Cruz Vermelha de Angola

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Em Celebração aos 163 anos de existência do Movimento Internacional da Cruz Vermelho  e do Crescente Vermelho, a CVA Rea...
08/05/2026

Em Celebração aos 163 anos de existência do Movimento Internacional da Cruz Vermelho e do Crescente Vermelho, a CVA Realizou uma Campanha de Doação de sangue no Instituto pediátrico Hematológico, Victória do Espírito Santo.
Participaram mais de 200 Dadores Voluntários de Sangue como forma de reforçar o Lema "UNIDOS PELA HUMANIDADE"
Doe Sangue, Valse Vidas é o lema da referida campanha de doação de sangue que estenderá para todo o país durante todo o mês de Maio.

É Chegado o grande diaDia Mundial da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho 2026 – 8 de Maio Tema – Unidos pela Humanidad...
08/05/2026

É Chegado o grande dia
Dia Mundial da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho 2026 – 8 de Maio
Tema – Unidos pela Humanidade
Contexto
Em todo o mundo, as narrativas desumanizantes e os ataques contra trabalhadores humanitários estão a tornar as nossas comunidades mais divididas e o nosso trabalho mais perigoso. Por isso, à medida que caminhamos para o Conselho de Delegados de 2026, cujo tema será “Unidos pela Humanidade”, começamos com uma mensagem forte, vinda da base: Unidos pela Humanidade, para o Dia Mundial da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho deste ano.
O tema escolhido, Unidos pela Humanidade, não é apenas um lema: é o nosso escudo, a nossa convicção e a nossa força. Recorda ao mundo que os nossos voluntários não são apenas “prestadores de serviços”: são vizinhos, amigos e familiares.
Recorda também que as pessoas que apoiamos não são vítimas ou estatísticas, mas seres humanos.
Ao estarmos Unidos pela Humanidade, aproximamos quem ajuda e quem precisa de ajuda. Aproximamos o “nós” e o “eles”.
Ao anteceder o tema do Conselho de Delegados, Unidos pela Humanidade, esta campanha reforça que não estamos apenas ao lado das pessoas; estamos com elas.
Podemos usar esta campanha para recuperar a narrativa da nossa humanidade partilhada e celebrar a proximidade local que torna o nosso Movimento único.
Objectivos
• Demonstrar o custo dos ataques contra trabalhadores humanitários, destacando o papel único do Movimento e o trabalho extraordinário dos nossos voluntários e colaboradores, enraizados nas suas comunidades, particularmente em zonas remotas e regiões afectadas por conflitos, onde as necessidades humanitárias são mais urgentes.
• Dar visibilidade à coragem, compaixão e compromisso do Movimento perante limitações de recursos e ambientes de trabalho cada vez mais complexos.
• Combater narrativas de desumanização, mostrando que, independentemente da situação ou do contexto, os custos humanos, os medos, as esperanças e as dores são os mesmos, e que respondemos a todos de forma igual. Mensagens-chave
• No Dia Mundial da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, homenageamos os voluntários e colaboradores da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho que, todos os dias, estão presentes para apoiar pessoas em situação de crise. Eles não estão separados das comunidades que servem; fazem parte delas. Porque, para além de cada emergência, cada resposta e cada emblema, existe uma verdade: estamos Unidos pela Humanidade.
• Em tempos de crise, a humanidade é o que nos une. Hoje, celebramos os voluntários e colaboradores que transformam compaixão em acção, ajudando, cuidando e estando ao lado das comunidades nos momentos em que mais importa.
• São vizinhos, amigos, colegas e familiares. São as pessoas que aparecem em momentos de medo, perda e incerteza para lembrar aos outros que não estão sozinhos. Hoje, celebramos a força de estarmos Unidos pela Humanidade.
• Num mundo cada vez mais complexo e polarizado, marcado pela divisão e pela desumanização, a humanidade é o nosso ponto comum. Hoje, celebramos os nossos colaboradores e voluntários da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, que levam compaixão, dignidade e esperança às pessoas que mais precisam. Juntos, estamos Unidos pela Humanidade.
• No Dia Mundial da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, também recordamos e prestamos homenagem àqueles que perderam a vida ao serviço dos outros. Estes voluntários são exemplo das muitas formas como os trabalhadores humanitários fazem a diferença e salvam vidas, apesar dos múltiplos desafios que também enfrentam. Estes colegas recordam-nos a necessidade de salvaguardar a acção humanitária e proteger aqueles que arriscam as suas vidas para apoiar os outros, por vezes ao custo da própria vida, conforme previsto pelo Direito Internacional Humanitário.
• Em tempos de crise e incerteza, escolhemos permanecer unidos pela humanidade, oferecendo esperança, alívio e solidariedade às pessoas que mais precisam. A acção humanitária neutra, independente e imparcial é essencial para garantir que a ajuda chegue às pessoas que mais necessitam, independentemente de onde estejam.
• O Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho celebra mais de 160 anos de acção humanitária, a nível local e global. Continuamos comprometidos em prestar serviços humanitários relevantes e oportunos às comunidades, agora e no futuro. Isto inclui a defesa do respeito pelo Direito Internacional Humanitário e a garantia de que as pessoas afectadas por conflitos e desastres recebam a protecção e assistência de que precisam.
• Onde quer que seja, quando quer que seja, os voluntários e colaboradores do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho estão presentes, unidos pela humanidade e a trabalhar para preservar a dignidade humana perante a crise.

07/05/2026
"Unidos na Humanidade."No dia 8 de Maio o Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, celebra 163 ...
29/04/2026

"Unidos na Humanidade."
No dia 8 de Maio o Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, celebra 163 anos da sua fundação sob o lema " Unidos na Humanidade".
Unidos na Humanidade, estão os voluntários da Delegação Provincial da Cruz Vermelha de Angola em Benguela sob liderança da delegada provincial que, incansavelmente têm estado na linha da frente na assistência às vítimas das enchentes e não só.
Ontem, o dia foi dedicado aos mercados, à pedido do Governo local, os voluntários deslocaram-se aos mercados para uma campanha sensibilização em massa contra a cólera devido ao registo de novos casos.

A Presidente da Cruz Vermelha de Angola, Dr.ª Delfina Cumandala, participou ontem 25 de Abril dia Mundial da Malária, da...
26/04/2026

A Presidente da Cruz Vermelha de Angola, Dr.ª Delfina Cumandala, participou ontem 25 de Abril dia Mundial da Malária, da cerimónia do lançamento oficial da Semana Africana de Vacinação.

*Angola reforça compromisso no combate à malária e na expansão da vacinação
O Ministério da Saúde assinalou, este sábado, 25 de Abril, no município do Cazenga, o Dia Mundial da Malária e procedeu ao lançamento oficial da Semana Africana de Vacinação, numa cerimónia que reafirma as prioridades do Executivo angolano no domínio da saúde pública.
Na abertura da feira de saúde dedicada às duas efemérides, a Ministra da Saúde, Sílvia Paula Valentim Lutucuta, destacou que a luta contra a malária e o reforço da vacinação representam pilares essenciais para salvar vidas, proteger comunidades e consolidar sistemas de saúde mais resilientes, inclusivos e equitativos.
A governante anunciou, igualmente, a introdução da vacinação contra a malária em Angola ainda no decurso do presente ano, medida que irá reforçar o conjunto de estratégias preventivas já em curso, com especial enfoque na protecção de crianças menores de um ano de idade.
Segundo a Ministra, esta iniciativa simboliza “a reafirmação do compromisso firme do Executivo angolano com a saúde como pilar essencial do desenvolvimento humano”, em alinhamento com a estratégia do Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço.
A Ministra enalteceu ainda o papel das autoridades locais, em particular do Governo Provincial de Luanda e da Administração Municipal do Cazenga, bem como o empenho dos profissionais de saúde e a colaboração dos parceiros nacionais e internacionais, incluindo agências das Nações Unidas e organizações da sociedade civil.
Apesar dos progressos registados, a malária continua a ser o principal problema de saúde pública em Angola, constituindo a principal causa de morbilidade e mortalidade no país. Em 2025, foram notificados mais de 11 milhões de casos e cerca de 11 mil óbitos, representando uma redução face ao período anterior.
A nível global, a doença mantém elevada incidência, com mais de 260 milhões de casos e cerca de 627 mil mortes, sendo o continente africano o mais afectado. Angola integra o grupo dos seis países com maior carga da doença.
Sob o lema deste ano, “Motivados para acabar com a malária: Agora Podemos. Agora Devemos”, a Ministra destacou que o país dispõe actualmente de ferramentas eficazes de prevenção, diagnóstico e tratamento, incluindo te**es rápidos, terapêutica adequada, mosquiteiros tratados com inseticida e estratégias de controlo vectorial. Contudo, alertou para a necessidade de intensificar a resposta colectiva, sublinhando que nenhuma morte por malária é aceitável, por se tratar de uma doença prevenível e tratável.
A cerimónia marcou igualmente o lançamento oficial da Semana Africana de Vacinação, que decorre sob o lema “Para cada geração, as vacinas funcionam”. A campanha será implementada em três fases, entre Abril e Junho, com o objectivo de reforçar a vacinação de rotina, recuperar crianças não vacinadas (zero dose) e completar esquemas vacinais em atraso.
A iniciativa contempla também a vacinação contra o cancro do colo do útero, dirigida a meninas de nove anos, contribuindo para a redução das desigualdades no acesso aos cuidados de saúde e para a prevenção de doenças evitáveis.
Actualmente, Angola dispõe de 14 vacinas que protegem contra 16 doenças, assegurando a imunização de milhares de crianças em todo o território nacional todos os anos.
No encerramento da sua intervenção, a Ministra da Saúde apelou aos pais e encarregados de educação para aderirem às campanhas de vacinação e garantirem o cumprimento rigoroso do calendário vacinal das crianças. Lançou igualmente um apelo aos governadores provinciais para reforçarem as acções de vacinação e de controlo da malária, com enfoque no nível comunitário.
A governante reafirmou, por fim, o compromisso do Ministério da Saúde em continuar a mobilizar recursos, fortalecer parcerias e implementar estratégias eficazes que contribuam para a redução da mortalidade, protecção das populações mais vulneráveis e promoção de uma Angola mais saudável e próspera*.
Fonte: GCI – Ministério da Saúde, Luanda, 25 de Abril de 2026

20/04/2026

Em apoio ao Ministério da Saúde e outros parceiros estatais, a Cruz Vermelha de Angola, tem apoiado as intervenções essenciais para salvaguardar a saúde pública e dignidade das pessoas afectadas pelas enchentes em Benguela, através da resposta coordenada e necessária com vários parceiros e actores.
150 voluntários (as) estão destacados nos 2 campos de reassentamento onde estão a participar de diferentes actividades tais como:
- Hoje, os voluntários registaram 368 crianças para a vacinação de bloqueio contra o sarampo nos centros de acolhimento temporário, acção enquadrada no contexto do risco acrescido de surtos, e visa proteger crianças e comunidades vulneráveis, reforçando a imunidade e prevenindo a propagação da doença em áreas afectadas.
- Apoio ao banco de Urgência
- Primeiros Socorros
-Apoio a pessoas com dificuldade de locomoção
- Apoio na descarga de mercadorias (donativos)
- Separação de donativos por tipo de e qualidade de produto
- Distribuição de donativos;
- Apoio a crianças com brincadeiras
-Apoio na higiene de Crianças e idosos

17/04/2026

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