Federação Agrícola dos Açores

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20/10/2026
𝗝𝗢𝗥𝗚𝗘 𝗥𝗜𝗧𝗔 𝗖𝗢𝗡𝗦𝗜𝗗𝗘𝗥𝗔 𝗙𝗨𝗡𝗗𝗔𝗠𝗘𝗡𝗧𝗔𝗟 𝗣𝗥𝗘𝗦𝗘𝗥𝗩𝗔𝗥 𝗔𝗦 𝗥𝗔Ç𝗔𝗦 𝗗𝗘 𝗕𝗢𝗩𝗜𝗡𝗢𝗦 𝗔𝗨𝗧Ó𝗖𝗧𝗢𝗡𝗘𝗦 𝗗𝗢𝗦 𝗔Ç𝗢𝗥𝗘𝗦Na abertura do colóquio inserido no ...
19/10/2026

𝗝𝗢𝗥𝗚𝗘 𝗥𝗜𝗧𝗔 𝗖𝗢𝗡𝗦𝗜𝗗𝗘𝗥𝗔 𝗙𝗨𝗡𝗗𝗔𝗠𝗘𝗡𝗧𝗔𝗟 𝗣𝗥𝗘𝗦𝗘𝗥𝗩𝗔𝗥 𝗔𝗦 𝗥𝗔Ç𝗔𝗦 𝗗𝗘 𝗕𝗢𝗩𝗜𝗡𝗢𝗦 𝗔𝗨𝗧Ó𝗖𝗧𝗢𝗡𝗘𝗦 𝗗𝗢𝗦 𝗔Ç𝗢𝗥𝗘𝗦

Na abertura do colóquio inserido no programa do 8º Dia do Criador de Bovinos da Raça Ramo Grande, realizado esta manhã em Angra do Heroísmo, o presidente da Federação Agrícola dos Açores considerou “fundamental” preservar a raça, porque “está na nossa memória recente e porque faz parte da identidade açoriana”.

“Para além da carne e do leite que forneceram para a alimentação de múltiplas gerações, foram também as máquinas agrícolas dos nossos antepassados, que desbravaram as ilhas e reviraram a terra onde desde sempre cultivamos os produtos que nos alimentam”, afirmou.

Jorge Rita falou também da “grande emoção que é ver os bovinos Ramo Grande nas nossas festas do Espírito Santo, a grande festa açoriana, ao qual a raça está claramente associada. É um legado que devemos preservar e deixar aos vindouros, tal como todas as raças autóctones”.

O presidente da FAA apelou à continuação do trabalho de preservação da raça Ramo Grande e de outras raças autóctones “um trabalho que está a ser feito pela Secretaria Regional da Agricultura, por bons técnicos, para o qual é necessário alocar recursos financeiros para prosseguir esse trabalho”, sublinhou.

Na mesma sessão, o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação anunciou que o governo regional vai implementar um plano estratégico oara as raças autóctones dos Açores.

JORGE RITA CONSIDERA FUNDAMENTAL PRESERVAR AS RAÇAS DE BOVINOS AUTÓCTONES DOS AÇORES  Na abertura do colóquio inserido n...
18/10/2026

JORGE RITA CONSIDERA FUNDAMENTAL PRESERVAR AS RAÇAS DE BOVINOS AUTÓCTONES DOS AÇORES
Na abertura do colóquio inserido no programa do 8º Dia do Criador de Bovinos da Raça Ramo Grande, realizado esta manhã em Angra do Heroísmo, o presidente da Federação Agrícola dos Açores considerou “fundamental” preservar a raça, porque “está na nossa memória recente e porque faz parte da identidade açoriana”.
“Para além da carne e do leite que forneceram para a alimentação de múltiplas gerações, foram também as máquinas agrícolas dos nossos antepassados, que desbravaram as ilhas e reviraram a terra onde desde sempre cultivamos os produtos que nos alimentam”, afirmou.
Jorge Rita falou também da “grande emoção que é ver os bovinos Ramo Grande nas nossas festas do Espírito Santo, a grande festa açoriana, ao qual a raça está claramente associada. É um legado que devemos preservar e deixar aos vindouros, tal como todas as raças autóctones”.
O presidente da FAA apelou à continuação do trabalho de preservação da raça Ramo Grande e de outras raças autóctones “um trabalho que está a ser feito pela Secretaria Regional da Agricultura, por bons técnicos, para o qual é necessário alocar recursos financeiros para prosseguir esse trabalho”, sublinhou.
Na mesma sessão, o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação anunciou que o governo regional vai implementar um plano estratégico oara as raças autóctones dos Açores.

𝙽𝙾𝚃𝙰 𝙳𝙴 𝙸𝙼𝙿𝚁𝙴𝙽𝚂𝙰𝗙𝗘𝗗𝗘𝗥𝗔ÇÃ𝗢 𝗔𝗚𝗥Í𝗖𝗢𝗟𝗔 𝗗𝗢𝗦 𝗔Ç𝗢𝗥𝗘𝗦 𝗗𝗘𝗨 𝗣𝗔𝗥𝗘𝗖𝗘𝗥 𝗡𝗘𝗚𝗔𝗧𝗜𝗩𝗢 À 𝗔𝗡𝗧𝗘𝗣𝗥𝗢𝗣𝗢𝗦𝗧𝗔 𝗗𝗘 𝗣𝗟𝗔𝗡𝗢 𝗘 𝗢𝗥Ç𝗔𝗠𝗘𝗡𝗧𝗢 𝗗𝗢 𝗚𝗢𝗩𝗘𝗥𝗡𝗢 𝗥𝗘𝗚𝗜𝗢𝗡...
16/10/2026

𝙽𝙾𝚃𝙰 𝙳𝙴 𝙸𝙼𝙿𝚁𝙴𝙽𝚂𝙰
𝗙𝗘𝗗𝗘𝗥𝗔ÇÃ𝗢 𝗔𝗚𝗥Í𝗖𝗢𝗟𝗔 𝗗𝗢𝗦 𝗔Ç𝗢𝗥𝗘𝗦 𝗗𝗘𝗨 𝗣𝗔𝗥𝗘𝗖𝗘𝗥 𝗡𝗘𝗚𝗔𝗧𝗜𝗩𝗢 À 𝗔𝗡𝗧𝗘𝗣𝗥𝗢𝗣𝗢𝗦𝗧𝗔 𝗗𝗘 𝗣𝗟𝗔𝗡𝗢 𝗘 𝗢𝗥Ç𝗔𝗠𝗘𝗡𝗧𝗢 𝗗𝗢 𝗚𝗢𝗩𝗘𝗥𝗡𝗢 𝗥𝗘𝗚𝗜𝗢𝗡𝗔𝗟 𝗣𝗔𝗥𝗔 𝟮𝟬𝟮𝟳

O presidente da Federação Agrícola dos Açores (FAA) disse esta tarde que a anteproposta de Plano e Orçamento do Governo Regional para 2027 mereceu o Parecer negativo por parte dos agricultores.

“O Plano é fraco, mal concebido, prejudica claramente a agricultura e é uma afronta aos agricultores”, alegou Jorge Rita, numa conferência de imprensa, esta tarde, em Angra do Heroísmo.

Segundo Jorge Rita, a anteproposta de Plano de Investimentos para 2027, contempla uma verba de 51,7 milhões de euros para o setor, quando em 2026 o montante atingia os 72 milhões de euros. O presidente da FAA argumenta que a redução de 29 Milhões de Euros no Plano “é inaceitável” porque resulta “em menos 21% no apoio ao associativismo, e promove o desinvestimento em infraestruturas agrícolas essenciais, como seja a manutenção e construção de caminhos agrícolas e o abastecimento de água e energia elétrica às explorações, com uma redução de 50%, o que é inaceitável”, precisou.

“Foi a pior redução registado no Plano e Orçamento, nos últimos 20 anos na Região Autónoma de Açores. Não estou a dizer só no montante total, mas na expectativa que nós tínhamos, atendendo ao aumento da inflação, dos custos, das necessidades que o setor tem, neste momento”, frisou.

O responsável lembrou que do Plano e Orçamento do ano corrente há ainda verbas em atraso referentes a apoios aos agricultores e às associações, e manifestou também “grande preocupação” pelo PEPAC. “O Programa tem mais dois anos de execução e as verbas a alocar por parte da Região não existem, por isso vamos estar sujeitos a transferências anuais, correndo o risco de cativações em janeiro”.
Jorge Rita teme o agravamento das dificuldades, tendo em conta a fragilidade do sector, por via dos aumentos “brutais” dos custos de produção e da baixa do preço do leite que a indústria paga aos produtores. “Por tudo isto, o descontentamento dos agricultores e das suas organizações é total”, considerou.

O presidente da FAA reiterou a urgência do pagamento de 23 milhões de euros devido pela República aos agricultores açorianos, prometido desde 2022, devido ao conflito na Ucrânia e não cumprido até â data. “A República discriminou totalmente os agricultores do arquipélago. O PS não pagou, o governo de Montenegro assumiu compromisso público de pagar, sublinhando até que a situação era injusta, mas o compromisso ainda não passou para o papel não estão previstos na proposta de Orçamento do Estado para 2027.”, sustenta.

“Onde estão os deputados regionais em relação a essa matéria? Onde é que está esta discussão? Onde é que está o Governo Regional?”, questionou Jorge Rita.
O presidente da FAA lamentou também que os 3 milhões de euros anunciados pelo Governo da República, em junho, para fazer face aos fertilizantes e a outros fatores de produção, esteja ainda “encalhados nos papéis”, disse.

Na mira dos representantes dos agricultores está também o próximo Quadro Financeiro Plurianual 2028-2034 da União Europeia, cujo avanço das negociações lança outra “grande preocupação” sobre a agricultura açoriana. “Possivelmente vamos ter menos verbas, podemos perder o estatuto de ultraperiferia, vamos perder ajudas do POSEI e vamos depender da vontade de Montenegro e de outros Montenegros”, avisou.

Angra do Heroísmo, 16 de outubro de 2026

16/10/2026

FEDERAÇÃO AGRÍCOLA DOS AÇORES DEU PARECER NEGATIVO À ANTEPROPOSTA DE PLANO E ORÇAMENTO DO GOVERNO REGIONAL PARA 2027 E REPUDIA CORTE DE 23 MILHÕES DE EUROS NA AGRICULTURA.
"O Plano é fraco, mal concebido e prejudica claramente os agricultores", argumenta Jorge Rita.

𝗣𝗮𝗹𝗲𝘀𝘁𝗿𝗮 𝗦𝗲𝗴𝘂𝗿𝗮𝗻ç𝗮 𝗔𝗹𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗮𝗿 𝗲 𝗡𝘂𝘁𝗿𝗶𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹 𝗻𝗼𝘀 𝗔ç𝗼𝗿𝗲𝘀Realiza-se amanhã, 16 de outubro, no Auditório da Santa Casa da Mis...
15/10/2026

𝗣𝗮𝗹𝗲𝘀𝘁𝗿𝗮 𝗦𝗲𝗴𝘂𝗿𝗮𝗻ç𝗮 𝗔𝗹𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗮𝗿 𝗲 𝗡𝘂𝘁𝗿𝗶𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹 𝗻𝗼𝘀 𝗔ç𝗼𝗿𝗲𝘀

Realiza-se amanhã, 16 de outubro, no Auditório da Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo a 𝗣𝗮𝗹𝗲𝘀𝘁𝗿𝗮 𝗦𝗲𝗴𝘂𝗿𝗮𝗻ç𝗮 𝗔𝗹𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗮𝗿 𝗲 𝗡𝘂𝘁𝗿𝗶𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹 𝗻𝗼𝘀 𝗔ç𝗼𝗿𝗲𝘀, uma organização conjunta da Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação com o Gabinete de Planeamento, Políticas e Administração Geral, no âmbito da Estratégia Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.

O Presidente da Federação, Comendador Jorge Rita, presidirá a sessão de encerramento.

👩‍🌾🌾𝗗𝗶𝗮 𝗜𝗻𝘁𝗲𝗿𝗻𝗮𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹 𝗱𝗮 𝗠𝘂𝗹𝗵𝗲𝗿 𝗥𝘂𝗿𝗮𝗹Hoje celebramos o 𝘿𝙄𝘼 𝙄𝙉𝙏𝙀𝙍𝙉𝘼𝘾𝙄𝙊𝙉𝘼𝙇 𝘿𝘼 𝙈𝙐𝙇𝙃𝙀𝙍 𝙍𝙐𝙍𝘼𝙇, uma data que destaca o papel f...
15/10/2026

👩‍🌾🌾𝗗𝗶𝗮 𝗜𝗻𝘁𝗲𝗿𝗻𝗮𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹 𝗱𝗮 𝗠𝘂𝗹𝗵𝗲𝗿 𝗥𝘂𝗿𝗮𝗹

Hoje celebramos o 𝘿𝙄𝘼 𝙄𝙉𝙏𝙀𝙍𝙉𝘼𝘾𝙄𝙊𝙉𝘼𝙇 𝘿𝘼 𝙈𝙐𝙇𝙃𝙀𝙍 𝙍𝙐𝙍𝘼𝙇, uma data que destaca o papel fundamental que as mulheres desempenham na atividade agrícola e na vitalidade das nossas comunidades.

A FAO declarou 2026 como o Ano Internacional da Mulher Agricultora, reconhecendo o protagonismo feminino no desenvolvimento das propriedades rurais, na inovação dos sistemas produtivos e na construção de um setor agrícola mais sustentável e resiliente.

A Federação Agrícola dos Açores homenageia cada agricultora que, com trabalho incansável, garante alimentos, valoriza a paisagem rural e inspira — e liga — as próximas gerações ao Mundo Rural.

Jornal Açoriano Oriental de hoje (13/10/2026)
13/10/2026

Jornal Açoriano Oriental de hoje (13/10/2026)

Os agricultores açorianos querem uma fatia de 20 milhões de euros nos 140 milhões que a CAP exige ao Governo da República para compensar o aumento dos custos de produção. Exigem ainda o pagamento de 23 milhões que o Estado, segundo a Federação Agrícola dos Açores, lhes deve desde 2022

Notícia completa no primeiro comentário

𝗙𝗲𝗱𝗲𝗿𝗮çã𝗼 𝗔𝗴𝗿í𝗰𝗼𝗹𝗮 𝗱𝗼𝘀 𝗔ç𝗼𝗿𝗲𝘀 𝗽𝗮𝗿𝘁𝗶𝗰𝗶𝗽𝗼𝘂 𝗻𝗮 𝗰𝗼𝗻𝗰𝗲𝗻𝘁𝗿𝗮çã𝗼 𝗽𝗿𝗼𝗺𝗼𝘃𝗶𝗱𝗮 𝗽𝗲𝗹𝗮 𝗖𝗔𝗣 𝗲𝗺 𝗟𝗶𝘀𝗯𝗼𝗮 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗲𝘅𝗶𝗴𝗶𝗿 𝗮𝗼 𝗴𝗼𝘃𝗲𝗿𝗻𝗼 𝗮𝗽𝗼𝗶𝗼𝘀 𝘂𝗿𝗴𝗲...
12/10/2026

𝗙𝗲𝗱𝗲𝗿𝗮çã𝗼 𝗔𝗴𝗿í𝗰𝗼𝗹𝗮 𝗱𝗼𝘀 𝗔ç𝗼𝗿𝗲𝘀 𝗽𝗮𝗿𝘁𝗶𝗰𝗶𝗽𝗼𝘂 𝗻𝗮 𝗰𝗼𝗻𝗰𝗲𝗻𝘁𝗿𝗮çã𝗼 𝗽𝗿𝗼𝗺𝗼𝘃𝗶𝗱𝗮 𝗽𝗲𝗹𝗮 𝗖𝗔𝗣 𝗲𝗺 𝗟𝗶𝘀𝗯𝗼𝗮 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗲𝘅𝗶𝗴𝗶𝗿 𝗮𝗼 𝗴𝗼𝘃𝗲𝗿𝗻𝗼 𝗮𝗽𝗼𝗶𝗼𝘀 𝘂𝗿𝗴𝗲𝗻𝘁𝗲𝘀 𝗮𝗼 𝘀𝗲𝗰𝘁𝗼𝗿 𝗮𝗴𝗿í𝗰𝗼𝗹𝗮

Jorge Rita e mais 150 dirigentes associativos concentraram-se hoje em frente à Assembleia da República para exigir ao governo medidas de compensação para o setor, no valor de 140 milhões de euros.

Foi entregue uma carta pela CAP aos grupos parlamentares e, posteriormente, na residência oficial do primeiro-ministro, na qual os agricultores argumentam sobre as razões da exigência do apoio.

Os agricultores açorianos reclamam parte dessa verba e Jorge Rita pede solidariedade. “Solidariedade nacional entre todos os agricultores, porque nós temos assistido nos últimos anos a uma descapitalização total do setor agrícola no país e na Região Autónoma dos Açores. E esta demonstração que hoje só pode ser o início aqui na Assembleia, com todos os dirigentes a nível nacional, incluindo claramente os Açores, vai no sentido de o Governo perceber de uma vez por todas que é preciso, urgente, continuar a investir na agricultura e que os apoios nessa altura de crise são poucos e tardam”, disse Jorge Rita à imprensa.

O Presidente da Federação Agrícola dos Açores exige o pagamento, até ao final deste ano, das ajudas nacionais prometidas ao longo dos últimos anos e que nunca foram pagas.

A concentração promovida pela CAP, e liderada pelo respetivo presidente, deslocou-se ao parlamento ao final da manhã de hoje e explicou aos grupos parlamentares, que a exigência de medidas de apoio visam compensar o aumento dos custos de produção e recuperar a competitividade face a Espanha.
“O que nós queremos não é subsídios, o que nós queremos é que os agricultores portugueses possam competir com os agricultores de outros países”, disse o presidente da CAP na entrega de reivindicações aos grupos parlamentares do PSD, Chega, PS, IL e CDS.

Na mesma ocasião, o presidente da Federação Agrícola dos Açores deu nota aos mesmos grupos parlamentares, do atraso no pagamento das ajudas nacionais aos agricultores açorianos. Jorge Rita considera que as promessas têm de ser cumpridas e coloca como prazo, o final do ano.

“Para nós esta é uma linha vermelha”, avisou.

Créditos fotos: Faa/LUSA

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