públicas do país.

E há um precedente. Durante o governo de Jair Bolsonaro, a Caixa Seguridade, uma das áreas lucrativas do banco, teve parte de suas ações vendida ao mercado privado. Em abril de 2021, a abertura de capital da subsidiária movimentou R$ 5 bilhões, com a venda de 17,25% de suas ações. Embora a Caixa tenha mantido o controle acionário, a operação representou a privatização parcial de uma área estratégica, processo denunciado à época pela Fenae.

Para a entidade, o risco não se resume à venda integral do banco. A privatização de subsidiárias e áreas lucrativas também pode enfraquecer a Caixa.

Fenae

Uma declaração da economista Daniella Marques, coordenadora da área econômica da campanha de Flávio Bolsonaro, reacendeu...
09/10/2026

Uma declaração da economista Daniella Marques, coordenadora da área econômica da campanha de Flávio Bolsonaro, reacendeu o debate sobre o futuro do serviço público em um eventual governo do candidato.
Segundo a reportagem da VEJA, a proposta prevê reduzir o número de ministérios dos atuais 38 para algo entre 20 e 25, além de promover o “enxugamento” de estatais.
Mas a mudança pode ir além da estrutura dos ministérios. Daniella Marques defendeu também a reavaliação de carreiras operacionais que, segundo ela, teriam se tornado ociosas com o avanço da Inteligência Artificial, como parte de uma estratégia para reduzir o tamanho da máquina pública.
A declaração levanta questões importantes para servidoras e servidores: quais carreiras seriam consideradas “ociosas”? Quais atividades poderiam ser substituídas ou reduzidas? E quais seriam os impactos sobre a capacidade do Estado de executar políticas públicas e prestar serviços à sociedade?
Para o serviço público federal, esse debate merece atenção. Mudanças na estrutura administrativa, nas carreiras e no quadro de servidores podem ter efeitos diretos sobre a execução das políticas públicas — inclusive as relacionadas à proteção ambiental.
A discussão sobre eficiência e uso de novas tecnologias precisa considerar também a preservação da capacidade técnica e institucional do Estado.
📌 A declaração foi feita no 25º Fórum Empresarial do Grupo Lide e publicada pela VEJA em 21 de agosto de 2026.

Ascema SP/PR

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