Diz Não Ao Paredão

Diz Não Ao Paredão A APDL quer prolongar o quebra-mar exterior por mais 300 metros, naquele que será o maior atentado ambiental e social, que a cidade já viveu nos últimos anos.

📣COMUNICADO📣O movimento cívico Diz Não Ao Paredão encara com profunda reserva a recente tomada de posição da Presidente ...
23/02/2026

📣COMUNICADO📣

O movimento cívico Diz Não Ao Paredão encara com profunda reserva a recente tomada de posição da Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos relativamente à expansão do Porto de Leixões. Trata-se de uma reação extemporânea e que ignora a responsabilidade direta da autarquia nas decisões que conduziram ao cenário atual.

Recordamos que a concordância da autarca ao prolongamento do quebra-mar exterior (em 2019/2020) constituiu uma aceitação implícita do novo terminal de contentores. Tecnicamente, as duas obras são indissociáveis - o terminal é a razão de ser do quebra-mar.

Alertamos diversas vezes que seria prudente aguardar pelo projeto detalhado do novo terminal de contentores antes de avançar com obras de impacto irreversível. Se Luisa Salgueiro procurasse, de facto, o equilíbrio entre a atividade portuária e o bem-estar da cidade, teria apoiado a suspensão imediata do prolongamento quando este movimento a propôs. Em bom rigor, fez o contrário, promoveu-o.

Lamentamos que a defesa dos interesses de navegue ao sabor de conveniências políticas e afinidades partidárias.

O Diz Não Ao Paredão reitera a sua posição: a cidade não pode ser refém de uma estratégia portuária que desvaloriza o impacto ambiental e social. Continuaremos a exigir total transparência e uma postura de diálogo, onde o superior interesse da população seja atendido, com projetos que encontrem o equilíbrio entre o desenvolvimento económico, o ambiente e a dinâmica da cidade.

❌ A Câmara Municipal de Matosinhos acordou tarde para o problema. Com o prolongamento do quebra-mar concluído e as draga...
07/02/2026

❌ A Câmara Municipal de Matosinhos acordou tarde para o problema. Com o prolongamento do quebra-mar concluído e as dragagens feitas, achou que agora (só agora!) era o momento de dar voz à comunidade.

"Nada disto interessou à presidente da Câmara Municipal de Matosinhos (CMM). O Governo e a presidência da APDL eram do seu partido... Luísa Salgueiro votou contra o pedido de suspensão da obra, como era razoável e exigido pelos seus munícipes que protestavam e que nunca recebeu, e assobiou para o lado quanto à moção aprovada no Porto. (...)
Como o governo já não é da sua cor, a presidente de acordou. Descobriu que o problema da água reside nas ribeiras, como se isso fosse novidade, e já não quer o novo terminal de contentores pelo seu impacto, fingindo não conhecer que a ampliação do quebra-mar só se justifica para viabilizar esse projeto." - Rui Moreira

Em 2026, a Praia de   corre o risco de não ser " Zona Balnear"Alertamos, desde 2019, para este impacto permanente e irre...
26/01/2026

Em 2026, a Praia de corre o risco de não ser " Zona Balnear"

Alertamos, desde 2019, para este impacto permanente e irreversível, e que estava inclusivamente previsto no estudo de impacto ambiental do prolongamento do quebra-mar exterior:

"A presença do prolongamento do quebra-mar exterior irá causar (...) uma atenuação da hidrodinâmica local, circulação e agitação, no interior do porto e no acesso ao Porto de Leixões e na zona adjacente à Praia de Matosinhos. Daí resultará uma redução das condições de dispersão de poluentes no meio aquático, potenciando a degradação da qualidade da água pelas fontes poluentes intervenientes na área e, de forma geral, a afetação do estado da massa de água."

Onde estão as entidades responsáveis pelas medidas de compensação/mitigação?

❌ A Praia de   tem estado interdita/desaconselhada consecutivamente durante esta época balnear.Alertamos em 2019 para es...
03/09/2025

❌ A Praia de tem estado interdita/desaconselhada consecutivamente durante esta época balnear.

Alertamos em 2019 para este impacto, permanente e irreversível, e que estava inclusivamente previsto no estudo de impacto ambiental do prolongamento do quebra-mar exterior:

🗣 "A presença do prolongamento do quebra-mar exterior irá causar (...) uma atenuação da hidrodinâmica local, circulação e agitação, no interior do porto e no acesso ao Porto de Leixões e na zona adjacente à Praia de Matosinhos. Daí resultará uma redução das condições de dispersão de poluentes no meio aquático, potenciando a degradação da qualidade da água pelas fontes poluentes intervenientes na área e, de forma geral, a afetação do estado da massa de água." - EIA 3001, Relatório Síntese, pág. 397

E agora? Quem se responsabiliza por esta decisão danosa em matéria ambiental e de saúde pública?

❗️Manifestamos a nossa “profunda preocupação relativamente ao ponto de situação de projetos cruciais para o desenvolvime...
25/06/2025

❗️Manifestamos a nossa “profunda preocupação relativamente ao ponto de situação de projetos cruciais para o desenvolvimento e competitividade do Porto de Leixões que, como se sabe, não são isentos de impactos ambientais e sociais e, também por isso, merecem uma redobrada atenção e exigência na sua execução”

Para o prolongamento do quebra-mar e dragagens, reporta-se um custo de aproximadamente 190 milhões de euros, no entanto, na ausência do novo terminal ou de um terminal norte devidamente reconvertido e funcional, este investimento significativo parece não cumprir o seu propósito original.



Humberto Silva quer saber como se justifica o enorme gasto público num projeto que, até à data, não tem um desfecho definido. APDL remeteu esclarecimento sobre estas questões para um momento oportuno.

Começar a casa pelo telhado nunca foi boa ideia. A ler.
27/02/2023

Começar a casa pelo telhado nunca foi boa ideia. A ler.

Quo vadis, Porto de Leixões?

A execução do Novo Terminal de Contentores (NTC) do Porto de Leixões não está a decorrer dentro da janela prevista, devido essencialmente a três fatores: incapacidade de financiamento direto da APDL, agravada pela perda de receitas fruto do encerramento da refinaria da GALP e do período pandémico; incerteza quanto ao seu modelo de concessão; e uma crise de governance exacerbada pelas quezílias partidárias sobre a nomeação do próximo presidente da administração.

O Novo Terminal de Contentores é a terceira e última (e indispensável) fase do projeto de expansão do Porto de Leixões que irá permitir que o porto receba navios maiores.

Em 2019 numa reunião com a APDL juntamente com a DGRM, Comunidade Portuária de Leixões e APA, em representação do movimento Diz Não Ao Paredão contestei que tivessem dividido o projeto em três fases e com uma agravante: avançar primeiro com o prolongamento do quebra-mar e o aprofundamento da bacia de rotação sem que estivesse garantido o Novo Terminal de Contentores – relembro que à data desta reunião o projeto do NTC estava longe de ser aprovado, aliás, estava ainda em cima da mesa a idiótica proposta de se acabar com o porto de pesca para dar lugar aos contentores.

Durante a fase de contestação do projeto, foram algumas (poucas) as vozes de técnicos ligados ao setor que se levantaram sobre a extemporaneidade do projeto e o facto de ir em contraciclo à tendência do transporte marítimo, mesmo sendo poucos, essa preocupação ficou registada durante o período de consulta pública apenas para ser ignorada. A obra tinha de avançar.

Recordo-me de Jaime Vieira dos Santos, então presidente da comunidade portuária e um acérrimo defensor desta expansão, afirmar que seria imprescindível que navios maiores pudessem aportar em Leixões, no entanto, hoje afirma que "outra grande modificação do mercado ocorre no transporte marítimo pela utilização de navios panamax, ou mesmo sub-panamax, em viagens oceânicas, ligando dois quaisquer portos localizados em Continentes distintos." e acrescenta "Neste Novo Ciclo, o Tempo de Trânsito da movimentação das cargas está a sobrepor-se à Escala."

Teria afinal essa minoria contestatária razão em relação à alteração do paradigma do shipping? O tempo responderá.

Uma coisa é certa, caso o projeto do Novo Terminal de Contentores não avance, os 184 milhões de euros gastos no projeto das acessibilidades marítimas – fruto de uma derrapagem de 54 milhões face à adjudicação inicial - terão servido para absolutamente nada exceto para provocar alterações irreversíveis a e ao ; e para sobrecarregar o Porto de Leixões com a despesa decorrente da mitigação dos seus efeitos.

🎥 Um curto documentário sobre o movimento   e a defesa da Praia de   face aos impactos das obras de expansão do Porto de...
28/11/2022

🎥 Um curto documentário sobre o movimento e a defesa da Praia de face aos impactos das obras de expansão do Porto de Leixões com a assinatura de João Tiago.

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Praia De Matosinhos
Matosinhos

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