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A Transparência Brasil é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que atua para promover a transparência, a integridade e o controle social do poder público. A Transparência Brasil é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que atua para promover a transparência e o controle social do poder público, contribuindo para a integridade e o aperfeiçoamento das instituições, das políticas públicas e do processo democrático.

A Transparência Brasil celebrou 25 anos de atuação em 2025 reafirmando seu longevo compromisso com o fortalecimento da d...
25/05/2026

A Transparência Brasil celebrou 25 anos de atuação em 2025 reafirmando seu longevo compromisso com o fortalecimento da democracia.

Entre os trabalhos de excelência que pautaram o debate público no ano passado estão a revelação das emendas parlamentares paralelas e o controle social sobre penduricalhos do Judiciário, Ministério Público e Advocacia-Geral da União (AGU).

No Relatório de Impacto 2025 divulgado hoje, 25.mai, a TB destaca a vigilante atuação sobre as emendas parlamentares, sua produção de estudos sobre as remunerações do sistema de Justiça que a colocam como protagonista na área e a pioneira iniciativa Cesta de Preços do Medicamentos Transparentes, ferramenta que auxilia gestores e servidores na aquisição eficiente de remédios.

Saiba mais sobre o trabalho da TB em 🔗transparencia.org.br

Hoje, às 11h, participaremos do Seminário "Perspectivas da Regulamentação do Lobby no Brasil", promovido pelo Núcleo de ...
25/05/2026

Hoje, às 11h, participaremos do Seminário "Perspectivas da Regulamentação do Lobby no Brasil", promovido pelo Núcleo de Estudos sobre Federalismo, Política e Desenvolvimento da PUC-Rio (NUFEPD).

Nossa diretora executiva, Juliana Sakai, estará no evento ao lado do pesquisador Felipe Barboza Pereira, doutor em Ciências Sociais pela PUC-Rio e autor da tese "Lobby em Foco: desafios e perspectivas regulatórias da atividade no Brasil".

O evento é gratuito e aberto ao público.
Acesse pelo Zoom:
link: https://puc-rio.zoom.us/j/95529744924?pwd=IJl2kSKQ23bqh8cad7sCXS4KiesiSd.1
ID: 955 2974 4924
Senha: 934597

O Jornal Nacional exibiu na quinta-feira, 21.mai, reportagem sobre a derrubada, pelo Congresso Nacional, de vetos do gov...
22/05/2026

O Jornal Nacional exibiu na quinta-feira, 21.mai, reportagem sobre a derrubada, pelo Congresso Nacional, de vetos do governo federal à Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026. As mudanças permitem doações públicas a estados e municípios no período eleitoral e repasses a municípios inadimplentes — medidas aprovadas em votação relâmpago, sem registro nominal.

A diretora executiva da Transparência Brasil, Juliana Sakai, explicou à reportagem que as brechas inseridas na LDO, uma lei anual, agridem duas leis permanentes: a lei eleitoral, que proíbe transferências nos três meses anteriores às eleições justamente para evitar uso da máquina pública, e a Lei de Responsabilidade Fiscal, que veda repasses a municípios endividados por representarem risco fiscal.

22/05/2026

Em participação no Jornal da Cultura de 8.mai.2026, Juliana Sakai, diretora executiva da Transparência Brasil, analisou como o atual sistema de emendas parlamentares favorece a corrupção e compromete o equilíbrio entre os poderes. A edição integrava uma cobertura especial sobre as eleições de 2026, com foco nos escândalos, números e desafios do combate à corrupção no Brasil.

Sakai afirmou que o Legislativo se apropriou do poder de alocação do orçamento, função que não é a sua de origem. "O Congresso tem um papel de fiscalizar. Hoje, se ele deixa de fiscalizar e passa na prática a executar o orçamento, a gente tem um grave problema de equilíbrio de poderes", disse. Segundo ela, essa dinâmica favorece governos sem interesse em governar, que passam a oferecer recursos ao Legislativo como moeda de apoio político, gerando não só corrupção, mas ineficiência e falta de planejamento.

O resultado, afirmou Sakai, é que o volume controlado pelo Congresso já supera o poder do próprio Executivo, que muitas vezes precisa ir até os parlamentares pedir dinheiro para viabilizar suas políticas. "Enquanto isso, o Congresso usa esse dinheiro como cheques em branco para destinar para onde têm interesse, eleitoral especificamente, e sem que isso esteja atrelado a prioridades nacionais", afirmou.

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Mais informações em 🔗 transparencia.org.br

21/05/2026

Juliana Sakai, diretora executiva da Transparência Brasil, participou como comentarista do Jornal da Cultura no dia 8.mai, em programa dedicado ao tema da corrupção, parte de uma cobertura especial sobre as eleições de 2026.

Na bancada, foi questionada sobre o papel da educação no combate à corrupção. Sakai lembrou do que costumava dizer o ex-diretor executivo da Transparência Brasil, Cláudio Weber Abramo. "Estamos há mais de 2.000 anos pregando ‘não roubarás' e nem a Igreja conseguiu impedir isso, nem mesmo internamente", afirmou.

Sakai lembra que onde há dinheiro, há possibilidade de roubo. Por isso, defende, o caminho está em tornar o desvio mais difícil e mais arriscado, a partir de legislação mais robusta, mais transparência e um aparato de prevenção e combate que funcione.

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Mais informações em 🔗 transparencia.org.br

19/05/2026

Juliana Sakai, diretora executiva da Transparência Brasil, participou como comentarista do Jornal da Cultura no dia 8.mai. Na edição, parte de uma cobertura especial preparada para as eleições, ela debateu por que o Brasil ainda encontra tanta dificuldade em reduzir estruturalmente a corrupção, mesmo diante de avanços legislativos como a Lei da Ficha Limpa e a Lei de Acesso a Informação.

Para Sakai, o problema central é que o combate e a corrupção evoluem juntos. Ela usou as emendas parlamentares como exemplo concreto: quando se avança em transparência de um lado, o Congresso cria novas modalidades de emendas justamente para escapar dessa transparência, como aconteceu com o orçamento secreto e, depois, com as emendas Pix.

Ainda assim, Sakai ressaltou a capacidade dos órgãos de controle, como o Ministério Público e os tribunais de contas, de identificar casos, o que vem alterando gradualmente a percepção pública sobre a corrupção no país.

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Mais informações em 🔗 transparencia.org.br

🗞 O Globo publicou, na última sexta-feira (8.mai), matéria sobre nota pública da Coalizão de Combate aos Supersalários, ...
15/05/2026

🗞 O Globo publicou, na última sexta-feira (8.mai), matéria sobre nota pública da Coalizão de Combate aos Supersalários, da qual a Transparência Brasil faz parte.

A nota alerta para a criação de novos penduricalhos nos três poderes desde a decisão do STF, em 25.mar, que fixou novo entendimento sobre remuneração no serviço público e pôs fim a algumas verbas indenizatórias.

Entre os casos mapeados, estão a equiparação de magistrados a docentes, a concessão irrestrita de acúmulos e a conversão de parcelas extrateto em créditos para usufruto futuro.

Estudo da TB com a República.org mostra que tribunais de Justiça pagaram ao menos R$ 10,7 bilhões acima do teto em 2025. A nota afirma que a excepcionalidade dos penduricalhos "configura o escárnio dos privilégios diante de um Brasil desigual", já que sete em cada dez servidores públicos recebem até R$ 6.189.
A coalizão também critica a Resolução CNJ 677/2026, que restringe o acesso público a dados remuneratórios, e novas gratificações no STM que podem chegar a R$ 15 mil mensais.

As entidades pedem revisão imediata das iniciativas e avanço nos PLs 3401/25 e 3328/25, voltados à limitação de verbas indenizatórias e à ampliação da transparência remuneratória.

Assinam a carta: República.org, Movimento Pessoas à Frente, Transparência Internacional – Brasil, Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Fiquem Sabendo, Transparência Brasil, Centro de Liderança Pública (CLP) e Livres.

🔗 Leia a íntegra da nota em transparencia.org.br

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino determinou na 3ª feira (12.mai) que as assembleias legislativas...
13/05/2026

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino determinou na 3ª feira (12.mai) que as assembleias legislativas dos estados e a Câmara Legislativa do Distrito Federal comprovem, em até 30 dias, que adaptaram seus processos orçamentários ao modelo federal de transparência e rastreabilidade de emendas parlamentares. A decisão atende a pedido da Transparência Brasil, da Transparência Internacional – Brasil e da Associação Contas Abertas na ADPF 854.

O novo despacho é desdobramento de uma determinação de outubro de 2025, também provocada pelas três organizações. Dino também determinou providências relacionadas a nepotismo, uso de emendas para campanhas eleitorais, capacidade operacional da Controladoria-Geral da União, disponibilização de painel de informações pelo TCU e influência de deputados federais paulistas no orçamento do governo de São Paulo.

A Transparência Brasil lançou nesta 3ª feira (12) um relatório sobre a comunicação da Defensoria Pública de São Paulo co...
12/05/2026

A Transparência Brasil lançou nesta 3ª feira (12) um relatório sobre a comunicação da Defensoria Pública de São Paulo com seus usuários, produzido em parceria com a Ouvidoria-Geral do órgão. O levantamento analisou se a instituição oferece informações claras sobre o que faz e como ser acessada, e encontrou lacunas relevantes nos dois eixos.

No eixo que analisa a transparência em relação à missão e funcionamento, o estudo constatou 63% de cumprimento integral e 37% de lacunas. No eixo do acesso, 74% dos itens analisados apresentaram lacunas, com 83,3% do conteúdo disponível classificado como inadequado.

A dificuldade de acesso à informação foi o principal motivo de queixas à Ouvidoria em 2024, respondendo por 36% dos casos.

O relatório lembra que mais da metade dos atendidos têm renda familiar de até um salário mínimo e 26,7% não completaram o ensino regular.

Entre as recomendações, estão a adoção de linguagem simples, a diversificação dos canais de comunicação e a transparência sobre o uso de inteligência artificial. A íntegra está no link da bio.

O Fórum de Direito de Acesso a Informações Públicas, coalização que a Transparência Brasil integra, divulgou nota na qua...
11/05/2026

O Fórum de Direito de Acesso a Informações Públicas, coalização que a Transparência Brasil integra, divulgou nota na quarta-feira, 6.mai, alertando para os riscos do PL 6.423/2025 à transparência pública.

O projeto, em tramitação no Senado, modifica a Lei de Acesso a Informação e dá ao diretor-geral da Abin o poder de classificar documentos como ultrassecretos, prerrogativa que hoje é restrita ao presidente da República e a poucos outros cargos, por 25 anos, podendo ser prorrogados por igual período.

O texto também permite suprimir da transparência ativa os contratos de aquisição de ferramentas de monitoramento de celulares e computadores e amplia as possibilidades de acesso estatal a dados, inclusive junto a bases públicas e privadas.

A íntegra da nota está em transparencia.org.br

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