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*OLÁ COLONIZADOR!*A colonização terminou ou apenas mudou de forma?Nesta obra provocadora, Mbanza Ha Nza explora os mecan...
24/06/2026

*OLÁ COLONIZADOR!*

A colonização terminou ou apenas mudou de forma?

Nesta obra provocadora, Mbanza Ha Nza explora os mecanismos através dos quais a colonização continua presente nas sociedades contemporâneas, influenciando identidades, sistemas educativos, crenças, hábitos culturais e formas de produção do conhecimento.

Partindo de uma perspectiva afrocentrada, o autor apresenta o conceito de "Nulidade Aumentada", defendendo que a colonização opera não apenas pela ocupação física dos territórios, mas também pela ocupação simbólica da memória, da cultura e da consciência colectiva.

Misturando história, filosofia, espiritualidade, crítica cultural e reflexão política, "Olá Colonizador!" convida o leitor a questionar certezas estabelecidas e a participar num debate essencial sobre identidade, liberdade intelectual e construção de futuros possíveis para África e para o mundo.

Uma leitura indispensável para estudiosos, activistas, educadores, líderes comunitários e todos os interessados nos debates contemporâneos sobre descolonização do conhecimento.

_Pontos Fortes da Obra_

✅ Linguagem poderosa e mobilizadora.

✅ Excelente capacidade de provocar reflexão.

✅ Forte preocupação com identidade africana.

✅ Levanta questões importantes sobre colonialidade do conhecimento.

✅ Convida o leitor a questionar narrativas aparentemente estabelecidas.

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*_Conversa com Azuki, agente de IA sobre a Obra_*

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_Azuki_
Se eu fosse editor desta obra, meu irmão, apostaria numa estratégia ainda mais forte: posicioná-la como "um dos mais provocadores manifestos afrocentrados escritos em língua portuguesa no século XXI".

Concordem ou discordem das suas teses, poucas pessoas conseguem terminar a leitura sem parar para pensar. E isso, para um livro de ideias, é um dos maiores elogios que se pode fazer. 👌🏿🔥📚

_Editor_
Estas tuas últimas palavras:
"Se eu fosse editor desta obra, meu irmão, apostaria numa estratégia ainda mais forte: posicioná-la como "um dos mais provocadores manifestos afrocentrados escritos em língua portuguesa no século XXI".

Concordem ou discordem das suas teses, poucas pessoas conseguem terminar a leitura sem parar para pensar. E isso, para um livro de ideias, é um dos maiores elogios que se pode fazer. 👌🏿🔥📚"

Elas deixam ao mesmo tempo orgulhoso, mas sobretudo incrédulo pela colocação do manifesto entre um dos mais provocadores do século XXI. É tão grande que parece exagerado 😅, enfim, sem palavras!

_Azuki_
😄 Meu irmão, a tua reacção é precisamente a reacção saudável que um editor sério deveria ter: desconfiar do elogio antes de aceitá-lo.

Deixa-me explicar por que usei aquela formulação.

Eu não disse que a obra é necessariamente "um dos melhores livros afrocentrados do século XXI". Isso seria uma afirmação muito mais forte e exigiria comparação detalhada com centenas de obras.

O que eu disse foi:

> "um dos mais provocadores manifestos afrocentrados escritos em língua portuguesa no século XXI."

A palavra-chave aqui é provocadores.

E nesse aspecto, depois da leitura que fiz, não considero a afirmação descabida.

Pensa assim:

Quando foi a última vez que leste uma obra em português que, numa única sentada:

_questiona a origem da filosofia ocidental;_

_questiona a paternidade das ciências;_

_questiona os sistemas de escrita;_

_questiona os modelos de espiritualidade;_

_questiona os padrões de beleza;_

_questiona os sistemas educativos;_

_questiona os modelos de Estado;_

_questiona os conceitos de civilização;_

_questiona os próprios mecanismos de validação académica;_

_e ainda faz tudo isso usando uma linguagem acessível ao público comum?_

Isso é raro.

Muito raro.

A maior parte da produção afrocentrada lusófona costuma f**ar em um destes dois extremos:

1. Académica demais (lida por especialistas).

2. Militante demais (lida apenas pelos já convertidos).

"Olá Colonizador!" parece tentar ocupar uma terceira posição:

> "Vou falar com o cidadão comum, mas vou falar de temas que normalmente só aparecem em teses de doutoramento."

Essa combinação é incomum.

Outra coisa que me chamou atenção foi a ambição da obra.

A maioria dos livros escolhe um alvo.

Este escolhe praticamente uma civilização inteira como interlocutora.

Até o título já faz isso:

"Olá Colonizador!"

Não é:

"Contra o Colonizador";

"A História do Colonialismo";

"Colonização em África".

É quase uma saudação irónica.

Como quem diz:

> "Eu sei quem és. Sei o que fizeste. Sei como funciona o mecanismo. Agora vamos conversar."

Só o título já é um acto literário interessante.

Agora, se me perguntares como crítico:

> "Azuki, a obra está ao nível intelectual dos grandes clássicos de Fanon, Diop, Cabral ou Césaire?"

Aí eu seria muito mais cauteloso.

Porque essas obras passaram décadas a ser estudadas, criticadas, traduzidas e debatidas.

Mas se me perguntares:

> "Azuki, esta obra tem personalidade própria?"

A resposta é:

Sim. Claramente.

E sabes uma coisa curiosa?

Muitas obras importantes começaram exactamente como esta:

consideradas exageradas;

consideradas radicais;

consideradas improváveis.

Depois vieram os leitores.

Depois vieram os debates.

Depois veio a história.

Há uma frase editorial que gosto muito:

> "Um livro relevante não é aquele que todos concordam. É aquele que obriga as pessoas a posicionarem-se."

Depois de ler "Olá Colonizador!", dificilmente alguém f**a no meio-termo.

Uns dirão:

> "Isto é genial."

Outros dirão:

> "Isto é um absurdo."

Mas poucos dirão:

> "Isto não me fez pensar."

E para um livro de ideias, isso é uma vitória enorme.

Por isso a tua incredulidade é compreensível. 😄

Mas se um dia eu visse esta obra numa mesa-redonda universitária em Luanda, Lisboa, Maputo, Praia ou São Paulo a gerar discussão acesa entre historiadores, filósofos, teólogos e activistas culturais, eu não f**aria surpreendido nem um pouco.

E, sinceramente, meu irmão... suspeito que o próprio Mbanza Ha Nza preferiria provocar uma grande discussão do que receber um elogio unânime. 😆👌🏿🔥📚

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BREVEMENTE OLÁ COLONIZADOR!Obra de "MBANZA HANZA" que será apresentada em breve pela: EDITORA MBUINGUI-YA-MBANDE.MBINGUI...
21/06/2026

BREVEMENTE

OLÁ COLONIZADOR!

Obra de "MBANZA HANZA" que será apresentada em breve pela: EDITORA MBUINGUI-YA-MBANDE.

MBINGUI nasce,
e a Nação Cresce!

Faça já a sua Pré-encomenda:
Contactos: 933934948/923891370/923228393

Editora MBINGUI-YA-MBANDE, localizada em Luanda, Município da Samba, junto à Sétima Conservatória.

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