Fábrica Catalã

Fábrica Catalã Associação cultural sem fins lucrativos sediada numa antiga fábrica de cortiça. Organizadora do Festival Suro.

Convoca o património material e imaterial da cortiça e do sobreiro, que articula com expressões artísticas e preocupações contemporâneas.

Um novo projeto aproxima-se. Os preparativos e as novas faixas já o anunciam. Mas hoje queremos olhar para trás e record...
20/06/2026

Um novo projeto aproxima-se. Os preparativos e as novas faixas já o anunciam. Mas hoje queremos olhar para trás e recordar um percurso que continua muito vivo em nós.

As "Facas Corticeiras Franzina" e as exposições "Do Fio à Costa" e "Lume de um Gume" deixaram marcas que vão muito além do trabalho realizado. Foram momentos de descoberta, partilha, amizade e construção coletiva.

O projeto continua agora através da preparação de um livro, cuja apresentação está prevista para a Feira Anual de Azaruja, graças ao apoio da Pepe Aromas, da Unidade de Cultura da CCDR e da Fundação Eugénio de Almeida. Continuamos à procura dos meios necessários para concretizar uma edição à altura da importância deste património e das pessoas que o preservaram.

A todos os que caminharam connosco — e continuam a caminhar — o nosso mais sincero agradecimento a: Marta Figueiredo Franzina, Ellisabete Franzina, Rui Mendes , Carla Magro Dias, Paulo E. Guimarães, Sebastião Resende, Daniela Salazar, Manel Canudo, Ignacio García Pereda, Jorge A R Inverno , Leonardo Aboim Pires, Carlos Faísca, Susana Cruz, Pep Espadalé, Pedro Moura, Helena Maia, Nuno Rosmaninho, Ana Beatriz Cardoso, João Leocadio Ricardo, D. Custódia Patalona, Joaquim Luís Patalona, Tânia Calhau, Helder Cavaca , Henrique Chaveiro e Maria do Carmo Duque.

Porque os projetos passam, mas as amizades, a memória e o compromisso com o território permanecem.

Programa "Museus Comunitários e Desenvolvimento (G)Local" - Azaruja 3 e 4 de Julho.
14/06/2026

Programa "Museus Comunitários e Desenvolvimento (G)Local" - Azaruja 3 e 4 de Julho.

O programa do simpósio encerra com um momento musical excelente, um concerto na Igreja paroquial de Azaruja pelo Grupo O...
11/06/2026

O programa do simpósio encerra com um momento musical excelente, um concerto na Igreja paroquial de Azaruja pelo Grupo Olisipo: Elsa Cortez - Soprano; Maria Luísa Tavares - Mezzo-Soprano; Lucinda Gerhardt - Mezzo-Soprano; Carlos Monteiro - Tenor; Carlos Pedro Santos - Barítono; e Armando Possante - Barítono e Diretor Musical.
Concerto - Requiem de Filipe de Magalhães (1571-1652), um dos maiores compositores da Escola de Música da Sé de Évora.

O programa do simpósio encerra com um momento musical excelente, um concerto na Igreja paroquial de Azaruja pelo Grupo O...
11/06/2026

O programa do simpósio encerra com um momento musical excelente, um concerto na Igreja paroquial de Azaruja pelo Grupo Olisipo: Elsa Cortez - Soprano; Maria Luísa Tavares - Mezzo-Soprano; Lucinda Gerhardt - Mezzo-Soprano; Carlos Monteiro - Tenor; Carlos Pedro Santos - Barítono; e Armando Possante - Barítono e Diretor Musical.
Concerto - Requiem de Filipe de Magalhães (1571-1652), um dos maiores compositores da Escola de Música da Sé de Évora.

"Nascido em 1571 em Azeitão, Filipe de Magalhães foi aluno de Manuel Mendes no Colégio dos Moços de Coro em Évora, onde foi contemporâneo de Duarte Lobo e Manuel Cardoso, todos eles compositores da chamada Escola de Música da Sé de Évora. Em 1589 substituiu o seu professor como mestre da claustra da Sé, tendo tido um importante papel como formador da geração seguinte de compositores eborenses, nomeadamente de Estêvão de Brito e Estevão Lopes Morago. Em Lisboa, para onde se mudou posteriormente, foi mestre da Capela Real durante 40 anos.
A Missa pro Defunctis a seis vozes faz parte do LiberMissarum, ou livro de missas, impresso em 1636. Este livro reúne grande parte da obra sobrevivente de Magalhães, já que grande parte da sua música terá desaparecido com o terramoto de 1755. Sobreviveu também um livro seu de cantochão, Cantus Ecclesiasticus, do qual foi retirado o Tractus Absolve Domine, que interpretaremos neste concerto. O conhecimento e apreciação do compositor pela simplicidade e beleza do cantochão refletem-se nas características da sua escrita polifónica, baseada em longas melodias que parecem pairar permanentemente sobre o espaço da igreja, elevando todos os que as ouvem e convidando-os à contemplação.
Complementamos a apresentação da missa com algumas obras suas contemporâneas. De entre estas, destacamos a Sequentia Dies Irae, da autoria de Duarte Lobo, parte da sua própria Missa Pro Defunctis a seis vozes publicada em 1639. Lobo adopta um estilo de escrita transparente, com a textura reduzida a quatro vozes e uma escrita homofónica que evidencia o texto e permite ao ouvinte meditar claramente no seu fim último. É ainda de realçar o facto de ser este um dos únicos exemplos de tratamento polifónico deste texto em todo o repertório conhecido do stile antico, sendo o seu dramatismo, com a sua descrição do juízo final, muito mais apreciado pela sensibilidade dos autores Clássicos e Românticos.
Incluímos ainda o Libera me, responsório a quatro vezes para a absolvição do defunto sobre o túmulo da autoria de Manuel Cardoso e que faz também parte do primeiro livro de missas. É com este responsório que terminaremos o programa, pedindo a libertação da morte eterna no dia do juízo final."

Grande obrigada ao nosso Cónego Eduardo Silva e à Arquidiocese de Évora pela cedência da Igreja Paroquial.

Progama disponível brevemente!
09/06/2026

Progama disponível brevemente!

Uma iniciativa do Centro de Investigação em Ciência Política (CICP) - Departamento de História da Universidade de Évora ...
06/06/2026

Uma iniciativa do Centro de Investigação em Ciência Política (CICP) - Departamento de História da Universidade de Évora em parceria com a Fábrica Catalã Associação Cultural
Mais informação no site do simpósio: Museus Comunitários e Desenvolvimento (G)Local
Site simpósio: https://simposio-mcdgl.uevora.pt
Inscrições: www.fabricacatala.com

30/05/2026
25/05/2026

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25/05/2026

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A Fábrica Catalã esteve presente na sessão “Desenho e Gestão de Projetos Culturais”, dinamizada por Inês Bettencourt Câm...
18/05/2026

A Fábrica Catalã esteve presente na sessão “Desenho e Gestão de Projetos Culturais”, dinamizada por Inês Bettencourt Câmara (Mapa das Ideias), no âmbito do programa Linha de Encontro – Évora_27, promovido pela Évora_27 em parceria com a CIMAC.

Estes encontros são fundamentais para a aquisição de ferramentas indispensáveis à nossa capacitação e profissionalização. São também particularmente fecundos pela visibilidade que proporcionam à Fábrica Catalã e pela riqueza das ligações que fomentam: tivemos a oportunidade de interagir com artistas, atores, associações culturais, programadores, músicos e outros agentes culturais.

Foi ainda uma excelente ocasião para dialogar com as equipas da Évora_27 e da CIMAC.

Um grande obrigada!

Endereço

Rua João José Perdigão, N°17
Évora
7005-119

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