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KICHTEN TALKS is moving into the next phase of production. As we write this programme, the presidential run-off election...
14/10/2026

KICHTEN TALKS is moving into the next phase of production. As we write this programme, the presidential run-off election is imminent in Brazil. And things are looking grim. The criminal Bolsonaro family is on the verge of returning to power and continuing the policies of contempt and destruction towards people and the planet that Jair Bolsonaro began, thereby driving the extinction of humanity. Carmen Silva – you may recall our interview with this remarkable woman – is currently making an urgent appeal to her fellow Brazilians. We cannot all go out and vote in Brazil. But we can raise our awareness and keep our attention focused on what is happening in many parts of the world. Wherever terrible things are happening, it helps our people a little to know that their suffering and fears are not going unnoticed worldwide. And in Brazil, too, this election is not yet decided. We hope for Carmen, for Brazil and for all of us that the majority of Brazilians will not fall for the populist doomsayers – even if it is to their own detriment. Here, then, is Carmen’s urgent appeal to her compatriots in these perilous times: Eu preciso te pedir uma coisa.
I need to ask you for something. Hello, how are you?
I’m writing to you today, Carmen. Over the last few days, my team has told you the story of the ‘Ocupação 9 de Julho’, my background and my goals. Today I’d like to write in my own words, because what I have to say to you is something personal.
I arrived in São Paulo in 1990 and had nowhere to sleep. As a mother of eight children, I lived in emergency shelters, slept on the streets and experienced fear. If someone had told me back then that one day I’d be standing two days before an election, asking for votes for the position of state assembly member, I would have laughed. A Black woman from the North-East, homeless? In the state assembly?
Exactly. We’ve made it this far.
And I didn’t get here on my own. I got here with every family who occupied a derelict building with me, with every mother who kept the door open in the face of an impending eviction, with every person who had lunch at the soup kitchen on a Sunday and went home knowing they’d helped to feed two more people. Over the past 30 years, we have transformed dereliction into a home: more than 3,000 decent flats have already been handed over.

KICHTEN TALKS entra en la siguiente etapa de su realización. Mientras escribimos el programa, en Brasil se acerca la seg...
14/10/2026

KICHTEN TALKS entra en la siguiente etapa de su realización. Mientras escribimos el programa, en Brasil se acerca la segunda vuelta de las elecciones presidenciales. Y las cosas se ven mal. La familia criminal de Bolsonaro está a punto de volver al poder y continuar con la política que desprecia y destruye a las personas y al planeta, la misma que inició Jair Bolsonaro, impulsando así la extinción de la humanidad. Carmen Silva —quizás recuerden nuestra entrevista con esta gran mujer— dirige estos días un llamado urgente a sus compatriotas brasileños. No todos podemos ir a votar juntos en Brasil. Pero sí podemos agudizar nuestra conciencia y mantener nuestra atención en lo que está sucediendo en muchos lugares del mundo. Dondequiera que ocurran cosas terribles, ayuda un poco a nuestra gente saber que su sufrimiento y sus temores no pasan desapercibidos a nivel mundial. Y aún no está decidida esta elección en Brasil. Le deseamos a Carmen, a Brasil y a todos nosotros que la mayoría de los brasileños y brasileñas no caigan en la trampa de los populistas que quieren destruir el mundo —incluso en su propio perjuicio—. Aquí está el llamado urgente de Carmen a sus compatriotas en estos tiempos peligrosos: «Eu preciso te pedir uma coisa».
Tengo que pedirte algo. Hola, ¿cómo estás?
Hoy te escribo yo, Carmen. En los últimos días, mi equipo te ha contado la historia de la «Ocupación 9 de Julio», mi trayectoria y mis metas. Hoy quiero escribir con mis propias palabras, porque lo que tengo que decirte es algo personal.
Llegué a São Paulo en 1990 y no tenía dónde dormir. Como mamá de ocho hijos, viví en albergues de emergencia, dormí en la calle y conocí el miedo. Si alguien me hubiera dicho en ese entonces que algún día, a dos días de unas elecciones, estaría pidiendo votos para el cargo de diputada estatal, me habría reído. ¿Una mujer negra del noreste, sin hogar? ¿En la Asamblea Legislativa?
Exacto. Hemos llegado hasta aquí.
Y no llegué aquí sola. Llegué aquí con cada familia que ocupó conmigo un edificio abandonado, con cada madre que mantuvo la puerta abierta ante la amenaza de un desalojo forzoso, con cada persona que almorzó un domingo en el comedor comunitario y se fue a casa sabiendo que había ayudado a alimentar a otras dos personas. En 30 años hemos transformado el abandono en un hogar: ya se han entregado más de 3,000 viviendas dignas.

O KICHTEN TALKS entra na próxima fase de realização. Enquanto escrevemos este programa, aproxima-se no Brasil o segundo ...
14/10/2026

O KICHTEN TALKS entra na próxima fase de realização. Enquanto escrevemos este programa, aproxima-se no Brasil o segundo turno das eleições presidenciais. E as perspetivas não são boas. A família criminosa dos Bolsonaro está prestes a regressar ao poder e a dar continuidade à política de desprezo e destruição dos seres humanos e do planeta, iniciada por Jair Bolsonaro, impulsionando assim a extinção da humanidade. Carmen Silva — talvez se lembrem da nossa entrevista com esta mulher extraordinária — dirige, nestes dias, um apelo urgente aos seus compatriotas brasileiros. Juntos, não podemos ir votar no Brasil. Mas podemos aguçar a nossa consciência e manter a atenção no que está a acontecer em muitos lugares do mundo. Em todos os locais onde ocorrem coisas terríveis, ajuda um pouco as pessoas saber que o seu sofrimento e os seus medos não passam despercebidos a nível mundial. E, no Brasil, esta eleição ainda não está decidida. Desejamos à Carmen, ao Brasil e a todos nós que a maioria dos brasileiros não caia na armadilha dos populistas destruidores do mundo — mesmo que isso seja em seu próprio prejuízo. Aqui está o apelo urgente da Carmen aos seus compatriotas neste momento perigoso: «Eu preciso de te pedir uma coisa.»
Tenho de te pedir uma coisa. Olá, como estás?
Hoje sou eu, a Carmen, a escrever. Nos últimos dias, a minha equipa contou-te a história da «Ocupação 9 de Julho», o meu percurso e os meus objetivos. Hoje, gostaria de escrever com as minhas próprias palavras, porque o que tenho para te dizer é algo pessoal.
Cheguei a São Paulo em 1990 e não tinha onde dormir. Como mãe de oito filhos, vivi em abrigos de emergência, dormi na rua e conheci o medo. Se alguém me tivesse dito naquela altura que um dia, a dois dias de uma eleição, eu estaria a pedir votos para o cargo de deputada estadual, teria rido. Uma mulher negra do Nordeste, sem-abrigo? Na Assembleia Legislativa?
Exatamente. Conseguimos chegar até aqui.
E não cheguei aqui sozinha. Cheguei aqui com cada família que ocupou comigo um edifício abandonado, com cada mãe que manteve a porta aberta perante a ameaça de um despejo forçado, com cada pessoa que almoçou num domingo na sopa dos pobres e voltou para casa sabendo que tinha ajudado a alimentar mais duas pessoas. Em 30 anos, transformámos o abandono num lar: já foram entregues mais de 3 000 habitações dignas.

Eu preciso te pedir uma coisa.
Oi, tudo bem?
Quem escreve hoje sou eu, Carmen. Nos últimos dias, a minha equipe te contou a história da Ocupação 9 de Julho, a minha trajetória e o que eu defendo. Hoje eu quis escrever com as minhas próprias palavras, porque o que eu tenho pra te dizer é pessoal.
Eu cheguei em São Paulo em 1990 sem ter onde dormir. Mãe de oito filhos, passei por albergue, conheci a calçada, conheci o medo. Se alguém me dissesse naquela época que um dia eu estaria a dois dias de uma eleição, pedindo voto pra ser deputada estadual, eu ia rir. Mulher negra, nordestina, sem-teto? Na Assembleia?
Pois é. A gente chegou até aqui.
E eu não cheguei sozinha. Cheguei com cada família que ocupou um prédio vazio comigo, com cada mãe que segurou a porta numa ameaça de despejo, com cada pessoa que almoçou na Cozinha num domingo e voltou pra casa sabendo que tinha ajudado a alimentar mais duas. Em 30 anos, a gente transformou abandono em casa: já são mais de 3 mil moradias dignas entregues.

KICHTEN TALKS geht in die nächste Runde der Realisation. Während wir die Show schreiben, steht in Brasilien die Stichwah...
14/10/2026

KICHTEN TALKS geht in die nächste Runde der Realisation. Während wir die Show schreiben, steht in Brasilien die Stichwahl um das Präsidentenamt bevor. Und es sieht schlecht aus. Die Verbrecherfamilie Bolsonaro steht kurz davor wieder an die Macht zu kommen und die menschen- und planetenverachtende und - vernichtende Politik fortzusetzen, die Jair Bolsonaro begonnen hat und damit die Auslöschung der Menschheit voranzutreiben. Carmen Silva - ihr erinnert Euch vielleicht an unser Interview mit dieser großartigen Frau - richtet in diesen Tagen einen dringenden Appell an ihre brasilianischen Landsleute. Wir können alle zusammen in Brasilien nicht wählen gehen. Aber wir können unser Bewusstsein schärfen unsere Aufmerksamkeit aufrecht erhalten, was n vielen Orten der Welt geschieht. Überall wo Schreckliches geschieht hilft es unseren menschen ein wenig, wenn sie wissen, dass ihre Not, ihre Ängste weltweit nicht unbemerkt bleiben. Und noch ist auch in Brasilien diese Wahl noch nicht entschieden. Wir wünschen Carmen, Brasilien und uns allen, dass die Brasilianerinnen und Brasilianer mehrheitlich nicht den populistischen Weltzerstörern auf den Leim gehen - auch zu ihrem eigenen Schaden. Hier nun Carmen´s dringender Appell an ihre Landseute in dieser gefährlichen Zeit: Eu preciso te pedir uma coisa.

Ich muss dich um etwas bitten. Hallo, wie geht’s dir?
Heute schreibe ich, Carmen. In den letzten Tagen hat dir mein Team die Geschichte der „Ocupação 9 de Julho“, meinen Werdegang und meine Ziele erzählt. Heute möchte ich mit meinen eigenen Worten schreiben, denn was ich dir zu sagen habe, ist etwas Persönliches.
Ich kam 1990 in São Paulo an und hatte keinen Platz zum Schlafen. Als Mutter von acht Kindern habe ich in Notunterkünften gelebt, auf der Straße geschlafen und Angst kennengelernt. Hätte mir damals jemand gesagt, dass ich eines Tages zwei Tage vor einer Wahl stehen und um Stimmen für das Amt der Landtagsabgeordneten bitten würde, hätte ich gelacht. Eine schwarze Frau aus dem Nordosten, obdachlos? Im Landtag?
Genau. Wir haben es bis hierher geschafft.
Und ich bin nicht allein hierhergekommen. Ich bin mit jeder Familie hierhergekommen, die mit mir ein leerstehendes Gebäude besetzt hat, mit jeder Mutter, die bei einer drohenden Zwangsräumung die Tür offen gehalten hat, mit jedem Menschen, der an einem Sonntag in der Suppenküche zu Mittag gegessen hat und nach Hause ging, in dem Wissen, dass er geholfen hatte, zwei weitere Menschen zu ernähren. In 30 Jahren haben wir Verlassenheit in ein Zuhause verwandelt: Es wurden bereits mehr als 3.000 menschenwürdige Wohnungen übergeben.

Oi, tudo bem?

Quem escreve hoje sou eu, Carmen. Nos últimos dias, a minha equipe te contou a história da Ocupação 9 de Julho, a minha trajetória e o que eu defendo. Hoje eu quis escrever com as minhas próprias palavras, porque o que eu tenho pra te dizer é pessoal.

Eu cheguei em São Paulo em 1990 sem ter onde dormir. Mãe de oito filhos, passei por albergue, conheci a calçada, conheci o medo. Se alguém me dissesse naquela época que um dia eu estaria a dois dias de uma eleição, pedindo voto pra ser deputada estadual, eu ia rir. Mulher negra, nordestina, sem-teto? Na Assembleia?

Pois é. A gente chegou até aqui.

E eu não cheguei sozinha. Cheguei com cada família que ocupou um prédio vazio comigo, com cada mãe que segurou a porta numa ameaça de despejo, com cada pessoa que almoçou na Cozinha num domingo e voltou pra casa sabendo que tinha ajudado a alimentar mais duas. Em 30 anos, a gente transformou abandono em casa: já são mais de 3 mil moradias dignas entregues.

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12/03/2026 20h30 KITCHEN TALKS ON THE ROAD AU BRÉSIL  Il pleut, comme depuis plusieurs jours déjà, car l’automne est arr...
20/04/2026

12/03/2026 20h30 KITCHEN TALKS ON THE ROAD AU BRÉSIL
Il pleut, comme depuis plusieurs jours déjà, car l’automne est arrivé à São Paulo. À 20 h 30, notre avion décolle de l’aéroport international de Guarulhos pour nous ramener à Vienne, où le printemps s’installe, après sept semaines au cours desquelles nous avons pu rencontrer tant de personnes merveilleuses. Nous allons maintenant commencer à retravailler les quelque 80 entretiens réalisés au Sénégal, en Inde, du Costa Rica et du Brésil afin d’en faire un spectacle qui raconte tout ce qui se passe partout sur cette planète pour la préserver en tant qu’espace de vie pour nous, les humains, à l’avenir ; qu’il y a de très nombreuses personnes qui se battent quotidiennement pour cet objectif avec beaucoup d’engagement, d’empathie et de courage – seules, avec leur famille, leur communauté villageoise ou religieuse, une initiative, un mouvement, ONG, au sein d’un mouvement économique ou politique régional, national ou international, ou d’une institution publique ; et que ce sont surtout les femmes que nous devons tous écouter beaucoup plus, car il apparaît que c’est leur perception du monde qui peut garantir notre avenir à tous. Nous remercions toutes les femmes qui ont pris le temps de nous parler de leur vie, de leurs soucis et de leurs craintes, mais surtout de leurs espoirs, de leurs ambitions et de leurs rêves, ainsi que de tout ce qu’elles entreprennent pour concrétiser leur vision d’un avenir meilleur pour nos enfants et les enfants de nos enfants, en harmonie avec toute vie sur cette planète. Et nous remercions tous ceux qui nous ont soutenus au cours de nos longs voyages et qui ont rendu possible la rencontre avec toutes ces femmes, dans l’ordre dans lequel nous les avons abordées au cours de ces deux dernières années : Ernst Woller, Michael Landau, Heinrich Hellmann, Gudrun Kolleger, Martin Hoffmann, Berengere Brooks, Lukas Steinwendtner, Christiane Gaar, Odile Rose Sarr, Masse Lo, Jesse Ribot, Père Franck, Aida Kane, Habiboulha Ndongo Bakhoum, Djamil Sane, Ursula Fahringer, Michael Reisner, Michael Lederer, Chandrasekharan Nair Manoj, Gigi Manoj, Père Sarath, Fr. Thomas, Pradeep, Sr. Sangee, Alexander Tinti, Max Mena, Dimitris Polisoidis, Orquidea Guandique Araniva, Fernando Zúñiga Chanto, Katia Guedes, Sergio Pinto, Laymert Garcia dos Santos, Carminha Gonghora, Clara Baitello, Gisela Motta, Ligia Nobre, Henrique von Hertwig Bittencourt, Eduarda Bainy et enfin tous ceux qui, en tant que traducteurs, ont rendu possible la réalisation de nombreuses interviews tout au long de notre périple. Si j’ai oublié quelqu’un dans cette liste, je vous prie de m’en excuser. Si une telle erreur s’est produite, ce n’est pas par mauvaise intention, mais uniquement dû à la densité des expériences que nous avons pu vivre au cours de ces deux années. Si le silence s’installe quelque temps dans ce groupe WhatsApp, ce n’est pas une raison pour le quitter. Il est maintenant temps pour nous de continuer à travailler seuls. Mais nous reviendrons... D'ici là, bonne continuation à vous tous.

12/03/2026 8.30 p.m. KITCHEN TALKS ON THE ROAD IN BRAZIL  It’s raining, as it has been for several days now, because aut...
20/04/2026

12/03/2026 8.30 p.m. KITCHEN TALKS ON THE ROAD IN BRAZIL
It’s raining, as it has been for several days now, because autumn has arrived in São Paulo. At 8.30 pm, our plane takes off from Guarulhos International Airport to fly us back to Vienna and into spring after seven weeks in which we were able to meet so many wonderful people. We will now begin to work through all 80-plus interviews from Senegal, India, Costa Rica and Brazil, to create a stage production that tells the story of everything happening across this planet to ensure it remains a habitable place for us humans in the future – that there are so many people who fight for this goal every day with great dedication, empathy and courage – alone, together with their family, their village or faith community, an initiative, movement, NGO, within a regional, national or international economic or political movement, or a state institution – and that it is above all the women to whom we must all listen much more closely, for it is becoming clear that it is their perception of the world that can secure the future for us all. We would like to thank all the women who took the time to tell us about their lives, their worries and fears, but above all their hopes, ambitions and dreams, and about everything they are doing to make their vision of a better future for our children and grandchildren a reality, in harmony with all life on this planet. And we would like to thank all those who supported us on our long journeys and made it possible for us to meet all these women, in the order in which we approached them over the course of more than two years: Ernst Woller, Michael Landau, Heinrich Hellmann, Gudrun Kolleger, Martin Hoffmann, Berengere Brooks, Lukas Steinwendtner, Christiane Gaar, Odile Rose Sarr, Masse Lo, Jesse Ribot, Père Franck, Aida Kane, Habiboulha Ndongo Bakhoum, Djamil Sane, Ursula Fahringer, Michael Reisner, Michael Lederer, Chandrasekharan Nair Manoj, Gigi Manoj, Father Sarath, Fr. Thomas, Pradeep, Sr. Sangee, Alexander Tinti, Max Mena, Dimitris Polisoidis, Orquidea Guandique Araniva, Fernando Zúñiga Chanto, Katia Guedes, Sergio Pinto, Laymert Garcia dos Santos, Carminha Gonghora, Clara Baitello, Gisela Motta, Ligia Nobre, Henrique von Hertwig Bittencourt, Eduarda Bainy and, last but not least, to all those who, as translators along the way, made many of these interviews possible in the first place. If I have overlooked anyone in this list, I apologise. Should such an error have occurred, it is not due to any ill intent but simply to the sheer volume of experiences we have been privileged to share over these past two years. If things go quiet for a while in this WhatsApp chat group, that is no reason to leave it. It is now time for us to carry on working independently. But we’ll be back... Until then, all the best to you all.

12/03/2026 8:30 p. m. KITCHEN TALKS ON THE ROAD EN BRASIL  Llueve, como ya lleva varios días, porque ha llegado el otoño...
20/04/2026

12/03/2026 8:30 p. m. KITCHEN TALKS ON THE ROAD EN BRASIL
Llueve, como ya lleva varios días, porque ha llegado el otoño a São Paulo. A las 20:30, nuestro avión despega del aeropuerto internacional de Guarulhos para llevarnos de vuelta a Viena, a la primavera, tras siete semanas en las que hemos podido conocer a tanta gente maravillosa. Ahora comenzaremos a revisar de nuevo las más de 80 entrevistas de Senegal, India, Costa Rica y Brasil para crear un espectáculo que cuente todo lo que está sucediendo en cada rincón de este planeta para asegurarnos, a los seres humanos, un espacio vital también en el futuro; que hay muchísimas personas que luchan a diario por este objetivo con gran dedicación, empatía y valentía —solas, junto con su familia, su comunidad rural o religiosa, una iniciativa, un movimiento, ONG, dentro de un movimiento económico o político regional, nacional o internacional o de una institución estatal; y que son sobre todo las mujeres a quienes todos debemos escuchar mucho más, pues se demuestra que es su percepción del mundo la que puede asegurar el futuro de todos nosotros. Agradecemos a todas las mujeres que se han tomado el tiempo de contarnos sobre su vida, sus preocupaciones y temores, pero sobre todo también sobre sus esperanzas, ambiciones y sueños, y sobre todo lo que hacen para hacer realidad su visión de un futuro mejor para nuestros hijos y los hijos de nuestros hijos, en armonía con toda la vida en este planeta. Y agradecemos a todos aquellos que nos han apoyado en nuestros largos viajes y han hecho posible el encuentro con todas estas mujeres, en el orden en que nos hemos dirigido a ellas a lo largo de más de dos años: Ernst Woller, Michael Landau, Heinrich Hellmann, Gudrun Kolleger, Martin Hoffmann, Berengere Brooks, Lukas Steinwendtner, Christiane Gaar, Odile Rose Sarr, Masse Lo, Jesse Ribot, Pêre Franck, Aida Kane, Habiboulha Ndongo Bakhoum, Djamil Sane, Ursula Fahringer, Michael Reisner, Michael Lederer, Chandrasekharan Nair Manoj, Gigi Manoj, Padre Sarath, Fr. Thomas, Pradeep, Hna. Sangee, Alexander Tinti, Max Mena, Dimitris Polisoidis, Orquidea Guandique Araniva, Fernando Zúñiga Chanto, Katia Guedes, Sergio Pinto, Laymert García dos Santos, Carminha Gonghora, Clara Baitello, Gisela Motta, Ligia Nobre, Henrique von Hertwig Bittencourt, Eduarda Bainy y, por último, también a todos aquellos que, como traductores durante el viaje, hicieron posible muchas de las entrevistas. Si me he olvidado de alguien en esta lista, les pido disculpas. Si se ha producido tal error, no es por mala intención, sino solo debido a la intensidad de las experiencias que hemos podido vivir en estos dos años. Si ahora hay un tiempo de silencio en este grupo de chat de WhatsApp, no es motivo para abandonarlo. Ahora es momento de que sigamos trabajando por nuestra cuenta. Pero volveremos... Hasta entonces, les deseo lo mejor a todos.

12/03/2026 20h30 KITCHEN TALKS ON THE ROAD NO BRASIL  Está chovendo, como já há vários dias, pois chegou o outono em São...
20/04/2026

12/03/2026 20h30 KITCHEN TALKS ON THE ROAD NO BRASIL
Está chovendo, como já há vários dias, pois chegou o outono em São Paulo. Às 20h30, nosso avião decola do Aeroporto Internacional de Guarulhos para nos levar de volta a Viena, na primavera, após sete semanas em que pudemos conhecer tantas pessoas maravilhosas. Agora vamos começar a revisar todas as mais de 80 entrevistas do Senegal, Índia, Costa Rica e Brasil, para criar um espetáculo que conte o que está acontecendo em todo o planeta para garantir que ele continue sendo um habitat seguro para nós, seres humanos, no futuro; que há muitas pessoas que lutam diariamente por esse objetivo com grande dedicação, empatia e coragem – sozinhas, junto com suas famílias, suas comunidades rurais ou religiosas, uma iniciativa, movimento, ONG, dentro de um movimento econômico ou político regional, nacional ou internacional ou de uma instituição estatal; e que são sobretudo as mulheres a quem todos nós precisamos ouvir muito mais, pois f**a claro que é a percepção delas do mundo que pode garantir o futuro de todos nós. Agradecemos a todas as mulheres que dedicaram seu tempo para nos contar sobre suas vidas, suas preocupações e medos, mas, acima de tudo, sobre suas esperanças, ambições e sonhos, e sobre tudo o que elas fazem para tornar realidade suas visões de um futuro melhor para nossos filhos e netos, em harmonia com toda a vida neste planeta. E agradecemos a todos aqueles que nos apoiaram em nossas longas viagens e tornaram possível o encontro com todas essas mulheres, na ordem em que as abordamos ao longo de mais de dois anos: Ernst Woller, Michael Landau, Heinrich Hellmann, Gudrun Kolleger, Martin Hoffmann, Berengere Brooks, Lukas Steinwendtner, Christiane Gaar, Odile Rose Sarr, Masse Lo, Jesse Ribot, Pêre Franck, Aida Kane, Habiboulha Ndongo Bakhoum, Djamil Sane, Ursula Fahringer, Michael Reisner, Michael Lederer, Chandrasekharan Nair Manoj, Gigi Manoj, Padre Sarath, Fr. Thomas, Pradeep, Ir. Sangee, Alexander Tinti, Max Mena, Dimitris Polisoidis, Orquidea Guandique Araniva, Fernando Zúñiga Chanto, Katia Guedes, Sergio Pinto, Laymert Garcia dos Santos, Carminha Gonghora, Clara Baitello, Gisela Motta, Ligia Nobre, Henrique von Hertwig Bittencourt, Eduarda Bainy e, por fim, também a todos aqueles que, ao longo do caminho, como tradutores, tornaram possível muitas das entrevistas. Caso tenha esquecido de mencionar alguém nesta lista, peço desculpas. Se tal erro tiver ocorrido, não foi por má intenção, mas apenas devido à intensidade das experiências que pudemos viver nestes dois anos. Se agora f**ar um pouco silencioso neste grupo de chat do WhatsApp, isso não é motivo para sair dele. Agora é hora de continuarmos a trabalhar por conta própria. Mas voltaremos... Até lá, tudo de bom para todos vocês.

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