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Cidadãos pela Beira Baixa Movimento cívico para proteger a Beira Baixa. Ajude-nos a parar este projeto que destruirá a nossa região

ÚLTIMAS HORAS PARA PARTICIPAR NA CONSULTA PÚBLICA AO PROJETO SOPHIA!O projeto Sophia foi reformulado, mas será que mudou...
21/10/2026

ÚLTIMAS HORAS PARA PARTICIPAR NA CONSULTA PÚBLICA AO PROJETO SOPHIA!

O projeto Sophia foi reformulado, mas será que mudou o essencial? Uma «reformulação» que não resolve os impactos negativos sobre a Beira Baixa, o seu território, a paisagem, os recursos naturais e as comunidades locais não é suficiente!

Não deixes que as decisões sobre o futuro da nossa região sejam tomadas sem a participação de quem aqui vive, trabalha e cuida deste território.

✍️ Participa!https://participa.pt/pt/consulta/central-solar-fotovoltaica-de-sophia-e-lmat-associadas-projeto-reformulado

Pela Beira Baixa, pelo território e pelo futuro das nossas comunidades.

15/10/2026

Os Cidadãos pela Beira Baixa (CPBB) manifestam a sua oposição ao Projeto Sophia reformulado e apelam à participação da população na consulta pública, que termina a 21 de outubro.

Em comunicado, o movimento considera que a nova versão do projeto não resolve as falhas da proposta inicial, acusando o promotor de se limitar a “reorganizações cosméticas” para contornar a oposição das autarquias, das populações e de entidades públicas como a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

"Na realidade, o Promotor ao não abdicar da estrutura conceptual do projeto global inicial, focado numa grande central solar e numa Linha de Média e Alta Tensão no território, deixa claro que, através de posteriores redimensionamentos sem o escrutínio das populações e das Instituições publicas locais, regionais e nacionais, não desiste da sua implementação futura, o que configura a sonegação de informação relevante relativa à verdadeira dimensão que pretende para o projeto Sophia.

Mantêm-se, por isso, inalterados, se não mesmo agravados, os impactes cumulativos significativos sobre a paisagem, a fauna, o território e as populações, já anteriormente assinalados durante a Consulta Publica do Projeto inicial, e de que resultarão fortes e duradouros impactos para o território e as gerações futuras.

A conversão de um mosaico agroflorestal numa matriz industrial afeta a identidade visual da região a partir de pontos altos e itinerários turísticos estratégicos. Esta degradação da qualidade paisagística e da atração turística do território, compromete estratégias em curso de desenvolvimento sustentável do território (já traduzida na ligeira recuperação da população de Idanha-a-Nova e Penamacor), o retorno dos investimentos privados já realizados em turismo natureza, agroturismo e Alojamento Local e, transfere os prejuízos da perda de procura turística para os operadores privados e demais instituições envolvidas na promoção e valorização sustentada do território.

Os CPBB, Cidadãos pela Beira Baixa, face à manifesta insuficiência e contradições do EIA reformulado, aos impactos económicos e sociais negativos do projeto, à ocultação de riscos tecnológicos e hídricos severos, à destruição do património apícola e agrícola, à usurpação da representatividade de movimentos cívicos e à violação dos princípios basilares do direito 1 ambiental, manifesta a sua profunda DISCORDÂNCIA DO PROJETO SOPHIA REFORMULADO e apela à população para participar na Consulta Publica deste projeto até ao próximo dia 21 de outubro.

Os CPBB não podem deixar de apoiar e congratular-se com a posição de firme oposição que vem sendo assumida pelos municípios do Fundão, Castelo Branco, Penamacor e Idanha-a-Nova em relação aos megaprojetos solares, permitindo-se reproduzir, pela sua importância e clareza, o Comunicado emitido pelo Município de Idanha-a-Nova a 22 de setembro:

“A vontade dos Idanhenses sobre o Projeto Sophia é clara: Idanha-a-Nova é contra e não está à venda.

Nenhuma compensação financeira nos fará divergir do desejo dos nossos munícipes. A recente reformulação do projeto “Sophia” não passa de uma ilusão de cedência. A nossa terra tem dignidade e o património local não se negoceia.

Relembramos ainda que esta Câmara Municipal defende uma transição energética justa, assente no equilíbrio e no respeito pelas comunidades, reafirmando que Idanhaa-Nova não está à venda para megaprojetos massivos. Propomos alternativas viáveis, como o aproveitamento de áreas já artificializadas e degradadas. Incentivamos o autoconsumo e a criação de comunidades energéticas de pequena escala, onde os benefícios ficam nas mãos dos residentes e não de multinacionais.

A desistência de uma parte não torna o resto do projeto Sophia aceitável. Pelo contrário, mostra que a escala destas instalações atropela a realidade local.”

O contributo pode ser submetido através do portal Participa, até 21 de outubro, último dia do período de consulta pública.

A participação está disponível em: https://participa.pt/pt/consulta/central-solar-fotovoltaica-de-sophia-e-lmatassociadas-projeto-reformulado

14/10/2026
COMUNICADO DE IMPRENSACidadãos pela Beira Baixa apelam à participação na consulta pública do Projeto Sophia Reformulado1...
12/10/2026

COMUNICADO DE IMPRENSA

Cidadãos pela Beira Baixa apelam à participação na consulta pública do Projeto Sophia Reformulado
12 de outubro 2026

Os Cidadãos pela Beira Baixa (CPBB) vêm recordar que termina no próximo dia 21 de outubro, a consulta pública do Projeto Sophia Reformulado.

O Projeto Sophia Reformulado não resolve as graves incorreções e vícios da proposta original, limitando-se a reorganizações cosméticas que procuram contornar a rejeição das autarquias, das populações locais e das próprias entidades publicas como a APA e o ICNF.

Na realidade, o Promotor ao não abdicar da estrutura conceptual do projeto global inicial, focado numa grande central solar e numa Linha de Média e Alta Tensão no território, deixa claro que, através de posteriores redimensionamentos sem o escrutínio das populações e das Instituições publicas locais, regionais e nacionais, não desiste da sua implementação futura, o que configura a sonegação de informação relevante relativa à verdadeira dimensão que pretende para o projeto Sophia.
Mantêm-se, por isso, inalterados, se não mesmo agravados, os impactes cumulativos significativos sobre a paisagem, a fauna, o território e as populações, já anteriormente assinalados durante a Consulta Publica do Projeto inicial, e de que resultarão fortes e duradouros impactos para o território e as gerações futuras.
A conversão de um mosaico agroflorestal numa matriz industrial afeta a identidade visual da região a partir de pontos altos e itinerários turísticos estratégicos. Esta degradação da qualidade paisagística e da atração turística do território, compromete estratégias em curso de desenvolvimento sustentável do território (já traduzida na ligeira recuperação da população de Idanha-a-Nova e Penamacor), o retorno dos investimentos privados já realizados em turismo natureza, agroturismo e Alojamento Local, e transfere os prejuízos da perda de procura turística para os operadores privados e demais instituições envolvidas na promoção e valorização sustentada do território.

Os CPBB, Cidadãos pela Beira Baixa, face à manifesta insuficiência e contradições do EIA reformulado, aos impactos económicos e sociais negativos do projeto, à ocultação de riscos tecnológicos e hídricos severos, à destruição do património apícola e agrícola, à usurpação da representatividade de movimentos cívicos e à violação dos princípios basilares do direito ambiental, manifesta a sua profunda DISCORDÂNCIA DO PROJETO SOPHIA REFORMULADO e apela à população para participar na Consulta Publica deste projeto até ao próximo dia 21 de outubro.

Os CPBB não podem deixar de apoiar e congratular-se com a posição de firme oposição que vem sendo assumida pelos municípios do Fundão, Castelo Branco, Penamacor e Idanha-a-Nova em relação aos megaprojetos solares, permitindo-se reproduzir, pela sua importância e clareza, o Comunicado emitido pelo Município de Idanha-a-Nova a 22 de setembro:

“A vontade dos Idanhenses sobre o Projeto Sophia é clara: Idanha-a-Nova é contra e não está à venda
Nenhuma compensação financeira nos fará divergir do desejo dos nossos munícipes. A recente reformulação do projeto “Sophia” não passa de uma ilusão de cedência. A nossa terra tem dignidade e o património local não se negoceia.
Relembramos ainda que esta Câmara Municipal defende uma transição energética justa, assente no equilíbrio e no respeito pelas comunidades, reafirmando que Idanha-a-Nova não está à venda para megaprojetos massivos. Propomos alternativas viáveis, como o aproveitamento de áreas já artificializadas e degradadas. Incentivamos o autoconsumo e a criação de comunidades energéticas de pequena escala, onde os benefícios ficam nas mãos dos residentes e não de multinacionais.
A desistência de uma parte não torna o resto do projeto Sophia aceitável. Pelo contrário, mostra que a escala destas instalações atropela a realidade local.”

Os CPBB, reiteram, pois, a sua total discordância do Projeto Sophia Reformulado e fazem um Apelo à participação cívica na Consulta Publica em curso, recordando que:

Quarta-feira, 21 de outubro é o último dia para participar na consulta pública. Cada contributo conta. Cada voz importa. A defesa do território e das gerações futuras exige participação ativa.
O formulário está disponível no Portal Participa:

https://participa.pt/pt/consulta/central-solar-fotovoltaica-de-sophia-e-lmat-associadas-projeto-reformulado

Apelamos a que autarquias, instituições, associações e cidadãos da Beira Baixa e de todo o país enviem o seu contributo, manifestando a sua DISCORDÂNCIA DO PROJETO SOPHIA REFORMULADO

O território da Beira Baixa, a sua população atual e futura, merece uma transição energética que não hipoteque o território, o proteja e valorize as pessoas em condições de garantir um futuro saudável e sustentável para as próximas gerações.

Cidadãos pela Beira Baixa (CPBB), 12 de outubro de 2026

22/09/2026
17/09/2026

A Lightsource bp abandonou o projeto para a instalação da central solar Beira nos concelhos de Castelo Branco e Idanha-a-Nova e não vai reformular o projeto, tal como aconteceu com a central Sophia.

“Na sequência do processo de avaliação ambiental do projeto Beira foram identificadas várias alterações a considerar numa eventual reformulação, incluindo elementos resultantes do parecer emitido pela Comissão de Avaliação”, explicou a empresa.

A central Beira contemplava a instalação de 425.600 módulos fotovoltaicos, com uma potência total de 266 Megawatt (MW), numa área de 524,4 hectares dos concelhos de Castelo Branco (Monforte da Beira, Malpica do Tejo, Benquerenças, União das Freguesias de Escalos de Baixo e Mata e Castelo Branco) e Idanha-a-Nova (Ladoeiro e União das Freguesias de Idanha-a-Nova e Alcafozes).

Para já, a Lightsource bp vai abandonar o projeto tal como inicialmente estava desenhado e nem sequer vai pedir a sua reformulação.

“A análise das implicações dessas alterações na configuração do projeto demonstrou que não estavam reunidas as condições de viabilidade financeira necessárias para prosseguir com o desenvolvimento da solução reformulada”, vincou a multinacional britânica.

A comissão de avaliação coordenada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) chumbou, em dezembro de 2025, o projeto da central fotovoltaica da Beira após identificar impactos negativos significativos ao nível dos sistemas ecológicos e do uso de solo.

No âmbito do procedimento de avaliação de impacte ambiental (AIA), “na configuração apresentada, o projeto [central fotovoltaica da Beira] não reunia condições para ser viabilizado, pelo que a APA auscultou o proponente quanto ao interesse de o projeto ser objeto de modificação” ao abrigo do regime jurídico de AIA.

Imagem: DR
Texto: Lusa

16/08/2026

🚨 Um primeiro passo importante para proteger corredores naturais na Beira Baixa

A Comissão de Avaliação do projeto da Central Solar Fotovoltaica Sophia e das linhas de muito alta tensão associadas emitiu agora um parecer desfavorável, muito com base na consulta pública levada a cabo e onde vocês nos ajudaram com a vossa participação!

É uma conclusão que recebemos com satisfação e que vem dar razão às preocupações que, desde o início, temos vindo a alertar: a dimensão e localização deste megaprojeto representam impactos demasiado elevados sobre a Natureza, a paisagem e o território.

O parecer é claro: o projeto, tal como proposto, poderá provocar impactes ambientais negativos significativos a muito significativos, alguns deles permanentes e irreversíveis, nomeadamente sobre a paisagem, os solos e usos do solo, o ordenamento do território e a socioeconomia.

🌿 E esta é também uma vitória da participação pública. Durante a consulta pública, cerca de 12.700 participações foram submetidas, um recorde no país. O relatório conclui que existiu uma oposição muito consistente ao projeto, expressa por cidadãos, autarquias, organizações ambientais, associações, empresas e outras entidades.

A Rewilding Portugal fez a sua parte: informámos, alertámos e mobilizámos a sociedade para participar, explicando os impactos que este projeto poderia ter sobre os habitats, a biodiversidade e a conectividade ecológica da região.

Porque acreditamos que a transição energética é necessária e urgente, mas não pode ser feita à custa da Natureza. Precisamos de renováveis, mas ao mesmo tempo que precisamos de proteger e recuperar solos, habitats, espécies e paisagens que sustentam a vida e o futuro das nossas comunidades.

Energia verde só pode ser verdadeiramente verde se respeitar a Natureza verde. Este parecer é um passo importante. Agora esperamos que a decisão final seja igualmente clara e que o projeto Sophia seja definitivamente rejeitado.

Obrigado a todos os que aderiram a este movimento connosco!

Podes ler o parecer final aqui: https://f.mtr.cool/lrrlimffwm

Endereço

Idanha-A-Nova
6060

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