03/12/2025
𝐌𝐄𝐍𝐒𝐀𝐆𝐄𝐌 𝐃𝐎 𝐂𝐇𝐄𝐅𝐄 𝐍𝐀𝐂𝐈𝐎𝐍𝐀𝐋 𝐀𝐃𝐉𝐔𝐍𝐓𝐎, 𝐁𝐄𝐍𝐉𝐀 𝐒𝐀𝐓𝐔𝐋𝐀, 𝐏𝐎𝐑 𝐎𝐂𝐀𝐒𝐈Ã𝐎 𝐃𝐀 𝐂𝐄𝐋𝐄𝐁𝐑𝐀ÇÃ𝐎 𝐃𝐎 𝟑𝟏° 𝐀𝐍𝐈𝐕𝐄𝐑𝐒Á𝐑𝐈𝐎 𝐃𝐀 𝐀𝐒𝐒𝐎𝐂𝐈𝐀ÇÃ𝐎 𝐃𝐄 𝐄𝐒𝐂𝐔𝐓𝐄𝐈𝐑𝐎𝐒 𝐃𝐄 𝐀𝐍𝐆𝐎𝐋𝐀
Caros escuteiros da AEA,
meus irmãos e amigos,
Sempre Alerta para Servir,
Hoje é nosso dia, o dia da nossa amada Associação que há 31 anos vem forjando crianças, adolescentes e jovens despertando-os e consciencializando-os na melhor versão de si mesmos e no útil papel que têm e devem desempenhar na sociedade. Há 31 anos, a nossa amada Associação de Escuteiros de Angola, faz desabrochar no mais íntimo de cada adulto o real signif**ado do voluntariado e de artífices do carácter que com sacrifício ajudam a forjar nos escuteiros sob sua responsabilidade. Há 31 anos centenas de benfeitores, beneméritos e parceiros começaram um caminho ao nosso lado sem nunca nos abandonarem, por isso mesmo, este dia é e será sempre um dia de festa, de júbilo e de celebração, pois todos somos testemunhas do bem que alcançamos ao termos abraçados o ideal, a visão, a causa e a missão do Escutismo e ao termos voluntariamente aceite como parte do nosso ser mais profundo, como elemento estruturante do nosso carácter, do nosso espírito o método escutista e todos os seus elementos, de que a AEA sempre defenderá e manterá intacto.
Queridos irmãos escutas, caros compatriotas e amigos, este ano, mais do que o ano passado, o ano primeiro, depois dos trinta, representa um marco indelével para o escutismo em Angola, simboliza o orgulho, a determinação, a serenidade, a coragem e o inabalável sentido de missão que os escuteiros, os agrupamentos, os núcleos e as regiões da AEA deram provas mais do que evidentes de que os ensinamentos de BP, para a AEA, não foram e não são palavras vãs, são e representam um estilo de vida e uma forma de ser individual e colectiva. Este ano representa e concretiza a teoria de “Exército da Paz”, pois de todos os lados ouvimos insultos, provocações, maldizeres e tentativas vexatórias cuja “finalidade” de tão reles que eram, não ouso pronunciar, mas da tua parte, da vossa parte, da nossa parte a resposta foi silêncio e acção, penso honestamente que foi uma demonstração dos ensinamentos do MESTRE e CHEFE DIVINO “pelos frutos, os conhecereis” e conheci-vos, queridos irmãos, quais fénix de entre as cinzas, resististes, erguestes-vos, inventastes-vos e ousadamente partistes em busca de “novos mares, lançastes as redes do outro lado” e as redes encheram-se de outros peixes, outras iniciativas e as vossas barcas, de tanta fartura quase que soçobram, no entanto alegres e serenos cantais cantitos de euforia e entusiasmo porque o MESTRE vai convosco na barca.
Por isso mesmo, alegres, firmes e serenos, como me escreveu um irmão dirigentes “este é o tempo de rara oportunidade para definirmos o nosso caminho, fortalecer a nossa identidade e reposicionar o escutismo como uma força autónoma dentro da sociedade angolana. O tempo é de construirmos um modelo de escutismo diferente, inspirado em organizações que têm mostrado excelência e robustez. como de resto acontece no Universo escutista a nível mundial, de tal sorte nos tornemos mais inclusivos e plenamente alinhado aos princípios estruturantes da Organização Mundial do Movimento Escutista, mantendo a sua essência pedagógica, patriota, espiritual e comunitária. Este momento oferece à AEA a oportunidade de se afirmar como uma instituição autónoma, moderna e preparada para dialogar directamente com a sociedade. A autonomia permitirá maior liberdade de gestão, capacidade de estabelecer parcerias diversif**adas, presença mais abrangente no território nacional e abertura para acolher jovens de todas as origens, sem barreiras institucionais.
Chegou a hora de redefinir a identidade da AEA com uma visão actualizada, participativa e voltada para o futuro. Esta é uma oportunidade para reforçar a nossa presença pública, ampliar a nossa missão educativa e consolidar o escutismo como referência nacional na formação de jovens.
O escutismo angolano tem agora a possibilidade de crescer com mais liberdade, mais pluralidade e maior impacto social. Cabe a nós, com coragem e união, abraçar este momento e transformá-lo num marco de evolução e fortalecimento”.
Caros irmãos dirigentes e escuteiros,
Como f**a dito acima, de resto o segundo semestre deste ano foi fértil nisso mesmo reafirmação da nossa presença, reconhecimento público da nossa missão, aprofundamento da nossa presença nos actos e eventos patrióticos e religiosos, presença em eventos científicos e de reflexão pública, convites e condecorações a nível nacional e regionais, colectiva e de individualidades ligadas ao surgimento da AEA são a máxima expressão de que os nossos tempos já começaram e este ano primeiro depois dos 30 não poderia ser melhor do que foi, aliás como cantou e muito bem a nossa escuteira “para ser um bom escuteiro, tem que ser um homem de bem e com mochila nas costas e vara na mão, vejo a fome no rosto do irmão e partilhamos o mesmo pão…” por isso, celebremos com euforia, sem perdermos o foco e arregacemos as mangas pois, como sempre “há uma obra cujos obreiros são poucos e precisam de ti”, não fiquem de fora, tenhamos bom ânimo e tal como o DIVINO, vençamos o mundo.
Uma forte e terna canhota e com serenidade aceitemos os desafios se sigamos destemidos como Baden Powell nos ensinou.
O Vosso Irmão
Benja Satula
Chefe Nacional Adjunto
#𝐩𝐨𝐫𝐮𝐦𝐞𝐬𝐜𝐮𝐭𝐢𝐬𝐦𝐨𝐩𝐚𝐫𝐚𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬