Coletivo Japy

Coletivo Japy Despertar, praticar e desenvolver a sustentabilidade socioambiental, para a construção de um mundo melhor.

13/08/2026

Reunião com compromisso de cuidar do entorno do Morro da Baleia 🌱

O Coletivo Japy esteve hoje quinta feira (13/08) com a Secretaria de Meio Ambiente e Planejamento e com a UGISP — Unidade de Gestão de Infraestrutura e Serviços Públicos, responsável, entre outras atribuições, pelas ações de manutenção, conservação e zeladoria dos espaços públicos de Jundiaí.

A reunião foi proveitosa e resultou em um compromisso importante: viabilizar o plantio e a limpeza de duas áreas públicas localizadas em frente à entrada de uma das trilhas do Morro da Baleia.

São áreas que há anos vêm sendo ignoradas pelo poder público e que, após diversas denúncias realizadas pelo Coletivo Japy, com apoio do vereador Henrique Parra do Cardume , finalmente entram na pauta de manutenção.

O cenário atual é preocupante: mato alto, descarte irregular de entulho e ausência de manutenção deixam esses espaços vulneráveis a incêndios — um risco que não se limita ao terreno, mas compromete a segurança de toda a área do Morro da Baleia e seu entorno.

Cuidar de uma área pública próxima à Serra do Japi não é apenas uma questão de zeladoria. É também uma ação de prevenção de incêndios, proteção ambiental, segurança e valorização do território.

🌱 Agora, esperamos que o compromisso se transforme em ação concreta.

O Coletivo Japy seguirá acompanhando e cobrando para que essas áreas sejam cuidadas, restauradas e incorporadas a uma estratégia permanente de proteção e restauração do Morro da Baleia.

13/08/2026

🌿 **A Serra do Japi nos convoca novamente!**

No dia **13/08, às 18h**, teremos **Audiência Pública na Câmara Municipal de Jundiaí** para cobrar a revisão definitiva da **Lei 417**, que organiza a proteção da nossa Serra.

Há 48 anos, Jundiaí foi às ruas contra loteamentos na Serra. Depois veio a conquista do tombamento, em 1983.

Hoje, a ameaça continua: **galpões, especulação imobiliária, data centers e pressão sobre o pé da Serra**.

Não basta congelar. É preciso **revisar a Lei 417 e proteger de verdade**.

📍 **Audiência Pública**
🗓 **13/08**
⏰ **18h**
📌 **Câmara Municipal de Jundiaí**

Participe do **Movimento Nossa Serra** e ajude a espalhar essa mensagem! 🌱

03/08/2026

O Morro da Baleia é muito mais do que um local de visitação: é um corredor ecológico essencial para a fauna da Mata Atlântica.

As mesmas trilhas percorridas por pessoas são utilizadas diariamente por mamíferos, aves e outros animais para buscar alimento, abrigo, água e manter a conectividade entre fragmentos florestais.

Esse equilíbrio, porém, é constantemente ameaçado. O turismo irregular, a abertura de trilhas clandestinas, o excesso de circulação de pessoas, o lixo, o ruído, a presença de animais domésticos e os incêndios florestais aumentam o estresse sobre a fauna, alteram seus padrões de comportamento e comprometem a funcionalidade desse corredor ecológico.

Por isso, proteger e restaurar caminham juntos. Conservar apenas os fragmentos remanescentes não é suficiente. É preciso recuperar áreas degradadas, ampliar a cobertura de vegetação nativa e fortalecer a conectividade da paisagem para que os animais encontrem alimento, abrigo e consigam se deslocar com segurança. Cada muda plantada representa um passo na reconstrução desse ecossistema e na redução dos conflitos entre fauna e áreas urbanas.

Conservar também significa respeitar. Precisamos compreender que esse território não pertence apenas às pessoas. Antes de serem nossas, essas trilhas já eram caminhos da vida selvagem.

Proteger e restaurar o Morro da Baleia é garantir que a biodiversidade continue desempenhando seu papel ecológico, preservando os serviços ambientais que beneficiam toda a sociedade, como a regulação do clima, a proteção das águas e a manutenção da vida.

31/07/2026

🔥 Aproximadamente 50.000 m² de Mata Atlântica e áreas de transição com Cerrado foram atingidos pelo incêndio na região da Pedra do Índio.

O Coletivo Japy atuou no combate ao fogo, mobilizando a brigada voluntária Iapy Iapy e acionando os órgãos responsáveis para evitar que os danos fossem ainda maiores.

Os impactos vão muito além da vegetação queimada. Incêndios fragmentam habitats, reduzem alimento e abrigo, aumentam a mortalidade da fauna e forçam animais silvestres a se deslocarem para áreas urbanizadas.

A recente aparição de uma onça-parda no Morro da Baleia reforça a importância dos corredores ecológicos, que conectam fragmentos de floresta e permitem o deslocamento seguro da fauna, mantendo o fluxo gênico e a funcionalidade dos ecossistemas.

Além do fogo, a abertura de trilhas sem planejamento e o uso intenso dessas áreas aumentam a perturbação ambiental. Por isso, a visitação deve respeitar a capacidade de carga ambiental, conciliando o acesso das pessoas com a conservação da biodiversidade.

É por defender essa visão integrada da ecologia que o Coletivo Japy, muitas vezes, incomoda. Não basta preservar fragmentos isolados: é preciso restaurar áreas degradadas, ampliar a cobertura florestal e manter a paisagem conectada. Uma floresta sem fauna perde sua capacidade de regeneração, comprometendo a dispersão de sementes, o equilíbrio ecológico e, consequentemente, a qualidade de vida de todos nós.

Conservar a natureza é garantir que os processos ecológicos continuem funcionando. Afinal, também somos parte dela.

31/07/2026

A Serra do Japi nos convoca novamente!

Participe da Audiência Pública no dia 13/08

Há 48 anos, milhares de jundiaienses saíram às ruas para defendê-la dos novos loteamentos que surgiam.

Cinco anos depois, veio a conquista: o definitivo tombamento da Serra do Japi, em 1983.

Hoje, a nossa serra continua ameaçada. 

Galpões logísticos, especulação imobiliária, data centers.

O pé da Serra continua em risco sem a revisão definitiva da LEI 417, que organiza sua proteção.

Hoje, não basta apenas CONGELAR, mas é preciso REVISAR a lei.

Faça parte do Movimento Nossa Serra

participe da Audiência Pública no dia 13/08

e venha cobrar um prazo para a revisão da Lei 417

22/07/2026

No dia 06 de Junho o Coletivo Japy participou ativamente da JORNADA EM DEFESA DA NATUREZA E DOS POVOS - CONTRA A INSTALAÇÃO DO INCINERADOR DE LIXO EM PERUS.

E nossa presidente, também militante do MST, Juliana Oliveira coordenou e fez fala no dia.

Foi uma importante mobilização, coordenada entre movimentos sociais e a comunidade local, que se vê mais uma vez diante do racismo ambiental perpetrado pelo Estado, pela Prefeitura e por grandes empresas, conjuntamente.

Não é novidade que o Estado hoje serve à acumulação de capital por grandes empresários e pouco faz de políticas públicas, efetivamente.

Pensam apenas no lucro de poucos em detrimento dos povos, dos animais não humanos e todo meio ambiente.

O lucro acima da vida!

Mas as vidas que não importam tem CEP específico. Não é aleatória a escolha de onde colocar os projetos mais danosos e poluentes, a mira desses projetos tem raça, cor, classe específicos no centro do alvo.

Basta olharmos para os lados, o entorno, para sabermos.

Os povos se uniram e estão fazendo com que sua voz em conjunto ecoe.

Sem terras, indígenas, sem teto, comunidade local, trabalhadores da cultura, das artes, movimento dos catadores de recicláveis, aqueles que trabalham e defendem a compostagem, pesquisadores, todos unidos contra o projeto de morte que é a incineração de lixo.

A resposta é a reciclagem, a compostagem, mas principalmente entendermos que o sistema capitalista produz muito mais do que a sociedade precisa, acumulando resíduo para muito além do que o planeta da conta.

A resposta é a tecnologia ancestral com a união dos povos.

Nos posicionamos contra a incineração no dia 06 de junho e em todos os outros.

📸

10/07/2026

🚨 O Morro da Baleia não é apenas uma trilha. É uma área estratégica para a conservação da Serra do Japi, inserida na zona de amortecimento protegida pela Lei Municipal nº 417 e atualmente em processo de recuperação ambiental após os incêndios.

Centenas de mudas nativas vêm sendo plantadas para restaurar a floresta de borda e fortalecer corredores ecológicos importantes para a fauna silvestre. O local já registrou, por armadilhas fotográficas, a presença de onça-parda e outros pequenos felinos, espécies que dependem de ambientes com menor perturbação.

A circulação frequente de grupos numerosos e atividades como mountain bike em horários de maior atividade da fauna podem aumentar a pressão sobre esse ecossistema e afastar animais que utilizam a área para alimentação, deslocamento e reprodução.

O Coletivo Japy atua voluntariamente na restauração ecológica, monitoramento da biodiversidade e educação ambiental, com anuência do proprietário de uma das áreas.

O turismo de natureza é bem-vindo quando realizado com planejamento, respeito à legislação e compatibilidade com os objetivos de conservação.

🌿 A Serra do Japi não precisa de mais pressão. Precisa de mais proteção.

02/07/2026

COMO O COLETIVO JAPY CHEGOU NA LUTA CONTRA O INCINERADOR DE LIXO EM PERUS

Entenda como essa história de luta conjunta iniciou, como nós nos envolvemos.

Desde o início entendemos a importância dessa luta e seguiremos juntos.

🎥

18/06/2026

🌿✊ Defesa dos territórios, da saúde e dos corredores ecológicos

No Teatro Pyndorama, em São Paulo, foi realizada uma importante roda de conversa sobre os impactos da proposta de instalação do incinerador de resíduos em Perus. O encontro reuniu lideranças indígenas, movimentos sociais e representantes da sociedade civil para debater os riscos que o empreendimento pode trazer para a saúde da população, a qualidade do ar e o equilíbrio ecológico da região.

Participaram do diálogo as lideranças indígenas Txai Suruí e Eloá Jaxuka, a liderança do MST Renata Adriana, além de Juliana Oliveira e Letícia Pereira, representando o Coletivo Japy e o Tekoha - Núcleo Urbano do MST.

A discussão destacou a importância dos corredores ecológicos, no caso que aqui falamos especificamente o Cinturão Verde Guarani. Além dos remanescentes de Mata Atlântica da região, fundamentais para a conservação da biodiversidade, a proteção dos recursos hídricos e a conectividade entre ecossistemas. Os impactos da poluição atmosférica não respeitam limites territoriais e podem afetar áreas naturais, comunidades e a qualidade de vida de milhares de pessoas.

Também foi reforçado que o desafio da gestão dos resíduos sólidos exige soluções mais sustentáveis e socialmente justas do que a incineração. Entre as alternativas debatidas estão a redução da geração de resíduos na origem, o fortalecimento das cooperativas de catadores, a reciclagem, a compostagem dos resíduos orgânicos e programas de educação ambiental e a economia circular.

Enfrentar a questão dos resíduos significa repensar nossos modelos de produção e consumo, valorizando soluções que gerem trabalho, reduzam impactos ambientais e preservem a saúde da população.

A defesa dos territórios, dos povos e da natureza passa pela construção coletiva de alternativas que respeitem a vida em todas as suas formas.

Viva as aldeias do Jaraguá! Viva a Comuna da Terra Irmã Alberta! Viva a periferia de Perus! Seguimos em luta juntos!



15/05/2026

No dia 29 de abril de 2026, o Coordenador Nacional do MST Gilmar Mauro, em conjunto com a direção estadual, coordenadores do Plano Nacional Plantar Árvores e militantes organizados da Regional Grande São Paulo, estiveram em Jundiaí/SP para uma agenda de atividades no Município.

O dia foi organizado pelas militantes do Tekoha - Núcleo Urbano do MST e do Coletivo Japy, pensando em apresentar os trabalhos desenvolvidos no território, mas que se estendem para além dele, como é o caso da Associação Mata Ciliar, que tem trabalhos, pesquisas e reconhecimento em âmbito nacional e internacional.

Na noite deste dia contamos com uma mesa, para dialogar sobre as nossas pautas socioambientais e, principalmente, sobre a situação e defesa da AMC, com o presidente da entidade, Jorge Bellix, o coordenador nacional do MST, Gilmar Mauro, a presidente do Coletivo Japy e militante do MST, Juliana Oliveira, o vereador de Jundiaí, Henrique Parra do Cardume, o deputado Estadual, Guilherme Cortez e o ex-deputado Estadual, Simão Pedro.

Foi um momento de troca e reafirmação da importância dos trabalhos prestados pela AMC, bem como reafirmação da união na luta em sua defesa, unindo voz no coro de A MATA CILIAR F**A!!!!

Agradecemos as mais de 70 pessoas presentes neste dia, para nos ouvir e somar voz nessa luta, que é e sempre foi nossa, coletiva, de nossa comunidade. Só temos a agradecer!!! 

Agradecemos muito também, o
por alugarem o espaço e permiterem que esse dia acontecesse em um lugar tão importante para toda nossa luta, com tanta memória ancestral!!!!



Endereço

Jundiaí, SP

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