Matilha da Margarida

Matilha da Margarida A Matilha da Margarida é um Abrigo de Cães, sem fins lucrativos, que neste momento acolhe 146 animais abandonados nas ruas do concelho.

A nossa missão é promover a adoção responsável e proporcionar um abrigo a cães que necessitem da nossa ajuda.

"- Ah e tal eu não ajudo os animais .""-ah e tal há muita gente a precisa, olha agora dar para os animais."Depois é este...
18/06/2026

"- Ah e tal eu não ajudo os animais ."
"-ah e tal há muita gente a precisa, olha agora dar para os animais."
Depois é este o resultado e o fim dado das doações das pessoas parao o banco alimentar contra a fome para humanos....

O meu ja tem há muito e com gravação..."Quem realmente ama os animais não deveria ter medo da transparência.Por isso, ac...
18/06/2026

O meu ja tem há muito e com gravação...

"Quem realmente ama os animais não deveria ter medo da transparência.

Por isso, acredito que a instalação de câmeras em canis e abrigos de animais pode representar um passo importante para fortalecer a proteção e o bem-estar animal.

Cães e gatos dependem completamente das pessoas que cuidam deles e merecem viver em ambientes seguros, monitorados e respeitosos.

As câmeras não resolvem todos os problemas, mas podem ser uma ferramenta valiosa para prevenir maus-tratos, facilitar fiscalizações mais eficazes e valorizar o trabalho de profissionais que atuam diariamente com dedicação, responsabilidade e amor pelos animais.

A transparência protege os animais e também resguarda os profissionais honestos.

Mais fiscalização, mais responsabilidade e mais segurança para todos.

🐾❤️ E vocês, o que acham?

Você é a favor da instalação obrigatória de câmeras em todos os canis e abrigos de animais?"

🐶🌍 CÃES NACIONAIS: SÍMBOLOS DE IDENTIDADE E LEALDADE 🌍🐶Ao redor do mundo, algumas raças de cães  tornaram-se verdadeiros...
15/06/2026

🐶🌍 CÃES NACIONAIS: SÍMBOLOS DE IDENTIDADE E LEALDADE 🌍🐶

Ao redor do mundo, algumas raças de cães tornaram-se verdadeiros símbolos dos seus países de origem. Além da beleza e inteligência, esses animais representam a história, a cultura e as tradições das nações onde surgiram.

🇵🇹 Cão de Água Português – Portugal
Conhecido pela sua inteligência, energia e habilidades na água.

🇧🇷 Fila Brasileiro – Brasil
Famoso pela sua coragem, lealdade e forte instinto protetor.

🇨🇦 Husky Siberiano – Canadá
Resistente ao frio extremo e admirado por sua beleza marcante.

🇯🇵 Shiba Inu – Japão
Pequeno, independente e um dos cães mais populares do país.

🇦🇺 Pastor Australiano – Austrália
Inteligente, activo e excelente cão de trabalho.

🇦🇷 Dogo Argentino – Argentina
Forte, atlético e conhecido pela sua bravura.

🇨🇺 Perro Callejero Cubano – Cuba
Adaptado ao ambiente local e parte da cultura popular cubana.

🇬🇷 Lebrel Grego – Grécia
Elegante, veloz e com raízes históricas muito antigas.

🇲🇬 Cão de Madagascar – Madagascar
Uma raça associada à história e às tradições da ilha.

❤️ Apesar das diferenças de aparência e personalidade, todos compartilham características que conquistaram o coração dos seres humanos: lealdade, companheirismo e inteligência.

A Bébé chegou há dois meses. Era companhia de um toxicodependente que se ausentou paea parte incerta  e a cadela ficou n...
15/06/2026

A Bébé chegou há dois meses. Era companhia de um toxicodependente que se ausentou paea parte incerta e a cadela ficou nas ruas da cidade. A instituição que o tratava pediu me ajuda temporariamente. Já comigo foi castrada, chipada e vacinada. A situação do dono piorou e ela ficou definitivamente.

💔🖤 Luto 🖤💔 POR ISSO A IMPORTÂNCIA DE AJUDAR OS PROTETORES ‼️"Infelizmente,Mais uma protetora se foi. Ela estava atravess...
11/06/2026

💔🖤 Luto 🖤💔 POR ISSO A IMPORTÂNCIA DE AJUDAR OS PROTETORES ‼️

"Infelizmente,Mais uma protetora se foi. Ela estava atravessando a Rua com dois gatinhos quando um caminhão a atropelou e tirou sua vida e de seus gatinhos.. Nelma era uma pessoa humilde, mas não cansava de ajudar os animais e levava muitos animais para serem castrados na Fazenda Modelo. Ela não resistiu aos ferimentos e faleceu na cirurgia.. Nos oferecemos para ficar com dois gatinhos, mas soubemos que todos foram para o céu. Muitos dos nossos estão partindo esse ano.
Não sabemos quais os desígnios de Deus para tantas partidas, tantos protetores..
Mas eu digo apenas uma coisa… Valorizem muito quem luta a nossa luta.
Que a Nelma esteja agora amparada, em um lugar de muita luz.
F**a aqui pra você Nelma o nosso agradecimento por toda sua dedicação, luta e amor pelos animais.
E que você descanse em paz em um lugar onde não haja tanta maldade, tanto desamor.
Obrigada por sua passagem nesse mundo 🙏🏻💚🐾
Os dois gatinhos que a Nelma levava também morreram debaixo do caminhão 😢💔 "

A Joaninha e o espertalhão do S. ROQUE
10/06/2026

A Joaninha e o espertalhão do S. ROQUE

" Atiraram-na ao Atlântico no meio da noite. Na manhã seguinte, um pescador minhoto encontrou-a viva depois de onze hora...
10/06/2026

" Atiraram-na ao Atlântico no meio da noite. Na manhã seguinte, um pescador minhoto encontrou-a viva depois de onze horas à deriva em águas geladas — agarrada a um pedaço de madeira com tanta força que tiveram de o serrar para libertar o seu maxilar.

O veterinário disse que nunca tinha visto nada igual.

Aconteceu ao largo da costa norte de Portugal no final de setembro. Domingos, pescador de sessenta e dois anos com trinta naquelas águas, saiu ao amanhecer entre o nevoeiro a verificar as armadilhas. Às seis e quarenta e cinco viu algo a flutuar a duzentos metros. Pensou que eram destroços da tempestade. Então a forma mexeu-se.

Era uma labradora preta. Uns vinte e dois quilos. O pelo encharcado colado ao corpo, mal à superfície. Já não nadava — agarrava-se a uma tábua de cais partida de pouco mais de um metro. Não descansando sobre ela. Agarrada. O maxilar fechado à volta da madeira com tanta força que os dentes tinham penetrado na superfície. Uma pata dianteira encaixada. O resto do corpo a arrastar na água gelada.

Os olhos abertos. Distantes. O corpo a tremer em espasmos contínuos.

Domingos manobrou o barco com cuidado. Quando se inclinou para a levantar percebeu que ela fisicamente não conseguia largar a madeira — os músculos do maxilar tinham bloqueado completamente. Em vez de forçar e partir-lhe o maxilar, usou uma serra para cortar a tábua e subiu-a para o barco com o pedaço de madeira ainda entre os dentes.

A labradora mal reagiu. Simplesmente continuou a morder.

Nessa tarde as câmaras de segurança do porto mostraram o que tinha acontecido. Às nove e quarenta e um da noite anterior, uma embarcação de recreio parou a vários quilómetros da costa. Duas pessoas atiraram à água um objeto escuro que se debatia.

Esse objeto era ela.

A temperatura da água nessa noite: onze graus. Tinha derivado quase dez quilómetros.

Na clínica, mesmo sedada, a cadela continuava a não largar a madeira. A doutora Filomena Costa demorou quase quatro minutos depois da sedação para separar os dentes da tábua. Encontraram vários dentes rachados, lacerações profundas nas gengivas e mais de vinte lascas incrustadas nas patas. Hipotermia severa, lesão renal, complicações pulmonares por quase afogamento, lesão nervosa em ambas as patas traseiras.

Uma nunca recuperou completamente. Ainda coxeia quando a temperatura baixa.

— O seu corpo acreditava que largar significava morrer — explicou a doutora Costa. — Nunca vi um animal superar assim a fadiga de sobrevivência. Ela decidiu que não ia morrer.

A recuperação durou dois meses. Domingos visitou-a todos os dias — todas as manhãs antes de sair, todas as tardes ao regressar. Sentava-se junto à jaula a falar-lhe em voz baixa enquanto ela apoiava a cabeça ferida na sua bota. Nunca tinha tido um cão. Na quarta semana toda a gente na clínica já sabia que ela lhe pertencia.

Chamou-lhe Tábua.

— Porque aquele pedaço de madeira manteve-a viva — disse simplesmente. — Toda a gente a atirou fora. Mas algo partido a flutuar na escuridão deu-lhe uma oportunidade, e ela agarrou-se a essa oportunidade.

Hoje a Tábua tem uns seis anos. Vários dentes continuam rachados. A pata traseira arrasta quando se cansa. Não se aproxima da água. Nunca subiu ao barco do Domingos.

Todas as tardes espera junto à janela com vista para o porto.

E quando o Domingos chega a cheirar a sal e a gasóleo — a Tábua caminha até ele, sobe para o seu colo e agarra suavemente a manga da sua jaqueta com a boca.

Sem morder. Sem brincar. A agarrar-se.

Tal como se agarrou àquela tábua durante onze horas.

O Domingos nunca se afasta. Às vezes ficam assim quase uma hora, os dois a olhar o Atlântico pela janela.

Um colega perguntou-lhe porque é que a deixava fazer aquilo todas as noites.

O Domingos olhou para a cadela a dormir junto à sua cadeira.

— Há pessoas que falam da vontade de viver como se fosse apenas uma expressão. Eu tirei-a do oceano com as minhas próprias mãos. Ela agarrou-se onze horas porque acreditava que se largasse nem que fosse um segundo, desaparecia.

Fez uma pausa.

— Por isso se ainda precisa de se agarrar a algo seguro…

Sorriu.

— Ganhou esse direito.

Acreditais que os animais entendem algo do amor e da lealdade que os humanos por vezes esquecem? Se esta história vos tocou — deixem um ❤️ e partilhem-na com alguém que precise de a ler hoje. "

Acompanhou-o, para não deixar o dono sozinho.Um homem foi levado pra uma delegacia porque tinha se comportado mal. Quand...
10/06/2026

Acompanhou-o, para não deixar o dono sozinho.

Um homem foi levado pra uma delegacia porque tinha se comportado mal. Quando os policias colocaram ele no carro, o cachorro reagiu na hora. Sem pensar duas vezes, pulou para dentro do veículo e sentou-se do lado dele. Ninguém o obrigou nem chamou. Ele só quis ir com o dono.

Durante o caminho, ficou quieto, a olhar em volta, mas sem se afastar dele. Quando chegaram na esquadra, os policias perceberam que o cachorro continuava ali, à espera. A cena chamou a atenção de quem estava presente e acabou sendo fotografada.

O homem teve que responder pelo que fez, e o companheiro dele não saiu do lugar até tudo terminar. Quando ele saiu, o cachorro voltou a ficar do lado e foram embora juntos.

O besouro-de-São-João aparece em Junho.É o maior insecto de Portugal.Pode atingir 8 centímetros de comprimento.As mandíb...
09/06/2026

O besouro-de-São-João aparece em Junho.

É o maior insecto de Portugal.
Pode atingir 8 centímetros de comprimento.
As mandíbulas enormes dos machos — que parecem chifres de v***o —
são para combate com outros machos.
Não pica. Não morde humanos.
É completamente inofensivo para qualquer pessoa.

A larva vive dentro de troncos de carvalho morto durante 5 anos.
Decompõe a madeira morta e devolve os nutrientes ao solo.
É um dos principais recicladores de matéria orgânica das florestas europeias.

O adulto vive apenas 4 a 6 semanas.
Não tem aparelho digestivo funcional como adulto —
não come nada durante toda a sua vida adulta.
Só existe para reproduzir.

Está em declínio severo em toda a Europa.
A principal causa: falta de madeira morta nos jardins e florestas geridas.
A madeira morta é sistematicamente removida —
e com ela o habitat das larvas.

O que podes fazer:
um tronco de carvalho ou sobreiro de pelo menos 20 centímetros de diâmetro
deixado a apodrecer num canto do jardim
é suficiente para uma família de besouros durante anos.

Aparece em Junho por isso o nome.
Vê-lo é raro — e vai ser cada vez mais raro.

O Barbado da Terceira tem menos de 500 exemplares no mundo.Não 500 em Portugal.500 no planeta inteiro.É uma raça canina ...
09/06/2026

O Barbado da Terceira tem menos de 500 exemplares no mundo.

Não 500 em Portugal.
500 no planeta inteiro.

É uma raça canina criada nos Açores durante séculos para pastorear gado nas encostas da Terceira. Fluffy, pequeno, completamente adaptado ao clima açoriano.
E está a desaparecer porque ninguém a escolhe
quando existem raças estrangeiras mais "modernas".

Portugal tem 9 raças caninas autóctones.
Cada uma foi desenvolvida durante séculos,
em condições específicas de Portugal,
para funções específicas que nenhuma raça estrangeira replica da mesma forma.

O Cão de Castro Laboreiro — possivelmente a raça mais antiga da Península Ibérica.
O Rafeiro do Alentejo — patrulha herdades inteiras de noite em silêncio.
O Cão de Água Português — mergulhava em alto mar para recuperar redes e servir de mensageiro entre barcos.

7 das 9 raças estão em declínio.
A pressão para adoptar raças de tendência importadas
está a eliminar séculos de selecção genética adaptada ao território.

Adoptar uma raça portuguesa autóctone
é preservar 2.000 anos de história canina.

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Bragança
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Telefone

+351935756500

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