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25/09/2026

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) participou, no dia 12/8, da apresentação do Plano Nacional de Logística (PNL)...
09/09/2026

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) participou, no dia 12/8, da apresentação do Plano Nacional de Logística (PNL) 2050, documento que estabelece as diretrizes para o desenvolvimento da infraestrutura de transportes brasileira nas próximas décadas. O plano reúne diagnósticos e prioridades para os setores rodoviário, ferroviário, aquaviário, hidroviário e aeroportuário e busca ampliar a conexão entre os diferentes modais.
A integração é um dos principais desafios da logística brasileira e os diferentes modais não funcionam de forma isolada. O plano traz como resposta a necessidade de integrar transportes e fazê-los dialogarem entre si.
Na área hidroviária, o documento identifica gargalos que ainda limitam o aproveitamento do modal, incluindo a necessidade de melhorias de calado, dragagem, balizamento e infraestrutura de terminais fluviais. O fortalecimento da navegação interior é tratado como uma oportunidade para ampliar a conexão entre regiões e diversificar as alternativas de transporte de cargas e passageiros.
No setor portuário, entre os desafios identificados estão as dificuldades de acesso aos portos, os conflitos entre a movimentação de cargas e o tráfego urbano, a falta de coordenação entre diferentes modais e entre os entes federativos e a necessidade de ampliar áreas destinadas ao armazenamento e à movimentação de contêineres nas regiões retroportuárias. (Fonte: Ministério de Portos e Aeroportos)

As exportações brasileiras para o Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), integrado por Arábia Saudita, Bahrein, Catar, E...
28/08/2026

As exportações brasileiras para o Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), integrado por Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Omã, avançam 1,25% em junho sobre o mesmo mês de 2025, para US$ 758,14 milhões, segundo a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira.
Na avaliação da entidade, o avanço sinaliza uma possível reversão das perdas derivadas do conflito militar na região, que desde fevereiro limita o acesso de embarcações aos portos do Golfo pelo Estreito de Ormuz, afetando o comércio de produtos brasileiros, principalmente os do agronegócio e minerais.
Apesar do avanço de junho, no primeiro semestre, as vendas para o CCG acumulam queda de 4,01% sobre o mesmo período do ano passado, totalizando de US$ 4,17 bilhões. Para Mohamad Mourad, secretário-geral da Câmara Árabe, ainda é cedo para saber se a alta de junho vai persistir e viabilizar a recuperação dessas perdas. O dirigente, no entanto, faz um prognóstico favorável ao Brasil para os próximos meses. (Fonte: Agência Logística)

As exportações brasileiras de frutas seguem em trajetória de crescimento. Apenas no primeiro trimestre de 2026, o setor ...
19/08/2026

As exportações brasileiras de frutas seguem em trajetória de crescimento. Apenas no primeiro trimestre de 2026, o setor embarcou 330,6 milhões de quilos e movimentou US$ 351,1 milhões, avanço de 13% em volume e de 25% em valor na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo a Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas). Manga, melão e limão estão entre os produtos que mais contribuíram para esse resultado.
O desempenho reforça uma tendência que vem transformando os bastidores da fruticultura nacional: para conquistar e manter espaço nos mercados internacionais, não basta produzir com qualidade. Cada vez mais, importadores exigem transparência, controle de processos e capacidade de comprovar a origem dos produtos ao longo de toda a cadeia produtiva.
A rastreabilidade tornou-se um requisito central nesse cenário. Além de atender a exigências regulatórias e sanitárias, ela permite documentar etapas de beneficiamento, armazenagem, transporte e expedição, oferecendo mais segurança aos compradores e maior previsibilidade aos exportadores. (Fonte: Agência Logística)

Na 2ª semana de junho de 2026, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,5 bilhão e corrente de comércio de US$ 1...
10/08/2026

Na 2ª semana de junho de 2026, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,5 bilhão e corrente de comércio de US$ 15,4 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 8,4 bilhões e importações de US$ 7 bilhões.
No mês, as exportações somam US$ 16,4 bilhões e as importações, US$ 11,7 bilhões, com saldo positivo de US$ 4,7 bilhões e corrente de comércio de US$ 28,1 bilhões.
No ano, as exportações totalizam US$ 165 bilhões e as importações, US$ 127,6 bilhões, com saldo positivo de US$ 37,3 bilhões e corrente de comércio de US$ 292,6 bilhões. Esses e outros resultados foram apresentados nesta segunda-feira (15/6), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).
(Fonte: Agência Logística)

O avanço das concessões hidroviárias e a ampliação dos investimentos em infraestrutura de navegação despontam como fator...
30/07/2026

O avanço das concessões hidroviárias e a ampliação dos investimentos em infraestrutura de navegação despontam como fatores decisivos para o futuro da logística no Arco Norte. A região amazônica, já consolidada como um dos principais corredores de exportação de commodities agrícolas, minerais e energéticas do país, depende diretamente da eficiência dos rios navegáveis para sustentar sua competitividade.
Com uma extensa malha hidrográfica, a Amazônia utiliza os rios como principal via de transporte, integrando o modal hidroviário ao rodoviário em um sistema intermodal cada vez mais relevante para o agronegócio brasileiro. Essa integração permite reduzir custos logísticos, aumentar a eficiência no escoamento da produção e ampliar a participação da região na balança comercial do país. (Fonte: Portal da Navegação)

Segundo maior produtor mineral do Brasil, atrás apenas de Minas Gerais, o Pará deve captar US$ 14,66 bilhões (cerca de R...
21/07/2026

Segundo maior produtor mineral do Brasil, atrás apenas de Minas Gerais, o Pará deve captar US$ 14,66 bilhões (cerca de R$ 73,3 bilhões) para investimentos no setor no quinquênio 2026-2030. A estimativa é do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) e corresponde a pouco mais de 19% do que o setor poderá receber no país no mesmo período. Embora não haja no momento projeções de desempenho para este ano, o Pará foi responsável em 2025 por mais de um terço da receita nacional da mineração. Dos R$ 298,8 bilhões faturados, R$ 103,1 bilhões foram gerados pelas mineradoras que atuam lá. (Fonte: Portal da Navegação)

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