Eu sou Angola
O meu, o teu e o nosso projecto.
É um projecto de todos os angolanos, em que todos os angolanos independentemente da sua condição social deve considerar-se o líder desse projecto que visa unir todos os angolanos envolta de um objectivo comum, para que dentro do espírito de unidade nacional, independentemente da sua localização pelo país ou pelo mundo possamos refletir sobre o nosso
país, para que unidos possamos encontrar as soluções mais práticas para as situações menos boas, que neste momento afectam Luanda e um pouco por todo o país. Temos todos que nos consciencializar que nenhum país no mundo chegou uma a organização exemplar a todos os níveis sem o envolvimento de toda sua população, e Angola não será uma excepção. Não devemos nos deixar influenciar, tu és angolano, tu és Angola e ninguém lhe vai tirar este direito, e todos os problemas sociais que o país está a viver, tu és a solução. Para que possamos mostrar o nosso poder de união e organização, sendo o angolano um povo especial e de personalidade forte, que mesmo durante os momentos mais difíceis que vivemos, mostramo-nos sempre para África e o mundo como um povo unido e patriótico, em defesa do que de mais importante nós temos, a nossa pátria, Angola. Próximo dos 40 anos da nossa independência é indispensável que todos nós reflitamos seriamente sobre o nosso papel como cidadão dentro da realidade que o nosso país está a viver, em particular Luanda, pois o país clama por nós, porque somos a solução deste e outros problemas. Aos jovens e não só, na qual o país espera uma participação mais efectiva, não devem se deixar influenciar por todos aqueles que se mostram como inimigos da paz. A nós jovens é necessário que estejamos bastante atentos e sermos suficientemente inteligentes porque toda e qualquer alteração no quadro que o país está a viver, seremos nós a deixarmos todos os nossos sonhos para trás, para termos que defender a pátria, por isso devemos todos dizer “EU SOU ANGOLA” EU SOU PELA PAZ, SIM A UNIDADE NACIONAL. Não queremos ser críticos nem encontrarmos culpados para a situação de saneamento básico que Luanda está a viver, vamos todos assumir esta responsabilidade social, independentemente da sua condição social, temos a plena certeza se cada um dos citadinos diariamente fazer a sua parte, como varrendo o exterior da sua residência, se o mesmo acontecer com toda a vizinhança, vamos com certeza ter essa rua, este quarteirão, este município totalmente limpo, isto faz parte de uns dos exemplos até onde pode chegar a nossa pequena mas significativa acção social. Se aos fins de semanas todas as residências de forma natural participarem com um elemento para colaborar de forma descontraída na limpeza das respectivas ruas e aqueles que vivem em apartamentos, devem fazer o mesmo para limpar o interior e o exterior dos prédios, desta forma vamos com certeza ver a situação da limpeza melhorada, vamos todos nos mostrar fieis à pátria e organizarmos o futuro dos nossos filhos e não só, por isso é urgente que nos mobilizemos para que possamos cumprir com o nosso dever patriótico, cuidar e proteger a nação é um dever de todos nós. Devemos de forma consensual encontrarmos uma data para que a nível nacional possamos arrancar com a limpeza. Temos que nos orgulhar do país que temos, um país que em pouco tempo de paz, fez e continua a fazer investimentos a todos os níveis em busca de condições ideais para os angolanos, na qual os seus feitos já têm o reconhecimento da comunidade internacional, este reconhecimento internacional espelha o poder de união dos angolanos, envolta do seu país, isto constitui um orgulho para todos nós, temos consciência que temos que ter uma postura ainda mais participativa nas questões organizacionais, para termos o país que todos nos pretendemos. Temos a felicidade de ter o país que nos últimos 8 anos mais investiu em África na área social, na procura do bem-estar para os angolanos, tais como: construção de residências sociais em todo país, construção de hospitais de referência, centros de saúde em todo país, construções de instituições de ensino há todos os níveis, a modernização de todos os aeroportos a nível nacional, construção de estádios para diversas práticas desportivas e estradas que interligam todo país. E para que tudo isso que já foi feito e o que se vai fazer seja mantido dentro das condições aceitáveis, é indispensavelmente o envolvimento de todos nós, nos cuidados e no respeito que devemos ter para com os bens que o país está a ganhar, vamos todos cuidar desses bens para que num futuro muito breve possamos dizer a geração vindoura que fizemos parte da organização e reconstrução deste grande e belo país, que deve constituir um orgulho para qualquer angolano. Todos nós angolanos temos a plena certeza que muito ainda falta fazer, mas temos que ter consciência que devemos encontrar os caminhos certos para expormos as nossas inquietações, não devemos nunca partirmos para acções menos boas que possam perigar a paz efectiva que o nosso país vive. Não é objectivo do projecto sair em defesa deste ou daquele partido, mas sim sairmos em defesa da paz e da unidade nacional, paz essa que custou a vida dos melhores filhos dessa terra e para que possamos honrar e homenagear todos os dias da nossas vidas aqueles que derramaram o seu sangue e deram suas vidas em defesa da pátria para que chegasse-mos a paz, por isso é uma obrigação de todos os angolanos a sua preservação. Não queremos ser críticos, mas é com muita tristeza que nos deparamos com muitos angolanos, cujo seu comportamento demostra uma total falta de patriotismo que em vez de elogiar todo bem que se está a fazer, e nos juntarmos aos esforços do governo, ficam a criticar numa total demostração de falta de patriotismo e cidadania, devemos refletir o seguinte: todo ser humano tem direito a um nome, a uma nacionalidade na qual a nossa é Angola, devemos todos nós orgulhar do nosso país, cuidar e proteger a nação é um acto de patriotismo, ninguém está impedido de exprimir o seu ponto de vista, mas quando o fizemos tem que ser dentro da sinceridade que nos caracteriza, porque dentro da globalização que o mundo vive, podemos todos recorrer para investigar que temos o país que nos últimos 8 anos mais investiu no nosso continente, na procura das condições ideais para sua população, temos a plena certeza se todos nos juntarmos aos esforços do governo, em pouco tempo, teremos um país mais limpo, seguro e acolhedor. É urgente que comecemos todos a trabalhar, sendo porta-voz do projecto falando com as pessoas que ainda não tiveram contacto com o projecto, cujo objectivo é de ter uma união mais forte entre os angolanos em volta de um objectivo comum (Angola), devemos todos comungarmos que devemos ser um transmissor de valores positivos à sociedade, denunciando todas as práticas que lesem a segurança nacional, tais como: a imigração ilegal, o tráfico de seres humanos, assaltos à bancos, empresas, etc porque muitas dessas acções são preparadas dentro das comunidades em que vivemos, seja você um transmissor da segurança e da ordem pública e denunciando todas as práticas negativas. E tem a plena convicção que a sua identidade será preservada. Todos por Angola, é por possível.
É com muita tristeza que nos deparamos dentro da pesquiza feita pelo projecto a perca daquilo que sempre nos caracterizou como um povo unido e patriótico, a humildade e o respeito mútuo, é com muita frequência que nos deparamos com alguns cidadãos nacionais na qual desenvolveram um senso crítico muito forte contra o nosso país, cujo objectivo é contagiar na maior parte a juventude, e quando perguntados por que tal comportamento não conseguem o justificar numa total falta de amor à pátria. Quando temos um país cujo seus indicadores estão a superar todas as espectativas dos mais sépticos, devemos todos refletir dentro da humildade que nos caracteriza, não nos parece que o quadro vigente em Angola nos últimos anos sejam merecedores de críticas, pelo contrário temos que ser sinceros que a continuarmos assim seremos um exemplo para África e o mundo, que em pouco tempo com certeza vamos ter um país próspero no qual devemos todos elogiar. Não podemos nos esquecer da grande responsabilidade social que temos junto das pessoas que nos têm como queridos e modelos de pessoas para as suas vidas, por isso é que quando emitimos qualquer opinião tem que ser dentro da responsabilidade que nos caracteriza, como por exemplo: a crise financeira não é só um problema de Angola, mas sim mundial ao contrário de que muitas pessoas procuraram passar, para confundir a população, o que não é bom para cidadãos que se presem. Não podermos nos tornarmos em cidadãos conflituosos, que tal prática demostra uma total dificuldade em viver num clima totalmente pacificado como é o nosso, por isso vamos todos de Cabinda a Cunene dizermos “EU SOU ANGOLA” e adoptarmos o seguinte slogan “VARRA A SUA PORTA E TENHA UMA FAMÍLIA SAUDÁVEL” vamos todos por em prática a nossa responsabilidade social, seja você um mobilizador da comunidade à sua volta, que em pouco tempo teremos todos os problemas que nos aflige superados. Adriano António Neto