Education International

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Education International Education International is the voice of educators worldwide. Education International unites all teachers and education employees.

Education International represents organisations of teachers and other education employees across the globe. It is the world’s largest sectoral federation of unions, representing 32 million education employees in about four hundred organisations in one hundred and seventy countries and territories, across the globe.

🎓 Technical and Vocational Education and Training (TVET) is essential for preparing learners for the future of work, sup...
07/10/2026

🎓 Technical and Vocational Education and Training (TVET) is essential for preparing learners for the future of work, supporting economic development, and advancing social inclusion. Yet a new report by Education International reveals a persistent gap between the expectations placed on TVET systems and the resources invested in them.

When governments expect TVET to address skills shortages, support green and digital transitions, and create pathways to decent work, they must also provide the funding, infrastructure, and qualified educators needed to deliver on those goals.

📢 Education systems cannot do more with less.
We need:
✅Fair salaries and secure employment,
✅sustainable public investment,
✅stronger professionalism,
✅greater recognition of TVET.

Read the new report and explore the challenges and opportunities facing TVET worldwide: https://eiie.io/4yxizjb

📢 We stand in solidarity with students and educators in France as they demand more support, equity, and investment in pu...
07/10/2026

📢 We stand in solidarity with students and educators in France as they demand more support, equity, and investment in public education!

✅ Our students have the right to a quality education,
✅ to educators who are valued and supported,
✅ to a future built on social justice, inclusion, and equality.

‼️ Solidarity ‼️

The trade union federation and social partner for education in Europe Education International - Europe

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06/10/2026

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SER DOCENTE
O ato de ensinar como atividade remunerada remonta à Antiguidade Clássica, especialmente à Grécia Antiga, no século V a.C. Os Sofistas, que eram intelectuais, mestres e filósofos itinerantes, viajavam pelas pólis cobrando para ensinar técnicas de persuasão, discurso e debate aos jovens aristocratas. Eles foram os primeiros DOCENTES itinerantes remunerados que se tem registro, ensinando retórica, oratória e política àqueles que buscavam participar e ascender na vida pública das pólis gregas.
No presente, segundo dados da UNESCO, somos cerca de 85 a 90 milhões de DOCENTES em todo o planeta. As constantes transformações da sociedade ampliam os desafios da nossa atuação profissional. Além de ensinar os conteúdos acadêmicos, precisamos contribuir para que as e os estudantes aprendam a selecionar informações, identificar fontes confiáveis, checar fatos e analisar criticamente os impactos das novas tecnologias na educação, no mundo do trabalho e na vida cotidiana.
Nossa atuação também envolve dimensões essenciais da formação humana. Trabalhamos para desenvolver a empatia, a inteligência emocional, a capacidade de trabalhar em equipe, a resiliência e o diálogo como instrumento para a resolução de conflitos. Ao mesmo tempo, buscamos estimular a construção coletiva do conhecimento.
Adaptamos nossas estratégias pedagógicas para respeitar as diferenças nos ritmos de aprendizagem, nas formas de aprender e nas necessidades educacionais específicas de nossas e nossos estudantes, buscando garantir um ambiente educacional inclusivo e equitativo. Diante das transformações tecnológicas, também somos chamados a orientar o uso ético, crítico e responsável das ferramentas digitais e das redes sociais, preparando os estudantes para os desafios do mundo do trabalho e da convivência em sociedade.
Toda essa importância levou à instituição do DIA MUNDIAL DAS PROFESSORAS E DOS PROFESSORES, celebrada em 5 de outubro. A data foi estabelecida pela UNESCO para homenagear as educadoras e os educadores e chamar a atenção mundial para a importância e os desafios enfrentados por quem ensina. O marco escolhido foi a adoção, em 1966, da Recomendação da UNESCO e da OIT relativa ao Estatuto dos Professores.
Esse documento é uma referência internacional para a profissão docente, ao estabelecer diretrizes relacionadas aos direitos e deveres, à formação, à carreira e às condições de trabalho. Celebrar esse dia significa, portanto, reconhecer nossa contribuição para a formação e o desenvolvimento de crianças, jovens e adultos e, consequentemente, para o desenvolvimento de toda a sociedade.
Significa também reafirmar a defesa dos nossos direitos e de condições adequadas de trabalho, pressionando os governos de nossos países pela valorização profissional, por salários dignos, ambientes de trabalho seguros e infraestrutura escolar adequada ao desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem. Significa, ainda, enfrentar o déficit global de docente criar condições para que as novas gerações encontrem na docência uma profissão valorizada e uma carreira na qual desejem ingressar.
E para o futuro?
A Internacional da Educação (IE), organização sindical mundial que representa mais de 33 milhões de Trabalhadores em Educação, por meio de suas entidades filiadas atuantes em 178 países, reivindica que os governos ampliem o financiamento público da educação pública, garantindo melhores salários, salas de aula adequadamente estruturadas e recursos suficientes para o trabalho pedagógico. Da mesma forma, defende o enfrentamento dos processos de privatização e da mercantilização da educação pública.
A IE reivindica políticas capazes de tornar a carreira docente atraente para as novas gerações, assegurando professoras e professores devidamente qualificados em todas as salas de aula, contribuindo para enfrentar o déficit global de docentes.
Também defende a redução das cargas horárias excessivas, o combate à precarização das relações de trabalho e aos contratos temporários abusivos, além da garantia de aposentadoria e proteção social dignas. No campo da saúde, reivindica políticas nacionais voltadas à proteção da saúde física e mental das professoras e dos professores e ao enfrentamento do esgotamento profissional no magistério (burnout).
A IE sustenta que professoras e professores devem participar ativamente do desenvolvimento dos currículos e da formulação das políticas educacionais, preservando sua autonomia pedagógica e sua liberdade de ensinar. Defende, ainda, a participação efetiva dos sindicatos da educação no diálogo social e nos processos de decisão dos governos sobre o presente e o futuro das escolas.
No campo tecnológico, a IE defende que as ferramentas digitais e a inteligência artificial sirvam exclusivamente como apoio pedagógico e estejam sob orientação docente. A tecnologia pode contribuir para o processo educativo, mas telas e algoritmos não substituem a relação humana entre professor e estudante. É por reconhecer a centralidade dessa relação que a Internacional da Educação desenvolve uma campanha para que a UNESCO reconheça a relação professor-estudante como patrimônio da humanidade.
A entidade também reivindica regulamentação capaz de proteger os dados de estudantes e profissionais da educação contra usos comerciais indevidos e defende políticas públicas que enfrentem as desigualdades de acesso às tecnologias digitais.
Outro eixo é a formação profissional. A IE defende o direito a uma formação inicial sólida e à formação continuada, em nível superior e inteiramente custeada pelo Estado, assegurando às educadoras e aos educadores as condições necessárias para atuar em escolas cada vez mais diversas, inclusivas e tecnológicas.
Essas pautas ganharam maior projeção institucional com as recomendações do Painel de Alto Nível das Nações Unidas sobre a Profissão Docente, que destacou a necessidade de valorizar a profissão e ampliar os investimentos nas professoras e nos professores. Essas recomendações fortalecem uma agenda internacional que reconhece que não existe educação de qualidade sem profissionais valorizados, qualificados e com condições adequadas de trabalho.
Convido você a conhecer e divulgar amplamente essas novas recomendações. Juntas, juntos e juntes precisamos ampliar a mobilização internacional para fortalecer a profissão docente e defender a atualização dos marcos internacionais que orientam nossos direitos e nossas condições de trabalho, incluindo as Recomendações de 1966, relativas à educação básica, e de 1997, referente ao ensino superior.
VIVA O NOSSO DIA MUNDIAL! SIGAMOS FIRMES NAS LUTAS!
Heleno Araujo Filho
Professor da Educação Básica, Secretário Geral da Confederação Sindical Educação dos Países de Língua Portuguesa (CPLP-SE) e Vice-Presidente da Internacional da Educação para a Região da América Latina (IE)

05/10/2026

Our President Mugwena Maluleke marked in Lebanon, shoulder to shoulder with teachers and students who have lived through war, displacement, uncertainty, and loss.

📢 Education survives because courageous people refuse to give up.

Watch his message and !

05/10/2026

🗨️ We are with you in your struggles, in your classrooms, in your union halls, as you take the message of stand with teachers and not allow it to be just a slogan. It needs to be made real and I know you can do it. Happy World Teachers’ Day!
- David Edwards

Watch our General Secretary's message from the official event marking at the UNESCO headquarters in Paris.

05/10/2026

¡Feliz !

Hoy se cumplen 60 años de la adopción de la Recomendación OIT/UNESCO relativa a la situación del personal docente.

Esta norma internacional histórica reconoció los derechos, las responsabilidades y la situación de la profesión y expuso una simple verdad:

📢 La educación de calidad depende de que el profesorado sea respetado, apoyado y valorado.

Mejorar el estatus de la profesión también significa trabajar para avanzar la porque
👏🏾 La mayoría del profesorado son mujeres👏🏾

Por lo tanto, apoya a los y las y pide a tu gobierno que
📢 Invierta en el profesorado
📢 Fortalezca la educación pública
📢 Defienda los derechos del profesorado
📢 Luche por la

05/10/2026

Bonne !

Aujourd’hui marque le 60ᵉ anniversaire de l’adoption de la Recommandation de l’OIT et de l’UNESCO concernant la condition du personnel enseignant.

Cette norme internationale historique a reconnu les droits, les responsabilités et le statut de la profession, en affirmant une vérité fondamentale :
📢 Il ne peut y avoir d’éducation de qualité sans enseignantes et enseignants respectés, soutenus et pleinement reconnus.

Revaloriser la profession, c’est aussi faire progresser la , car :
👏🏾 Les femmes constituent la majorité du personnel enseignant👏🏾

Soutenez les enseignant·e·s et exigez de votre gouvernement qu’il :
📢 investisse dans la profession enseignante
📢 renforce l’enseignement public
📢 garantisse les droits des enseignantes et enseignants
📢 agisse en faveur de la

04/10/2026

Happy !

Today marks 60 years since the adoption of the ILO/UNESCO Recommendation concerning the Status of Teachers.

This landmark international standard recognised the rights, responsibilities, and status of the profession and spelled out a simple truth:

📢 Quality education depends on respected, supported, and valued teachers.

Raising the status of the profession also means working to advance because
👏🏾 the majority of teachers are women👏🏾

So and call on your government to
📢 invest in teachers
📢 strengthen public education
📢 uphold teachers' rights
📢 fight for

01/10/2026

⚠️ Far-right and conservative forces are erasing decades of progress on gender equity, democracy, and civil rights.
We must harness our collective power to elevate women’s leadership.
✊🏿✊🏻✊🏽 We are rising united for gender justice.

The outcome of the latest replenishment effort for the Global Partnership for Education should concern everyone who beli...
24/09/2026

The outcome of the latest replenishment effort for the Global Partnership for Education should concern everyone who believes education is a fundamental human right. Despite some governments maintaining or increasing their commitments, funding fell far short of what is needed to address the global learning crisis.

Today, 270 million children remain out of school, while the education financing gap in low- and lower-middle-income countries is estimated at US$97 billion annually.

At a time of growing inequality, conflict, displacement, and climate disruption, this is not just a funding shortfall. It is a terrible political choice.

The GPE campaign sought US$5 billion for the GPE Fund and an additional US$10 billion in co-financing, yet the initial outcome amounted to just US$2.1 billion in confirmed and anticipated pledges, alongside US$1 billion in co-financing commitments and US$400 million from philanthropic and private-sector partners.

As Cassandra Hallett, Education International Deputy General Secretary and member of the GPE Board of Directors representing the teaching profession, warned:

"While Education International commends the countries that maintained or increased their commitments, we are deeply concerned about the shortfall, because what it means is that many of the 270 million children out of school are still going to be left behind."

Mugwena Maluleke, President of Education International, also thanked governments that stepped forward while highlighting the consequences of failing to act:

"We know that education is a human right. We know that education is a public good. And we know that education is one of those particularly powerful instruments for peace, for democracy, and for progress."

Maluleke went on stressing: “We must continue to step up our efforts, to put pressure where it matters and to mobilise public support for adequately funded public education systems. I urge you to rally behind the Education International Go Public! Fund Education campaign with renewed energy.”

In its statement following the GPE replenishment event, Education International argued that the outcome reflects a broader failure of political leadership. At a moment when governments are committing themselves to the Sustainable Development Goals and the right to education, too many have chosen inaction over solidarity and austerity over investment.

That is why Education International is calling on political leaders to be:

✅ Coherent by matching their commitments under the Sustainable Development Goals and the Education 2030 Agenda with the domestic and international financing needed to achieve them.
✅ Courageous by increasing education budgets and protecting them from austerity measures that undermine the right to education.
✅ Creative by working with teachers, education support personnel, and their unions to develop public policies that respond to today's challenges and deliver quality public education for all.

Education unions will organise, mobilise, and keep up the pressure until governments provide the sustainable public funding needed to make quality education a reality for every child, everywhere.



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