Escreveu Além Santini: A Academia de Letras e Artes Buziana - ALAB – nasceu de fato, como constamos na história reportada em sua primeira ata, há 37 anos, quando José Gonzaga de Souza ancorou seu barco pela primeira vez nas águas mais profundas junto à Ilha Rasa e, de bote, vieram todos os amigos que com ele estavam a bordo. Foram dois traslados até as águas calmas da Praia Rasa, que banha dia e n
oite o nosso maravilhoso Continente Buziano. Chegaram para acampar nas terras firmes, junto à Praia da Gorda, na Colônia dos Pescadores do atual Bairro da Rasa em Armação dos Búzios, que naquela época era o abandonado Terceiro Distrito de Cabo Frio. Ali... Como mais saberão os que lerem a historia, foi que, à luz das estrelas e de lampiões, nasceu de “fato” a ALAB. E de direito, aos 27 dias de junho de 2007, quando foram legalmente eleitos todos os membros de uma Diretoria Constituinte, que só teria o seu mandato publico oficial, exercido e contado a partir de 27 de junho de 2008 até 27 de junho de 2013. E para que a ALAB - Academia de Letras e Artes Buziana não carecesse de uma oficial condição jurídica em Assembléia geral ela tornou se órgão oficial do objetivo estatutário da Fundação Rio Branco de Cultura Artes Sons e Imagens, - FURCASI - CNPJ 04.018.661/0001-03. Código 114-7- da natureza jurídica de uma Fundação municipal de alcance Estadual e Federativo. Mas tudo isto só aconteceu graças ao idealismo, esforço e tirocínio de seu Presidente Eleito, José Gonzaga de Souza, ao perceber, ligado que é às letras e às artes, que a Cidade de Armação dos Búzios já estava por merecer algumas ‘Instituições’, já tão sonhadas por muitos e que certamente atenderia instrumentalizada por uma Academia de Letras e Artes, de uma Tv, uma Radio e uma Revista ou Jornal, realmente independentes, para suprir com a devida e urgente carência de matrizes socioculturais, para em um único fórum onde intelectuais, artistas plásticos e de decorações, músicos, escritores, poetas e outras excelências nos mais diversos campos da atividade humana em Búzios, cidade querida e amada por todos nós, se expressassem livremente; mas que é inexplicavelmente desdenhada por uma minoria que nela vive, talvez por falta de uma opção de serem aceitos em outras cidades. Entre outras carências, o empreendedor José Gonzaga sentiu que a Cidade de Búzios necessitava urgentemente de dar voz e imagens a sua gente, através de um movimentado Fórum, povoado por pessoas comprometidas com sua nova ordem, realidade, e que pudessem com autoridade, debater, conduzir, apoiar projetos e ações proativas a favor da preservação da Cultura local e capaz de interagir com a globalizada. Com estas palavras o Acadêmico Presidente Gonzaga justificou neste pequeno texto, especificamente os objetivos e a atual existência de nossa Academia.