19/09/2026
Amílcar Cabral falava da erosão dos solos em Cabo Verde e da agricultura em Angola décadas antes de a crise climática ter esse nome.
Agora, com parceria editorial da BANTUMEN, Paris dedica-lhe uma exposição inteira: "Amílcar Cabral: Pour un humanisme radical" ("Por um humanismo radical"), na MansA, Maison des Mondes Africains (Casa dos Mundos Africanos).
Com inauguração a 16 de outubro, a exposição conta com nove artistas de Cabo Verde, Guiné-Bissau, Senegal, Portugal e outros espaços da lusofonia africana dialogam com o seu pensamento, entre eles Nú Barreto, Diogo Bento, Filipa César e Mónica de Miranda, além dos filmes de Sarah Maldoror.
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