Cruzados

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Fortes e unidos prometemos manter-nos assim por uns bons e largos anos.

Hoje, ao celebrar vamos honrar o legado histórico do Pinto da Costa, da raça do Jorge Costa e, ao mesmo tempo, festejar ...
02/05/2026

Hoje, ao celebrar vamos honrar o legado histórico do Pinto da Costa, da raça do Jorge Costa e, ao mesmo tempo, festejar o primeiro de muitos campeonatos do André Villas-Boas.

Vamos aproveitar bem a noite, que a noite é nossa! 🏆🔵⚪💙

Quem muito fala, pouco acerta!Um pontinho não chega para quem fala tanto, não é?TIC TAC ⏳
29/04/2026

Quem muito fala, pouco acerta!

Um pontinho não chega para quem fala tanto, não é?

TIC TAC ⏳

É tempo de dizer o que muitos sentem, mas poucos têm coragem de admitir. O nosso clube não foi fundado, nem se tornou gi...
28/04/2026

É tempo de dizer o que muitos sentem, mas poucos têm coragem de admitir. O nosso clube não foi fundado, nem se tornou gigante, à custa de adeptos de ocasião. Foi erguido por gente de fibra, por aqueles que estavam lá quando ninguém mais queria estar e que nunca precisaram de "novas eras" ou de marketing para sentir o peso do símbolo.

​Hoje, assistimos a uma realidade que nos devia envergonhar. Vivemos um deslumbramento tal com a "nova era" que práticas antes impensáveis e combatidas, como a candonga, são agora aceites com uma passividade assustadora.

Parece que o rigor e a ética que sempre exigimos só interessavam quando a liderança era outra. Branquear esquemas de bilheteira em nome de uma suposta mudança é o primeiro passo para a nossa ruína moral.

Sempre fomos críticos da candonga e sempre lutámos por uma mudança real; aceitar hoje o que condenámos ontem é uma traição aos nossos próprios princípios.

​A verdade é que a vontade de ir ver a bola está a desaparecer para muitos que, ao contrário dos que agora aparecem cheios de bandeiras ao vento, sempre estiveram lá. É difícil sentir motivação para ir ao estádio quando percebemos que o clube está a ser rodeado de oportunistas e de uma massa que só aplaude o que é "novo", esquecendo os princípios básicos de respeito pelo sócio cumpridor.

​Quando aceitamos a candonga hoje "porque sim", estamos a abrir a porta a que o clube seja saqueado no futuro. O saque não é só financeiro; é o saque da credibilidade. Se permitimos pequenos vícios agora, perdemos a autoridade moral para travar grandes abusos amanhã. As críticas devem ser feitas sempre que algo está errado, independentemente de quem ocupa a cadeira do poder. O silêncio cúmplice é o maior inimigo da transparência.

​Quando o ambiente se torna artificial e os esquemas prevalecem sobre o mérito de ser sócio, quem sempre deu o corpo às balas começa a sentir-se um estranho na própria casa. O clube deixa de ser uma família para passar a ser um negócio de entretenimento. O deslumbramento funciona como uma anestesia: se os sócios deixam de ser críticos e exigentes, o clube f**a sem defesas. Sem fiscalização e sem vozes discordantes, f**amos à mercê de decisões que podem hipotecar o nosso património.

​O clube é raça, é verdade e é, acima de tudo, dos seus sócios. Se perdermos a exigência, a ética e aceitarmos o facilitismo, perdemos a nossa mística.

O Porto é de quem o sente na derrota e na vitória, não de quem aparece apenas para a fotografia e aceita tudo para pertencer à moda.

É a tal transparência dizem eles, os sócios não conseguem comprar bilhetes, mas tal como no jogo do Sporting aparecem às...
28/04/2026

É a tal transparência dizem eles, os sócios não conseguem comprar bilhetes, mas tal como no jogo do Sporting aparecem às centenas ou milhares à venda em sites com preços bem inflacionados.

Curioso o site do clube não tem nem 1BILHETE para venda, mesmo para sócios que pagam cotas a vida toda, mas há sites onde podes comprar dezenas de bilhetes e com lugares seguidos. Curioso, agora a administração do Porto e as autoridades que foram implacáveis para controlar venda dos bilhetes e as "candongas", mas agora nem querem saber se há "candongas" ou não, ou se lesam o clube?! Porque será?! Agora os defensores da transparência deram pelos vistos a luz verde a estes tipos e podem revender e lesar os sócios a seu belo prazer?! Curioso...

Queixavam-se do "Macaco e companheiros" por causa dos esquemas dos bilhetes, mas agora pelos vistos surgiram alguns "Gorilas" dos bilhetes mas estes já podem até vender à descarada on-line, muito curioso mais uma vez...

Contra o Sporting só na véspera do jogo, um site destes vendeu APENAS EM 1 HORA, um total de 61 BILHETES e venderam boas centenas ou mesmo milhares de bilhetes, mas para sócios ou público através das lojas azuis e plataformas online, não haviam... Tal como não vão faltar bilhetes até à hora do jogo de domingo com o Alverca, mas só para quem paga mais e são retirados dos sócios e adeptos do clube.

Para que pagam os sócios as cotas? Para isto?? Pelos vistos mais vale nem ser sócio, pois pagam para nada e ainda por cima verem outros que nem sócios são irem aos jogos nos seus lugares e muitos a encher o bolso com o seu "novo Portismo" e sem dúvida muita transparência...

Dantes tínhamos a "candonga de baba e ranho no nariz", hoje em dia temos a "candonga de fato e gravata".

VIVA A TRANSPARÊNCIA!
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Desde 2011
13/04/2026

Desde 2011

O mundo do futebol volta a dar que falar, mas pelos motivos errados. O Estrela Vermelha foi multado em 40 mil euros por ...
28/03/2026

O mundo do futebol volta a dar que falar, mas pelos motivos errados.

O Estrela Vermelha foi multado em 40 mil euros por um "crime" inacreditável: exibir uma coreografia com a imagem de São Simeão, fundador do Estado Sérvio no século XII.

​Isto não é um caso isolado. Recordamos bem o que aconteceu com o Sporting Clube de Braga, que também viu a sua liberdade de expressão censurada quando tentou homenagear figuras ligadas à cristandade.

​Onde está a coerência?

​Enquanto a fé e as figuras históricas que moldaram o nosso continente são punidas com multas pesadas e silenciadas, vemos uma promoção constante de outras agendas. Braçadeiras ou bandeiras de movimentos LGBT em todo o lado, autorizadas coreografias com figuras malignas, mas por que razão a nossa história e a nossa fé são tratadas como algo proibido?

​Como adeptos de futebol e, acima de tudo, como cristãos, a nossa mensagem é clara:

​NÃO DESISTIMOS!

​A Europa tem raízes cristãs e assim continuará!

Como portistas, mas acima de tudo como apaixonados pelo futebol e pelas nossas bancadas, não podemos f**ar indiferentes ...
22/02/2026

Como portistas, mas acima de tudo como apaixonados pelo futebol e pelas nossas bancadas, não podemos f**ar indiferentes ao que aconteceu em Braga.

A proibição da coreografia do SC Braga pela PSP é um daqueles momentos em que as rivalidades clubísticas têm de dar lugar à solidariedade e ao bom senso.

Proibir uma coreografia artística, preparada com meses de esforço e dedicação, é um ataque direto à liberdade de expressão dos adeptos.

O estádio não pode ser um local de silenciamento.

​Numa cidade como Braga, o "Coração da Cristandade" em Portugal, impedir a exibição de figuras religiosas e históricas que fazem parte da identidade do povo e do clube é uma falta de sensibilidade gritante. Se estas imagens são respeitadas nas ruas e nas procissões, por que razão são barradas à porta de um estádio?

​Hoje é o Braga, amanhã é o Porto.

Quando as autoridades decidem "limpar" as bancadas de símbolos culturais e religiosos, estão a matar a alma do nosso futebol.

​O desporto vive da paixão, não da repressão. A segurança não pode servir de desculpa para o autoritarismo cultural.

No Minho ou no Douro, a voz dos adeptos não se cala com proibições sem sentido, se fosse uma coreografia de um "Muamed" qualquer provavelmente estaria tudo bem. O inteligente das forças de segurança politizadas que temos hoje em dia que proíbiu esta coreografia provavelmente nas veias dele não corre sangue Lusitano e se acha dono disto tudo! No futebol só podem politicas que defendam as ideologias doentias deles, as dos outros não podem, a pide comparado com estes tipos eram meninos...

​Força aos adeptos do Braga. Pelo direito à bancada, pela liberdade de expressão e pelo respeito às nossas tradições! 👊🇵🇹

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Num mundo cada vez mais globalizado, somos frequentemente tentados a adotar festividades alheias, muitas vezes em detrim...
01/11/2025

Num mundo cada vez mais globalizado, somos frequentemente tentados a adotar festividades alheias, muitas vezes em detrimento das nossas profundas tradições. O Halloween, com o seu espírito comercial de disfarces e doçura ou travessura, é um festejo de origem celta e de forte pendor anglo-saxónico, que pouco ou nada tem a ver com a rica e secular cultura portuguesa.

É fundamental que nos lembremos das nossas raízes e, por isso, a data que verdadeiramente merece o nosso foco é o Dia de Todos os Santos, a 1 de novembro, e as celebrações que a rodeiam, como o Dia de Finados (ou Fiéis Defuntos), a 2 de novembro.

Em vez de abraçarmos um folclore importado, devemos celebrar o que é autenticamente nosso: a memória e a honra aos nossos antepassados.

O Dia de Todos os Santos em Portugal é um feriado de profunda importância espiritual e comunitária, que evoca a saudade e o respeito pelos que já partiram.

Ao concentrarmos a nossa atenção e celebração no Dia de Todos os Santos e nas tradições, estamos a fazer muito mais do que resistir a influências externas. Estamos a valorizar e a perpetuar a nossa identidade cultural e histórica.

Honrar os nossos antepassados é reconhecer o caminho que pavimentaram, as lutas que enfrentaram e o legado que nos deixaram. É através destas práticas genuínas que transmitimos às novas gerações o verdadeiro signif**ado da memória, do respeito e da solidariedade que caracterizam o povo português.

Vamos celebrar o que é nosso, mantendo viva a chama da nossa história e espiritualidade, em vez de nos deixarmos levar por modismos passageiros.

É no reconhecimento das nossas próprias tradições que reside a verdadeira riqueza cultural.

É com profunda tristeza que recebemos a notícia do falecimento de Jorge Costa, uma verdadeira lenda do futebol português...
05/08/2025

É com profunda tristeza que recebemos a notícia do falecimento de Jorge Costa, uma verdadeira lenda do futebol português. Mas para o FC Porto, a dor é ainda mais profunda.

Jorge Costa não era apenas um jogador; ele era a personif**ação do espírito portista.

O "Bicho", como era carinhosamente conhecido, era a alma e o coração da defesa do Dragão. Em campo, a sua garra, a sua paixão e a sua determinação inabalável eram contagiantes. Ele não jogava apenas pelo emblema; ele sentia o clube em cada fibra do seu ser. Cada entrada, cada disputa de bola, cada grito de incentivo aos colegas era uma prova do seu amor incondicional pelo FC Porto.

Ao longo de 15 anos a vestir a camisola azul e branca, Jorge Costa ergueu 24 troféus, incluindo a mítica Liga dos Campeões de 2004, sendo o capitão que levantou a taça. Mais do que as vitórias, mais do que os títulos, o legado que nos deixa é o de um líder nato, um guerreiro incansável, um símbolo de uma era dourada do clube.

A sua ligação ao FC Porto transcende o campo de jogo. Ele foi um de nós, um portista que nos representou com a máxima honra e orgulho. O seu nome f**ará para sempre gravado na história do clube e nos corações de todos os adeptos.

Obrigado por tudo, capitão. O teu exemplo de dedicação e amor ao FC Porto jamais será esquecido.

Descansa em paz, Jorge Costa.

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