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09 de Maio: O Direito de ter Direitos e a Urgência da Luta de Base Saudações sindicais a todas e todos! Companheiros e c...
10/05/2026

09 de Maio: O Direito de ter Direitos e a Urgência da Luta de Base

Saudações sindicais a todas e todos! Companheiros e companheiras que movem a engrenagem das nossas entidades!

Hoje, 09 de maio, celebramos os 20 anos da Lei 11.295/06.

Trata-se de um marco histórico que rompeu com o autoritarismo e garantiu aos empregados de entidades sindicais o direito elementar à sindicalização. É uma vitória que resgata a dignidade de quem, durante décadas, lutou pelos direitos alheios, mas era impedido de organizar os seus próprios.

​Escrevo este texto com o orgulho de quem, em 2003, rascunhou o anteprojeto para alterar o Artigo 526 da CLT. Naquele momento, minha convicção era clara: a organização dos sindicatários deveria ser o espelho de um novo modelo sindical. Nossas entidades não podem ser apenas prédios; devem ser laboratórios de uma sociedade justa, onde a relação entre capital e trabalho seja pautada pelo exemplo e pela ética de classe.

​O exemplo deve vir de dentro. Se defendemos o trabalho decente lá fora, não podemos tolerar o assédio moral e a retirada de direitos dentro das nossas próprias entidades sindicais!


​A reflexão que trago hoje é amarga, mas necessária. Desde o golpe de 2017, assistimos a um desmonte sistemático das conquistas históricas da classe trabalhadora. A flexibilização e a pejotização avançam como um câncer, transformando o trabalhador em um "prestador de serviço" sem amparo legal, sem férias e sem segurança.

O que mais me causa indignação é observar que o Movimento Sindical, em grande medida, perdeu a capacidade de mobilização.

Estamos encerrando um ciclo de governo democrático e popular e o que entregamos? Onde estão as ações efetivas no Congresso Nacional para revogar as reformas trabalhista e previdenciária que nos sangram diariamente?
​Não aceito a desculpa de que "o Congresso é conservador". O Congresso sempre foi um balcão de negócios das elites. A diferença é que os direitos nunca foram presentes de parlamentares; eles sempre foram arrancados pela pressão das ruas e pelo trabalho de base.

É preciso sair da bolha das diretorias e voltar para o chão da fábrica, para o balcão do comércio e para as mesas dos escritórios.

O sindicato deve servir aos anseios da categoria, e não aos projetos pessoais de alguns dirigentes. Felizmente, ainda podemos contar com um número significativo de dirigentes que honram o cargo e mantém uma boa representatividade junto às suas bases

​Aos companheiros que trabalham em sindicatos — sejam laborais ou patronais: vocês são fundamentais para a classe trabalhadora. Exijam respeito, profissionalismo e condições saudáveis de trabalho. Nossa atuação não é um simples emprego; é uma vocação política de transformação social.

​Não há conquista sem luta. Não há vitória sem unidade.
Que a nossa tristeza diante das injustiças se converta em fúria organizativa para retomarmos o que nos foi tirado.

Pelo direito de ter direitos, pela valorização do trabalho e pela reconstrução do nosso Movimento Sindical!

​A luta continua!

Pronto! Falei!

Lurdinha Vieira da Cunha

08/05/2026

📢 Na semana do dia do sindicatário, o SindiSindi-RS aborda dois temas de suma importância para a categoria sindicatária! 🔹 Mesa 1: "A luta contra o feminic...

30/04/2026
9 de Maio: Dia Estadual do Sindicatário celebra 20 anos de conquista na CLTNeste sábado, 9 de maio de 2026, comemora-se ...
30/04/2026

9 de Maio: Dia Estadual do Sindicatário celebra 20 anos de conquista na CLT

Neste sábado, 9 de maio de 2026, comemora-se o Dia Estadual do Sindicatário. A data carrega um simbolismo especial este ano: celebram-se exatamente duas décadas desde que, em 2006, os trabalhadores de entidades sindicais conquistaram o direito à sindicalização na CLT. O Rio Grande do Sul, pioneiro, reconheceu a data oficialmente em 2011.

Para a categoria, a data não é apenas um registro no calendário, mas um marco de identidade.

Nosso sindicato conquistou o Dia do Sindicatário após muita luta junto à Assembleia Legislativa do RS e seguimos trabalhando para tornar a data nacional. O Dia do Sindicatário representa o reconhecimento de uma categoria que é a base das entidades e deve ser respeitada. Somos nós que garantimos o suporte para que toda a classe trabalhadora possa se organizar, afirma o presidente do Sindisindi/RS, Baptista Rocha

Se em anos anteriores o foco foi a sobrevivência contra ataques legislativos, o cenário de 2026 traz novos debates. O trabalho do sindicatário hoje enfrenta a consolidação do modelo híbrido e os impactos da automação e Inteligência Artificial na gestão das entidades.

O histórico de resistência é longo. A categoria sobreviveu a períodos severos de desmonte, como:

A Reforma Trabalhista de 2017: Que golpeou o financiamento sindical.

A MP 873/19: Que tentou, sem sucesso, inviabilizar o recolhimento de mensalidades.

A Pandemia de COVID-19: Que exigiu uma transição abrupta para o teletrabalho e vitimou muitos companheiros.

Para o presidente do Sindisindi/RS, Baptista Rocha, o momento é de vigilância: “Vencemos tentativas de destruição do movimento sindical, mas a capacidade de luta depende da nossa capacidade de organização interna. Sem o sindicatário valorizado, a defesa do trabalhador enfraquece.”

Futuro e Conscientização
Apesar da recuperação de certos espaços de diálogo no governo federal nos últimos anos, a redução de quadros funcionais ainda é sentida em muitas federações e associações. A celebração deste 9 de maio reforça a necessidade de:

Fortalecer o sentimento de pertencimento do trabalhador sindicatário.

Modernizar as estruturas sindicais sem perder a essência do atendimento humano.

Lutar pela Unicidade Sindical e pela valorização da contribuição assistencial, garantindo a sustentabilidade das lutas futuras.

Neste dia, o convite é para a reflexão: quem defende quem defende você? Valorizar o sindicatário é garantir que a voz do trabalhador nunca seja silenciada.

É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Olga Maria dos Santos Andrade, ocorrido neste dia 30 de abril de 2...
30/04/2026

É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Olga Maria dos Santos Andrade, ocorrido neste dia 30 de abril de 2026.

Olga desempenhava com dedicação e brilho o papel de Diretora de Assuntos Sociais e Culturais do Sindisindi/RS, além de ser uma estimada funcionária do Semapi. Sua trajetória foi marcada pelo compromisso inabalável com as causas sociais e pela promoção da cultura dentro da categoria, deixando um legado de luta e sensibilidade.

9 de Maio: Dia Estadual do Sindicatário Celebra 20 Anos de Conquista na CLTNeste sábado, 9 de maio de 2026, comemora-se ...
27/04/2026

9 de Maio: Dia Estadual do Sindicatário Celebra 20 Anos de Conquista na CLT

Neste sábado, 9 de maio de 2026, comemora-se o Dia Estadual do Sindicatário. A data carrega um simbolismo especial este ano: celebram-se exatamente duas décadas desde que, em 2006, os trabalhadores de entidades sindicais conquistaram o direito à sindicalização na CLT. O Rio Grande do Sul, pioneiro, reconheceu a data oficialmente em 2011.

Praça da Alfândega foi palco da primeira manifestação pública do 1º de Maio no BrasilA Praça da Alfândega conta a histór...
24/04/2026

Praça da Alfândega foi palco da primeira manifestação pública do 1º de Maio no Brasil

A Praça da Alfândega conta a história de Porto Alegre e do movimento operário gaúcho. A primeira manifestação em espaço aberto pelo 1º de Maio aconteceu na praça em 1892. E a primeira greve de trabalhadores e trabalhadoras do Rio Grande do Sul, em 1906, teve a praça como local de concentração. A greve, que em 2026 completa 120 anos, mobilizou mais de 5 mil trabalhadores e parou a cidade. E foi na praça, naquele ano, que nasceu a Federação Operária do Rio Grande do Sul, uma ancestral das atuais centrais sindicais.

A proposta de erguer um monumento à classe trabalhadora na praça é uma iniciativa de um grupo de servidores técnico-administrativos em educação das instituições federais, que fazem parte do Sindicato dos Técnico-administrativos em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) (Assufrgs), e criaram uma Comissão de Memória.

“Dentro da comissão surgiu a ideia de propor para outras entidades a criação de um monumento para o 1º de Maio. Isso se dá diante da falta de referências à memória da classe trabalhadora, ao movimento sindical e ao movimento operário em Porto Alegre”, explica Frederico Duarte Bartz, filiado à Assufrgs, mestre e doutor em História e idealizador do curso de extensão Caminhos Operários em Porto Alegre, na Ufrgs.

Para viabilizar o projeto, a Comissão da Memória do sindicato lança uma campanha no dia 1º de Maio voltada para os sindicatos, organizações culturais e demais grupos que tenham vínculo com a classe trabalhadora, para impulsionar um financiamento coletivo para a construção da obra. Ao mesmo tempo, o grupo fará uma mobilização junto aos deputados e vereadores para que seja aprovada a colocação do monumento na Praça da Alfândega.

O local é estratégico, foi da praça que saiu a primeira caminhada de 1º de Maio realizada no Brasil, em 1892, seis anos após o assassinato de trabalhadores em Chicago, EUA, em 1886, que reivindicavam a redução da jornada de 14 horas para oito horas. A data do evento em Chicago inspirou a criação do Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora em primeiro de maio. Antes da manifestação em Porto Alegre, houve apenas atos pelo 1º de Maio em teatros, em São Paulo e no Rio de Janeiro.

A partir da praça, os trabalhadores saíram em caminhada até a Floresta – primeiro bairro operário de Porto Alegre, e fizeram algumas paradas para debates, como no Salão Cosmopolita, na rua Dr. Flores, e no final da tarde encerraram a manifestação com um piquenique na Chácara da Sociedade Beneficente Alemã, localizada nos altos da rua Ramiro Barcelos, no bairro Independência. O 1º de Maio seria incorporado ao calendário oficial de feriados no Brasil em 1924, pelo presidente da República Artur Bernardes.

Cento e vinte anos após a greve histórica de 1906, que garantiu jornada de trabalho de nove horas para a maioria dos trabalhadores e trabalhadoras, e 109 anos após a greve de 1917, que assegurou a jornada de oito horas, é difícil crer que a carga horária de oito horas continue em vigor até hoje e que a escala 6×1 ainda seja imposta pelo patronato. Enquanto isso, quase diariamente, o Ministério do Trabalho e Emprego recebe denúncias sobre a situação de trabalhadores em situação análoga à escravidão. Em Bento Gonçalves, por exemplo, em fevereiro de 2023, fiscais flagraram 207 trabalhadores em situação de escravidão em várias vinícolas do município.

Greve de 1906

Na primeira grande greve geral do Sul do Brasil, em 1906, houve um grande comício na Praça da Alfândega, no dia 23 de setembro, quando o jornalista Carlos Cavaco, que era um dos principais líderes do movimento, sugeriu a criação de uma Federação Operária, recebendo o apoio imediato de outra liderança dos trabalhadores, Francisco Xavier da Costa, gráfico e jornalista.

O movimento operário começou com a paralisação dos trabalhadores marmoristas e se espalhou por todas as categorias. A paralisação se intensificou no período de 31 de setembro a 20 de outubro, e ficou conhecida como “greve dos 21 dias”. A greve foi impulsionada pelos anarquistas, que iniciaram uma paralisação no dia 26 de agosto na marmoraria de Jacob Aloys Friedrichs, reivindicando a jornada de oito horas.

O processo industrial no Brasil estava iniciando, mas já provocava mudança na organização do trabalho, e não havia legislação que garantisse direitos trabalhistas no começo do século 20. O país havia abandonado há pouco a escravidão e o patronato custava a entender como se relacionar com trabalhadores livres. A jornada de trabalho podia chegar a 14 horas, inclusive para crianças. E os migrantes que chegavam ao Rio Grande do Sul, vindos da Europa, traziam ideias socialistas e anarquistas, confrontando o sistema de exploração encontrado no Brasil.

Logo após a declaração de greve dos marmoristas, liderados por Henrique Faccini e André Arjonas, os trabalhadores fundaram o sindicato da categoria e convidaram os demais trabalhadores de Porto Alegre para se unirem ao movimento paredista. Durante todo o mês de setembro, a classe trabalhadora da cidade se manteve solidária aos marmoristas paralisados e, no dia 3 de outubro, diversas categorias se declararam em greve.

A reivindicação da jornada de oito horas não era uma novidade no movimento operário, os socialistas gaúchos já a exigiam desde 1897, quando a demanda apareceu no programa do Partido Socialista do Rio Grande do Sul. Ainda em 1906, entre os dias 15 e 22 de abril, foi realizado no Rio de Janeiro o 1º Congresso Operário Brasileiro, que colocou a luta pelas oito horas na pauta.

No entanto, o movimento foi aos poucos esvaziando diante de ameaças e do cansaço dos trabalhadores em greve. Eles não conseguiram as oito horas, mas conquistaram a redução da jornada de 11 para nove horas. Um único empresário, Nicolau Rocco, dono da famosa confeitaria Rocco, concordou com a jornada de oito horas para seus funcionários e contribuiu com 100 mil réis para a caixa de auxílio aos grevistas.

Depois da greve geral, a ideia da Federação Operária, lançada naquele comício da Praça da Alfândega, prosperou e se concretizou. A Federação Operária do Rio Grande do Sul (Forgs) seria a principal entidade a reunir os sindicatos gaúchos e liderar os grandes movimentos de classe trabalhadora no estado até a metade dos anos 1930.

Greve de 1917

A greve de 1917 foi a maior da história de Porto Alegre e também ocorreu em São Paulo e no Rio de Janeiro, mobilizando cerca de 70 mil trabalhadores e trabalhadoras. A paralisação foi deflagrada na Praça da Alfândega no dia 31 de julho, com um grande comício que reuniu cerca de 5 mil pessoas.

Tudo começou com um grupo de trabalhadores e trabalhadoras que foi se deslocando pelas ruas, a partir do bairro Navegantes, convencendo os operários a fechar as fábricas, até que chegou na Praça da Alfândega e se reuniu com aqueles que já estavam lá, participando de um comício, quando a greve foi aprovada e se manteve por cinco dias. O movimento resultou numa série de conquistas, como aumento de salário, e algumas categorias conseguiram a jornada de oito horas de trabalho.

O mundo enfrentava a primeira grande guerra e vários produtos eram exportados para a frente de batalha, provocando alta no preço de mercadorias de primeira necessidade, esse foi um dos principais motivos para a greve. A pauta de reivindicação dos trabalhadores exigia diminuição nos preços dos gêneros; providências para evitar a retenção do açúcar nos portos; estabelecimento de um matadouro municipal para fornecer carne à população a preço razoável; criação de mercados livres nos bairros operários; obrigatoriedade da venda do pão a peso e fixação semanal do preço do quilo; aumento de 255 réis sobre os salários e generalização da jornada de oito horas para homens e de seis horas para mulheres e crianças.

Os problemas eram muitos. Nas fábricas, havia o emprego maciço de mão de obra infantil, mais barata que a adulta. Muitas crianças tinham dedos, mãos ou até o braço mutilados pelas máquinas e, assim como os demais trabalhadores, não tinham direito a tratamento médico ou seguro por acidentes de trabalho.

Praça da Alfândega

A Praça da Alfândega é um local de referência para a classe trabalhadora desde o século 18. Naquela época, o lago Guaíba chegava até à escadaria que havia no local, onde foi construído um cais de pedra em 1783 para facilitar o embarque e desembarque de passageiros e de mercadorias. No local também havia um prédio, que foi a primeira alfândega da cidade. Na ampla praça se reuniam comerciantes e quitandeiros e, por isso, a área também era chamada de Praça da Quitanda.

Em 1912, a gestão pública deu início à construção de um prédio maior para a Alfândega, que até então ficava no meio da praça, onde atualmente está o monumento em homenagem ao General Osório. Naquele mesmo ano, foi feito um aterro no lago Guaíba que permitiu a construção dos prédios da Delegacia Fiscal (atual Museu de Artes) e dos Correios e Telégrafos (atual Memorial do Rio Grande do Sul), bem como do Cais Mauá.

Desde 1955, sempre na segunda quinzena do mês de outubro, é realizada na Praça da Alfândega a tradicional Feira do Livro de Porto Alegre, organizada pela Câmara Rio-Grandense do Livro, atraindo milhares de visitantes. Até hoje, a praça é ponto de encontro de categorias em greve, como a greve dos bancários em 2015, e a greve dos vigilantes em 2019.

E neste 1º de Maio voltará a ser palco de lutas com a realização do Festival do Trabalhador e Trabalhadora, com atividades das 10h às 23h. Entre os destaques estão a Feira de Economia Solidária e Criativa, a arte urbana, com hip hop, rimas e grafiti, o show nacional de Chico Chico, cortejo do Bloco da Laje, esquete com o Ói Nóis Aqui Traveiz e o encerramento com a escola Imperadores do Samba.

* Nosso agradecimento aos funcionários do Museu da Comunicação Hipólito da Costa, que colaboraram na localização do material da época.

Fonte: Brasil de Fato/RS
Foto restaurada por Leandro Malósi Dóro

Sindisindi e Sindipolo saem na frente e reduzem jornada para 36 horas sem corte salarialEm um movimento que fortalece a ...
14/04/2026

Sindisindi e Sindipolo saem na frente e reduzem jornada para 36 horas sem corte salarial

Em um movimento que fortalece a luta nacional pelo fim da escala 6x1, o SINDIPOLO/RS e o SINDISINDI/RS anunciaram a implementação da jornada de 36 horas semanais para seus funcionários, sem qualquer redução em salários ou benefícios. A decisão foi formalizada através de um aditivo ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) vigente até 2026.

Solidariedade e Exemplo "Dentro de Casa"
O SINDISINDI/RS recebeu e manifestou total solidariedade à proposta enviada pelo SINDIPOLO/RS, reafirmando que a mudança é um passo concreto para aplicar, na prática, o que as entidades pleiteiam junto às patronais. Em carta enviada à direção da CUT-RS, os presidentes Ivonei Arnt (SINDIPOLO) e José Baptista da Rocha (SINDISINDI) defendem que a redução comece "por dentro" das próprias organizações sindicais para aumentar a pressão sobre o setor empresarial.

"Entendemos como oportuno e coerente que a CUT-RS oriente os sindicatos filiados para que façam o mesmo caminho", destaca o documento assinado em 13 de abril de 2026.

O Cenário: Por que reduzir a jornada é urgente?
A iniciativa ocorre em um momento crítico para a saúde do trabalhador brasileiro. Dados recentes reforçam que a exaustão física e mental atingiu níveis alarmantes no país:

Recorde de Afastamentos: Em 2025, o Brasil registrou mais de 534 mil afastamentos por transtornos mentais, um recorde histórico impulsionado por casos de ansiedade e depressão.

Impacto da Escala 6x1: Estima-se que cerca de 30% dos trabalhadores brasileiros ainda operam sob o regime de seis dias de trabalho para um de folga, especialmente nos setores de comércio, serviços e saúde.

Potencial Econômico: Estudos indicam que a modernização das relações de trabalho e a redução da jornada poderiam gerar até 4,5 milhões de novos empregos no Brasil, além de aumentar a produtividade e o consumo das famílias.

Campanha "A Vida Não Tem Hora Extra"
A ação dos sindicatos gaúchos está alinhada à campanha "A Vida Não Tem Hora Extra", lançada pela CUT-RS. O movimento busca mobilizar a sociedade para que o tempo de vida seja valorizado frente à produtividade desenfreada, combatendo jornadas consideradas "absolutamente doentias".

Com a mudança para as 36 horas, o SINDIPOLO e o SINDISINDI esperam não apenas melhorar a qualidade de vida de seus colaboradores, mas servir de vitrine para que outros sindicatos e empresas adotem modelos de trabalho mais humanos e sustentáveis.

Nota de Pesar​O Sindisindi/RS manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de José Delfino Griz da Silva, esposo da dir...
13/04/2026

Nota de Pesar
​O Sindisindi/RS manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de José Delfino Griz da Silva, esposo da diretora Rachel Cefrin.
​Neste momento de dor, expressamos nossas mais sinceras condolências à nossa diretora, aos familiares e aos amigos, desejando força e serenidade.

Velório:

​Local: Capela 4 do Cemitério Ecumênico João XXIII.
​Endereço: Av. Natal, 60 - Medianeira, Porto Alegre - RS.
​Data: 13 de abril de 2026.
​Horário: O início está previsto para as 12h, com encerramento às 16h30.

Nota de Pesar​O Sindisindi/RS manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de José Delfino Griz da Silva, esposo da dir...
13/04/2026

Nota de Pesar
​O Sindisindi/RS manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de José Delfino Griz da Silva, esposo da diretora Rachel Cefrin.
​Neste momento de dor, expressamos nossas mais sinceras condolências à nossa diretora, aos familiares e aos amigos, desejando força e serenidade.

Velório:

​Local: Capela C do Cemitério Ecumênico João XXIII.
​Endereço: Av. Natal, 60 - Medianeira, Porto Alegre - RS.
​Data: 13 de abril de 2026.
​Horário: O início está previsto para as 15h, com encerramento às 19h.

Endereço

Porto Alegre, RS

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