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10/08/2026
04/08/2026

‼️NOSTALGIA DO TEMPO|| Jonas Savimbi mantém-se como a figura política mais querida entre os três pilares da independência de Angola, feito que conquistou pela verticalidade, coerência discursiva e político bem como um sentimento inigualável e incomparável do seu amor profundo por Angola e os angolanos sobre tudo e todas as coisas.

General Higino Carneiro consegue vencer o primeiro dos muitos rounds na luta para liderança do MPLA. Será que a Doutora ...
01/08/2026

General Higino Carneiro consegue vencer o primeiro dos muitos rounds na luta para liderança do MPLA. Será que a Doutora Laurinda Cardoso, presidente do Tribunal Constitucional vai decidir contra vontade de João Lourenço?

‼️O CASAMENTO DO ANO - A união familiar e política da África Central com o casamento de Junior Bongo Ondimba e Julia Ott...
30/07/2026

‼️O CASAMENTO DO ANO - A união familiar e política da África Central com o casamento de Junior Bongo Ondimba e Julia Otto Mbongo

Libreville(Gabão) e Brazzaville (República do Congo) ainda repercutem um evento que deixou uma marca duradoura: o casamento sumptuoso de Junior Bongo Ondimba - filho do falecido Presidente do Gabão, Omar Bongo — com Julia Otto Mbongo, uma herdeira congolesa de família abastada.

Além do seu significado romântico, essa união é vista como um acontecimento histórico que une duas famílias de grande destaque: a do antigo Presidente gabonês e a do Presidente congolês Denis Sassou Nguesso, de quem Junior Bongo é neto.

O casamento foi um dos acontecimentos sociais e políticos mais marcantes da África Central em 2026. A celebração decorreu em duas etapas principais:

Casamento civil: realizado a 24 de Julho de 2026, em Libreville, Gabão;
Cerimónia religiosa: celebrada no dia seguinte, 25 de Julho de 2026, também em Libreville.

As celebrações encerraram no domingo, 26 de Julho, com a tradicional "entrega da noiva" — uma cerimónia ancestral específica da cultura Téké Obamba, originária da província gabonesa de Haut-Ogooué.

As festividades, realizadas ao longo de vários dias em Libreville, atraíram convidados de toda a África Central. A cerimónia reuniu mais de 1.000 convidados com várias figuras de destaque da região, incluindo Chefes de Estado africanos, entre eles:

Denis Sassou Nguesso (República do Congo), avô do noivo;
Brice Clotaire Oligui Nguema (Gabão);
Teodoro Obiang Nguema Mbasogo (Guiné Equatorial);
Félix Tshisekedi (República Democrática do Congo);
Faustin-Archange Touadéra (República Centro-Africana).

A presença simultânea desses cinco Chefes de Estado transformou o casamento num evento de particular significado para a sub-região, reafirmando os laços de amizade, cooperação e fraternidade que unem os países da África Central.

O casamento teve um significado que ultrapassou o âmbito familiar. Muitos analistas consideraram que simbolizou o reforço dos laços históricos e políticos entre o Gabão e a República do Congo, devido à influência das famílias Bongo e Sassou Nguesso na região.

Outro aspecto invulgar foi a decisão do casal, especialmente de Junior Bongo, de associar as festividades a iniciativas abertas ao público. Foi organizado um festival denominado “Le Ngori des Vacances”, com actividades culturais, acções sociais e entretenimento gratuito, transformando um casamento privado num evento de grande dimensão nacional.

Os casamentos africanos são sempre uma celebração de cultura, simbolismo e tradição. O casamento de Omar Denis Junior Bongo e Julia Otto Mbongo destacou-se pela combinação elegante de modernidade e costumes ancestrais, ao mesmo tempo em que exibiu a rica herança cultural tanto do Gabão quanto do Congo.

O casal já havia realizado uma cerimónia tradicional em 28 de Agosto de 2025, no norte da República do Congo, em conformidade com os costumes da comunidade Téké Obamba.

O casamento serviu como uma oportunidade para exibir a cultura dos dois países. Vários artistas foram convidados para apresentar-se durante a cerimónia, destacando a música e a arte de cada país.
A presença deles reflectiu o desejo do casal de transformar o evento numa verdadeira ponte entre as suas duas heranças. Mais do que apenas uma união pessoal, o casamento foi um encontro cultural onde o Congo e o Gabão complementaram-se harmoniosamente.

Para Junior Bongo e Julia Otto Mbongo, este casamento marca, acima de tudo, o início de uma nova vida a dois. Para muitos gaboneses, ele também ressoa com uma história familiar que continua a ocupar um lugar singular na memória colectiva da nação e da região da África Central.

Nilsa Batalha

‼️SERÁ QUE VALE A PENA EMIGRAR?|| “.. os angolanos não estão a emigrar só por não gostarem do “papy”, estão, na verdade,...
29/07/2026

‼️SERÁ QUE VALE A PENA EMIGRAR?|| “.. os angolanos não estão a emigrar só por não gostarem do “papy”, estão, na verdade, a fugir do sofrimento e da “fome planificada”, o que é a mesma coisa…”

Li com muito gosto os depoimentos de Geovannia Moura ao Público. Por isso, vou reproduzir, com alguns “arranjos” meus, o texto do Público, no qual a “Mafalda”, do Rangel, mas que já vai ao show da Beyoncé, em França, em poucas linhas, expõe de forma muito corajosa a realidade dos imigrantes angolanos em Portugal:

1 - Quando questionada sobre se vale a pena emigrar, Geovannia Moura, ou melhor, “Mafalda”, não tem uma resposta imediata para dar ao Público, mas o balanço acaba por ser um “sim”.

2 - Geovannia é natural de Luanda, tem 24 anos e veio para Portugal com o objectivo de estudar Comunicação Social, um sonho que continua vivo. Está em Castelo Branco há seis meses porque, em Lisboa, “é tudo muito mais apertado”.

3 - “É uma diferença gritante”, afirma, embora visite a capital com frequência, até por causa do seu trabalho como humorista.

4 - Quando chegou, em 2023, com um visto de turista, Geovannia foi fazendo vários trabalhos na área da limpeza e só um ano depois obteve a autorização de residência, o que lhe tem permitido viajar e conhecer outros países, incluindo assistir ao show de Beyoncé, em França…

5 - Como quase todos os jovens imigrantes, Geovannia também arrendou um quarto porque viver numa casa só para si, em Lisboa, era “impensável”, tendo mudado de casa “umas oito vezes” - coisas de imigrantes.

6 - Mas a “Mafalda” acredita que, dadas as condições políticas em Angola, “vale a pena emigrar” e, mais tarde, regressar para aplicar aquilo que aprendeu.

7 - E os números mostram que a resposta da “Mafalda” faz parte de uma tendência.
Aliás, nos últimos cinco anos, registou-se um aumento significativo do número de angolanos que chegaram a Portugal.

8 - Só entre 2021 e 2025, os dados das entidades oficiais mostram que esse número aumentou 211%, passando de 33 mil para mais de 103 mil cidadãos angolanos residentes em Portugal.

9 - No ano passado, os angolanos tornaram-se a segunda nacionalidade mais representada entre os estrangeiros residentes em Portugal, logo a seguir aos brasileiros.

10 - Os angolanos estão também entre os maiores contribuintes para a Segurança Social, com 206,44 milhões de euros e mais de 67 mil contribuintes.

11 - Quanto ao mercado de trabalho, a grande maioria está empregada em actividades administrativas e de apoio, com mais de 24 mil trabalhadores, bem como nos sectores do alojamento, da restauração e da construção, este último com mais de 13 mil trabalhadores.

12 - Um dado que salta à vista é que cerca de 68% dos imigrantes angolanos têm entre 20 e 39 anos e mais de 20,6% situam-se na faixa etária dos 40 aos 49 anos. Ou seja, é a juventude quem está a abandonar a amada Angola.

13 - Segundo os dados de 2024 recolhidos pelo Afrobarómetro, os angolanos deixam Angola à procura de “melhores condições de trabalho”, sendo que 34% apontam as “dificuldades económicas” como principal motivo.

14 - E, curiosamente, uma percentagem muito menor, apenas 5%, afirma sair de Angola em busca de educação especializada. Ou seja, os angolanos não estão a emigrar só por não gostarem do “papy”, estão, na verdade, a fugir do sofrimento e da “fome planificada”, o que é a mesma coisa…

César C. Chiyaya

‼️BÍBLICA MAIS ANTIGA E COMPLETA DO MUNDO|| “Durante décadas, os académicos presumiram que datavam do século XI.”Guardad...
27/07/2026

‼️BÍBLICA MAIS ANTIGA E COMPLETA DO MUNDO|| “Durante décadas, os académicos presumiram que datavam do século XI.”

Guardado num mosteiro remoto na região de Tigray, no norte da Etiópia, a 2.100 metros de altitude, existe um livro que académicos ocidentais só descobriram nos anos 1950.

Escrito em pele de cabra, numa língua chamada Ge'ez — a língua semítica mais antiga ainda em uso litúrgico no mundo —, ficou preservado durante séculos porque o mosteiro o manteve num local seco e escuro, longe de qualquer conflito que chegasse perto.

Chamam-lhe os Evangelhos de Garima. São dois volumes, cada um com cerca de 25 centímetros de espessura, que contêm os quatro Evangelhos do Novo Testamento, ricamente ilustrados. As cores das ilustrações permanecem vívidas.

Durante décadas, os académicos presumiram que datavam do século XI. Quando o Ethiopian Heritage Fund conseguiu finalmente acesso para restaurá-los em 2010, enviou amostras para datação por carbono na Universidade de Oxford.

O resultado mudou a história da arte cristã: os manuscritos datam de entre 330 e 650 d.C. — o que os torna os manuscritos cristãos ilustrados mais antigos que existem no mundo. São anteriores aos Evangelhos de Rábula, produzidos na Síria por volta de 586 d.C., que até então eram considerados o mais antigo exemplo ilustrado do género.

São também o exemplo mais antigo de encadernação ainda ligada às páginas originais — a forma como o livro foi cosido e encapado há mais de 1.400 anos permanece intacta.

A lenda por trás da criação é extraordinária. Abba Garima era um dos "Nove Santos" — missionários que fugiram do Império Bizantino no século V para evangelizar o Reino Axumita. Chegou à Etiópia em 494 d.C. e, segundo a tradição oral do mosteiro, copiou e ilustrou os dois volumes em apenas um dia — porque Deus atrasou o pôr do sol para que ele pudesse terminar.

A datação por carbono abre uma possibilidade que os monges sempre acreditaram: é possível que o próprio Abba Garima tenha escrito o primeiro volume com as suas próprias mãos.

A Bíblia etíope — da Igreja Ortodoxa Etíope Tewahedo, uma das mais antigas igrejas cristãs do mundo — contém 81 livros. A versão católica tem 73. A protestante tem 66. Os livros que faltam nas versões ocidentais não foram adicionados pelos etíopes — foram retirados pelas igrejas europeias durante a Reforma.

FONTES:

Portella, Mario Alexis. Abyssinian Christianity: The First Christian Nation? The History and Identity of the Ethiopian and Eritrean Christians. BP Editing, Florença, 2012.

Ethiopian Heritage Fund. Conservation Report: The Garima Gospels. Adis Abeba, 2010.

‼️MARA QUIOSA E ARLETE CHIMBINDA PARTILHAM GUARDA-CHUVA NO CULTO RELIGIOSO, EM CATETE E IMAGEM VIRALIZAA Vice-Presidente...
26/07/2026

‼️MARA QUIOSA E ARLETE CHIMBINDA PARTILHAM GUARDA-CHUVA NO CULTO RELIGIOSO, EM CATETE E IMAGEM VIRALIZA

A Vice-Presidente do MPLA, Mara Quiosa, e a Vice-Presidente da UNITA, Arlete Chimbinda, protagonizaram este domingo, 26, um momento que está a gerar repercussão nas redes sociais.

As duas dirigentes estiveram presentes no Culto de Ação de Graças da Igreja Tocoista, realizado em Catete. Durante a cerimónia, foram vistas sentadas lado a lado e a partilhar o mesmo guarda-chuva.

Nas imagens que circulam na internet, Mara Quiosa aparece a segurar a sombrinha tanto para si como para Arlete Chimbinda. O gesto foi destacado por internautas como símbolo de respeito e cordialidade.

Apesar de representarem os dois maiores partidos em Angola um na situação e outro na oposição, as dirigentes conversaram de forma descontraída e sorridente durante o culto.

O episódio foi interpretado por muitos como um exemplo de convivência democrática e de respeito intergeracional, já que Arlete Chimbinda é a mais velha entre as duas dirigentes.

O que tens a dizer?

Portal Cacuaco Line

‼️TITANIC — O NAVIO NUNCA AFUNDOU.Por: Pedro Bars aka YadhistótelesPai da Yanceli e outros 4Se eu te dissesse que o Tita...
25/07/2026

‼️TITANIC — O NAVIO NUNCA AFUNDOU.

Por: Pedro Bars aka Yadhistóteles
Pai da Yanceli e outros 4

Se eu te dissesse que o Titanic nunca afundou, provavelmente pensarias que enlouqueci. Afinal, há mais de um século que sabemos o que aconteceu naquela madrugada de Abril de 1912. O maior navio do mundo embateu contra um iceberg, partiu-se ao meio e desapareceu nas águas geladas do Atlântico Norte. Então, como posso afirmar que nunca afundou?

Talvez porque eu não queira falar propriamente do navio.

É esse o estranho poder das grandes histórias. Pensamos que falam de uma coisa, quando, na verdade, nos estão a falar de outra. Foi assim com Matrix e até há dias escrevi sobre isso. Foi assim com tantas obras que atravessaram gerações. E provavelmente também seja assim com Titanic.

Durante anos, convenceram-nos de que a grande tragédia daquela madrugada foi um iceberg. Será mesmo? Ou o iceberg foi apenas o momento em que uma tragédia muito mais antiga decidiu tornar-se visível?

Nenhum navio afunda por causa do último erro. Afunda por causa da soma de muitos erros que passaram demasiado tempo sem serem levados a sério.

Antes do choque houve avisos ignorados. Houve excesso de confiança. Houve velocidade onde deveria existir prudência. Houve a convicção de que aquele navio era praticamente insubmersível. E quando uma pessoa, uma empresa, um governo ou uma sociedade começa a acreditar que é insubmersível, não estará ela já a navegar em direcção ao seu próprio iceberg?

É exactamente por isso que continuo a dizer que o Titanic nunca afundou.
Porque continua a navegar.

Navega em empresas que acreditam ser grandes demais para falhar. Navega em governos convencidos de que permanecerão eternamente. Navega em casamentos onde o silêncio substitui o diálogo. Navega em amizades onde o orgulho fala mais alto do que o afecto. Navega em escritores que acreditam que um bom texto se promove sozinho. Navega em todos nós, sempre que confundimos confiança com invulnerabilidade.

E há outro detalhe curioso:

Poucas discussões na história do cinema sobreviveram tanto tempo como aquela velha pergunta: Jack cabia ou não naquela porta? Rose foi egoísta? Quantas horas terão sido gastas a medir aquela tábua? Quantos vídeos, teorias e debates nasceram para decidir se ela poderia ter aberto um pouco mais de espaço?

Não deixa de ser fascinante.

Um navio inteiro afundou, centenas de decisões conduziram à tragédia, dezenas de factores contribuíram para o desastre e, ainda assim, milhões de pessoas continuam mais interessadas em descobrir se uma rapariga foi egoísta do que em compreender tudo o que aconteceu antes daquele momento.

Não fazemos exactamente a mesma coisa na vida?

Quando um casamento termina, procuramos imediatamente o culpado. Quando numa partida de futebol ouve-se o apito final, queremos um nome para responsabilizar. Quando um país atravessa uma crise, acreditamos que basta substituir uma única pessoa para tudo mudar. Quando um projecto falha, apontamos o dedo ao último que tomou uma decisão. Será que a realidade é assim tão simples? Ou será que preferimos culpados porque eles nos poupam ao trabalho de compreender processos?

É mais confortável condenar Rose do que admitir que o iceberg era apenas o último capítulo de uma história que começou muito antes.

Talvez Jack nunca tenha morrido por não haver espaço na porta.
Talvez tenha morrido por causa de uma sucessão de pequenas decisões tomadas por pessoas que acreditavam controlar aquilo que nunca controlaram.

Não é assim que quase todas as tragédias acontecem?

Quase nenhum negócio fecha no dia em que declara falência. Quase nenhum amor morre no dia da separação. Quase nenhuma amizade termina na última discussão. Quase nenhuma carreira acaba no dia do despedimento. Quase nenhum império cai no dia da derrota. Tudo isso começa muito antes, quando os pequenos avisos deixam de ser escutados.

Mas nós continuamos apaixonados pelo último acto.
Queremos saber quem traiu. Quem falhou. Quem mentiu. Quem apertou o gatilho. Quem não cedeu espaço na porta.
Porque o último acto é sempre mais fácil de entender do que toda a história que o tornou inevitável.

Talvez seja essa a verdadeira arrogância humana.
Não a de construir navios gigantes.
Mas a de acreditar que as consequências nascem do nada.

No fundo, o Titanic nunca afundou porque a mentalidade que o levou ao fundo continua perfeitamente viva. Continua a convencer-nos de que os avisos podem esperar, de que a experiência nos torna infalíveis, de que o sucesso de ontem garante a segurança de amanhã e de que as grandes tragédias acontecem sempre aos outros.

Até ao dia em que deixam de acontecer.

Talvez a maior lição de Titanic nunca tenha estado no oceano. Nem no iceberg. Nem sequer naquela porta onde ainda hoje discutimos se Jack cabia.

Talvez sempre tenha estado na escolha que fazemos depois de cada aviso ignorado.
Sempre que o orgulho nos manda acelerar quando a prudência pede para reduzir.
Sempre que acreditamos que connosco será diferente.
Sempre que pensamos que somos grandes demais para falhar.

Talvez tenhas reparado que passei toda esta crónica a falar do Titanic.
Na verdade, quase não falei do navio.
Falei da arrogância.
Falei da ilusão de invencibilidade.
Falei da estranha capacidade que temos de ignorar pequenos sinais até que eles se transformem em tragédias.

E talvez nem sobre arrogância eu tenha falado.
Talvez tenha falado apenas da condição humana.
Porque o Titanic nunca foi apenas um navio.
Sempre foi um espelho.

Um espelho onde continuamos a entrar convencidos de que somos passageiros…

…até descobrirmos, demasiado tarde, que também fazemos parte da tripulação.

E é precisamente por isso que continuo a dizer que o Titanic nunca afundou.
Porque os navios desaparecem.
As mentalidades, não.
Elas continuam a navegar.

E, enquanto continuarem, haverá sempre um iceberg à espera de quem insiste em acreditar que é insubmersível.

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‼️DANIEL ORTEGA ANUNCIA QUE NA NICARÁGUA NÃO TERÁ MAIS ELEIÇÕES PARA NÃO ENTREGAR O PODER A “GOLPISTAS”O presidente da N...
21/07/2026

‼️DANIEL ORTEGA ANUNCIA QUE NA NICARÁGUA NÃO TERÁ MAIS ELEIÇÕES PARA NÃO ENTREGAR O PODER A “GOLPISTAS”

O presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, anunciou neste domingo (19) o fim da alternância de poder e descartou a realização de novas eleições no país, com o objetivo explícito de impedir que a oposição chegue ao governo.

Durante o aniversário da Revolução Sandinista, o mandatário de 80 anos, que governa desde 2007, afirmou que a Assembleia Nacional criará barreiras legais contra "golpistas e traidores", enterrando as expectativas do pleito previsto para 2027.

A declaração ocorre após reformas constitucionais que já haviam estendido o mandato presidencial e criado o cargo de "copresidente" para sua esposa, Rosario Murillo, sob fortes denúncias de ativistas e da comunidade internacional, que apontam a consolidação de um regime de partido único sem direitos civis ou Estado de Direito.

Assembleianos de Valor

‼️CONHEÇA A HISTÓRIA DOS IRMÃOS WACHOWSKI, CRIADORES DA FRANQUIA MATRIX E A TRANSIÇÃO DE GÊNERO|| As Irmãs Wachowski — a...
19/07/2026

‼️CONHEÇA A HISTÓRIA DOS IRMÃOS WACHOWSKI, CRIADORES DA FRANQUIA MATRIX E A TRANSIÇÃO DE GÊNERO|| As Irmãs Wachowski — anteriormente conhecidas como Irmãos Wachowski — são as criadoras da revolucionária franquia Matrix, um marco do cinema de ficção científica e cyberpunk.

Lana e Lilly Wachowski nasceram em Chicago, nos anos 1960, e começaram a carreira como roteiristas de quadrinhos e filmes B. Em 1999, abalaram Hollywood com o lançamento de Matrix, um fenômeno cultural que misturava filosofia existencial, mitologia grega, budismo, referências hacker e artes marciais em um visual jamais visto. O filme se tornou um divisor de águas no cinema, influenciando tudo, de moda a efeitos especiais, com sua estética noir, câmeras em 360° e a pergunta que não quer calar: “O que é a Matrix?”

Durante a produção da trilogia original — Matrix (1999), Reloaded (2003) e Revolutions (2003) — as cineastas ainda se apresentavam ao mundo como os Irmãos Wachowski. Nessa época, eram vistos como gênios reclusos e visionários, conhecidos por evitarem entrevistas e manterem sua vida pessoal longe dos holofotes.

Foi só anos depois que ambas realizaram suas transições de gênero: Lana em 2012 e Lilly em 2016, tornando-se as Irmãs Wachowski — duas das figuras trans mais influentes da história do entretenimento. Em entrevistas, Lana falou sobre como o próprio universo de Matrix já carregava metáforas sobre identidade, controle e transformação — temas profundamente ligados à experiência trans.

Em 2021, quase duas décadas após o fim da trilogia original, Lana voltou sozinha à direção em Matrix Resurrections. Dessa vez, o roteiro foi escrito em parceria com Lilly, David Mitchell (autor de Atlas de Nuvens) e Aleksandar Hemon.

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