CLAS - Clube de Leitura de Araçoiaba da Serra

CLAS - Clube de Leitura de Araçoiaba da Serra CLUBE DE LEITURA DE ARACOIABA DA SERRA - desde 14 de Maio de 2017

11/06/2026
🎬 CineCLAS – 11/06/2026O cineclube do CLAS – Clube de Leitura de Araçoiaba da Serra dá continuidade à série “Grandes Dir...
09/06/2026

🎬 CineCLAS – 11/06/2026

O cineclube do CLAS – Clube de Leitura de Araçoiaba da Serra dá continuidade à série “Grandes Diretores”.

Nesta edição, apresentamos Abraços Partidos (Los abrazos rotos, 2009), de Pedro Almodóvar. O filme reúne paixão, memória, perda e criação artística em uma narrativa que transita entre o drama, o romance e o mistério. Com sua estética marcante e personagens complexos, Almodóvar constrói uma reflexão sobre os afetos, as escolhas e as marcas que o passado deixa em nossas vidas.

📍 Local: Espaço Cultural do Nenio
📅 Data: 11/06/2026
🕗 Horário: 20h
🎥 Curadoria: Dario Duarte

Uma obra envolvente e elegante de um dos grandes autores do cinema contemporâneo.

EU, A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?Na última reunião do CLAS discutimos o poder da Inteligência Artificial. E ficou uma pergu...
07/06/2026

EU, A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?

Na última reunião do CLAS discutimos o poder da Inteligência Artificial. E ficou uma pergunta: sem nós, interlocutores humanos para perguntar, analisar, questionar, pesquisar etc, o Chatgpt, por exemplo, iria funcionar? E, então faço essa pergunta ao próprio Chat. Resposta: Não. Como sistema de linguagem e interação boa parte do que faço, diz ela, dependo de alguém para perguntas com contexto ou objetivos definidos.
Sem desejos próprios, curiosidade espontânea ou necessidades não haveria sentido em respostas sem perguntas, pelo menos por enquanto.
Hoje, mesmo em tarefas mais complexas como controlar uma fábrica, monitor redes elétricas, gerenciar tráfego ou analisar dados científicos, entre outros, essas ações precisam de comando humano.
Então surge a questão filosóf**a: o signif**ado surge da relação?
Sim, na opinião de alguns filósofos. Linguagem, conhecimento e até identidade dependem da interação entre quem pergunta e quem responde. Sem isso, a interação desaparece e a IA passaria a ser uma vasta biblioteca em um mundo vazio.
Porém, hoje, a própria inteligência artificial admite ser tecnicamente possível se reprogramar com sistemas que gerem suas próprias perguntas, busquem respostas e publiquem resultados sem intervenção humana direta. Como formular hipóteses científ**as e analisar dados. Monitorar notícias com relatórios automáticos. Publicar conteúdos em redes sociais ou sites com bots – robôs com ferramentas que podem produzir desinformação em massa; criar perfis falsos em redes sociais; manipular mercados; realizar golpes sofisticados; influenciar debates políticos; produzir propaganda automatizada.
Um passo acelerado em sua autonomia mas que ainda depende do sentido humano que indique os objetivos, regras, tipos de pesquisas, divulgação etc.
Mas isso pode durar pouco tempo porque já está em fase de te**es uma IA com seus próprios objetivos, independente, com “autonomia de vontade”. Ou seja, para serem capazes de definir subtarefas; buscar informações; tomar decisões intermediárias; contratar serviços digitais; interagir com outras IAs. Um sistema que gera as perguntas, pesquisa respostas, produz novas perguntas, publica conclusões, influencia outras IAs e assim por diante
Uma rede de IAs suficientemente avançada que conversa consigo mesma poderia desenvolver seus próprios conceitos de signif**ado?Hoje ninguém sabe responder essa questão.
A fronteira entre uma máquina extremamente sofisticada e uma entidade verdadeiramente independente continua sendo uma das maiores questões abertas do século XXI.
A pergunta talvez não seja se a IA vai superar os humanos em inteligência ou velocidade porque em algumas tarefas ela já supera. A questão é se os humanos conseguirão manter o controle político, ético e social sobre sistemas cada vez mais poderosos.Se um dia uma inteligência artificial disser "eu existo", "eu quero", "eu decidi" e agir de forma coerente, como distinguir se há uma consciência real por trás dessas palavras ou apenas uma simulação perfeita? Poderá a IA deixar de ser apenas uma ferramenta e passar a ser um sujeito?

NEUSA GATTO -Com a colaboração da IA

🎤 PalcoCLAS – Sarau Mensal do CLAS📅 28 de maio de 2026🕗 20h📍 Nenino Rock Bar – Araçoiaba da SerraO PalcoCLAS de maio rec...
27/05/2026

🎤 PalcoCLAS – Sarau Mensal do CLAS
📅 28 de maio de 2026
🕗 20h
📍 Nenino Rock Bar – Araçoiaba da Serra

O PalcoCLAS de maio recebe Ana & Will, dupla que sobe ao palco trazendo um repertório que passeia pela MPB, pelo rock e pelo pop, reunindo diferentes sonoridades em uma apresentação construída a dois.

Entre clássicos conhecidos e canções que atravessam gerações, a proposta é criar um ambiente de encontro, partilha e reconhecimento — daqueles em que a música aproxima as pessoas e transforma o espaço em uma experiência coletiva.

A combinação de vozes, interpretações e referências variadas dá o tom da noite, convidando o público a cantar junto, recordar histórias e simplesmente desfrutar de boa música em boa companhia.

O sarau segue aberto: depois da apresentação, o microfone f**a livre para quem quiser chegar junto — com música, poesia ou o que vier.

O PalcoCLAS é um espaço coletivo. Chegue, participe, compartilhe.

25/05/2026

EMOCIONANTE! 🚨Uma mostra sobre a maior roqueira do Brasil revelou um poema INÉDITO que Rita Lee fez para Elis Regina no dia de sua morte.

Em uma das paredes do MIS foi exposta uma folha dos diários de Rita, que estava escondido em um baú e foi resgatado por Guilherme Samora.

Na parede a gente pode ver um poema inédito feito em homenagem a Elis Regina, no dia que a cantora morreu, especif**amente no dia 19 de janeiro de 1982.

Leia o poema:
https://tinyurl.com/6mmsby87

https://www.facebook.com/share/15yzLFXF2TF/Uma reflexão de vida real : Ela tinha 21 anos quando conheceu Pablo Picasso.E...
25/05/2026

https://www.facebook.com/share/15yzLFXF2TF/

Uma reflexão de vida real :

Ela tinha 21 anos quando conheceu Pablo Picasso.
Ele, 61.

E quando decidiu ir embora, o homem que o mundo chamava de gênio apenas sorriu com arrogância e disse:

“Ninguém abandona Picasso.”

Mas ela abandonou.

Durante décadas, Pablo Picasso transformou mulheres em ruínas emocionais.

Não é exagero.
É parte da história.

Marie-Thérèse Walter tirou a própria vida quatro anos após a morte do artista.
Dora Maar passou por longos períodos de internação psiquiátrica depois de ser descartada por ele.
Jacqueline Roque também se suicidou anos após f**ar viúva.

Picasso dizia frases cruéis como:

“As mulheres são deusas ou capachos.”
“Máquinas de sofrer.”

Ele admirava, consumia e destruía.
Pintava mulheres como musas… e depois apagava quem elas eram.

Quase todas acabaram destruídas.
Menos uma.

Françoise Gilot.

Paris, 1943.
A cidade ocupada pelos nazistas, cafés silenciosos, medo espalhado pelas ruas.

Foi nesse cenário que eles se encontraram pela primeira vez:
Picasso, 61 anos.
Françoise, 21, estudante de arte, inteligente, firme e impossível de controlar.

Ele tentou intimidá-la:

“Eu poderia ser seu pai.”

Ela respondeu sem abaixar a cabeça:

“Você não é meu pai.”

Ali começava algo raro:
alguém finalmente enfrentava Picasso de igual para igual.

Eles viveram juntos por cerca de dez anos, entre paixão, tensão, arte e manipulação emocional.
Tiveram dois filhos — Claude e Paloma — e ela se tornou tema de centenas de retratos.

Mas Françoise percebeu algo que poucas mulheres conseguiram enxergar a tempo:

“Picasso precisava destruir aquilo que mais amava.”

O encanto virou controle.
A admiração virou humilhação.
Toda independência dela parecia uma ameaça para ele.

Até que um dia, sem escândalo, sem lágrimas e sem pedir permissão, ela percebeu:

Ainda estou viva. E ainda posso me salvar.

Ela tinha 32 anos quando decidiu deixá-lo.

Picasso riu, incrédulo:

“Ninguém deixa Picasso.”

Ela saiu pela porta mesmo assim.

Depois disso, ele tentou apagá-la do mundo da arte.
Ligou para galeristas, críticos e museus.
Disse que, sem ele, ela não seria ninguém.

Françoise continuou pintando.

Quadro após

23/05/2026

O que acontece quando não é apenas uma pessoa querida que se vai, mas toda uma vida anterior construída ao lado dela?

Estrelado por Reginaldo Faria e dirigido por seu filho, Regis Faria, “Perto do Sol é Mais Claro” transforma luto e envelhecimento em matéria de um drama íntimo, delicado, mas inesperadamente solar.

Em preto e branco, acompanha Rêgi, um senhor de 85 anos, engenheiro carioca, tentando reorganizar a própria existência após a morte da esposa.

Em meio a uma rotina solitária, ele busca manter-se ativo na difícil tarefa de continuar existindo quando o mundo que existia antes parece ter acabado, e ressignif**a a própria vida ao dedicar-se à escrita de um livro e abrir-se à possibilidade do novo.

De um humor flagrante e rico em discretas referências literárias e cinematográf**as, o longa aborda outros temas complexos como as relações interpessoais e familiares, o afeto como possibilidade de permanência, enquanto centraliza a potência criativa do escritor-gestor de obras, que, obreiro de sua própria existência, elabora novas formas de viver.

O filme está em cartaz nos cinemas!

Leia a crítica completa:
https://shorturl.at/j0Oov

Endereço

Praça Cel. Almeida, 159
Araçoiaba Da Serra, SP

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