Comissão Diocesana Justiça e Paz - Diocese de Coimbra

Comissão Diocesana Justiça e Paz - Diocese de Coimbra Fiel ao espírito do ensinamento social da Igreja, a Comissão procura prestar particular atenção aos grupos mais vulneráveis da sociedade.

A Comissão Diocesana Justiça e Paz é um organismo laical da Diocese de Coimbra, que tem como finalidade promover e defender a Justiça e a Paz, à luz do Evangelho e da Doutrina Social da Igreja. As suas principais funções são o estudo e divulgação da doutrina social da Igreja, apreciando e analisando problemas relativos ao desenvolvimento dos povos, aos direitos humanos, à justiça e à paz segundo o Evangelho. A Comissão procura estabelecer parcerias com entidades que prossigam objetivos comuns e pratica uma metodologia de trabalho em rede com os diferentes parceiros, dentro de um espírito ecuménico e numa perspetiva de uma cidadania ativa e responsável. São objetivo da mesma Comissão:
Estudar a doutrina social da Igreja e contribuir para que esta seja divulgada e posta em prática;
Coligir e analisar informações sobre situações e problemas, quer nacionais, quer internacionais, relativos ao desenvolvimento dos povos, aos direitos humanos, à justiça e à paz, apreciar tais situações e problemas segundo o Evangelho e a doutrina social da Igreja e dar a conhecer o resultado das suas reflexões;
Esforçar-se por conhecer as denegações da justiça e as violações dos direitos humanos que se verifiquem em situações concretas, recolhendo elementos objetivos e completos sobre tais situações, formular juízos acerca delas e afirmar a sua solidariedade cristã para com as vítimas;
Estimular o compromisso esclarecido e responsável dos cristãos e dos cidadãos em geral no campo das atividades político-sociais e cívicas, respeitando a liberdade de cada um e o legitimo pluralismo de opções;
Promover ações de carácter eclesial em favor do desenvolvimento dos direitos humanos, da justiça e da paz;
Despertar a consciência de uma solidariedade e de uma responsabilidade verdadeiramente mundiais;
Colaborar ativa e positivamente com outras igrejas cristãs, comunidades religiosas e com todos os homens e mulheres que desejem a verdadeira paz.

Na edição deste sábado do Diário de Coimbra.
24/10/2026

Na edição deste sábado do Diário de Coimbra.

Convidamos a ler o artigo intitulado "Da Bússola Moral e da Sua Ausência", da autoria de José António Henriques dos Sant...
17/10/2026

Convidamos a ler o artigo intitulado "Da Bússola Moral e da Sua Ausência", da autoria de José António Henriques dos Santos Cabral.
📖 Acompanhe os artigos de opinião semanais da Comissão Diocesana Justiça e Paz.

Neste Dia de São Francisco de Assis e em que se assinala o Tempo da Criação, a Comissão Diocesana Justiça e Paz de Coimb...
04/10/2026

Neste Dia de São Francisco de Assis e em que se assinala o Tempo da Criação, a Comissão Diocesana Justiça e Paz de Coimbra partilha os Espaços Laudato Si' que foram nascendo pela Diocese: em Buarcos, no Instituto Superior de Contabilidade e Auditoria de Coimbra (Coimbra Business School), em Coimbra (Penedo da Meditação), em Condeixa e em Cantanhede.

Pequenos gestos simbólicos, uma árvore plantada, uma placa, um jardim, que nos lembram o apelo da Laudato Si' ao cuidado da casa comum e a uma ecologia integral, onde a justiça e a paz caminham juntas 🌱

O artigo de hoje, no Correio de Coimbra, da autoria de João Rebelo.A Comissão Diocesana Justiça e Paz da Diocese de Coim...
01/10/2026

O artigo de hoje, no Correio de Coimbra, da autoria de João Rebelo.
A Comissão Diocesana Justiça e Paz da Diocese de Coimbra publica na primeira quinta-feira de cada mês no Correio de Coimbra

O artigo da Comissão Diocesana Justiça e Paz de hoje, da autoria de Isabel Maia
26/09/2026

O artigo da Comissão Diocesana Justiça e Paz de hoje, da autoria de Isabel Maia

A Comissão Diocesana Justiça e Paz da Diocese de Coimbra retomou os seus trabalhos, após as férias, na passada terça-fei...
24/09/2026

A Comissão Diocesana Justiça e Paz da Diocese de Coimbra retomou os seus trabalhos, após as férias, na passada terça-feira, 22 de setembro de 2026. Esta reunião teve lugar na Sala José Dias, no Seminário Maior de Coimbra, num espaço que homenageia um nome incontornável da Comissão Diocesana Justiça e Paz e da Doutrina Social da Igreja em Portugal.

13/09/2026

O perdão esteve no centro da reflexão do Papa Leão XIV durante o Angelus deste domingo, 13 de setembro.

Ao comentar o Evangelho do XXIV Domingo do Tempo Comum (Mt 18,21-35), no qual Pedro pergunta a Jesus quantas vezes deve perdoar um irmão que o ofende, o Pontífice recordou que o perdão é um valor fundamental da vida cristã, ensinado e testemunhado por Cristo até a cruz, quando rezou ao Pai por seus perseguidores.

Na Bíblia, o número sete simboliza a plenitude. Jesus, porém, explicou o Santo Padre, convida os discípulos a ir além de qualquer limite: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete”. Para esclarecer esse ensinamento, conta a parábola do servo que teve uma dívida imensa perdoada por seu senhor, mas não foi capaz de demonstrar a mesma misericórdia para com um companheiro:

“Tudo nos é dado por Deus num ato de puro amor, e nenhum de nós pode dizer-se perfeito na forma como responde a tanta bondade. Por isso, a gratuidade – que é a fonte da nossa própria vida – é também a melhor regra para a nossa convivência. Experimentamo-lo todos os dias. O perdão é indispensável e, se faltar, não se pode viver em paz: mais cedo ou mais tarde, no coração e entre as pessoas, surgem conflitos, acusações, rancores e vinganças que destroem as relações, dividem as famílias e desencadeiam guerras.

Só o perdão liberta e traz de volta a luz, mesmo ali onde a pobreza material e moral do homem, por um momento, tornou o horizonte sombrio e o caminho incerto. O perdão, como um vento favorável, afasta até as nuvens mais densas, até que o sol volte a brilhar.”

Como exemplo dessa misericórdia, Leão XIV citou São Pedro, que negou e abandonou Jesus durante a Paixão. Ao reencontrá-lo ressuscitado, porém, não recebeu acusações, mas apenas a pergunta: “Simão, tu me amas?”, seguida do convite: “Segue-me!”. Era como se tudo recomeçasse, numa caridade que esquece e cura.

Por fim, o Papa pediu a intercessão de Maria, Mãe da Misericórdia, para que nos ajude a perdoar sempre e a difundir “a luz serena e curativa do amor que vence o ódio e desarma todo o rancor”.

Na edição de hoje, 12 de setembro, do Diário de Coimbra. A Comissão Diocesana Justiça e Paz da Diocese de Coimbra public...
12/09/2026

Na edição de hoje, 12 de setembro, do Diário de Coimbra.
A Comissão Diocesana Justiça e Paz da Diocese de Coimbra publica semanalmente, ao sábado, no Diário de Coimbra.

25/07/2026

"O descanso, longe de ser uma opção secundária, é uma necessidade vital. No seu livro Só Avança Quem Descansa, o Padre Vasco Pinto de Magalhães reflete sobre a importância de parar para alcançar o equilíbrio, a saúde e, sobretudo, Deus" | Jorge Bernardino, da Comissão Diocesana Justiça ...

07/07/2026

SOLIDÁRIOS COM O POVO DE CABO DELGADO

As comissões Justiça e Paz abaixo indicadas, depois de conhecerem um muito completo relato da situação da parte de D. António Juliasse, bispo de Pemba, querem chamar a atenção de toda a sociedade portuguesa para a dramática situação que, desde há quase dez anos, continua a vitimar a população de Cabo Delgado. Não queremos que essa situação caia no esquecimento ou na indiferença, ou que a ela nos resignemos, como se de uma inevitável fatalidade se tratasse.

São mais de um milhão as pessoas deslocadas e mais de seis mil as que foram mortas, muitas delas assassinadas por decapitação. Cerca de cento e vinte são as igrejas e capelas destruídas.
Por detrás destas ações terroristas está uma ideologia radical que invoca o islamismo e que atinge em particular os cristãos, mas também a população em geral. Essa ideologia atrai adolescentes e jovens, que rompem tradições familiares e que se deparam com a ausência de perspetivas de futuro em contextos de pobreza e desemprego.

Para contrariar a influência dessa ideologia, são da maior importância o diálogo e a colaboração entre diferentes comunidades religiosas, incluindo as comunidades muçulmanas que a rejeitam como deturpação do Islão, e atividades comuns de educação das jovens gerações para a paz.

A população de Cabo Delgado pouco tem beneficiado com os investimentos das empresas multinacionais que exploram as riquezas da região e verifica-se que a salvaguarda da segurança desses investimentos parece ser privilegiada em relação à proteção dessa população. Esta também sofre com abusos de membros das forças militares governamentais que não são fiéis à sua missão de proteção.

Para além de toda esta tragédia, sabemos como a fé das comunidades cristãs no Amor de Deus que não as abandona lhes dá a força de nunca desanimar e perder a esperança. À imagem da Igreja dos mártires dos primeiros tempos do cristianismo, a vitalidade dessas comunidades não esmorece.

Conscientes da complexidade que caracteriza toda esta situação, aqui deixamos este apelo: à sociedade civil, para que colabore no sempre necessário apoio humanitário; aos órgãos de comunicação social, para que não deixem de relatar e cair no esquecimento a dramática situação atual; às empresas que operam na região e governos que as possam influenciar e às instâncias políticas moçambicanas, portuguesas e europeias, para que em todas as suas decisões coloquem o bem do povo de Cabo Delgado acima de quaisquer interesses políticos ou económicos. Para que não continue o sofrimento deste povo, que já muito tem sofrido.

A 7 de julho de 2026

A Comissão Nacional Justiça e Paz
A Comissão Justiça, Paz e Ecologia dos Institutos Religiosos
A Comissão Diocesana Justiça e Paz do Algarve
A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Angra
A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Aveiro
A Comissão Arquidiocesana Justiça e Paz de Braga
A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Bragança-Miranda
A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Coimbra
O Secretariado Diocesano de Pastoral Social do Funchal
A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Lamego
A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Santarém
A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Setúbal
A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Vila Real
A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Viseu

Endereço

Comissão Diocesana Justiça E Paz De Coimbra, Casa Episcopal, Rua Do Brasil Nº45
Coimbra
3030-175

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