26/11/2025
Desde que me entendo por gente, Djop Barbosa da Vida, Capoeira, é a arma preferida!
Aos sentimentos sinceros e infinitos de gratidões, seguimos aos sabores do tempo sobre um olhar esguio, totalmente atravessado das formas de tempos; passados, presente e futuro. Tempo para nós é a imensidão do acumulo da sabedoria, experiências de vida e emoções afloradas sobre ciclos de vidas existências.
Agradecimentos aos nosso convidados de honra, que traz o tempo na bagagem. Ao Dya Mwama, Mestre Lua Rasta, o representante ao caminho do rito de passagem. A Mestre Armando Pekeno. - Aos camaradas de função, Mestres: Mico Nagô, Joãozinho da Figueira, Pedreiro, Gil Maciel.
As contramestras, contramestres; que deixaram o ngunzu do final de semana as luzes da felicidade: Sabine, Celine, Fubuia, Charel, Manequin, Camara, Zé Gregory, Carlos. - A toda equipe CBC, Bretgne. Angoleiros do Mar Bruxelles e Paris. Escola de Capoeira Paris. Prof. Neguinho Capoeira, Oficina da Capoeira. Paolo, Cabula. Diego Ang. do Mar Bruxelles, Passaro Preto, Ang. do Mar Paris…Capoeira Lille, entre outros que fizeram presentes.
Sinceras gratitude a toda equipe Escola de CApoeira-Be, Bruxelles, Gent e Schoten… Ao Professor Mano Amaro, pela magnifica aula de dança. A culinaria, ao comando de Cassia. Ao “barco” que ao ritual de passagem, se inicia a um novo ciclo na cultura da capoeira, instrutor(ra) Natasha e Mark, professor(ra), Leen, Mihai, Humberto, Junior, contramestre Matt, receber o lenço azul, vermelho/branco, azul/branco, e um certificado, não faz de vocês o titulo ofertado, simplesmente estou oferecendo meios, e os instrumentos necessário para que vocês possam se fazer como tal, restam a vocês orgânicamente existirem aos conhecimentos e experiências que o universo das Culturas de Matrizes Africanas possam te proporcionar a se construírem como tal, fico a disposição para continuar auxiliando na “formação da nova célula”.
O NGUNZU mágico presente sobre todo o final de semana dedico aqueles que foram meus mestres de capoeira; Miguel Machado e Claudival da Costa: Cosmo. A ancestral, Otacilia Hilario Barbosa, minha Mãe, que nos deixou a alguns meses, mas que segue viva em mim! Trazendo respostas ao meu caminho de vida.
Aruandê, um jeito negro de ser, é isto; uma politica anti-racista, ao valor humano afrobrasileiro, negro brasileiro.
TEMPO Ê; N’ZAMBI MU KANDA KENA.
Ref. Bibliografica.
Candonblé de Angola, Nação Kassanje.
O livro Africano sem Titulo.
O Livro dos nomes de Angola.
Jornadas com Amadou Hampâté Bâ, Diálogos África-Brasil.
O pensar Nagô.