Unidade Classista - SP

Unidade Classista - SP Página oficial da UC no Estado de São Paulo.

A Unidade Classista é uma corrente sindical da esquerda revolucionária que atua com a perspectiva de organização dos trabalhadores para o enfrentamento aos ataques que o sistema capitalista nos impõem.

24/05/2025
Manifesto da Unidade Classista SINPEEM Camaradas e colegas educadores da Rede Municipal de São Paulo, nós da Unidade Cla...
24/05/2025

Manifesto da Unidade Classista SINPEEM

Camaradas e colegas educadores da Rede Municipal de São Paulo, nós da Unidade Classista- SINPEEM, vimos à público para repudiar, com incondicional veemência, o ataque perpetrado por Ricardo Nunes e Fernando Padula contra 41diretores de escolas da Rede Municipal de São Paulo!

1. O (des) governo de plantão é um operador político que combina interesses neoliberais com métodos fascistas.
2. Nunes não está nem um pouco preocupado com políticas públicas que atendam os filhos e filhas de mulheres e homens da classe trabalhadora.
3. Executa políticas nas áreas da educação, saúde, assistência social habitação e cultura, em consonância com os interesses privatistas das tais organizações sociais.
4. De forma autocrática e autoritária, ataca os direitos consolidados dos profissionais da educação, ao arrepio das leis maiores, ao apelar para instrução normativa, criando um embróglio jurídico proposital,no intuito de nos intimidar.
5. Nada de luto! Estamos em luta!
6. Devemos pressionar as entidades da COEDUC para que retomem e apoiem as iniciativas de mobilização que já ocorrem em no âmbito de várias DRE.
7. Conclamamos a todos e todas profissionais da Educação Pública Municipal a se integrarem às mobilizações em curso nas suas regiões.
8. Só a luta coletiva muda a vida!

Comitê da Unidade Classista SINPEEM, organização afiliada a Federação Sindical Mundial.

Iniciamos 2025 com diversas lutas por todo o Brasil. Alguns setores da classe trabalhadora resistiram fortemente aos ava...
24/05/2025

Iniciamos 2025 com diversas lutas por todo o Brasil. Alguns setores da classe trabalhadora resistiram fortemente aos avanços da burguesia, e isso foi especialmente visível entre os servidores públicos, principais alvos do neofascismo no país. Este relato tem por objetivo apresentar e exemplificar uma das formas de mobilização e resistência através das quais os professores da rede municipal de São Paulo vêm atuando, apesar dos constantes ataques à categoria e à carreira.

Na cidade de São Paulo, após a eleição do prefeito Ricardo Nunes - um dos representantes do neofascismo fisiológico brasileiro - aprofundou-se o processo de precarização que atingiu diversos setores da classe trabalhadora. Trata-se, evidentemente, da tendência neoliberal que assola o Brasil, submetendo-o ao arrocho da burguesia financeira internacional.

No âmbito estadual, a primeira fase desse movimento consistiu na privatização de serviços de infraestrutura, como a CPTM (que hoje controla poucas linhas), o saneamento básico (SABESP) e o setor energético (Eletrobrás). Tal expediente foi determinante para ampliar a acumulação de capital, uma necessidade evidente da burguesia internacional. A segunda fase, por sua vez, avançou (e ainda avança) sobre direitos sociais, como educação e saúde.

Dessa forma, a avalanche de desmonte e retrocesso atingiu a educação de maneira contundente. Isso é exemplificado quando observamos a implementação da ideologia neoliberal nas salas de aula, com a redução das disciplinas de ciências humanas em detrimento da manutenção de matérias como “projeto de vida”, “empreendedorismo” e outras ciladas. Ainda que não tenha implementado as mesmas disciplinas, mas replicando a mesma lógica, a rede municipal de educação da cidade de São Paulo começa a instaurar firmemente a ideologia do “empreendedorismo”.

No âmbito estadual, o governador Tarcísio de Freitas propôs a implementação de escolas cívico-militares . Posteriormente, a medida foi replicada na capital . O mesmo processo ocorre com a privatização das escolas, tanto no Estado quanto no município de São Paulo.

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Iniciamos 2025 com diversas lutas por todo o Brasil. Alguns setores da classe trabalhadora resistiram fortemente aos ava...
24/05/2025

Iniciamos 2025 com diversas lutas por todo o Brasil. Alguns setores da classe trabalhadora resistiram fortemente aos avanços da burguesia, e isso foi especialmente visível entre os servidores públicos, principais alvos do neofascismo no país. Este relato tem por objetivo apresentar e exemplificar uma das formas de mobilização e resistência através das quais os professores da rede municipal de São Paulo vêm atuando, apesar dos constantes ataques à categoria e à carreira.  

Na cidade de São Paulo, após a eleição do prefeito Ricardo Nunes - um dos representantes do neofascismo fisiológico brasileiro - aprofundou-se o processo de precarização que atingiu diversos setores da classe trabalhadora. Trata-se, evidentemente, da tendência neoliberal que assola o Brasil, submetendo-o ao arrocho da burguesia financeira internacional. 

No âmbito estadual, a primeira fase desse movimento consistiu na privatização de serviços de infraestrutura, como a CPTM (que hoje controla poucas linhas), o saneamento básico (SABESP) e o setor energético (Eletrobrás). Tal expediente foi determinante para ampliar a acumulação de capital, uma necessidade evidente da burguesia internacional. A segunda fase, por sua vez, avançou (e ainda avança) sobre direitos sociais, como educação e saúde.

Dessa forma, a avalanche de desmonte e retrocesso atingiu a educação de maneira contundente. Isso é exemplificado quando observamos a implementação da ideologia neoliberal nas salas de aula, com a redução das disciplinas de ciências humanas em detrimento da manutenção de matérias como “projeto de vida”, “empreendedorismo” e outras ciladas. Ainda que não tenha implementado as mesmas disciplinas, mas replicando a mesma lógica, a rede municipal de educação da cidade de São Paulo começa a instaurar firmemente a ideologia do “empreendedorismo”.
No âmbito estadual, o governador Tarcísio de Freitas propôs a implementação de escolas cívico-militares. Posteriormente, a medida foi replicada na capital. O mesmo processo ocorre com a privatização das escolas, tanto no Estado quanto no município de São Paulo.

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Na noite do dia 16 de abril, um acidente gravíssimo deixou três trabalhadores feridos na Usina Santa Elisa, da Raízen, e...
29/04/2025

Na noite do dia 16 de abril, um acidente gravíssimo deixou três trabalhadores feridos na Usina Santa Elisa, da Raízen, em Sertãozinho (SP). Conforme informações divulgadas no dia seguinte pelo G1, dois trabalhadores sofreram queimaduras graves. Um deles foi transferido ao Hospital Albert Einstein, em São Paulo, enquanto o outro foi internado em estado grave na Santa Casa de Sertãozinho. Um terceiro trabalhador sofreu ferimentos leves e está em observação. Segundo o Corpo de Bombeiros e a Polícia Civil, não houve chamado imediato de emergência, e apenas posteriormente um boletim de ocorrência foi registrado.
A versão oficial apresentada à imprensa aponta que o acidente teria ocorrido após o rompimento de um duto de v***r, liberando v***r superaquecido que atingiu as vítimas. A Raízen declarou que mobilizou sua equipe de saúde para dar suporte às famílias e que está apurando as causas do ocorrido.
No entanto, relatos de trabalhadores da usina revelam uma realidade ainda mais alarmante, sugerindo sérias falhas operacionais e negligência. Segundo relatos, em dezembro de 2024, houve demissão dos antigos operadores da turbina, após reivindicação de aumento salarial. Novos trabalhadores assumiram as funções, porém não houve preocupação por parte dos gestores e líderes da Usina em instruir corretamente esses novos trabalhadores, resultando em erros operacionais— como a entrada de água nos encanamentos de v***r e o consequente dano nas tubulações, pelo choque térmico.
Ainda de acordo com o relato, houve um vazamento identificado durante regulagem de válvulas — dispositivos que controlam a pressão do v***r e que requerem assinatura técnica. Os trabalhadores teriam solicitado a paralisação da operação, mas foram ignorados pela supervisão. Com o aumento do vazamento, foram orientados a descer até a galeria para filmar o vazamento. Foi nesse momento que o duto de v***r estourou, lançando v***r a altíssima temperatura e pressão e substâncias químicas contra os corpos dos trabalhadores. Dois deles tiveram aproximadamente 90% do corpo queimado. No dia 23 de abril, um dos trabalhadores veio a falecer no hospital.

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✍🏼Relato de Hoje: um olhar sobre os alunos.As professoras e professores ouvem diariamente relatos de seus alunos. São hi...
27/04/2025

✍🏼Relato de Hoje: um olhar sobre os alunos.

As professoras e professores ouvem diariamente relatos de seus alunos. São histórias diversas. Algumas escancaram como o sistema educacional enxerga aqueles que são dissidentes.

Como o governo atual enxerga os alunos?

Alguns registros do primeiro dia da Etapa Nacional do III Congresso da Unidade Classista ✊🏼🚩
18/04/2025

Alguns registros do primeiro dia da Etapa Nacional do III Congresso da Unidade Classista ✊🏼🚩

Aos nossos heróis, dedicamos nossa história de lutas!103 anos do Partidão.🎉Vida longa à militância de luta que jamais de...
25/03/2025

Aos nossos heróis, dedicamos nossa história de lutas!

103 anos do Partidão.🎉
Vida longa à militância de luta que jamais deixará o PCB acabar.

É impossível acabar com o Partidão 🚩✊🏽

Unidade Classista presente- Assembleia Estadual APEOESP- Primeiro dia de Greve em Praia Grande 🚩
23/03/2025

Unidade Classista presente
- Assembleia Estadual APEOESP
- Primeiro dia de Greve em Praia Grande
🚩

Unidade Classista na Luta contra a Implementação das Escolas Cívico-militares no Estado de São PauloEscola não é Quartel...
01/03/2025

Unidade Classista na Luta contra a Implementação das Escolas Cívico-militares no Estado de São Paulo

Escola não é Quartel!


Unidade Classista, Futuro Socialista
✊🏽

O governador Tarcísio de Freitas e a Secretaria Estadual da Educação (SEDUC) trabalham para transformar, o mais rápido p...
19/02/2025

O governador Tarcísio de Freitas e a Secretaria Estadual da Educação (SEDUC) trabalham para transformar, o mais rápido possível, as escola públicas estaduais em quartéis, sem qualquer debate ou participação popular nas decisões, já que não representam os interesses e necessidades da classe trabalhadora.

De acordo com a "Folha de São Paulo", a gestão de Tarcísio pretende implementar mais 42 escolas cívico-militares ainda esse ano. A implementação, que foi corretamente repudiada por alunos, professores, comunidade escolas e sindicato, é mais uma bandeira populista da extrema-direita que, por um lado, concretiza a chamada “escola sem partido” e seu viés ideológico reacionário, censurando comportamentos e debates críticos, como consta em diversas denúncias. Por outro lado, os recursos destinados a este projeto, sem qualquer evidência de ser melhor, poderiam ser aplicados à infraestrutura das unidades escolares já existentes e sucateadas, e à valorização dos/as trabalhadores/as da educação. Inclusive, os militares da reserva, além dos proventos que já recebem do Exército, terão uma remuneração maior do que o salário médio dos professores.

A Unidade Classista segue na Luta por uma EDUCAÇÃO PÚBLICA, POPULAR E DE QUALIDADE ✊🏽

NÃO ÀS ESCOLAS CÍVICO-MILITARES
ESCOLA NAO É QUARTEL
FORA TARCISIO, FORA FEDER

Unidade Classista, Futuro Socialista 🚩

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Rua Francisca Miquelina, 118
São Paulo, SP
01316000

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