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A lei não é para todos neste mundo.O 'líder" de Israel pode viajar para Nova Iorque, apesar de ter uma mandato de captur...
27/09/2026

A lei não é para todos neste mundo.
O 'líder" de Israel pode viajar para Nova Iorque, apesar de ter uma mandato de captura pelo tribunal penal internacional.

É o povo a voz da consciência que os "líderes" políticos não têm.

Tu, que me lês. Se fosses responsável pelo assassinato de uma criança serias preso e muito bem.

Hoje no mundo, as crianças são assassinadas aos milhares e apesar de pessoas com integridade fazerem o seu trabalho a grande custo pessoal - como Francesca Albanese das Nações Unidas ou os Juízes do Tribunal Penal Internacional, estes monstros continuam livres.

Neste mundo, o mal continua a triunfar e é cada vez mais difícil ensinar uma criança a ser justa, num mundo injusto.

Mas aqui estão milhares de pessoas a lutar pela justiça que os seus líderes eleitos deveriam garantir.

https://www.instagram.com/reel/Ddr7n8AJa7M/?stkn=MTRheXk3NWR0MXo3NA==

06/09/2026

Os dias do querido mês de Agosto
Miguel Sousa Tavares/Expresso

Quando desapareci para férias, estava Agosto a entrar e Bordéus e a Estremadura espanhola a lutarem contra incêndios de uma ferocidade nunca vista. Mas aqui, já íamos com três semanas da operação mediática destinada ao linchamento de Luís Neves. Nos jornais, nas televisões, nas rádios, editores, comentadores, humoristas e jornalistas, todos sem desfalecimento, empurravam-se para ver quem chegaria primeiro ao último estertor do acossado. Acusado de crimes tão graves como, enquanto director nacional da PJ, aceitar os serviços de um empreiteiro que tinha contratos com a mesma PJ e de também aceitar a sua oferta para armazenar um furgão apreendido com componentes químicos que a PJ não tinha onde armazenar, Luís Neves era, sobretudo, acusado de dois pecados imperdoáveis: ter construído um tanque de rega que também podia servir de piscina sem autorização e ter “impermea­bilizado” uns metros quadrados de terreno no fim do mundo para poder chegar a casa sem pisar na lama. O suficiente para lhe cortarem a cabeça, mesmo que, num país onde tanto se suspeita de corrupção, ninguém se detivesse a pensar que aquele homem que servira durante 30 anos numa posição exposta como raras outras a abordagens de corrupção, tudo o que tinha para apresentar como património era uma casinha herdada de família no deserto alentejano, alvo de “sumptuosas” obras de 15 mil euros e um carro com 15 anos.

Entretanto, o mundo avançou Agosto adentro e tragicamente: aos incêndios apocalípticos seguiram-se imagens dos dois maiores rios da Europa, o Reno e o Danúbio, quase transformados em riachos, as verdes paisagens inglesas parecendo o Magrebe, Londres sob 39 graus de canícula e Bruxelas 37, terramotos em vários lados e, por fim, as neves dos Himalaias derretendo-se e tornando-se súbitos rios diluvianos, destruindo e matando tudo à sua frente. Mas aqui, à falta de catástrofes, de incêndios e de crimes tipo-CMTV, continuava tudo na mesma: Luís Neves, Luís Neves, Luís Neves. E o planeta a explodir à volta.

Agosto aproximava-se do fim quando Trump, desvairado pelo atoleiro do Irão, onde a sua soberba e estupidez o enfiaram, voltava a amea­çar a anexação da Gronelândia e agora também Omã, enquanto prosseguia a sua ofensiva de raiva contra o Canadá, cujo primeiro-ministro tem a rara ousadia de o desafiar. Já a nossa velha Europa continuava como sempre, entre a cumplicidade com o terrorismo de Estado de Israel e a imbecilidade estratégica na Ucrânia: lá foram todos eles outra vez em excursão a Kiev, não para pensarem no fim da guerra, mas para prometerem mais dinheiro e mais armas para que a guerra não acabe, Deus nos livre! Mas aqui, eis que afortunadamente surgia novo dado gravemente incriminatório de Luís Neves: afinal, além do Ford Focus com 15 anos, o homem “tinha” outro carro, um Nissan Micra, que o sogro oferecera à sua mulher e que, sendo eles casados em comunhão de adquiridos, pertencia também ao suspeito — e viva a autonomia conjugal!

E assim, a novela prosseguiu ainda até final do mês e continua Setembro adentro, sem que, por um só momento, fossem levantadas as questões políticas que interessa levantar a um ministro da Administração Interna: continua o caos nos aeroportos? Resposta: não. Aumentou o número de mortes nas estradas? Resposta: não, diminuiu em Agosto. Aumentou a criminalidade violenta? Não. Aumentou a área ardida até agora? Não, diminuiu quatro vezes, comparado com igual período de 2025. Mas isso que interessa, quando toda esta operação — obviamente soprada e alimentada de dentro da PJ, e certamente por razões de desforra pessoal — visa, antes de mais, servir o Chega e vingar a ofensa feita por Luís Neves a André Ventura, quando, com números e estatísticas na mão, desmentiu publicamente as suas alegações de que os imigrantes pobres faziam aumentar a criminalidade?

2 No pelotão de fuzilamento de Luís Neves não poderia faltar João Miguel Tavares, o grande pregador moral do regime. Depois de ter esgotado os factos e os argumentos contra Neves, o nosso comissário para a Promoção da Virtude e Repressão do Vício atirou-se a Luís Montenegro, que, tendo declarado que não tiraria férias este Verão, foi fotografado um dia numa praia, por um desses também zelosos “jornalistas balneares”. Eu conheço este discurso populista e sei bem o que se pretende com ele. O melhor exemplo prático desta espécie de franciscano-fascismo foi-nos dado longamente pelo doutor Oliveira Salazar. Sem mulher nem filhos, “casado com a Pátria”, que lhe sustentava todas as necessidades financeiras até que uma cadeira o derrubou — do poder, mas não das benesses do Estado —, Salazar era um poço de proclamadas virtudes e um deserto de vícios, ou até mesmo de prazeres. Não frequentava restaurantes, nem cinemas, nem livrarias, nem concertos; nunca foi visto num estádio, numa tourada ou sequer numa praia; senhor de um Império que proclamava ir do Minho a Timor, nunca pôs um pé no estrangeiro, excepto numa ida a Sevilha para se encontrar com Franco. Foi o exemplo perfeito do governante que a ditadura exaltava e alguns ainda ensaiam promover. Pelo contrário, o melhor exemplo de um governante em tudo diferente, que a democracia nos deu, foi Mário Soares. Soares amava a vida, a praia, as viagens, os almoços com amigos, os prazeres da vida; gastava dinheiro em livrarias, em galerias de arte, em idas a museus ou concertos de música. Não é apenas o facto de eu preferir gente que aproveita e celebra a vida àqueles que, com inveja e medo de viver, se tornam reclusos de si próprios e castradores da liberdade alheia: é que me sinto mil vezes mais seguro com um primeiro-ministro que se atreve a fugir um dia ao trabalho para ir à praia do que com aqueles que vigiam os dias de praia alheios.

3 Apenas 3% dos alunos mais pobres conseguiram entrar este ano nas universidades. Como disse um reitor, a constatação obrigatória é a de que falhou o elevador social — que a educação pública deveria garantir, depois de milhares de milhões nela investida ao longo dos anos. E falhou onde? No ensino secundário público — aquele onde “os professores a lutar também estão a ensinar”, lembram-se? Eis o resultado de 50 anos de luta da Fenprof, e não só, contra a avaliação séria de desempenho. Ou seja, na protecção dos medíocres, dos absentistas, ou dos grevistas das sextas-feiras. Ou haverá outra leitura possível para este número vergonhoso?

4 Do Expresso: o Colégio de Cirurgia Torácica da Ordem dos Médicos enviou uma carta à ministra da Saúde “recusando as definições e os valores a receber” segundo as novas regras para cirurgia nos hospitais do SNS, estabelecidas após o escândalo no serviço de dermatologia de Santa Maria. Nessa carta, os cirurgiões avisavam a ministra de que já estavam a surgir, em protesto, atrasos nas cirurgias dos doentes com cancro de pulmão — o que, segundo os subscritores, “poderá signif**ar a perda de anos de vida para doentes que poderiam beneficiar de tratamento cirúrgico adequado”. E assim encostada à parede, a ministra cedeu e recuou. Mas vale a pena lembrar que todos os anos a mesma Ordem dos Médicos leva a cabo várias sessões solenes do “Juramento de Hipócrates”, em que os novos médicos juram, entre outras coisas, que “a saúde e bem-estar dos meus doentes serão a minha primeira preocupação”. Pobre Hipócrates, estes são mesmo tempos novos!

5 E a Europa com que tantos sonharam e sonhavam morreu neste mês de Agosto, em Ceuta. O tratamento que tantos líderes europeus deram a Espanha (incluindo países como a Finlândia ou a Dinamarca, que beneficiam do apoio político e militar de Espanha) foi de uma absoluta indecência e, simultaneamente, a consequência da autodestruição do ideal europeu levada a cabo por uma leva de dirigentes sem visão nem vergonha. Aos olhos deles, havia que tirar uma desforra de Pedro Sánchez, um exemplo raro de um líder que pensa pela própria cabeça, que se recusa a aceitar os ultimatos de Trump e da NATO, a alinhar na histeria anti-imigração ou a ser conivente com o branqueamento dos crimes de Israel. E que, ainda para mais e para desespero do PP espanhol, a mais estúpida direita europeia, vive uma situação económica próspera, comparada com a dos países que lhe querem dar lições. Por isso o quiseram matar: mas mataram, sim, a Europa, doravante uma simples associação de pedintes e contabilistas.

https://expresso.pt/opiniao/2026-09-03-os-dias-do-querido-mes-de-agosto-aae4f02a

06/09/2026

O Ministério dos Negócios Estrangeiros e dos Expatriados do Estado da Palestina condena veementemente a escalada dos crimes cometidos pela ocupação e pelos seus colonos, incluindo o cerco à aldeia de Al-Mughayyir, com o encerramento das suas entradas e o ataque indiscriminado contra os seus moradores. O Ministério condena também o fornecimento de protecção, armas e coordenação para os ataques dos colonos contra os habitantes da aldeia e apela a uma acção internacional urgente para os proteger. O Ministério condena a implementação, pela ocupação, de políticas de deslocação e genocídio na aldeia de Al-Mughayyir, a nordeste de Ramallah, e a imposição de um cerco sufocante à aldeia durante aproximadamente 20 dias. Este cerco implica o controlo da abertura e fecho das entradas da aldeia, permitindo aos residentes apenas duas horas de movimento por dia. As forças de ocupação continuaram a fechar completamente as entradas da aldeia desde a noite de ontem, impedindo a entrada de ambulâncias, enquanto atacam simultaneamente os residentes indiscriminadamente. Esta escalada contínua visa isolar a aldeia, impor um cerco militar e económico e deslocar os seus habitantes. Faz parte de uma escalada sistemática que tem como alvo a presença palestiniana na aldeia.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros e dos Expatriados do Estado da Palestina condena veementemente a implementação, pela ocupação, de políticas de deslocação e genocídio na aldeia de Al-Mughayyir, a nordeste de Ramallah. O Ministério alerta que o crescente terrorismo dos colonos e os crimes cometidos pelas forças de ocupação na Cisjordânia ocupada, e a sua utilização como ferramentas para implementar as políticas do governo ocupante, reflectem uma política baseada na criação de uma realidade de assassinatos, terrorismo e deslocação forçada, e na sua consolidação política e prática. Isto transforma os crimes repetidos em ocorrências rotineiras que são depois exploradas para alterar o equilíbrio demográfico e territorial e impor novas realidades pela força. O Ministério acredita que o contínuo fomento do terrorismo, do extremismo e do racismo, aliado ao armamento, à protecção e ao apoio político e jurídico concedidos aos colonos, abre caminho a uma escalada cujas repercussões se podem tornar difíceis de controlar para qualquer das partes envolvidas, tornando-se essencial uma intervenção internacional urgente para travar esta trajectória.

Assim, o Ministério apela à comunidade internacional e a todos os países para que ultrapassem a mera condenação verbal e adotem medidas políticas, jurídicas e económicas concretas e dissuasoras, proporcionais à gravidade dos crimes em curso na Cisjordânia ocupada. O documento insta-os a fornecerem urgentemente proteção internacional ao povo palestiniano, a ativarem a jurisdição e a autoridade judicial internacionais para processar os autores desses crimes e garantir que não escapem à punição, a tomarem medidas práticas para impedir a entrada de produtos ilegais dos colonatos nos mercados internacionais, a cessarem quaisquer formas de comércio, investimento ou apoio que contribuam para consolidar o projeto de colonatos, a responsabilizarem as entidades e empresas que fornecem armas, financiamento, proteção ou qualquer forma de apoio aos colonos e a trabalharem para pôr fim à ocupação israelense do território palestiniano ocupado, incluindo Jerusalém, e permitir que o povo palestiniano exerça os seus legítimos direitos nacionais, sobretudo o direito à autodeterminação e ao estabelecimento do seu Estado independente nas fronteiras de 4 de junho de 1967, com Jerusalém como sua capital.

06/09/2026

🚨French MP Thomas Portes has filed a complaint (signalement) in 🇫🇷 under Article 40 of the French Code of Criminal Procedure against former Israeli army platoon commander Elitzur Gitler, concerning his alleged involvement in 𝚝𝚘𝚛𝚝𝚞𝚛𝚎, 𝚠𝚊𝚛 𝚌𝚛𝚒𝚖𝚎𝚜 and 𝚐𝚎𝚗𝚘𝚌𝚒𝚍𝚎 in 𝙶𝚊𝚣𝚊.

The complaint is based on an investigation by The Hind Rajab Foundation (HRF) in partnership with Urgence Palestine, documenting Gitler’s alleged role in operations targeting civilians and protected objects during the 𝚐𝚎𝚗𝚘𝚌𝚒𝚍𝚎 in 𝙶𝚊𝚣𝚊 between November 2023 and April 2024, including an attack on a children’s hospital and the demolition of a mosque and two schools.

Gitler is currently present in France to participate in the 2026 Roundnet World Championship in Paris (2–6 September 2026). The investigation was prompted by information received from FRACBI (the French Coordination for the Academic, Cultural and Sporting Boycott of Israel) regarding his presence on French territory.

HRF and Urgence Palestine are calling on the French government to immediately initiate a preliminary investigation, take provisional measures to prevent the suspect from returning to Israel, preserve the evidence, and ensure the investigation can be launched and carried out effectively.

Full details → https://bit.ly/3SLLrEz

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Join the Hind Rajab Foundation’s legal mission to fight impunity. Become a monthly sponsor or make a one-time gift. Every contribution comes from individuals like you—who care. → https://bit.ly/hrf-support

06/09/2026
06/09/2026

O espetáculo “Tributo Pop”, que junta Carolina Deslandes, Tatanka e Bárbara Tinoco, e os concertos do Conjunto Cuca Monga e Cebola Mol (Eduardo Madeira e Filipe Homem Fonseca) marcados para Lisboa, em outubro, no âmbito do Lisboa Commedia a La Carte Fest, também foram cancelados.

A 1.ª edição tem como cabeça de cartaz o humorista norte-americano Jerry Seinfeld, que se estreia assim ao vivo em Portugal, com um espetáculo em 01 de novembro na MEO Arena.

A atuação do humorista em Lisboa tem sido alvo de contestação e apelos ao boicote, sobretudo nas redes sociais.

Jerry Seinfeld tem demonstrado publicamente o seu apoio a Israel desde o início da fase mais recente do conflito israelo-palestiniano, desencadeada pelos ataques liderados pelo movimento islamita palestiniano Hamas em 07 de outubro de 2023, no sul de Israel, que causaram cerca de 1.200 mortos e mais de duas centenas de reféns.

Desde então, registaram-se na Faixa de Gaza 73.438 mortos e 174.447 feridos, de uma população de cerca de dois milhões de pessoas, havendo ainda por contabilizar cadáveres entre os escombros e em zonas ocupadas por Israel, segundo o balanço mais recente das autoridades daquele território.

Comunidade Cultura e Arte & Lusa

Isto é algo que os judeus sofreram às mãos do regime n**i. Serem levados para lugares de sofrimento. Como podem agora in...
11/05/2026

Isto é algo que os judeus sofreram às mãos do regime n**i. Serem levados para lugares de sofrimento. Como podem agora inflingir esta monstruosidade a outros?
Hi**er também desumanizava os judeus, como agora os Palestinianos são desumanizados!
Eu teria defendido os judeus nesse tempo com o mesmo ardor com que defendo os Palestinianos hoje.
Levei os meus filhos a lugares como a casa de Anne Frank, para lhes ensinar a importância de fazermos a paz e respeitar-mos a vida humana, seja de que raça ou credo for.
Nao sabia, que nessa altura, há muitos anos atrás, muito antes do 7 de Outubro, os Palestinianos já eram mortos, arrancados de suas casas e terras.
Terras que agora se encontram à venda em lugares como Nova Iorque. Terras roubadas. Terras de sangue.

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O documentário "Médicos debaixo de ataque" financiado pela BBC não viu a luz do dia. Quem silenciou a BBC?Agora foi prem...
11/05/2026

O documentário "Médicos debaixo de ataque" financiado pela BBC não viu a luz do dia. Quem silenciou a BBC?
Agora foi premiado na cerimónia BAFTA no Reino Unido.
Aqui f**a o trailer.
Na quarta feira, dia 2 de Julho poderá ser visto no canal abaixo.

O médico que aqui vemos, infelizmente já foi morto por Israel.

Eu creio que todos os comentários que vejo a defender o governo Israelita são bots pagos por Israel que gasta muito dinheiro em propaganda. Mas nós seres humanos, com consciência, como podemos aceitar que se matem médicos, jornalistas, trabalhadores humanitários, civis desarmados, velhinhos, crianças?
Há algo de muito errado, malvado e cruel em quem permite, justif**a ou defende tais ações.

EXCLUSIVE: The trailer is here — Zeteo has acquired and will distribute the Gaza medics documentary produced by Basement Films, ‘Gaza: Doctors Under Attack.’...

11/05/2026

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Póvoa De Lanhoso

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