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O ofício das baianas de acarajé, registrado como Patrimônio Imaterial Brasileiro pelo Iphan é a prática tradicional de produção e venda dos quitutes de tabuleiro, das chamadas comidas de baiana,indumentária das baianas e prática cultural históri

No dia 27 de outubro, o Ponto de Cultura Caminhos (Hortolândia/SP) - sede da ABAM SP - sediou mais um encontro das Baian...
03/11/2021

No dia 27 de outubro, o Ponto de Cultura Caminhos (Hortolândia/SP) - sede da ABAM SP - sediou mais um encontro das Baianas e Baianos de Acarajé do estado de São Paulo. Na ocasião, nós conversamos sobre os desafios que atravessam o trabalho com esse ofício fora do território Baiano. Além disso, também discutimos as últimas ações da associação, como o protocolo do Projeto de Lei 721 pela Mandata Quilombo Periférico na Câmara municipal da cidade de São Paulo.

Após um longo período de isolamento social, nós tivemos a oportunidade de nos reencontrarmos pessoalmente para pensarmos juntas e juntos sobre um novo ciclo pós-pandemia e sem presença física de Doné Eleonora: a grande liderança que continuará nos guiando sempre! Foi um misto de emoções, saudades, risos, choros e lembranças acompanhado da certeza de que continuaremos firmes.
O encontro também foi um momento de muito aprendizado. Nós realizamos uma formação sobre empreendedorismo e formalização do MEI, pois esse recurso é de extrema importância para nós. Também lançamos a campanha de valorização do Ofício das Baianas de Acarajé, idealizada por Mãe Eleonora e apoiada pelo IPHAN.

O Núcleo do Estado de São Paulo da Associação Nacional das Baianas de Acarajé - Abam - deu um grande passo no último dia...
03/11/2021

O Núcleo do Estado de São Paulo da Associação Nacional das Baianas de Acarajé - Abam - deu um grande passo no último dia no 26 de outubro. A vereadora Elaine do Quilombo periférico protocolou na Câmara Municipal da cidade de São Paulo o Projeto de Lei 721 que prevê o programa municipal de salvaguarda e fomento ao nosso ofício. O documento foi entregue em mãos ao presidente da casa legislativa, o vereador Milton Leite.

A articulação em torno dessa proposta começou no ano de 2019, momento de Fundação do GT - Baianas do Acarajé. O grupo passou a ser composto por Doné Eleonora de Oyá, Chefe e Babá Cristovam de Oyá e Suzana Ávila - membros da coordenação executiva da ABAM; Marcos Rabelo - técnico do IPHAN; Taina Silva Santos - historiadora e ex-assessora da deputada Erica Malunguinho; Felipe Brito - assessor da deputada Erica Malunguinho; Maria do Socorro e Lígia Meneguello - representantes do movimento Slow Food; Babá Júlio de Andrade co-vereador do Quilombo Periférico e Elisabete Mitiko do Condephaat. Os encontros foram ricos, inspiradores e tiveram bons resultados!

Infelizmente, perdemos a presença física de Mãe Eleonora no final desse processo. Contudo, cumprimos a missão pela qual ela tanto lutou e seguimos nessa caminhada com a força dela nos guiando.

Agora, a nossa mobilização é fundamental para aprovação desse PL. Vamos pressionar os vereadores e vereadoras da cidade de São Paulo para que as Baianas de Acarajé tenham o reconhecimento que merecem!

Amanhã temos um reencontro daqueles cheio de lembranças aprendizado e muito asé 👏🏽🥰😃😊
26/10/2021

Amanhã temos um reencontro daqueles cheio de lembranças aprendizado e muito asé 👏🏽🥰😃😊

02/12/2020

Quem ou qual foi sua referência e inspiração para trabalhar com o Oficio de Baiana de Acaraje aqui no estado de São Paulo e preservar a culinária afro que é tão rica de saberes e tradições.

02/12/2020

Quem ou qual foi sua referência e inspiração para trabalhar com o Oficio de Baiana de Acaraje aqui no estado de São Paulo e preservar a culinária afro que é tão rica de saberes e tradições.

02/12/2020

Quem ou qual foi sua referência e inspiração para trabalhar com o Oficio de Baiana de Acaraje aqui no estado de São Paulo e preservar a culinária afro que é tão rica de saberes e tradições.

28/11/2020

Reportagem sobre o PROTOCOLO DE SEGURANÇA PARA AS BAIANAS DE ACARAJÉ

28/11/2020

BAIANAS DE ACARAJE 😉 AQUI DE SP CONTANDO SOBRE SUAS TRAJETÓRIAS DE VIDA E O PORQUE DECIDIRAM TRABALHAR COM ESSE OFÍCIO COMO FOI ? O QUE AS INSPIRARAM 🥰

28/11/2020

BAIANAS DE ACARAJE 😉 AQUI DE SP CONTANDO SOBRE SUAS TRAJETÓRIAS DE VIDA E O PORQUE DECIDIRAM TRABALHAR COM ESSE OFÍCIO COMO FOI ? O QUE AS INSPIRARAM 🥰

28/11/2020

BAIANAS DE ACARAJE 😉 AQUI DE SP CONTANDO SOBRE SUAS TRAJETÓRIAS DE VIDA E O
PORQUE DECIDIRAM TRABALHAR COM ESSE OFÍCIO COMO FOI ? O QUE AS INSPIRARAM 🥰

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Hortolândia, SP
13185341

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Terça-feira 10:00 - 16:00
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ABAM (Associação Nacional das Baianas de Acarajé, Mingau, Receptivos e Similares)

ESTA PAGINA TEM COMO OBJETVO DIVULGAR E VALORIZAR ESTE OFICIO E TAMBEM AS AÇÕES DA ASSOCIAÇÃO E DO SEU NÚCLEO AQUI DE SÃO PAULO

Este bem cultural de natureza imaterial, inscrito no Livro dos Saberes em 2005, é uma prática tradicional de produção e venda, em tabuleiro, das chamadas comidas de baiana, feitas com azeite de dendê e ligadas ao culto dos orixás, amplamente disseminadas na cidade de Salvador, Bahia. Dentre as comidas de baiana destaca-se o acarajé, bolinho de feijão fradinho preparado de maneira artesanal, na qual o feijão é moído em um pilão de pedra (pedra de acarajé), temperado e posteriormente frito no azeite de dendê fervente. Sua receita tem origens no Golfo do Benim, na África Ocidental, tendo sido trazida para o Brasil com a vinda de escravos dessa região.

O processo de instrução de ambos os bens culturais foi conduzido pelo Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), no âmbito do Projeto Celebrações e Saberes da Cultura Popular, proporcionado pelo PNPI. Este foi um projeto piloto desenvolvido pelo CNFCP para experimentar os instrumentos então criados para a salvaguarda do patrimônio imaterial; a saber: INRC e registro. No âmbito deste projeto foram desenvolvidos 14 inventários, conduzidos três registros. Tanto a instrução para o registro do ofício de baiana de acarajé como o dos saberes associados à viola de cocho foram integrados com projetos do CNFCP de apoio à produção de artesanato tradicional.

A atividade de produção e comércio é predominantemente feminina, e encontra-se nos espaços públicos de Salvador, principalmente praças, ruas, feiras da cidade e orla marítima, como também nas festas de largo e outras celebrações que marcam a cultura da cidade. A indumentária das baianas, característica dos ritos do candomblé, constitui também um forte elemento de identificação desse ofício, sendo composta por turbantes, panos e colares de conta que simbolizam a intenção religiosa das baianas.