De Olho na Guanabara

De Olho na Guanabara Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de De Olho na Guanabara, Organização de conservação do ambiente, Baía de, Rio de Janeiro.

O projeto De Olho na Guanabara foi criado a partir das experiências do monitoramento participativo voluntário idealizado e executado pela AHOMAR Associação Homens e Mulheres do Mar da Baía de Guanabara desde 2012, e então aprimorado e com sucesso transformado em uma tecnologia para celular em forma de aplicativo para Android e IOS, e nesta plataforma georeferênciada, realizada e criada pela AHOMAR

em parceria e com o apoio da 350.org Brasil, nasceu para contribuir com a fiscalização ambiental feita pelas comunidades de pescadores artesanais da região, registrando em um mapa a foto tirada pelo pescador e o ponto exato de onde a imagem foi registrada.

12/04/2026

Pescadores brasileiros estão usando um aplicativo para combater a poluição na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. A poluição da água, que foi agravada pelo despejo ilegal de petróleo, agora pode ser monitorada pelo aplicativo e combatida pelas autoridades.
🎥Florian PLAUCHEUR

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Hoje, trazemos mais um vídeo da Série “Guardiões da Baía de Guanabara”, co-produzida pela pesquisadora associada ao Resi...
19/03/2026

Hoje, trazemos mais um vídeo da Série “Guardiões da Baía de Guanabara”, co-produzida pela pesquisadora associada ao Residualab .pierobon
https://www.instagram.com/reel/C2kcRHeL8FU/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==

Este episódio traz o trabalho da .ambiental.da.pesca , organizado pelo coletivo de pescadores da Baía de Guanabara, representado aqui pelo pescador e ativista .ahomar uma das principais lideranças da localidade e presidente da .

“Guardiões da Baía de Guanabara” é uma série de filmes etnográficos curtos que trata da relação de amor e cuidado dos pescadores artesanais com a Baía de Guanabara, Rio de Janeiro, Brasil.

Neste vídeo, apresentamos Alexandre Anderson, ativista e pescador, e a Patrulha Ambiental da Pesca, movimento iniciado pelo coletivo de pescadores da Baía de Guanabara.

O objetivo da Patrulha é observar e denunciar crimes ambientais cometidos pela indústria petroleira e estaleiros.

Alexandre é um dos fundadores da Associação de Homens e Mulheres do Mar (AHOMAR), organização criada em 2007 para organizar a luta dos pescadores contra a poluição e o derramamento de óleo na baía de guanabara.

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Pescadores brasileiros recorrem a aplicativo móvel para combater a poluição.https://www.france24.com/en/live-news/202408...
09/03/2026

Pescadores brasileiros recorrem a aplicativo móvel para combater a poluição.
https://www.france24.com/en/live-news/20240820-brazil-fishermen-turn-to-mobile-app-to-combat-pollution-scourge

O ativista e pescador brasileiro Alexandre Anderson usa uma mão para conduzir seu barco e a outra para filmar uma mancha de óleo que se espalha pela Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro.

Ele fará o upload do vídeo para um aplicativo desenvolvido para expor os danos ambientais na baía icônica, crucial para o turismo e a indústria pesqueira, mas assolada por derramamentos de petróleo, produtos químicos e esgoto não tratado.

A Baía de Guanabara, um porto natural de cerca de 400 quilômetros quadrados (154 milhas quadradas), enfrenta a poluição não apenas de embarcações visitantes e acidentes em plataformas de petróleo, mas também de navios antigos abandonados em suas águas e do escoamento urbano.

Frustrados com o que consideram uma falta de resposta oficial, os pescadores da baía decidiram tomar as rédeas da situação e, com o apoio da organização não governamental 350.org, desenvolveram um aplicativo para eles.

"Costumávamos tirar fotos com nossos celulares ou câmeras", mas sem dados de geolocalização precisos, isso era de pouca utilidade, disse Anderson, presidente da associação de pescadores Ahomar da baía, à AFP enquanto filmava um fluxo constante de águas residuais sendo despejadas de um navio.

O aplicativo, no entanto, "me fornece os dados precisos" com os quais posso registrar uma reclamação, anonimamente.

A informação é verificada por um moderador e publicada em um site específico, sendo posteriormente repassada a autoridades como o Ibama, órgão ambiental brasileiro, ou a Marinha, que patrulha a baía.

Segundo Anderson, sempre que monitora as águas escuras por apenas algumas horas, ele se depara com vários derramamentos ilegais.

Em três semanas após o lançamento do aplicativo em 26 de julho, 20 reclamações foram publicadas na internet e mais de 100 outras estão sob análise, de acordo com os administradores.

Praticamente não há mais robalo ou pescada.
"Os órgãos de fiscalização sempre alegaram que não têm as ferramentas necessárias para lidar com as denúncias", disse Paulo Barone, que pertence a outra associação local de pescadores.

Mas com esse novo aplicativo, disse ele, as autoridades "não podem mais negar ou ignorar" as denúncias.

Para Luiz Afonso Rosario, coordenador da 350.org no Brasil, os pescadores artesanais estão na "linha de frente" há muito tempo.

"As empresas de petróleo e gás, além de poluírem as águas que são fonte de alimento, renda e lazer para milhares de famílias, agravam a crise climática... ao fornecerem combustíveis fósseis que são a principal causa do aquecimento global", disse ele.

Os pescadores foram particularmente afetados por um vazamento em 2000, que despejou 1,3 milhão de litros de petróleo na baía, provenientes de uma refinaria da Petrobras.

"Isso acabou com a pesca. Praticamente não se encontra mais robalo nem pescada", disse Roberto Marques Resende, que ainda pesca na região.

Para alguns, a luta vai além da simples sobrevivência.

Anderson, que há anos se opõe à indústria petroquímica, afirma ser alvo de ameaças e ataques há anos e espera que o aplicativo ajude a garantir que "os responsáveis ​​sejam realmente punidos".

"Só então conseguiremos resolver esses problemas", disse ele.
© 2024 AFP
(tradutor google)

Foto: ( Imagem mostra mancha de óleo perto de plataforma na Baía de Guanabara, rastro de óleo é visto em foto aérea no mar próximo à Ponte Rio-Niterói. Inea diz que não recebeu denúncias e que vai apurar vazamento.)

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'De olho na Guanabara': pescadores criam aplicativo para denunciar crimes ambientais https://noticias.r7.com/record-news...
28/02/2026

'De olho na Guanabara': pescadores criam aplicativo para denunciar crimes ambientais
https://noticias.r7.com/record-news/video/de-olho-na-guanabara-pescadores-criam-aplicativo-para-denunciar-crimes-ambientais-22082024/

Depois de confirmada, a informação é enviada a órgãos fiscalizadores do governo federal, como o Ibama e a Marinha

A Associação Homens do Mar da Baía de Guanabara criou o aplicativo "De olho na Guanabara", para fiscalizar crimes ambientais cometidos nas comunidades de pescadores.

A plataforma faz o mapeamento de onde estão ocorrendo as infrações, como o derramamento de óleo, e o despejo de produtos químicos e água não tratada por embarcações.

Depois de confirmada, a denúncia é encaminhada a órgãos do governo federal, como o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e a Marinha.

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Depois de confirmada, a informação é enviada a órgãos fiscalizadores do governo federal, como o Ibama e a Marinha

Uma ONG em parceria com uma associação de pescadores está desenvolvendo um aplicativo que vai permitir aos pescadores no...
20/02/2026

Uma ONG em parceria com uma associação de pescadores está desenvolvendo um aplicativo que vai permitir aos pescadores notificar com mais agilidade e precisão indícios de crimes ambientais na Baía de Guanabara.

Aqui você encontra o conteúdo exibido na Band Rio. Reveja os programas e conteúdos jornalísticos.

Acesse o site: https://www.band.uol.com.br/rio-de-ja...
https://www.youtube.com/watch?v=WMmmOBw39-I

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Uma ONG em parceria com uma associação de pescadores está desenvolvendo um aplicativo que vai permitir aos pescadores notificar com mais agilidade e precisão...

13/02/2026

O barco do monitoramento da Patrulha Ambiental da Pesca já iniciando as diligências na Lagoa de Guarapina e Ponta Negra em Maricá RJ, para mapeamento participativo das atividades da Patrulha Ambiental da Pesca / AHOMAR - Associação Homens e Mulheres do Mar da Baía de Guanabara, em convênio com as entidades de pesca local e lideranças de pescadores.

Apoio: APELBAMBUÍ, SINDPESCA-RJ, REDE AHOMAR, 350.org Brasil.

10/02/2026
04/02/2026

Flagrante de um pescador no dia de ontem (04-04-2024) em um Rio dentro da Área de Proteção Ambiental de Guapi-Mirim e Estação Ecológica da Guanabara, onde se verificou grande mortandade de peixes e crustáceos por produto químico (tolueno, BTEX, HPAs).

Além das mortandades de peixes e crustáceos, o vazamento de tolueno, substância altamente tóxica, provocou o fechamento do Sistema Imunana-Laranjal, em São Gonçalo, e deixando mais de dois milhões de consumidores com as torneiras secas por quase uma semana.

As suspeitas recaem nas 16 empresas que utilizam tolueno em seu processo de produção, 14 delas no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ).

Além dos graves danos sociais e ambientais, até hoje as autoridades ainda não descobriram a origem do produto químico, deste crime ambiental.

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A "Patrulha Ambiental da Pesca" Patrulha Ambiental da Pesca - AHOMAR - Associação Homens e Mulheres do Mar da Baía de Gu...
24/01/2026

A "Patrulha Ambiental da Pesca"

Patrulha Ambiental da Pesca - AHOMAR - Associação Homens e Mulheres do Mar da Baía de Guanabara
(De Olho na Guanabara)

A Baía de Guanabara no Rio de Janeiro possui por volta de 380 Km², 55 rios e riachos que a alimentam a Baía, 02 Unidades de Conservação Federal e outras Municipais divididas nos municípios que margeiam a Baía. Em alguns desses locais ainda é possível encontrar águas em boa qualidade e de grande importância para o ecossistema marinho como os manguezais, dos quais restam apenas 82 Km² hoje.

O ecossistema da Baía serve de abrigo para dezenas de espécies botânicas, dentre eles, peixes e crustáceos, fontes de alimentação e renda para milhares de famílias que vivem e pescam nos 07 municípios que banham a Baía de Guanabara.

Dentre os diversos problemas socioambientais da região, destacam-se as áreas industriais - portos, piers, terminais marítimos, refinarias - áreas de fundeio clandestinas; atividades intensas de off-shore; lixos e poluentes flutuantes nas embocaduras de rios; e saídas de corpos hídricos onde há atividade industrial afetando e comprometendo a qualidade das águas do ecossistema marinho da Baía e, consequentemente, causando um grande impacto negativo na qualidade e no quantitativo do pescado da região realizado de forma artesanal por várias comunidades tradicionais pesqueiras.

Mesmo em meio a tantos problemas, a fauna e a flora da Baía são exuberante, os manguezais e o seu patrimônio ecológico ainda estão preservados, em grande parte, por aqueles que vivem em suas margens e de lá tiram o seu sustento.

É neste contexto, que a Associação Homens ao Mar da Baía de Guanabara (AHOMAR) representa oficialmente um pouco mais de 4.200 famílias de pescadores, ribeirinhos e catadores de crustáceos da Baía de Guanabara com o intuito de cuidar e proteger o seu ecossistema e, consequentemente, garantir a fonte de renda dessas famílias. Além disso, o trabalho da Associação na comunidade democratiza as oportunidades através da mobilização de um maior número de pescadores e pescadoras, junto aos movimentos e associações comunitárias.

A AHOMAR atua diretamente nas bases, praias, ilhas, ilhotas e rios, e assume o dever de denunciar crimes ambientais e sociais que ocorrem, muitas vezes, diante do poder público. A Associação, através da Patrulha da Pesca, realiza a apuração e constatação, em tempo hábil e com rapidez, de denúncias que ocorrem em lugares até então inalcançáveis, dando visibilidade aos problemas socioambientais junto ao poder público mesmo sofrendo ameaças, represálias e atentados que, muitas vezes, trazem risco iminente de morte.

Na aproximação feita com as comunidades tradicionais são colhidos materiais fotográficos, depoimentos e documentos, que baseiam as denúncias feitas pela Associação. Além disso, a AHOMAR realiza reuniões e assembleias em praias e comunidades diversas na Baía de Guanabara e como resultado já conseguiram que canteiros de obras fossem fechados, que lixões fossem interditados, além de outras obras poluidoras e agentes públicos sendo investigados.

Ainda assim, o descaso das indústrias e empresas petrolíferas de off-shore, responsáveis pelas obras causadoras de impactos negativos ao meio ambiente, principalmente para a pesca artesanal, tem como consequência uma redução comprovada de mais de 80% da captura do pescado. Para além disso, está também a poluição constante, por conta das dragagens ilegais; lançamentos de chorumes, pinturas e lavagens de porões de navios e rebocadores; e vazamentos inúmeros de dutos de gás e óleos, causando a morte de peixes por contaminação química.

Somado-se a isso, manobras de grandes embarcações são feitas em áreas proibidas por lei para este fim (áreas de baixio); ameaças e disparos de armas de fogo, oriundas de seguranças em sede de terminais e piers da Petrobras na Baía de Guanabara; repressão excessiva de militares da marinha do Brasil contra pescadores artesanais, ribeirinhos e comunidades tradicionais que de lá vivem e tiram seu sustento.

projeto-ahomar-2

https://casacidades.casa.org.br/patrulha-ambiental-da.../

́adeguanabara

15/01/2026

Nossos Pescadores não aguentam mais !
PETRÓLEO TRAZ DESENVOLVIMENTO?

As tragédias ambientais deixam sequelas sentidas até hoje no meio ambiente, e nas vidas das centenas de comunidades tradicionais pesqueiras da Baía de Guanabara e do Rio de Janeiro.

́adeguanabaradeguanabara ̧ãoambiental ́ ́ ̧ãomarinha

Endereço

Baía De
Rio De Janeiro, RJ

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