Confederação das Associações Económicas de Moçambique - CTA

Confederação das Associações Económicas de Moçambique - CTA A visão da CTA é ter um sector privado coeso, produtivo, gerador e distribuidor da riqueza nacional.

CTA REFORÇA COMPROMISSO COM A ECONOMIA AZULA   CTA participou hoje na cerimónia de abertura da 3ª Edição da  , realizada...
11/06/2026

CTA REFORÇA COMPROMISSO COM A ECONOMIA AZUL

A CTA participou hoje na cerimónia de abertura da 3ª Edição da , realizada na capital moçambicana e dirigida pelo , Daniel Francisco Chapo.

No seu discurso de abertura, o Chefe de Estado defendeu a necessidade de uma gestão responsável e sustentável dos recursos marinhos como pilar para impulsionar a do país.

O Presidente apelou ainda a que a conferência se consolide como um espaço permanente de diálogo e cooperação entre o Governo, sector privado, parceiros internacionais e academia.

A participação da CTA reforçou o compromisso institucional com a Economia Azul. Para a Confederação, a exploração dos recursos marinhos deve gerar emprego, aumentar a produtividade e garantir a preservação ambiental para as próximas gerações.

A 3ª Edição da Conferência Crescendo Azul centrou-se no desenvolvimento sustentável e na exploração racional dos recursos marinhos.

CTA APRESENTA AO FMI DIAGNÓSTICO DO SECTOR PRIVADO E RECOMENDA REFORMAS ESTRUTURAISA   recebeu hoje uma Missão do   ( ) ...
11/06/2026

CTA APRESENTA AO FMI DIAGNÓSTICO DO SECTOR PRIVADO E RECOMENDA REFORMAS ESTRUTURAIS

A recebeu hoje uma Missão do ( ) para partilhar a visão do sector privado sobre o desempenho da economia nacional, os principais constrangimentos à actividade empresarial e as prioridades para acelerar o .

O Presidente da CTA, Dr. Álvaro Massingue, destacou que o empresariado moçambicano continua a operar num contexto desafiante, mas com sinais encorajadores de recuperação nos sectores da agricultura, logística, telecomunicações e comércio. Assinalou como factores positivos a continuidade dos investimentos em gás natural em Cabo Delgado, a manutenção da inflação em níveis de um dígito, a estabilidade cambial e o crescente interesse de investidores nacionais e internacionais nos sectores de energia, mineração e infraestruturas.

Não obstante estes avanços, a CTA alertou que os ganhos macroeconómicos alcançados permanecem vulneráveis a choques externos e internos, incluindo a volatilidade da economia global, pressões sobre a disponibilidade de divisas, constrangimentos fiscais e eventos climáticos extremos, factores que podem afectar, no curto prazo, a estabilidade de preços e do mercado cambial.

Entre as principais preocupações do sector privado destacam-se os elevados custos de financiamento e de energia, a limitada disponibilidade de crédito para as PME's, os atrasos nos pagamentos do Estado, a escassez intermitente de divisas e o excesso de burocracia.

O sector privado considera que Moçambique dispõe de uma oportunidade histórica para acelerar a transformação económica nos próximos cinco anos, alicerçada no desenvolvimento dos recursos naturais, da agricultura e agro-indústria, dos corredores logísticos, das energias renováveis e da industrialização.
Para materializar esse potencial, a CTA defende uma agenda de reformas orientada para a melhoria do ambiente de negócios, com foco na simplificação administrativa, digitalização dos serviços públicos, fortalecimento da justiça económica, previsibilidade fiscal e expansão do acesso ao financiamento produtivo e implementação efectiva da Lei de Conteúdo Local recentemente aprovada.

GOVERNO E CTA ASSINAM MEMORANDO PARA ALINHAR FORMAÇÃO AO EMPREGO E AO CONTEÚDO LOCALO Governo da  , representado pela Mi...
10/06/2026

GOVERNO E CTA ASSINAM MEMORANDO PARA ALINHAR FORMAÇÃO AO EMPREGO E AO CONTEÚDO LOCAL

O Governo da , representado pela Ministra da Educação e Cultura, Samaria dos Anjos Tovela, e a , representada pelo respetivo Presidente, Álvaro Massingue, assinaram hoje um no âmbito do Programa de Competências para o Emprego e Transformação Económica em - , apoiado pelo .

O Memorando tem como objectivo assegurar que o do país se traduza em e oportunidades para os , através da cooperação sustentada entre o Governo, e instituições de formação.

Para a CTA, este acordo representa um compromisso concreto com o Governo para aproximar o sistema de formação das necessidades reais da economia.

Primeiro, através da criação e dinamização de Conselhos Sectoriais de Competências para os sectores de energia, agronegócio e turismo, permitindo que as empresas participem activamente na definição das qualificações e competências que o mercado efectivamente necessita.

Segundo, através do reforço da ligação entre as instituições de ensino técnico-profissional e o sector empresarial, promovendo estágios, aprendizagem em contexto de trabalho, participação das empresas na concepção curricular e maior empregabilidade dos jovens.

Terceiro, através do fortalecimento das empresas moçambicanas para que possam subir na cadeia de valor, melhorar os seus padrões de qualidade, inovação e produtividade e beneficiar das oportunidades criadas pelos grandes investimentos.

“Para a CTA, este não é apenas um acordo institucional. É uma plataforma de acção para que o sector privado contribua de forma estruturada para a formação de competências, para a criação de emprego e para o fortalecimento do conteúdo local”, destacou o Presidente da CTA.

A Ministra da Educação e Cultura destacou a importância deste memorando na ligação entre formação e emprego.

Para Samaria Tovela, o Governo e o sector privado devem caminhar juntos e as empresas têm de olhar para a componente do desenvolvimento.

Referiu ainda que as empresas devem equipar-se com tecnologia moderna para permitir que os formandos encontrem condições para aplicar o que terão aprendido no âmbito desta iniciativa.

Para a governante, a solução dos desafios que o país enfrenta passa pelo desenvolvimento de capacidades e competências.

CTA MARCA PRESENÇA NO FÓRUM GLOBAL GATEWAY MOÇAMBIQUE-UE E REFORÇA PAPEL DO SECTOR PRIVADO NO DESENVOLVIMENTOA  , repres...
09/06/2026

CTA MARCA PRESENÇA NO FÓRUM GLOBAL GATEWAY MOÇAMBIQUE-UE E REFORÇA PAPEL DO SECTOR PRIVADO NO DESENVOLVIMENTO

A , representada pelo respectivo Presidente, Direcção Executiva e membros dos pelouros, marcou presença no primeiro dia da II Edição do , que decorre em nos dias 9 e 10 de Junho de 2026.

A Direcção da CTA acompanhou o primeiro painel com o tema: “Sociedade Civil e Empresas, uma Parceria de Impacto”. A sessão centrou-se no papel da sociedade civil e na sua articulação com o sector privado na prossecução de objectivos comuns de apoio ao desenvolvimento económico, como os que a Estratégia Global Gateway da União Europeia preconiza. O painel analisou a forma como as Organizações da Sociedade Civil e as empresas podem trabalhar em conjunto ao longo dos ciclos de investimento e de projecto, a fim de assegurar que as intervenções sejam inclusivas, sustentáveis e legítimas a nível local, reforçando simultaneamente a transparência, a responsabilização e a “licença social para operar”.

Global Gateway (GG) é a estratégia de referência da UE para os parceiros internacionais, combinando infra-estruturas materiais e imateriais. É orientado por princípios como a democracia, a boa governação, as parcerias equitativas, a sustentabilidade, a segurança e a mobilização de investimento privado. Em Moçambique, a estratégia centra-se nos sectores da energia, clima, digitalização, educação e transportes, e está a ser executada através de várias intervenções.

A abertura oficial do evento está prevista para esta tarde e será presidida pelo Presidente da República de Moçambique, Daniel Francisco Chapo.

09/06/2026

com da ́nia


CTA E CÂMARA DE COMÉRCIO DA POLÓNIA ASSINAM MEMORANDO PARA IMPULSIONAR COMÉRCIO E INVESTIMENTO BILATERALA   e a   da   (...
08/06/2026

CTA E CÂMARA DE COMÉRCIO DA POLÓNIA ASSINAM MEMORANDO PARA IMPULSIONAR COMÉRCIO E INVESTIMENTO BILATERAL

A e a da (PCC) assinaram hoje um Memorando de Entendimento com o objectivo de aprofundar as relações comerciais e económicas entre e a Polónia.

O documento, rubricado no âmbito do Encontro realizado hoje em Maputo, estabelece áreas de cooperação. As duas instituições comprometem-se a utilizar as suas respectivas redes para estimular o comércio, o investimento e a cooperação entre os seus membros associados.

Entre os pontos-chave do Memorando destacam-se: a troca regular de informações sobre oportunidades de negócios, feiras e exposições internacionais a realizar em Moçambique e na Polónia, e a realização de missões empresariais recíprocas para aproximar os empresários dos dois países.

Com este instrumento, a CTA reforça a sua estratégia de internacionalização do sector privado nacional e cria um quadro formal para transformar o potencial de crescimento do comércio Moçambique-Polónia.

B2B COM EMPRESAS DA POLÓNIA: CTA APRESENTA MOÇAMBIQUE COMO PORTA DE ACESSO À NA SADC E ZCLCAA   promoveu hoje um Encontr...
08/06/2026

B2B COM EMPRESAS DA POLÓNIA: CTA APRESENTA MOÇAMBIQUE COMO PORTA DE ACESSO À NA SADC E ZCLCA

A promoveu hoje um Encontro com da , com o objectivo de transformar o comércio bilateral em e .

Intervindo no encontro, o Presidente da CTA, Álvaro Massingue, destacou que a presença da missão polaca em demonstra confiança no potencial do país e abre uma nova página nas relações económicas entre as duas nações. Para Massingue, embora as trocas comerciais ainda sejam modestas – com exportações moçambicanas para a Polónia acima de 100 milhões USD em 2024, dominadas por carvão, castanha de cajú e tabaco – o potencial de crescimento é “extraordinário”.

O Presidente da CTA descreveu Moçambique como porta de entrada para , apontando as vantagens competitivas únicas: localização estratégica no Oceano Índico, acesso aos corredores logísticos da e, sobretudo, acesso a mercados de escala. Apontou oportunidades de investimento e parcerias nas áreas de energia, petróleo, gás, infra-estruturas, agro-indústria e saúde.

“Investir em Moçambique significa aceder não apenas ao nosso mercado nacional de mais de 34 milhões de habitantes, mas também aos mais de 400 milhões de consumidores da e ao mercado da Zona de Comércio Livre Continental Africana, que integra cerca de 1,4 mil milhões de consumidores e um PIB combinado superior a 3,4 triliões de dólares americanos.

Massingue destacou que a CTA quer ir além do aumento do comércio: “Não queremos apenas aumentar o comércio entre os nossos países. Queremos criar empresas, fábricas, empregos e inovação. Queremos que as empresas polacas encontrem em Moçambique um parceiro confiável para crescerem em África”.

Para concretizar, a CTA reafirmou disponibilidade para apoiar a identificação de parceiros locais, facilitar contactos institucionais e acompanhar empresas polacas que pretendam estabelecer-se ou expandir operações em Moçambique.

O Embaixador da Polónia em Moçambique com residência na África do Sul, Jacek Chodorowicz, reconheceu o enorme potencial económico de Moçambique, destacando as seguintes vantagens competitivas do país: riqueza e diversidade de recursos naturais, a localização estratégica ao longo da costa do Oceano Índico e o papel de corredor logístico para vários países do interior da África Austral.

“Moçambique possui recursos naturais significativos, uma posição geográfica privilegiada junto ao mar e funciona como porta de acesso para economias do interior. Estes factores tornam o país atractivo para empresas polacas que procuram expandir para África", sublinhou.

06/06/2026

com Ministro dos Recusros Minerais e Energia

CTA E GOVERNO TRAÇAM ESTRATÉGIA PARA TRANSFORMAR GÁS E MINERAIS EM INDUSTRIALIZAÇÃO E EMPREGOA CTA realizou hoje a 3ª ed...
05/06/2026

CTA E GOVERNO TRAÇAM ESTRATÉGIA PARA TRANSFORMAR GÁS E MINERAIS EM INDUSTRIALIZAÇÃO E EMPREGO

A CTA realizou hoje a 3ª edição do Business Breakfast, desta vez com o Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Estevão Pale, como convidado especial. O encontro reforçou o diálogo público-privado sobre como transformar o gás, minérios e energia em industrialização, emprego e competitividade para Moçambique.

Na sessão de abertura, o Presidente da CTA, Álvaro Massingue, defendeu que o verdadeiro valor dos recursos moçambicanos não está apenas na exportação de GNL, mas na sua utilização estratégica para impulsionar a indústria nacional. Para Massingue, o gás doméstico deve chegar às empresas a preços competitivos e em quantidades adequadas, sob pena de “comprometer uma das maiores oportunidades de transformação económica da nossa história”.

O Presidente da CTA apontou ainda três desafios centrais: 1) usar o gás como alavanca para sectores como fertilizantes, siderurgia e cerâmica; 2) operacionalizar a recém-aprovada Lei de Conteúdo Local através do Bureau de Conteúdo Local da CTA, focado em capacitação e certificação de empresas nacionais; e 3) melhorar o ambiente de negócios com estabilidade regulatória e celeridade administrativa.

Sobre a crise de combustíveis, Massingue apresentou conclusões de um estudo técnico da CTA, apresentado ao Governo em Maio último, que aponta a escassez de divisas e a volatilidade internacional como principais causas. Como resposta, propôs medidas de curto prazo como alívio fiscal e acesso a divisas, e soluções estruturantes: tarifas eléctricas especiais para indústria, massificação do Gás Natural Veicular, contratos de longo prazo de energia e criação de reservas estratégicas de combustíveis. “Moçambique deve reduzir progressivamente a dependência de combustíveis importados e colocar os recursos energéticos nacionais ao serviço da competitividade”, afirmou.

O Ministro Estevão Pale alinhou com a visão do sector privado e sublinhou que a orientação do Governo vai além da extracção. “Os recursos só terão verdadeiro valor se forem convertidos em valor para as famílias, dinamização das empresas nacionais, criação de emprego e industrialização”, disse. O ministro detalhou 4 frentes de actuação do Governo: reforço do quadro regulatório com metas vinculativas de conteúdo local; capacitação via futura Autoridade de Conteúdo Local; financiamento com linhas de crédito para PMEs; e acesso à informação através de plataforma digital da ENH com oportunidades de fornecimento.

Pale destacou oportunidades concretas: o projecto Mozambique LNG prevê 4,5 a 5 mil milhões USD em bens e serviços; 15.734 nacionais a capacitar; e 1.500 PMEs na fase de operação. No sector eléctrico, citou o Projecto Mpanda Nkuwa, central solar de 400 MW da HCB e 40 mini-redes solares do FUNAE via Fundo Verde para o Clima como portas de entrada para empresas nacionais. “Queremos energia que sirva a indústria. Queremos mineração e hidrocarbonetos que alimentem cadeias produtivas nacionais”, concluiu.

O Presidente do Conselho Empresarial Nacional da CTA, *Noor Momade*, saudou o espaço de diálogo e destacou a relevância das reformas recentes em petróleo, minas e conteúdo local. Para o CEN, o Business Breakfast deve consolidar-se como plataforma regular para identificar soluções práticas, desbloquear constrangimentos e criar condições para investimento e crescimento sustentável. Momade reafirmou o compromisso do sector privado em colaborar com propostas, investimento e criação de emprego.

Ao encerrar o Business Breskfast, o Presidente da CTA reiterou disponibilidade da instituição para trabalhar lado a lado com o Governo na regulamentação da Lei de Conteúdo Local e na execução da agenda de transformação económica.

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