09/10/2026
Em 2002, aos 25 anos, Carla Mouro tornou-se a primeira mulher a presidir o Conselho Nacional de Juventude - Portugal.
Vinha de uma pequena aldeia beirã e trazia a ambição de dar à voz dos jovens portugueses um lugar sólido na política pública. Durante três mandatos, ajudou a construir a base institucional e legislativa do CNJ — um trabalho que culminou na Lei 1/2006, aprovada por unanimidade na Assembleia da República Portuguesa e que, até hoje, enquadra a organização.
Nas suas próprias palavras, foi "uma verdadeira universidade de participação cívica".
Seguiram-se outros capítulos — a Casa Civil da Presidência da República, consultoria das Nações Unidas em projetos de empoderamento de raparigas em economias emergentes, a presidência da Fundação da Juventude e a Secretaria de Estado Adjunta e da Igualdade. Em todos, trouxe a mesma convicção: "nunca antes, nunca depois. Tudo vem no tempo certo."
Em Mulheres Incomuns II, o seu capítulo é escrito por Margarida Direito, que a descreve numa imagem rara: "o seu olhar ia sempre para lá de tudo o que a vista alcançava."
No dia 13 de outubro estarão connosco na Católica Lisbon School of Business and Economics na conversa sobre Política e Inovação Social que apresenta Mulheres Incomuns II.
🗓️ 13 de outubro · 17h30 · Auditório 511
Inscrições em:
https://lnkd.in/eyN6ftz8
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