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12/11/2025

FNTC REPUDIA ATAQUES INFUNDADOS À ENTIDADE FEITOS POR DISTRIBUIDORAS PARA MINAR O DIREITO DE ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS TRANSPORTADORAS DE COMBUSTÍVEIS E DE DERIVADOS DE PETRÓLEO

11/11/2025

FNTC DENUNCIA DISTRIBUIDORAS DE COMBUSTÍVEIS PELO DESCUMPRIMENTO DE LEIS DO TRANSPORTE DE CARGAS E COBRA PROVIDÊNCIAS DA ANT¨T

DIRIGENTES DA FNTC FAZEM NOVA VISITA TÉCNICA NOS TERMINAIS DO PORTO DE SANTOSDirigentes da Federação Nacional das Empres...
25/10/2025

DIRIGENTES DA FNTC FAZEM NOVA VISITA TÉCNICA NOS TERMINAIS DO PORTO DE SANTOS

Dirigentes da Federação Nacional das Empresas Transportadoras de Combustíveis, Derivados de Petróleo e Biocombustíveis (FNTC) estiveram no Porto de Santos para mais uma visita técnica nos maiores terminais de importação e exportação de combustíveis e de derivados de petróleo do país.

Durante a fiscalização nos terminais do bairro da Alemoa, foram verif**adas questões fundamentais para a eficiência das empresas transportadoras rodoviárias de cargas do setor e para o cumprimento da lei do descanso dos motoristas.

“Nesta visita técnica, contamos com a cooperação do Porto de Santos para que pudéssemos realizar a fiscalização. O que constatamos é que ainda falta acertar muita coisa nos terminais da região para que tenhamos as melhorias necessárias na infraestrutura”, disse o presidente da FNTC, Irani Gomes.

Dentre as principais demandas dos transportadores nos terminais do Porto de Santos, estão a falta de pátios para os caminhões aguardarem pela carga ou descarga; falta de pontos de parada para descanso dos motoristas, com restaurantes, lanchonetes, sanitários e chuveiros; melhoria da pavimentação das vias e da segurança da região.

Fonte: FNTC.

FEDERAÇÃO COBRA PUNIÇÃO EXEMPLAR PARA DESCUMPRIDORES DO PISO MÍNIMO DE FRETEA Federação Nacional das Empresas Transporta...
05/09/2025

FEDERAÇÃO COBRA PUNIÇÃO EXEMPLAR PARA DESCUMPRIDORES DO PISO MÍNIMO DE FRETE

A Federação Nacional das Empresas Transportadoras de Combustíveis, Derivados de Petróleo e Biocombustíveis (FNTC) cobra da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) as devidas providências para coibir o pagamento de frete abaixo do piso mínimo estabelecido pela legislação em vigor.

De acordo com denúncias recebidas pela Federação e sindicatos filiados, embarcadores e distribuidoras de combustíveis de diversos estados estariam anunciando fretes abaixo do piso mínimo de forma descarada, num desrespeito à Lei 13.703/2018 e aos transportadores rodoviários de cargas.

Em fiscalizações promovidas pela própria ANTT em vários estados, acompanhadas pela FNTC, evidências da infração já teriam sido constatadas.

“A Lei do Piso Mínimo de Frete foi criada com o objetivo de garantir uma retribuição justa e condições mínimas para os transportadores rodoviários de cargas brasileiros. Os infratores não estão apenas descumprindo a lei, mas desrespeitando os transportadores e causando sérios prejuízos ao setor”, protesta o presidente da FNTC, Irani Gomes.

Segundo o dirigente, para desestimular a prática, é preciso responsabilizar exemplarmente os infratores da lei.

Lei proíbe frete abaixo do piso mínimo

A Lei 13.703/2018, que instituiu a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas (PNPM-TRC), e que definiu as diretrizes para que a ANTT estabeleça os pisos mínimos de frete, publicados periodicamente e que devem ser respeitados em todo o território nacional, determina:

> É expressamente vedada a celebração de qualquer acordo ou convenção, individual ou coletivamente, ou mesmo por qualquer entidade ou representação de qualquer natureza, em condições que representem a prática de fretes em valores inferiores aos pisos mínimos estabelecidos na forma desta Lei.

> O processo de fixação dos pisos mínimos deverá ser técnico, ter ampla publicidade e contar com a participação dos representantes dos embarcadores, dos contratantes dos fretes, das cooperativas de transporte de cargas, dos sindicatos de empresas de transportes e de transportadores autônomos de cargas.

> Respondem subsidiariamente pelo pagamento de indenização os responsáveis por anúncios de ofertas de frete em valores inferiores aos pisos mínimos estabelecidos na forma desta Lei.

Em caso de desrespeito à Lei do Piso Mínimo de Frete, denuncie à FNTC ou a um de seus sindicatos filiados: Sindtanque-SP, Sindtanque Centro-Oeste, Sindtanque-RJ, Sindtaque-MG e Sindtanque-ES. As denúncias serão encaminhadas à ANTT e autoridades competentes.

Fonte: FNTC.

11/08/2025

EM CONSULTA PÚBLICA DA ANTT, FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESAS TRANSPORTADORAS DE COMBUSTÍVEIS, DERIVADOS DE PETRÓLEO E BIOCOMBUSTÍVEIS (FNTC) COBRA REFORMA DE TODA A BR 381, MAIS PONTOS DE PARADA PARA DESCANSO DOS MOTORISTAS E BENEFÍCIOS PARA OS TRANSPORTADORES PARA NOVA CONCESSÃO DA RODOVIA FERNÃO DIAS (BR 381)

CONSULTA PÚBLICA SOBRE A CONCESSÃO DA BR 381: FNTC SE MANIFESTA SOBRE PONTOS IMPORTANTES PARA OS TRANSPORTADORES; ENTIDA...
11/08/2025

CONSULTA PÚBLICA SOBRE A CONCESSÃO DA BR 381: FNTC SE MANIFESTA SOBRE PONTOS IMPORTANTES PARA OS TRANSPORTADORES; ENTIDADE COBRA REFORMA DE TODA A RODOVIA, MAIS PPDs E DESCONTO NO VALOR PEDÁGIO PARA O SETOR

A Federação Nacional das Empresas Transportadoras de Combustíveis, Derivados de Petróleo e Biocombustíveis (FNTC) participou da consulta pública sobre a concessão da Rodovia BR 381 (MG/SP), realizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), no último dia 8, em Contagem (MG).

Segundo a ANTT, além da apresentação do projeto de privatização, o evento teve o objetivo de obter contribuições para a otimização do contrato de concessão da rodovia, atualmente sob responsabilidade da Concessionária Autopista Fernão Dias S/A.

Na audiência, o diretor da Federação, Jorge Viana (foto), criticou diversos pontos do projeto apresentado, considerados contrários aos interesses dos transportadores rodoviários de cargas.

Reforma restrita

Para o dirigente da FNTC, os trechos da rodovia que deverão ser restaurados, conforme o que divulgado durante a reunião, não contemplam o interesse público.

“Toda a extensão da BR 381 se encontra em precárias condições. Portanto, a reforma não pode ser feita em apenas alguns trechos. Quem percorre a Fernão Dias sabe que do início ao fim a rodovia apresenta problemas”, disse.

Falta de PPDs

Outra questão levantada por Jorge Viana diz respeito à insuficiência de Pontos de Parada de Descanso (PPDs) dos motoristas, suas localizações e prazos de construção das unidades previstas no projeto de concessão.

“Apenas dois PPDs não são suficientes para atender ao grande número de transportadores que circulam pela Fernão Dias diariamente, uma das rodovias mais movimentadas do país, principal ligação entre os estados de Minas Gerais e São Paulo. Além disso, as localizações não são as mais indicadas e os prazos de construção são longos demais”.

Sem desconto

Sobre a promessa de desconto gradativo no valor da tarifa de pedágio aos usuários frequentes, o diretor da FNTC criticou a não inclusão dos transportadores de cargas entre os possíveis beneficiados. “Os maiores usuários de todas as rodovias são os caminhões. Portanto, não faz sentido deixar de incluir os transportadores entre aqueles que poderão ser beneficiados”, cobra Jorge Viana.

De acordo com o dirigente, a Federação vai formalizar as contribuições apresentadas durante a consulta pública e encaminhar o documento à ANTT. “Vamos registrar nossa insatisfação com relação aos pontos levantados, que consideramos estarem aquém das necessidades reais dos usuários e dos transportadores, para que providências sejam tomadas antes de a nova concessão entrar em vigor”.

Fonte: FNTC.

06/08/2025

MULTAS POR DESCUMPRIMENTO DO PISO MÍNIMO DE FRETE E DO VALE-PEDÁGIO OBRIGATÓRIO SÃO PESADAS, EXPLICA DIRETOR DA FEDERAÇÂO NACIONAL DAS EMPRESAS TRANSPORTADORAS DE COMBUSTÍVEIS, DERIVADOS DE PETRÓLEO E BIOCOMBUSTÍVEIS (FNTC), JORGE VIANA

ANTT REAJUSTA A TABELA DE PISOS MÍNIMOS DE FRETE COM BASE NO IPCA E NO PREÇO DO DIESELA Agência Nacional de Transportes ...
23/07/2025

ANTT REAJUSTA A TABELA DE PISOS MÍNIMOS DE FRETE COM BASE NO IPCA E NO PREÇO DO DIESEL

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou, no dia 17 de julho, durante a 1012ª Reunião de Diretoria Colegiada (ReDir), o reajuste dos pisos mínimos de frete do transporte rodoviário de cargas no Brasil.

A atualização considera a variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 3,28% entre dezembro de 2024 e maio de 2025, e o preço médio do óleo diesel S10, fixado em R$ 6,02 por litro, conforme levantamento mais recente da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A medida, de caráter ordinário, é prevista pela Lei nº 13.703/2018, que instituiu a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas. Segundo a ANTT, o objetivo é garantir maior segurança jurídica e condições mínimas de sustentabilidade econômica para o exercício da atividade por parte dos caminhoneiros e transportadores autônomos.

Os novos coeficientes afetam diretamente os valores mínimos a serem pagos por quilômetro rodado, por eixo carregado, considerando o tipo de carga, a distância percorrida e o perfil da operação. O impacto médio do reajuste varia entre 0,82% e 3,55%, a depender da natureza do serviço prestado.

De acordo com a Agência, a atualização segue a metodologia consolidada pela Resolução ANTT nº 5.867/2020, que norteia os cálculos com base em custos fixos (como remuneração e capital) e variáveis (como diesel e manutenção). A revisão não altera a estrutura da tabela, mas apenas os valores de referência.

Nova tabela

A medida segue a legislação e os princípios de eficiência, economicidade e responsabilidade institucional. “É uma atualização que ocorre nos meses de janeiro e julho, de forma estratégica, contribuindo para relações contratuais mais equilibradas”, disse em nota a ANTT.

“Os pisos mínimos têm como objetivo evitar fretes abaixo do custo, promovendo a qualidade dos serviços e a sustentabilidade dos transportadores. Com os novos valores, a ANTT reafirma seu compromisso com a estabilidade regulatória, a valorização do transportador e a eficiência da logística nacional”, afirma o órgão em seu site.

Confira a Resolução da ANTT nº 6.067, de 17 de julho de 2025, com coeficientes de pisos mínimos de transporte rodoviário de cargas no link: https://anttlegis.antt.gov.br/action/UrlPublicasAction.php?acao=abrirAtoPublico&num_ato=00006067&sgl_tipo=RES&sgl_orgao=DG/ANTT/MT&vlr_ano=2025&seq_ato=000&cod_modulo=623&cod_menu=9230

Fiscalizações

A Federação Nacional das Empresas Transportadoras de Combustíveis, Derivados de Petróleo e Biocombustíveis (FNTC) tem acompanhado as fiscalizações realizadas pela ANTT, em todo o país, para verif**ar o cumprimento do Piso Mínimo de Frete e de outros direitos dos transportadores rodoviários de cargas, especialmente do transporte de cargas perigosas.

“Esperamos que a ANTT intensifique as fiscalizações para que as distribuidoras e demais contratantes de serviços de frete respeitem a legislação do Piso Mínimo de Frete e que, em caso de descumprimento, os infratores sejam responsabilizados exemplarmente”, diz o presidente da FNTC, Irani Gomes.

Fonte: FNTC, com informações da ANTT.

23/07/2025

Revisão periódica traz previsibilidade e equilíbrio para o setor de transporte rodoviário de cargas; novos valores entram em vigor ainda este mês

23/07/2025

Fique atento sobre como realizar a emissão de boletos, recursos e demais procedimentos com eficiência e segurança

23/07/2025

A FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESAS TRANSPORTADORAS DE COMBUSTÍVEIS, DERIVADOS DE PETRÓLEO E BIOCOMBUSTÍVEIS (FNTC) TEM FISCALIZADO RODOVIAS EM TODO O PAÍS.

APÓS APONTAR AS MÁS CONDIÇÕES DE CONSERVAÇÃO DA BR 040, DESDE QUE A NOVA CONCESSIONÁRIA ASSUMIU A ADMINISTRAÇÃO DA RODOVIA, FINALMENTE O TRECHO ENTRE O RIO DE JANEIRO E MINAS GERAIS ESTÁ SENDO REVITALIZADO.

MELHORIAS SIGNIFICATIVAS, PRINCIPALMENTE NA PISTA DA DIREITA, UTILIZADA PELOS CAMINHÕES DE TRANSPORTE DE CARGAS, JÁ PODEM SER VISTAS.

MANIFESTO DA FNTC POR RESPEITO AOS TRANSPORTADORES DE CARGAS DO BRASILO transporte rodoviário de combustíveis é o princi...
22/07/2025

MANIFESTO DA FNTC POR RESPEITO AOS TRANSPORTADORES DE CARGAS DO BRASIL

O transporte rodoviário de combustíveis é o principal responsável pelo funcionamento da economia brasileira. Quando ele para, todos param!
Ele abastece cidades, movimenta a indústria, o agronegócio e o comércio, garantindo que o país funcione.

No entanto, os transportadores — verdadeiros protagonistas dessa engrenagem — enfrentam um cenário alarmante, de desrespeito, desequilíbrio e inviabilidade econômica.

Este manifesto é um chamado à consciência, à ação e à responsabilidade de todos os envolvidos na cadeia logística nacional.

SETOR ESMAGADO ENTRE OBRIGAÇÕES E DESRESPEITO

Empresários do setor estão submetidos a contratos unilaterais, margens irrisórias e exigências operacionais impraticáveis.

Para atender clientes gigantes e poderosos, são obrigados a investir pesado em frota, oficinas, garagens e na contratação de pessoal — muitas vezes com base em volumes que não se confirmam. Quando a operação começa, vêm os obstáculos:

- Filas intermináveis na carga e na descarga, sem infraestrutura e sem pagamento justo de estadias, mesmo com respaldo legal (Lei 11.442/2007);

- Piso mínimo de frete ignorado (Lei 13.703/2018), com embarcadores pagando abaixo do mínimo legal;

- Cadências e agendamentos ilusórios, que escondem a ineficiência do embarcador e transformam o caminhão em “estoque sobre rodas”.

CICLO PERVERSO E INSUSTENTÁVEL

Após mobilizar capital e recursos humanos, o transportador descobre que:

- Os volumes prometidos não acontecem;

- O fluxo de caixa seca, pois os tempos mortos não são remunerados e a produtividade não acontece;

- A empresa f**a refém de um contrato desequilibrado, sem saída operacional ou financeira.

RELAÇÃO COMERCIAL PROFUNDAMENTE INJUSTA

O desequilíbrio de forças entre embarcadores e transportadores é gritante. Poucos clientes, gigantes e poderosos, impõem suas regras a centenas de empresas fragilizadas. Essa relação gera:

- Contratos leoninos, em que os riscos recaem apenas sobre o transportador;

- Os executivos são focados em bônus de curto prazo, que ignoram compromissos e desconstroem qualquer possibilidade de parceria sustentável;

- Práticas abusivas disfarçadas de eficiência operacional.

REMUNERAÇÃO INSUFICIENTE COMPROMETE O FUTURO

Com margens cada vez menores, o setor não consegue:

- Honrar os seus compromissos financeiros e fiscais;

- Não consegue renovar a frota, resultando em caminhões mais poluentes e inseguros;

- Manter a segurança viária, aumentando o risco de falhas mecânicas e acidentes e excesso de jornada de trabalho dos motoristas;

- Garantir condições dignas de trabalho aos motoristas, gerando vulnerabilidade jurídica e social;

- Sobreviver com dignidade.

BAIXA QUILOMETRAGEM RODADA E RODOVIAS PRECÁRIAS

A produtividade do caminhão está em queda. A quilometragem útil rodada por cada caminhão é cada vez menor, devido a dois fatores incontestáveis:

- A precariedade da infraestrutura rodoviária, que reduz a velocidade média, aumenta o desgaste dos veículos e eleva os custos e os riscos;

- A incompetência logística dos embarcadores, que não otimizam os ciclos, ampliam as janelas de espera e sufocam a operação.

COLAPSO IMINENTE: RESPONSABILIDADE TEM NOME

Se as distribuidoras de combustíveis continuarem impondo contratos abusivos, descumprindo compromissos, pagando abaixo do mínimo legal e transferindo sua ineficiência para os transportadores, as empresas transportadoras não vão suportar.

As empresas de transporte não conseguirão mais honrar seus compromissos financeiros, seja com bancos, locadoras, fornecedores ou com seus próprios colaboradores.

A consequência disso será o colapso do setor, com graves impactos para as próprias distribuidoras, gerando risco de desabastecimento, para a segurança pública, o meio ambiente e a toda a sociedade brasileira.

EXIGIMOS JUSTIÇA, SUSTENTABILIDADE E RESPEITO

A FNTC, em nome das empresas transportadoras de combustíveis, etanol, biodiesel e derivados de petróleo, reivindica:

- Aplicação imediata e rigorosa das leis existentes, com fiscalização e penalidades a quem as descumpre;

- Revisão urgente das práticas abusivas de embarcadores, incluindo contratos desequilibrados, agendamentos fictícios e não pagamento de estadias;

- Remuneração justa e compatível com os riscos e investimentos realizados;

- Compromisso com parcerias de longo prazo, que respeitem a lógica da sustentabilidade do setor;

- Tratamento isonômico entre os modais: se há demurrage e penalidades nos portos e ferrovias, deve haver também no modal rodoviário, para os caminhões.

CONIVÊNCIA COM O TRANSPORTE ILLEGAL

As grandes distribuidoras de combustíveis também têm fechado os olhos para a atuação ilegal no setor. Usinas produtoras de etanol vêm contratando transportadores que operam fora da lei, sem cumprir a legislação trabalhista, especialmente a Lei do Motorista (Lei 13.103/2015).

O transporte irregular gera concorrência desleal, compromete a segurança nas estradas e alimenta um ambiente de informalidade, que penaliza quem cumpre as regras. A omissão das distribuidoras diante dessa realidade é inaceitável e precisa ser urgentemente enfrentada.

Transportador valorizado é sinônimo de país mais competitivo. Respeitar o transportador é garantir um Brasil mais eficiente, seguro e sustentável.

Não aceitaremos mais o silêncio diante do descaso para um setor tão importante e que transporta produtos que podem explodir e causar desastres e catástrofes de grandes proporções, colocando vidas em risco.

Este manifesto é mais do que um grito de um setor que move o país, que não pode mais ser empurrado à beira do colapso. É um alerta a toda a cadeia produtiva e aos órgãos governamentais.

FNTC – FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESAS TRANSPORTADORAS DE COMBUSTÍVEIS, DERIVADOS DE PETRÓLEO E BIOCOMBUSTÍVEIS

Endereço

Avenida 136, Nº 761, Parte E20, Quadra F-44, Lote 2-E, 11ª Andar, Edifício Nasa Business Style
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