ecO - Associação Cultural de Leiria

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https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/hadoc-em-cancoes-de-uma-terra-em-lume-brando-escuta-se-o-som-de-fundo-de-uma-nacao...
15/06/2026

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No âmbito da parceria HÁDOC - Cinema Documental com o Jornal de Leiria

16 de Junho, Teatro Miguel Franco, Leiria, 21h30
CANÇÕES DE UMA TERRA EM LUME BRANDO, de Olha Zhurba

Songs of Slow Burning Earth| 95 min | Ucrânia, Suécia, França, Dinamarca | 2024 | m/14

* International Documentary Film Festival Amsterdam 2024 – Seleção Oficial
* European Film Awards 2026 – Nomeado Melhor Filme
* Riga International Film Festival 2024 – Vencedor Melhor Filme
* Filmfest Bremen 2025 – Vencedor Melhor Filme Internacional

A propósito de uma terra que arde devagar
Alguns esperam que, naturalmente, um filme documental sobre a guerra se debruce sobre as imagens que os telejornais não exibem. Ou porque não servem o propósito de angariar audiências ou porque são demasiado violentas para a hora do jantar. Mais ainda num conflito como o da Ucrânia, cuja duração ultrapassa já a da I Guerra Mundial. Olha Zhurba, realizadora ucraniana, responde, de alguma forma, a esta ideia, mas não exatamente da forma que se esperaria. Não nos mostra o combate, a fúria dos projéteis, o heroísmo dos soldados. Mostra-nos (e acima de tudo dá-nos espaço para observar) o que vai sendo consumindo enquanto é atravessado pelo conflito: o território, as infâncias perdidas, a sombra das ausências, o espetáculo das almas em carne-viva.
Canções de Uma Terra em Lume Brando (Songs of Slow Burning Earth, 2024) é um título que engana. A música destas canções é um zumbido lúgubre, o som de fundo de uma nação em estado de exceção permanente, uma espécie de ruído branco omnipresente até ser obliterado pelo peso do silêncio.
Resultado de dois anos de filmagens, umas vezes perto da linha da frente, outras em zonas mais afastadas do conflito bélico, o resultado pode comparar-se a um diário audiovisual da normalização do apocalipse: filas intermináveis de automóveis, estações de comboio superlotadas onde famílias se separam com a eficiência de uma linha de montagem, crianças que brincam aos soldados num pátio enquanto são sobrevoadas por caças. Mas a verdadeira força do filme está naquilo que Zhurba não filma. Há um código de ética rigoroso em ação: nunca vemos cadáveres. A realizadora prefere filmar a luz a entrar numa morgue, o sol que insiste em bater nas paredes brancas enquanto, atrás de um vidro fosco, mulheres aguardam para reconhecer os corpos dos seus homens. Uma opção que a autora explica, em entrevista: "Essa luz era a única coisa bonita naquela sala". E é esta tensão mal-resolvida, entre o horror e a beleza, entre a urgência do testemunho e a contenção da forma, que torna o filme tão perturbador.
Zhurba transforma o trauma num ritual partilhado, e fá-lo com uma disciplina quase ascética. Esta abordagem é, ela própria, uma forma de resistência. Num mundo onde os algoritmos e o imediatismo nos empurram para o choque fácil, Canções de Uma Terra Em Lume Brando exige paciência, exige observar, exige que se sinta o peso de cada segundo. Exige ao espectador que demonstre coragem, e que ceda o seu tempo e atenção. É algo cada vez mais raro de conseguir e de obter, mas é também o que torna este filme tão especial e precioso.
O futuro, na Ucrânia de Zhurba, é uma ideia ténue. Mas ainda assim persiste. E isso, talvez, seja o mais próximo da esperança que se pode reclamar.

Esta terça-feira, no Teatro Miguel Franco

https://www.youtube.com/watch?v=CKKL8fgpAzU16 junho . teatro miguel franco . leiria . 21h30CANÇÕES DE UMA TERRA EM LUME ...
11/06/2026

https://www.youtube.com/watch?v=CKKL8fgpAzU

16 junho . teatro miguel franco . leiria . 21h30

CANÇÕES DE UMA TERRA EM LUME BRANDO, de Olha Zhurba

Songs of Slow Burning Earth | 95 min | Ucrânia, Suécia, França, Dinamarca | 2024 | m/14

International Documentary Film Festival Amsterdam 2024 – Seleção Oficial
European Film Awards 2026 – Nomeado Melhor Filme
Riga International Film Festival 2024 – Vencedor Melhor Filme
Filmfest Bremen 2025 – Vencedor Melhor Filme Internacional

Entre o primeiro estrondo dos mísseis e o silêncio que se segue, há uma terra que aprende a arder em lume brando. O documentário de Olha Zhurba, filmado ao longo de dois anos na Ucrânia, sem nunca mostrar sangue ou explosões, capta a lenta transformação de uma sociedade que se entorpece diante da mais trágica das normalidades: quando o horror se torna rotina diante da indiferença de um mundo cada vez mais distante.

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16 junho . teatro miguel franco . leiria . 21h30CANÇÕES DE UMA TERRA EM LUME BRANDO, de Olha Zhurba Songs of Slow Burnin...
11/06/2026

16 junho . teatro miguel franco . leiria . 21h30

CANÇÕES DE UMA TERRA EM LUME BRANDO, de Olha Zhurba
Songs of Slow Burning Earth | 95 min | Ucrânia, Suécia, França, Dinamarca | 2024 | m/14

International Documentary Film Festival Amsterdam 2024 – Seleção Oficial
European Film Awards 2026 – Nomeado Melhor Filme
Riga International Film Festival 2024 – Vencedor Melhor Filme
Filmfest Bremen 2025 – Vencedor Melhor Filme Internacional

"Quando me perguntam o que é a guerra, respondo sem hesitar: são nomes."

Estes verso do poeta ucraniano Maksym Kryvtsov, morto em combate aos 33 anos, abrem caminho para o diário audiovisual de Olha Zhurba — uma imersão de dois anos nos abismos da guerra de larga escala na Ucrânia. Mas aqui não há generais nem estratégias. Há paisagens, encontros ocasionais, diálogos raros, silêncios que pesam mais do que qualquer discurso. Há os acordes desafinados do pânico nos primeiros dias da invasão, gravados em chamadas de emergência que ouvimos sobre fundo negro antes de qualquer imagem surgir. E há, depois, a lenta e perturbadora transformação desses acordes numa quietude entorpecida — a aceitação da morte e da destruição como parte do quotidiano.
Canções de Uma Terra em Lume Brando recusa o óbvio. Sem narração, sem entrevistas, sem imagens de arquivo dos telejornais, Zhurba constrói um arquivo emocional que não mostra sangue nem explosões — mas mostra tudo o resto: o vazio deixado por quem partiu, o cansaço nos olhos dos que ficaram, o humor que ainda resiste, a vida que teima em rebentar por entre os escombros. A guerra, aqui, é aquilo que sobra depois de as câmaras se irem embora.
E depois há o som. A paisagem sonora desenhada por Yaroslav Tatarchenko move-se entre o ruído ambiente e o silêncio absoluto, entre as buzinas dos comboios e os monólogos interiores que nunca chegam a ser pronunciados. É um filme que se escuta tanto quanto se vê — e que nos obriga a ouvir o que preferíamos ignorar.
Presente nos mais conceituados festivais de cinema, Canções de Uma Terra em Lume Brando não é apenas mais um documentário sobre a guerra na Ucrânia. É um testemunho sobre aquilo que acontece quando o inferno se torna quotidiano — e sobre a estranha, teimosa, frágil beleza de continuar humano.

https://www.youtube.com/watch?v=rioAD6o8u7w26 maio . teatro miguel franco . leiria . 21h30GUERRA DE PORCELANA,de Brendan...
22/05/2026

https://www.youtube.com/watch?v=rioAD6o8u7w
26 maio . teatro miguel franco . leiria . 21h30

GUERRA DE PORCELANA,
de Brendan Bellomo e Slava Leontyev

Porcelain War | 87 min | Ucrânia, EUA, Austrália| 2024 | m/14
Óscares 2025 – Nomeado Melhor Documentário
Sundance Film Festival 2024 – Grande Prémio do Júri
Seattle International Film 2024 – Vencedor Melhor Documentário
Stockholm Film Festival 2024 – Vencedor Melhor Documentário

No rescaldo da invasão russa, Slava Leontyev, Anya Stasenko e Andrey Stefanov tomam uma decisão que desafia toda a lógica: ficam. Enquanto Kharkiv arde sob bombardeamentos diários, este trio de artistas troca os pincéis pelas armas, mas sem nunca largar os primeiros. Slava torna-se instrutor de treino para civis que nunca tinham pegado numa AK-47. Andrey, pintor de formação, transforma-se em cineasta improvisado, arriscando a vida para registar, com câmaras GoPro e drones, o quotidiano de uma cidade que teima em não morrer. Anya, por seu lado, encontra na arte a sua trincheira: continua a pintar delicadas figuras de porcelana que depois coloca entre os escombros, pequenos símbolos de resistência e beleza num mundo em escombros.
Filmado ao longo de dois anos com mais de 500 horas de imagens captadas pelos próprios protagonistas, Guerra de Porcelana é um testemunho visceral e poeticamente sublime sobre o que significa defender não apenas um território, mas uma forma de estar no mundo e na vida. Os realizadores Brendan Bellomo e Slava Leontyev — separados por 10 mil quilómetros e duas línguas diferentes, mas unidos pela linguagem universal da arte — constroem uma narrativa que oscila entre a brutalidade dos drones bombardeadores e a serenidade das figuras de porcelana pintadas à mão, diante do som das sirenes e o silêncio dos campos de girassóis.
Vencedor do Grande Prémio do Júri no Festival de Sundance 2024 e nomeado ao Óscar de Melhor Documentário em 2025, Guerra de Porcelana é, sobretudo, um filme sobre a escolha mais radical de todas: a de continuar humano quando tudo à volta parece querer roubar-nos a humanidade.

hádoc 2026 - 15.º Cinema Documental em Leiria26 maio . teatro miguel franco . leiria . 21h30GUERRA DE PORCELANA, de Brendan Bellomo e Slava LeontyevPorcelain...

https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/hadoc-onde-a-rocha-fende-oferece-a-companhia-de-alguem-que-nao-desistiuUma parceri...
11/05/2026

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Uma parceria do HÁDOC - Cinema Documental com o Jornal de Leiria

Há um tipo de obstinação que não se explica com facilidade. Não é teimosia cega, nem sequer coragem no sentido clássico — a coragem de quem avança porque não tem medo. É antes a determinação de quem avança apesar do medo, e apesar de tudo o que lhe disseram que era impossível, impróprio ou, simplesmente... que não lhe dizia respeito.
É sobre essa obstinação, entre outras coisas, que Onde a Rocha Fende (Cutting Through Rocks, 2025) trata. Este é o documentário de estreia da dupla (e casal) de realizadores Mohammadreza Eyni e Sara Khaki e que, desde que foi apresentado em Sundance, em janeiro de 2025 (tendo ganho o Grande Prémio do Júri, nessa competição), tem percorrido festivais de forma imparável, acumulando prémios do público em Nyon, Amesterdão ou Auckland, e chegando à lista de nomeados para o Óscar de melhor documentário, na cerimónia de 2026.
No centro do filme está Sara Shahverdi, a primeira mulher eleita para o conselho local de uma aldeia rural no Irão. O que começa por parecer uma história de vitória política rapidamente se revela muito mais complexa e, talvez por isso mesmo, mais interessante: Sara quer ensinar raparigas adolescentes a andar de mota e combater os casamentos infantis, incentivando-as a perseguir carreiras como engenheiras e médicas. Numa teocracia (patriarcal) como é o Irão, a contestação não tarda, obviamente, em chegar. De forma também pouco surpreendente,a protagonista, face a estas dificuldadesm depara-se com uma crise de identidade que o filme acompanha sem hesitar e sem embelezar.
Eyni e Khaki prepararam o filme viajando ao longo de cerca de 6 anos para a aldeia do Irão onde Sara reside, em períodos tipicamente de 2 meses. A abordagem revela uma contenção que respeita a protagonista sem a transformar num símbolo fácil. Sara Shahverdi não é uma he***na sem contradições, e é precisamente essa recusa em simplificar ou facilitar que torna o documentário tão perturbador e tão necessário. O júri de Sundance descreveu-o como um retrato "corajoso e excêntrico" de alguém que confronta uma sociedade dominada por homens, sublinhando o calor e o humor da figura central. O humor, sobretudo, é o que muitas vezes falta a este tipo de cinema: a capacidade de rir, mesmo (e especialmente) quando se está a “atravessar rochas”, ou ultrapassar escolhos..
Onde a Rocha Fende não oferece conforto fácil nem catarse redentora. Oferece algo mais raro: a companhia de alguém que não desistiu, e a incómoda pergunta sobre o que faríamos nós no seu lugar.

12 maio . teatro miguel franco . leiria. 21h30

Onde a Rocha Fende
de Mohammadreza Eyni e Sara Khaki
Cutting Through Rocks | 95 min | Irão, EUA, Alemanha | 2025 | m/14

Óscares 2026 – Nomeado Melhor Documentário
International Documentary Film Festival Amsterdam 2025 – Vencedor Melhor Documentário
Sundance Film Festival 2025 – Vencedor Grande Prémio do Júri
Woodstock Film Festival 2025 – Vencedor Melhor Documentário

O rugido de um motor rompe o silêncio das planícies do noroeste do Irão. É Sara Shahverdi, parteira de profissão, motard por rebelião e política por desafio, a primeira mulher eleita para o conselho da sua aldeia. Divorciada e sem filhos, Sara não se limita a ocupar um lugar à mesa dos homens – quer incendiar essa mesa. O seu objetivo é tão simples quanto radical: ensinar as raparigas da comunidade a andar de mota, garantir-lhes o direito à educação e à propriedade, e lutar contra uma tradição que as destina a casamentos infantis.
Filmado ao longo de oito anos com uma intimidade impressionante, o documentário de Sara Khaki e Mohammadreza Eyni acompanha cada passo desta mulher extraordinária, enquanto enfrenta a hostilidade dos colegas do conselho, as suspeitas da comunidade e as suas próprias dúvidas. Quando acolhe em casa Fereshteh, uma adolescente que tenta escapar a um casamento forçado, a tensão atinge o limite, expondo o preço pessoal de desafiar séculos de patriarcado.
Mas Sara não é uma mártir, é uma força da Natureza. Com uma determinação inabalável e uma sagacidade política afiada, vai abrindo caminho onde parece haver apenas pedra. Os realizadores captam cada pequena vitória: nuvens de pó levantadas pelas motas, raparigas a conquistar um espaço próprio, uma porta que range ao abrir-se para futuros inesperados .
Nomeado aos Óscares, vencedor do Grande Prémio do Júri de Sundance em 2025 e nomeado aos Prémios do Cinema Europeu, Onde a Pedra Fende é um testemunho visceral de que, por vezes, uma pequena centelha da liberdade chega para iluminar o mundo.

https://www.youtube.com/watch?v=uOUDm7Q5wdo

28 abril . teatro miguel franco . leiria. 21h30O CONTO DE SILYANde Tamara KotevskaThe Tale of Silyan | 80 min. | Macedón...
27/04/2026

28 abril . teatro miguel franco . leiria. 21h30

O CONTO DE SILYAN
de Tamara Kotevska

The Tale of Silyan | 80 min. | Macedónia do Norte, EUA | 2025 | m/12

International Documentary Association 2025 – Vencedor Melhor Documentário
Venice Film Festival 2025 – Vencedor Melhor Filme
Chicago International Film Festival 2025 – Vencedor Silver Hugo
Toronto International Film Festival 2025 – Seleção Oficial

De Tamara Kotevska, realizadora de Honeyland, exibido no Hádoc em 2020, O Conto de Silyan é um retrato sensível e poético de um homem cuja vida é atravessada pela memória, pela perda e pela busca incessante de um lugar a que possa chamar lar.
Recorrendo a um conto local que serve de metáfora para o desequilíbrio ambiental que se vive no mundo contemporâneo, somos convidados a entrar num universo íntimo, onde cada gesto, cada silêncio e cada paisagem carrega uma história de resistência, pertença e identidade.
Assim, equilibrando delicadamente observação e reflexão, constrói-se uma narrativa que transcende a biografia individual. Silyan torna-se uma lente através da qual se exploram temas universais: o peso do passado, a herança das origens, o regresso às coisas simples da vida e a capacidade de reinvenção diante das adversidades.
Com uma estética contemplativa e uma narrativa que privilegia a emoção e a intimidade, o filme transforma uma história pessoal num ensaio sobre a condição humana, convidando o espectador a refletir sobre a memória, a sobrevivência e a dignidade, celebrando a força silenciosa de quem enfrenta a vida com coragem e perseverança.

28 abril . teatro miguel franco . leiria. 21h30O CONTO DE SILYAN, de Tamara KotevskaThe Tale of Silyan | 80 min. | Maced...
25/04/2026

28 abril . teatro miguel franco . leiria. 21h30

O CONTO DE SILYAN, de Tamara Kotevska
The Tale of Silyan | 80 min. | Macedónia do Norte, EUA | 2025 | m/12

International Documentary Association 2025 – Vencedor Melhor Documentário
Venice Film Festival 2025 – Vencedor Melhor Filme
Chicago International Film Festival 2025 – Vencedor Silver Hugo
Toronto International Film Festival 2025 – Seleção Oficial

De Tamara Kotevska, realizadora de Honeyland, exibido no Hádoc em 2020, O Conto de Silyan é um retrato sensível e poético de um homem cuja vida é atravessada pela memória, pela perda e pela busca incessante de um lugar a que possa chamar lar.
Recorrendo a um conto local que serve de metáfora para o desequilíbrio ambiental que se vive no mundo contemporâneo, somos convidados a entrar num universo íntimo, onde cada gesto, cada silêncio e cada paisagem carrega uma história de resistência, pertença e identidade.
Assim, equilibrando delicadamente observação e reflexão, constrói-se uma narrativa que transcende a biografia individual. Silyan torna-se uma lente através da qual se exploram temas universais: o peso do passado, a herança das origens, o regresso às coisas simples da vida e a capacidade de reinvenção diante das adversidades.
Com uma estética contemplativa e uma narrativa que privilegia a emoção e a intimidade, o filme transforma uma história pessoal num ensaio sobre a condição humana, convidando o espectador a refletir sobre a memória, a sobrevivência e a dignidade, celebrando a força silenciosa de quem enfrenta a vida com coragem e perseverança.

O CONTO DE SILYAN trailer hádoc

14 abril . teatro miguel franco . leiria . 21h30Orwell: 2+2=5, de Raoul PeckOrwell: 2+2=5 | 119 min. | França, EUA | 202...
12/04/2026

14 abril . teatro miguel franco . leiria . 21h30

Orwell: 2+2=5, de Raoul Peck

Orwell: 2+2=5 | 119 min. | França, EUA | 2025 | m/14

Cannes Film Festival 2025 – Nomeado Melhor Documentário
International Documentary Association 2025 – Vencedor Honorable Mention
Critics' Choice Documentary Awards 2025 – Vencedor Melhor Banda Sonora

Orwell: 2+2=5 é um documentário poderoso que revisita a vida, o pensamento e a atualidade política da obra de George Orwell.
Realizado por Raoul Peck, o filme cruza textos, imagens de arquivo e acontecimentos contemporâneos através de uma montagem intensa que revela como a manipulação da linguagem, da informação e da verdade se tornou uma arma central do nosso tempo.
Entre o passado e o presente, o documentário estabelece um diálogo inquietante entre a experiência pessoal de Orwell e as crises políticas atuais.
Uma reflexão urgente sobre propaganda, autoritarismo e liberdade, e um alerta perturbador sobre o futuro das democracias.

7 abril . teatro miguel franco . leiria . 21h30 Led Zeppelin: O Nascimento da Lenda, de Bernard MacMahonBecoming Led Zep...
06/04/2026

7 abril . teatro miguel franco . leiria . 21h30

Led Zeppelin: O Nascimento da Lenda, de Bernard MacMahon

Becoming Led Zeppelin | 122 min. | Reino Unido, EUA | 2025 | m/12

Critics' Choice Documentary Awards 2025 – Vencedor

Becoming Led Zeppelin é um documentário que acompanha a formação e a ascensão dos Led Zeppelin. Através de entrevistas exclusivas e do testemunho direto dos próprios membros, revela os primeiros passos, as influências musicais e os desafios iniciais da banda. Com imagens de arquivo raras e inéditas, explora a criação de um som que mudou o rock para sempre. Um retrato íntimo do nascimento de uma das bandas mais marcantes da História.

Como é já apanágio, o HÁDOC arranca com um documentário "musical". Desta feita apresentamos um filme acerca de uma das m...
31/03/2026

Como é já apanágio, o HÁDOC arranca com um documentário "musical". Desta feita apresentamos um filme acerca de uma das maiores bandas de rock do planeta, com os próprios músicos como protagonistas

7 abril . teatro miguel franco . leiria . 21h30

Led Zeppelin: O Nascimento da Lenda,
de Bernard MacMahon

Becoming Led Zeppelin | 122 min. | Reino Unido, EUA | 2025 | m/12

Critics' Choice Documentary Awards 2025 – Vencedor

Becoming Led Zeppelin é um documentário que acompanha a formação e a ascensão dos Led Zeppelin.
Através de entrevistas exclusivas e do testemunho direto dos próprios membros, revela os primeiros passos, as influências musicais e os desafios iniciais da banda. Com imagens de arquivo raras e inéditas, explora a criação de um som que mudou o rock para sempre.
Um retrato íntimo do nascimento de uma das bandas mais marcantes da História.

hádoc 2026 - 15.º Cinema Documental em Leiria7 abril . teatro miguel franco . leiria . 21h30LED ZEPPELIN: O NASCIMENTO DA LENDA, de Bernard MacMahonBecoming ...

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