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Ser PAI é cuidar, inspirar, proteger e acima de tudo AMAR!
08/08/2026

Ser PAI é cuidar, inspirar, proteger e acima de tudo AMAR!

Lei é uma das mais avançadas do mundo por ter transformado o enfrentamento à violência contra a muher. Para a CUT, prote...
07/08/2026

Lei é uma das mais avançadas do mundo por ter transformado o enfrentamento à violência contra a muher. Para a CUT, proteção às mulheres depende também de políticas públicas, educação e mudanças culturais

Neste dia 7 de agosto, a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) completa 20 anos como o principal instrumento de combate à violência doméstica e familiar contra a mulher no Brasil. Considerada uma das legislações mais avançadas do mundo sobre o tema, ela mudou a forma como o Estado enfrenta esse tipo de violência, garantindo proteção às vítimas, ampliando a responsabilização dos agressores e reconhecendo que a violência doméstica é uma violação dos direitos humanos.
Durante o mês de agosto, o Agosto Lilás, campanha nacional de conscientização pelo fim da violência contra as mulheres, promove ações para divulgar os direitos garantidos pela Lei Maria da Penha, orientar sobre as formas de violência e informar como acessar a rede de proteção e os canais de denúncia, como o Ligue 180.
Apesar dos avanços da lei, a realidade continua alarmante. Somente no primeiro semestre de 2026, o país registrou 732 feminicídios, média de quatro mulheres assassinadas por dia. Cerca de 65% das vítimas são mulheres negras. Em 2025, foram 1.571 casos, recorde pelo quarto ano consecutivo. Os números mostram que, embora a Lei Maria da Penha seja um marco na proteção dos direitos das mulheres, ela não atua sozinha.
Especialistas e entidades que atuam no enfrentamento à violência defendem que sua efetividade depende do fortalecimento da rede de proteção, da fiscalização do cumprimento das medidas protetivas, da ampliação das políticas públicas de acolhimento e autonomia das mulheres, além de ações permanentes de prevenção e educação para enfrentar a cultura machista que sustenta esse tipo de violência.
A secretária da Mulher Trabalhadora da CUT, Amanda Corcino, reforça que o Brasil tem avançado nos últimos anos ao fortalecer a legislação e ampliar as políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres. Exemplos são mudanças recentes a execução imediata de medidas protetivas cíveis sem exigir ação judicial principal, a prioridade para o uso de tornozeleira eletrônica no agressor em risco iminente, e novas regras mais rígidas para a audiência de retratação da vítima.
No entanto, Amanda ressalta, que ainda existem desafios importantes. “Na legislação trabalhista, por exemplo, faltam mecanismos de proteção para as vítimas, que muitas vezes são agredidas até mesmo no ambiente de trabalho e não encontram o amparo psicológico de que precisam. Muitas seguem trabalhando com as sequelas físicas e emocionais das agressões", afirma Amanda Corcino.
Paralelamente, a dirigente destaca que há categorias que incluem em suas negociações coletivas mesmas específicas sobre o tema.
Conquista histórica
Mesmo diante de uma realidade que ainda expõe milhares de mulheres à violência, Amanda Corcino celebra os 20 anos da Lei Maria da Penha como uma conquista histórica do movimento feminista, mas ressalta que a data também deve servir para refletir sobre os desafios que o país ainda precisa enfrentar.
"Essa conquista é fruto da luta incansável do movimento feminista e da coragem de mulheres como Maria da Penha, que transformaram a sua dor em resistência", afirma.
Segundo a dirigente, a legislação representou um avanço ao reconhecer a violência doméstica como crime e estabelecer mecanismos como as medidas protetivas e os juizados especializados. No entanto, ela ressalta que a violência continua sendo alimentada por desigualdades estruturais.
"As profundas desigualdades de gênero dificultam o ingresso e a permanência das mulheres no mercado de trabalho, criando, muitas vezes, uma dependência econômica que leva muitas mulheres a se sujeitarem a agressões para garantir o seu sustento e dos seus filhos."
Amanda também chama atenção para o crescimento dos discursos de ódio contra as mulheres. "A narrativa misógina e machista, transformada em discurso de ódio, tem um grande impacto e impulsiona a violência."
Para ela, a CUT seguirá cobrando políticas públicas efetivas e combatendo a cultura machista e patriarcal para que todas as mulheres possam viver livres da violência.
O feminicídio é o último estágio da violência
A experiência acumulada ao longo desses 20 anos também mostrou que o feminicídio raramente acontece de forma repentina.
Antes do assassinato, geralmente existe um ciclo marcado por controle, ameaças, humilhações, isolamento, violência psicológica, agressões físicas e outras formas de violência que muitas vezes são naturalizadas.
Compreender como as desigualdades entre homens e mulheres são construídas e reproduzidas na sociedade é apontado como um passo essencial para romper esse ciclo antes que ele chegue ao desfecho mais extremo.
"O feminicídio é a expressão máxima. Antes disso aconteceram outros casos e, se a gente pudesse ter identificado, nós poderíamos ter salvado a vida daquela mulher."
Por isso, especialistas defendem que políticas de prevenção e educação caminhem lado a lado com a aplicação da lei. Promover relações baseadas no respeito e na igualdade desde a infância é considerado um dos caminhos para reduzir a violência de gênero.
Medidas protetivas precisam ser fortalecidas
As medidas protetivas de urgência são um dos principais instrumentos criados pela Lei Maria da Penha para interromper o ciclo da violência.
Na prática, porém, ainda enfrentam dificuldades. Levantamentos mostram que parte dos feminicídios ocorre contra mulheres que possuíam medidas protetivas em vigor. A insuficiência de tornozeleiras eletrônicas, a limitação das equipes de acompanhamento e a dificuldade de fiscalizar todos os casos comprometem a efetividade dessa proteção.
Ao mesmo tempo, o aumento da procura por medidas protetivas demonstra que mais mulheres têm buscado apoio do sistema de Justiça, reforçando a importância de ampliar a estrutura da rede de atendimento para garantir que a proteção prevista na lei se concretize.
A responsabilidade no mundo do trabalho
Para a CUT, combater a violência contra as mulheres também significa atuar dentro dos locais de trabalho. A Central orienta que acordos e convenções coletivas incorporem cláusulas de proteção às trabalhadoras em situação de violência doméstica, garantindo condições para que elas possam romper o ciclo da violência sem perder o emprego.
Em maio deste ano, a entidade lançou a Campanha Permanente de Combate ao Feminicídio – "Pela vida das mulheres, a luta é de todos", que busca transformar o enfrentamento à violência em uma ação permanente nos sindicatos, ampliando a formação de dirigentes, fortalecendo as redes de acolhimento e incentivando a inclusão de cláusulas de proteção nas negociações coletivas.
Duas décadas depois da criação da Lei Maria da Penha, a avaliação é que o Brasil avançou ao construir um dos mais importantes instrumentos legais de proteção às mulheres. O desafio agora é fazer com que essa proteção alcance todas aquelas que ainda convivem diariamente com a violência, antes que ela chegue ao seu desfecho mais extremo: o feminicídio.
Agosto Lilás reforça a divulgação dos direitos e da rede de proteção às mulheres
Os 20 anos da Lei Maria da Penha são celebrados durante o Agosto Lilás, campanha nacional de conscientização pelo fim da violência contra as mulheres, instituída pela Lei nº 14.448/2022. Ao longo do mês, governos, instituições e organizações da sociedade civil promovem ações para divulgar os direitos assegurados às mulheres, orientar sobre as diferentes formas de violência e ampliar o conhecimento sobre os serviços de acolhimento e proteção disponíveis.
Como parte da mobilização deste ano, o Ministério das Mulheres preparou uma série de conteúdos para explicar como funciona a Lei Maria da Penha, quais são as medidas protetivas de urgência, como acessar a rede de atendimento e quais canais podem ser utilizados para buscar orientação ou denunciar situações de violência.
Um dos principais serviços é a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, que oferece informações sobre direitos, orienta as vítimas e encaminha denúncias aos órgãos competentes. O atendimento é gratuito, funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, e pode ser acionado pela própria mulher ou por qualquer pessoa que tenha conhecimento de uma situação de violência. Em casos de emergência, a orientação é ligar para a Polícia Militar pelo telefone 190.

Fonte: CUT

CUT lança “Plataforma para as Eleições 2026” com prioridades da classe trabalhadoraDocumento é guia para eleitores avali...
06/08/2026

CUT lança “Plataforma para as Eleições 2026” com prioridades da classe trabalhadora

Documento é guia para eleitores avaliarem candidatos e canidatas que estejam comprometidos com os interesses da classe trabalhadora

Faltam cerca de dois meses para as eleições 2026, momento que define os rumos dos próximos anos para a sociedade brasileira, em especial, para a classe trabalhadora .A representação política influencia diretamente temas como emprego, salários, direitos trabalhistas e desenvolvimento. Por isso, conhecer as propostas defendidas pelas diferentes candidaturas é parte importante do processo eleitoral.

Por isso, a CUT lançou nesta quarta-feira (5), em plenária virtual com sindicalistas de todo o país, a Plataforma da CUT para as Eleições 2026, documento que reúne as principais propostas da entidade: as reivindicações consideradas prioritárias para a classe trabalhadora.

Mais do que consolidar as bandeiras históricas defendidas pela Central, a plataforma é uma referência durante o processo eleitoral. De um lado, oferece aos trabalhadores e trabalhadoras um conjunto de informações que pode ajudar na avaliação das propostas apresentadas pelas candidaturas. De outro, convida candidatos e candidatas aos cargos proporcionais e majoritários a assumirem compromisso público com pautas relacionadas ao emprego, aos direitos sociais, ao fortalecimento da democracia e ao desenvolvimento nacional.
Acesse aqui a Plataforma da CUT para as Eleições
Instrumento de debate
Na abertura da atividade, o presidente da CUT, Sérgio Nobre, destacou que discutir eleições faz parte da própria concepção sindical construída pela entidade desde sua fundação. "Nós somos movimento sindical. Lutamos por melhores salários, por condições de trabalho, mas essa luta, se for descolada da luta política, do país que a gente quer, é uma luta incompleta", afirmou.
Segundo ele, a defesa de melhores condições de vida para os trabalhadores não termina nas negociações salariais. "Não adianta o trabalhador estar bem no local de trabalho e estar mal na sociedade onde ele vive. Portanto, temas como saúde, educação, emprego, democracia e soberania são fundamentais para a nossa central sindical", disse.

A Plataforma da CUT para as Eleições 2026 foi construída a partir das resoluções aprovadas pela Central. O documento organiza essas reivindicações em quatro grandes eixos e apresenta 16 pontos considerados prioritários para fortalecer o emprego, ampliar direitos, reduzir desigualdades e promover um projeto de desenvolvimento com distribuição de renda.
A proposta não é substituir os programas apresentados pelos partidos nem orientar o voto em candidaturas específicas, mas oferecer um parâmetro para que o eleitorado conheça quais propostas a CUT considera essenciais para a classe trabalhadora e possa identificar quais candidaturas demonstram compromisso com esses temas.

Ao mesmo tempo, a plataforma também funciona como um compromisso proposto aos próprios candidatos. A expectativa é que parlamentares e futuros governantes conheçam as reivindicações da CUT e assumam publicamente o compromisso de defendê-las durante seus mandatos.

A vice-presidenta da CUT, Juvandia Moreira, explicou que a plataforma sintetiza debates acumulados pela Central ao longo dos últimos anos e reúne reivindicações consideradas inegociáveis para os trabalhadores.
"Esse é um documento que retoma as nossas reivindicações e afirma compromissos que são inegociáveis para a gente, fundamentais para a classe trabalhadora", afirmou. Ainda de acordo com a dirigente, “democracia, soberania nacional e desenvolvimento econômico caminham juntos quando o objetivo é ampliar direitos”.

"Sem democracia não tem sindicatos fortes. A gente reafirma a importância da democracia e da soberania no cenário nacional e internacional", destacou.
Plataforma: propostas construídas a partir da realidade do trabalho
Entre as prioridades apresentadas pela CUT estão temas que já fazem parte da agenda da entidade, como a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, a valorização do salário mínimo, o fortalecimento da negociação coletiva e dos sindicatos, a regulamentação do trabalho por aplicativos e a revisão de pontos das reformas trabalhista e previdenciária. Veja quais são:
Eixo I: Prioridades estratégicas
• Nova regulação sindical: a CUT defende uma legislação que fortaleça a organização sindical, garanta a autorregulação das entidades, preserve a autonomia das assembleias, assegure o financiamento solidário e proteja o direito de greve.
• Fim da escala 6x1 e redução da jornada: redução imediata da jornada para 40 horas semanais, com perspectiva de chegar a 36 horas, sem redução salarial.
• Valorização do salário mínimo e das aposentadorias: continuidade da política de valorização real do salário mínimo e dos benefícios previdenciários, preservando também a vinculação do Benefício de Prestação Continuada (BPC) ao piso nacional.
• Direitos para trabalhadores de aplicativos: regulamentação que assegure remuneração digna, proteção previdenciária, limite de jornada, direito de defesa e liberdade de organização sindical para trabalhadores das plataformas digitais.
• Transição justa e requalificação profissional: políticas públicas voltadas à formação permanente dos trabalhadores diante dos impactos da inteligência artificial e da automação, garantindo proteção aos empregos durante as mudanças tecnológicas.
• Tarifa Zero no transporte público: a proposta trata o transporte coletivo como um direito social, defendendo o passe livre como instrumento para ampliar o acesso ao trabalho, à educação, à saúde e ao lazer.
Eixo II: “Democracia e desenvolvimento”
• Justiça tributária: atualização anual da tabela do Imposto de Renda e a tributação de grandes fortunas, lucros e dividendos.
• Segurança cidadã e direitos humanos: políticas públicas baseadas em inteligência, prevenção e combate às diversas formas de violência, incluindo feminicídio, racismo e ataques à população LGBTQIA+ - garantir a vida e a dignidade das mulheres com o combate intransigente ao feminicídio e a todas as formas de violência de gênero, fortalecendo e amplaindo a rede pública de proteção, acolhimento e assistência integral às mulheres e seus dependentes, articulada à luta antirracista e a defesa das trabalhadoras dentro e fora do local de trabalho.
• Meio ambiente e transição ecológica: a CUT propõe enfrentar a crise climática preservando florestas, águas e demais recursos naturais, garantindo que riquezas estratégicas contribuam para o desenvolvimento nacional.
• Enfrentar a epidemia das apostas virtuais (bets) e proteger a renda e a saúde da classe trabalhadora: combate rigoroso à exploração financeira promovida pelas plataformas de jogos, a proibição da publicidade predatória, a criação de mecanismos de bloqueio do uso de crédito e benefício social em apostas.
Eixo III: “Direitos sociais e trabalhistas”
• Revisão das reformas trabalhista e previdenciária: recuperação de direitos retirados pelas reformas e o fortalecimento das negociações coletivas.
• Negociação coletiva no setor público: regulamentação da Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), assegurando negociação permanente, data-base e direito de greve para servidores públicos.
• Fortalecimento do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT): preservar o programa como política de segurança alimentar, impedindo sua descaracterização.
• Ratificação da Convenção 156 da OIT: políticas que permitam conciliar trabalho e responsabilidades familiares, com medidas como ampliação de creches e maior flexibilidade para trabalhadores responsáveis por crianças, idosos e pessoas com deficiência.
• Cumprimento dos pisos salariais nacionais: cumprimento integral dos pisos nacionais da enfermagem e do magistério, independentemente do vínculo de contratação.
• Ratificação da Convenção 193 da OIT e regulação do trabalho por plataformas: o avanço das tecnologias digitais não pode servir de pretexto para o desmonte de direitos e a precarização da vida trabalhadora. Assegurar um marco regulatório que combata a superexploração, garanta cobertura previdenciária, restrinja punições e bloqueios arbitrários via algoritmos e garanta o direito de livre organização e representação para a categoria.
Eixo IV: “Soberania nacional e relações internacionais”
• Defesa da Soberania nacional, dos serviços públicos e das estatais e dos direitos da classe trabalhadora. Defender a soberania do Brasil, preservando o controle público sobre empresas estratégicas, riquezas naturais e inovações tecnológicas, fortalecendo os serviços públicos e destinando o patrimônio nacional à geração de empregos, à redução das desigualdades e ao bem comum
• Reindustrialização nacional: utilizar o poder de compra do Estado e das empresas públicas para fortalecer a indústria brasileira, gerar empregos e ampliar o desenvolvimento tecnológico.
• Defesa do multilateralismo e da paz: a CUT reafirma a importância da cooperação internacional, do fortalecimento de espaços como Mercosul e Brics e da defesa da autodeterminação dos povos.
Debate para além das eleições

Ao apresentar a plataforma ao Portal CUT, Juvandia explicou que o documento foi pensado para permanecer como instrumento de diálogo mesmo depois da campanha eleitoral. "Essa plataforma é para ser utilizada no debate nos estados, para ser complementada com os debates estaduais, para conversar com os candidatos, ter o compromisso desses candidatos", afirmou.
Na avaliação da dirigente, ampliar a representação de parlamentares comprometidos com essas propostas pode facilitar o avanço de projetos defendidos historicamente pelo movimento sindical.
"E são esses candidatos que têm este compromisso para que a gente possa ter um Congresso Nacional que de verdade represente os interesses da classe trabalhadora e não que a gente fique tendo que fazer muita luta para aprovar, por exemplo, a redução da jornada e o fim da escala 6 por 1."

Rede CUT
Durante a plenária, o secretário-geral da CUT, Renato Zulatto, afirmou que a plataforma será encaminhada às CUTs estaduais, aos ramos, aos sindicatos e às candidaturas do campo sindical. "A plataforma é o instrumento da CUT até para ajudar na narrativa dos nossos candidatos, da nossa militância", afirmou.
Renato ressaltou que o documento reúne posições históricas da entidade e deve orientar o diálogo com trabalhadores durante todo o processo eleitoral. "A vida da CUT não se dissocia da vida da política brasileira", observou.

Pontos de vista
Durante a atividade, o economista Sérgio Gabrielli afirmou que as propostas apresentadas pela CUT dialogam diretamente com os desafios do país. "Essa pauta que vocês apresentaram tem enormes identidades com o que nós estamos apresentando para a sociedade brasileira, incluindo os trabalhadores", disse.

Para Gabrielli, as conquistas sociais sempre estiveram ligadas à organização dos trabalhadores. "Os trabalhadores sabem muito claramente que todas as conquistas que tiveram na vida são resultado da luta dos trabalhadores."
O ex-ministro chefe da Secretaria-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, também destacou a iniciativa da CUT de apresentar uma plataforma construída a partir das reivindicações da classe trabalhadora e afirmou que o documento contribui para o debate sobre os rumos do país. Para ele, a eleição vai além da escolha de representantes e envolve a definição de um projeto para o Brasil.

"Esse é um momento muito especial das nossas vidas, porque nós não vamos apenas discutir a eleição de um presidente. Nós vamos escolher um caminho para os destinos do nosso país", afirmou. Ao cumprimentar a Central pelo lançamento do documento, Gilberto acrescentou: "Quero cumprimentar mais uma vez vocês pela iniciativa da plataforma", destacando a importância de fortalecer a organização dos trabalhadores e o debate sobre um projeto de desenvolvimento para o país.

Compromisso para além da campanha
A expectativa da CUT é que a plataforma permaneça como referência mesmo depois das eleições. Além de orientar o debate durante o período eleitoral, o documento deverá servir como instrumento de diálogo entre a Central, parlamentares e futuros governantes, permitindo acompanhar quais compromissos foram assumidos e cobrar sua implementação ao longo dos mandatos.

Representação sindical no Parlamento
Durante a plenária, o secretário de Administração e Finanças da CUT, Ariovaldo de Camargo, apresentou um levantamento preliminar sobre as candidaturas do campo sindical nas eleições deste ano.

Segundo ele, foram identificadas 157 candidaturas ligadas ao movimento sindical informadas pelas CUTs estaduais. Desse total, 108 disputam vagas nas assembleias legislativas, 47 concorrem à Câmara dos Deputados e uma é candidata à suplência do Senado.
Ariovaldo destacou que o objetivo do levantamento é “acompanhar a presença de dirigentes sindicais nas disputas eleitorais”.

Fonte: CUT

WhatsApp terá mudança no acesso. Veja o que fazerMeta anunciou mudanças no WhatsApp, como a adoção de nomes de usuário e...
31/07/2026

WhatsApp terá mudança no acesso. Veja o que fazer

Meta anunciou mudanças no WhatsApp, como a adoção de nomes de usuário e novos recursos de segurança e IA. Veja o que muda e como preparar sua conta.

O que muda na forma de acesso ao WhatsApp;
• Como funcionarão os nomes de usuário;
• Quais novos recursos de inteligência artificial chegarão ao aplicativo;
• O que muda na segurança das contas;
• Quais celulares deixarão de ser compatíveis;
• O que fazer para preparar sua conta e usar as novidades com segurança.

Aplicativo de troca de mensagens mais utilizado no país há mais de uma década, o WhatsApp passará por mudanças na forma de acesso às contas. A Meta, empresa proprietária do aplicativo, anunciou que os usuários deixarão de ser identificados apenas pelo número de telefone e poderão utilizar nomes de usuário. Além disso, serão incorporados novos recursos de inteligência artificial (IA) e reforços na proteção contra golpes. Para utilizar todas as novidades, que serão liberadas gradualmente, será necessário manter o aplicativo atualizado e adotar novas medidas de segurança.

As mudanças estão sendo liberadas gradualmente ao longo de 2026 e devem alcançar todos os usuários nos próximos meses. Algumas funções já começaram a aparecer para parte dos usuários, enquanto outras ainda dependem da atualização do aplicativo ou da liberação por parte da Meta, empresa proprietária do WhatsApp.

Por que o aplicativo está mudando
As mudanças acompanham três tendências observadas no mercado de tecnologia:
• crescimento do uso de inteligência artificial;
• aumento das tentativas de golpes e fraudes digitais;
• necessidade de integração entre diferentes dispositivos e serviços.
Entre as novidades previstas para 2026 estão recursos que alteram tanto a experiência de uso quanto a segurança das contas.
Nome de usuário substitui o compartilhamento do telefone
Uma das mudanças mais aguardadas é a criação de nomes de usuário, identificados pelo símbolo "@", semelhante ao que já acontece em outras redes sociais.

Na prática, será possível compartilhar apenas o nome de usuário para iniciar uma conversa, sem revelar imediatamente o número do celular.

A medida, de acordo com a proprietária do aplicativo, busca reduzir a exposição de dados pessoais, principalmente em grupos públicos, negociações comerciais e atendimentos.

Segundo os canais especializados consultados pelo Portal CUT, o primeiro contato ainda deverá exigir um código de verificação definido pelo próprio usuário, funcionando como uma camada adicional de proteção contra mensagens indesejadas.

A reserva dos nomes de usuário começou a ser disponibilizada em etapas e a previsão é que o funcionamento completo seja liberado para todos até o fim de 2026.

Segurança terá novas camadas
Outra mudança importante envolve a proteção das contas. O WhatsApp passará a oferecer um modo avançado de segurança destinado principalmente a usuários mais expostos a ataques virtuais, como jornalistas, autoridades, ativistas e profissionais que lidam com informações sensíveis.

Quando ativado, esse modo restringe o recebimento automático de arquivos enviados por desconhecidos e amplia a proteção contra tentativas de espionagem digital.

Também haverá mudanças na verificação em duas etapas. O antigo PIN numérico deverá ser substituído por uma senha com letras e números, permitindo uma combinação mais robusta, dificultando golpes como a clonagem de chips de celular.

Inteligência artificial passa a ocupar espaço central
O aplicativo terá a presença de IA amplificada. Entre os recursos previstos estão:
• criação de imagens por comandos de voz;
• geração automática de planos de fundo durante chamadas de vídeo;
• auxílio na produção de textos;
• apoio para criação de conteúdos.

Integração com carros, PDFs e Spotify
O uso do aplicativo em diferentes plataformas está previsto. O WhatsApp ampliará a integração com sistemas automotivos, como Apple CarPlay e Android Auto, permitindo responder mensagens e acessar chamadas com maior facilidade utilizando comandos de voz.

Também será possível fazer anotações diretamente em arquivos PDF compartilhados pelo aplicativo, além de publicar músicas do Spotify nos Status com um formato visual semelhante ao utilizado pelo Instagram.

Quais são as vantagens
maior proteção da privacidade ao evitar o compartilhamento do número de telefone;
• reforço contra golpes digitais e invasões de contas;
• mais segurança durante o uso do aplicativo no carro;
• centralização de diferentes tarefas em um único aplicativo;
• ampliação dos recursos de inteligência artificial para comunicação e produtividade.

O que o usuário precisa fazer
Especialistas recomendam algumas medidas para aproveitar as novidades com segurança.
Mantenha o aplicativo atualizado
A primeira orientação é verificar regularmente se há atualizações disponíveis na Google Play Store ou na App Store.
As novas funções estão sendo liberadas gradualmente e dependem da versão mais recente do aplicativo.

Reserve seu nome de usuário
Quando o recurso estiver disponível, vale registrar rapidamente o nome de usuário desejado, especialmente para empresas, entidades e pessoas públicas, reduzindo o risco de perfis semelhantes serem utilizados por golpistas.

Reforce a segurança
Também é recomendável ativar a verificação em duas etapas e, quando disponível, substituir o PIN numérico pela nova senha alfanumérica.
Quem trabalha com informações sensíveis pode avaliar a ativação do modo avançado de proteção.

Baixe apenas versões oficiais
Outra recomendação é nunca instalar versões modificadas do WhatsApp que prometem recursos exclusivos ou antecipados.
Além de violarem as regras da plataforma, esses aplicativos frequentemente são utilizados para roubo de dados, senhas e contas.

Desconfie de links
Com a ampliação da integração entre diferentes plataformas, especialistas alertam para o aumento de tentativas de golpes envolvendo links falsos que prometem liberar recursos antes da hora ou conectar serviços automaticamente.
A orientação continua sendo acessar apenas os canais oficiais do WhatsApp.

Celulares antigos deixarão de ser compatíveis
As novas tecnologias também aumentam as exigências mínimas de funcionamento do aplicativo.
Segundo informações divulgadas pelos canais especializados consultados pelo Portal CUT, aparelhos com Android 5.1 ou versões inferiores deixarão de ser compatíveis com o WhatsApp a partir de 8 de setembro de 2026.
Para continuar utilizando o aplicativo, será necessário possuir um aparelho com Android 6.0 ou superior.

Mudanças chegam aos poucos
Nem todas as novidades aparecerão simultaneamente. A Meta costuma distribuir novos recursos de forma gradual, permitindo corrigir eventuais falhas antes da liberação mundial.
Por isso, dois usuários com a mesma versão do aplicativo podem receber determinadas funções em momentos diferentes. A recomendação é manter o WhatsApp sempre atualizado e acompanhar as notificações do próprio aplicativo para saber quando cada novidade estiver disponível para sua conta.

O que é o WhatsApp
Há mais de uma década, o WhatsApp tem sido o principal aplicativo de mensagens utilizado pela população brasileira, tornando-se ferramenta quase que indispensável para conversas pessoais, atendimento ao público, trabalho, entre outras aplicações. Com status de rede social, o aplicativo é amplamente usado para o compartilhamento de informações, recurso que, por um lado é útil para a organização acontecimentos como mobilizações e manifestações, mas por outro é também uma das principais via s de acesso para a disseminação de fake news.

Criado em 2009, o WhatsApp nasceu como um aplicativo de troca de mensagens instantâneas. Ao longo dos anos, incorporou chamadas de voz, videoconferências, envio de documentos, fotos, vídeos, localização em tempo real, canais, comunidades e pagamentos em alguns países.

No Brasil, tornou-se o principal meio de comunicação digital entre pessoas, empresas, órgãos públicos e entidades da sociedade civil. Sua popularização fez com que o aplicativo substituísse, em muitos casos, ligações telefônicas, mensagens SMS e até parte das comunicações feitas por e-mail.
Fonte: CUT

A grande festa cívica em comemoração ao 2 de julho, data que marca a Independência da Bahia e, de forma decisiva, do Bra...
02/07/2026

A grande festa cívica em comemoração ao 2 de julho, data que marca a Independência da Bahia e, de forma decisiva, do Brasil. Este é um momento histórico de celebração da luta do povo baiano e brasileiro por liberdade e soberania e também dos trabalhadores e trabalhadoras por seus direitos.

A participação tem como objetivo promover o civismo, a cidadania e celebrar a histórica data magna da Independência do Brasil na Bahia, valorizando a cultura e o resgate histórico junto aos nossos.
Data: 02 de Julho

Saída do Largo da Soledade
Horário: 07h da manhã
PARTICIPE!!

Endereço

Rua Professor Carlos Rosa, Nº 12
Alagoinhas, BA
48091-500

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 18:00
Quarta-feira 08:00 - 18:00
Quinta-feira 08:00 - 18:00
Sexta-feira 08:00 - 18:00

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