22/09/2026
Há dias que passam. E há dias que ficam.
As nossas Raízes ficam.
Ficam nos sorrisos das crianças, nas mãos dos nossos mais velhos, nos saberes partilhados, nos trabalhos dos nossos artesãos, nos cantares, nas conversas, nas gargalhadas e naquele sentimento bonito de vermos a nossa gente unida.
A todos os que estiveram connosco — a quem participou nas atividades, aos artesãos, aos palestrantes, aos voluntários, às famílias, às associações, aos que partilharam os seus saberes, aos que cozinharam, ajudaram, montaram, acolheram, cantaram e simplesmente estiveram — o nosso mais profundo obrigada.
E um agradecimento muito especial à Maria André e ao Sr. António, que nos abriram as portas do seu lar e nos permitiram descobrir verdadeiras maravilhas e relíquias que foram recolhendo e guardando ao longo dos anos, transformando a sua casa num verdadeiro museu de memórias de Fiães.
Que bonito é quando alguém guarda, com tanto carinho, aquilo que o tempo poderia levar. E mais bonito ainda quando abre as suas portas para que outros possam conhecer, aprender e sentir.
Obrigada também às entidades e parceiros que acreditaram nesta iniciativa e nos ajudaram a torná-la possível.
As Raízes nasceram para lembrar às nossas crianças de onde vimos, para aproximar gerações e para não deixar morrer aquilo que nos identifica.
E no domingo percebemos que o mais importante estava conseguido: a nossa gente estava junta.
É por Fiães.
É pelas nossas gentes.
É pela nossa memória.
É pelo que somos e pelo que queremos deixar a quem vem depois de nós.
Obrigada por terem feito parte desta história.
As Raízes são nossas. As Raízes são de todos.
📸 Inês Coelho da Silva