Transparência Guarapari

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Transparência Guarapari Organização não-governamental (ONG) dedicada à luta pela transparência pública e o combate à Colabore você também.

Quem somos

A Transparência Guarapari é uma entidade não-governamental, sem vínculo político-partidário e que não recebe verbas públicas, que visa lutar pela transparência pública, combater a corrupção, defender o controle social técnico e da sociedade e a participação popular e estimular a conscientização sobre esses temas. A proposta inicial foi buscar dar alguma contribuição para ajudar a resolver o problema e não esperar somente por uma ação do Estado. Acreditamos que o combate à corrupção e a tudo o que é contrário ao interesse da população é possível a partir da união entre todos que consideram abusivas as atitudes daqueles que só buscam o seu próprio interesse. A proposta da Transparência Guarapari consiste em mobilizar a sociedade Guarapariense para que os casos de corrupção de Guarapari que ficam, muitas vezes, sem punição e caem no esquecimento por falta de empenho das autoridades e de cobrança social. No entanto, a Transparência não pretende substituir as instituições capacitadas para combater a criminalidade e a corrupção, mas sim mostrar à sociedade que a administração pública pode funcionar desde que haja controle e que os cidadãos exerçam vigilância constante. A nossa meta é resgatar a cidadania do Guarapariense e mostrar que falta vontade política para construir políticas públicas preventivas e repressivas integradas de combate à corrupção. Temos a preocupação, no entanto, de evitar que pessoas usem o movimento de combate à corrupção para se promoverem. Por isso, as ações implementadas passam por decisões coletivas tomadas pelos membros da Transparência Guarapari ou por seus organismos diretivos, conforme atribuições estatutariamente definidas (veja nossos objetivos). Procure a Transparência Guarapari e poderemos atuar juntos no combate à corrupção e na luta por transparência.

04/07/2026
04/07/2026
O escárnio da nossa cidade está aí!!!Câmara não toma atitudes e PMG também não... isso sinaliza o que para a população? ...
17/06/2026

O escárnio da nossa cidade está aí!!!
Câmara não toma atitudes e PMG também não... isso sinaliza o que para a população?
Que vale a pena ser corrupto... atenção MPES!!!

NOTA OFICIAL DA ONG TRANSPARÊNCIA GUARAPARI SOBRE O PROCESSO DE CONSTITUIÇÃO DA ASSOCIAÇÃO DOS AMBULANTES DE GUARAPARI.A...
08/06/2026

NOTA OFICIAL DA ONG TRANSPARÊNCIA GUARAPARI SOBRE O PROCESSO DE CONSTITUIÇÃO DA ASSOCIAÇÃO DOS AMBULANTES DE GUARAPARI.

A ONG Transparência Guarapari (OTG) vem a público informar sua retirada do processo de constituição e realização da eleição para formalização da tão sonhada Associação dos Ambulantes de Guarapari.
Trata-se de uma luta histórica da categoria, debatida há mais de 20 anos e que jamais conseguiu avançar de forma concreta. Ao longo desse período, diversas tentativas foram frustradas por interesses paralelos que constantemente colocaram projetos pessoais, eleitorais e políticos acima dos interesses coletivos dos trabalhadores ambulantes.

Diante dessa realidade e da evidente necessidade de a categoria possuir uma entidade legítima, organizada e representativa perante os órgãos públicos, a OTG assumiu a responsabilidade de iniciar e conduzir esse processo, enfrentando desafios que poucos estiveram dispostos a enfrentar.
O processo, que inicialmente tinha como único objetivo garantir representatividade e organização à categoria, acabou tornando-se extremamente desgastante diante da atuação de pessoas comprometidas muito mais com projetos políticos pessoais do que com os interesses dos ambulantes. Em diversos momentos, ficou evidente a tentativa de utilizar a categoria como massa eleitoral visando futuros cargos públicos, cenário que se tornou ainda mais preocupante diante dos ataques, acusações e tentativas de descredibilização direcionadas a esta instituição e ao seu presidente de forma criminosa.

Ainda assim, seguimos firmes, pois entendíamos o jogo político e não poderíamos abandonar uma categoria historicamente desassistida, deixando-a sem defesa diante daqueles que enxergam os ambulantes apenas como instrumento para seus próprios interesses.

No dia 09 de julho de 2025, promovemos uma reunião cujo objetivo único e exclusivo era apresentar o rito eleitoral para constituição da associação. Na oportunidade, convidamos a FAMOMPOG para auxiliar no processo e conferir maior legitimidade e transparência aos procedimentos. Ocorre que, por razões familiares, o presidente da OTG encontrava-se fora do Estado, mas participaria de forma remota. Entretanto, a reunião acabou completamente desvirtuada de sua finalidade original. Em vez de discutir exclusivamente o rito eleitoral, instalou-se um ambiente de desordem, debates paralelos e discussões alheias à pauta previamente estabelecida.

O fato mais grave é que a própria OTG, idealizadora e organizadora daquele encontro, foi impedida de apresentar integralmente sua manifestação e esclarecer os critérios que norteariam o processo eleitoral, lamentavelmente como apoio da FAMOMPOG que na ocasião estava coordenando a reunião a nosso pedido. O presidente da instituição, que acompanhava a reunião de forma on-line, foi impedido de se manifestar e não teve oportunidade adequada para expor o posicionamento da entidade, e o representante presente no local também foi sucessivamente interrompido e impedido de concluir os esclarecimentos necessários.

Na prática, a pauta principal da reunião jamais foi devidamente debatida. Em vez disso, prevaleceram discussões paralelas e interesses divergentes que acabaram conduzindo a decisões sobre a formação da comissão eleitoral e outros encaminhamentos sem que a proposta originalmente apresentada pela OTG fosse efetivamente apreciada pelos presentes.

Como se não bastasse a OTG ter sido impedida de apresentar sua proposta e esclarecer o rito eleitoral, a comissão eleitoral formada naquela reunião contou com a aprovação de pessoas que sequer eram ambulantes. Tal situação é inadmissível para um processo que pretende criar uma entidade representativa legítima da categoria.
A OTG não reconhece como razoável que indivíduos sem qualquer vínculo direto, ou ainda atuando de forma ilegal nas praias do município com a atividade de ambulante, participem da condução ou fiscalização de uma eleição destinada exclusivamente à constituição de uma associação da categoria. Esse fato, por si só, já gera sérios questionamentos quanto à legitimidade e à transparência dos atos praticados a partir daquela reunião que indica que desta forma não irá prosperar. Ainda assim, ao final daquele encontro foi constituída uma comissão eleitoral e apresentado um esboço de estatuto, cuja legitimidade e validade vêm sendo questionadas por esta instituição desde então, com respostas evasivas da instituição parceira neste ato.

O principal ponto de divergência sempre foi simples: defendemos que a eleição fosse realizada exclusivamente entre ambulantes devidamente licenciados pelo Município, uma vez que são eles os integrantes oficialmente reconhecidos da categoria e aqueles que efetivamente possuem legitimidade para fundar uma entidade representativa perante o Poder Público.

Nossa posição nunca foi de exclusão. Pelo contrário. Sempre defendemos que, após constituída, a associação deveria acolher e representar todas as demandas do setor, buscando soluções amplas para a categoria. Entretanto, para nascer legítima, a entidade precisava observar critérios mínimos de legalidade, representatividade e segurança jurídica. Qualquer entendimento diferente nos parece incompatível com a criação de uma entidade que pretende representar oficialmente a categoria perante os órgãos públicos.

Infelizmente, até o momento, prevaleceu outro entendimento.

Os meses se passaram e absolutamente nada avançou. A FAMOMPOG assumiu a condução do processo, porém, além de não promover os avanços necessários para a efetiva constituição da associação, insiste em reconhecer como válida a reunião de 09 de julho de 2025, sustentando que o rito eleitoral e a composição da comissão foram aprovados pela maioria dos presentes. Entretanto, é justamente aí que reside uma das maiores preocupações da OTG. A referida reunião contou com a participação e deliberação de diversas pessoas sem licença ativa para o exercício da atividade de ambulante, portanto atuando de forma ilegal perante as leis do município, e sendo assim, não aptos a constituir a mesma, além do fato ainda mais grave de que integrantes da comissão eleitoral aprovados naquela ocasião sequer pertencem à categoria dos ambulantes. Não nos parece razoável, legítimo ou juridicamente sustentável que pessoas sem vínculo direto com a atividade possam definir os rumos da criação de uma entidade destinada exclusivamente à representação dos ambulantes de Guarapari, conforme inclusive a parecer prévio do Ministério Público do ES que foi exposto a todos.

Apesar de inúmeras tentativas de diálogo, pedidos formais e insistentes manifestações da OTG para que fosse convocada uma nova reunião, focada exclusivamente na definição do rito eleitoral e restrita aos ambulantes devidamente licenciados, a FAMOMPOG optou por manter os encaminhamentos anteriormente realizados em comum acordo com algumas lideranças da categoria ao qual nos causa espanto. Tal postura gerou um evidente desgaste institucional entre as entidades, especialmente porque esperávamos que a FAMOMPOG estivesse ao lado da OTG na defesa da legalidade, da legitimidade e da segurança jurídica do processo. Mais do que isso, a entidade tem pleno conhecimento dos entendimentos e orientações já apresentados sobre a necessidade de que os participantes do processo possuam, ao menos, licença ativa para o exercício da atividade, mas prefere ignorar e agir em desconformidade com aquilo que entende-se como correto.

Fizemos todo o possível para afastar a politicagem deste processo. Infelizmente, mesmo diante de todos os alertas realizados e com a proximidade de eleições desse ano, algumas lideranças insistiram em trazer para dentro da discussão agentes políticos detentores de mandato e que buscam novos projetos eleitorais sob o argumento de que estariam apenas apoiando a categoria, algo que vemos com veemência em ano eleitoral apenas. Chegou-se ao ponto de ser anunciada, em reunião paralela com ambulantes, a disponibilização de recursos financeiros por um agente político para custear etapas do processo. Situação que consideramos lamentável e absolutamente desnecessária, uma vez que a OTG sempre defendeu que a constituição da associação poderia ocorrer de forma simples, transparente e com custos mínimos, limitados basicamente aos emolumentos cartorários para registro da entidade, o restante nós proveríamos.

O mais preocupante é que, mesmo após inúmeros debates, algumas lideranças continuam insistindo em manter próximos do processo justamente os mesmos grupos políticos que, ao longo dos anos, jamais contribuíram para a efetiva formalização da associação e que historicamente estiveram presentes em diversas tentativas frustradas de organização da categoria.
A OTG jamais aceitará que uma entidade criada para representar trabalhadores nasça dependente de padrinhos políticos ou vinculada a projetos eleitorais.

Após inúmeros esforços, reuniões, tentativas de conciliação e busca de consenso, concluímos que não existe, neste momento, a união necessária entre as lideranças envolvidas para que esse processo seja conduzido com a transparência, a legitimidade e o espírito coletivo que a categoria merece.

Diante da falta de consenso, da ausência de transparência em pontos fundamentais, da insistência em manter um rito que entendemos inadequado, da manutenção de decisões tomadas em reunião cuja validade contestamos e do desgaste institucional provocado por sucessivas divergências, informamos oficialmente nossa retirada da condução deste processo.

É importante registrar que a decisão da OTG não decorre de desistência da causa dos ambulantes, tampouco de falta de disposição para enfrentar os desafios inerentes à sua organização. Pelo contrário. Durante todo esse período, dedicamos tempo, recursos, trabalho voluntário, articulações institucionais e inúmeros esforços na tentativa de construir uma associação legítima, independente e verdadeiramente representativa.

Nossa saída ocorre porque não estamos dispostos a chancelar procedimentos que entendemos inadequados, nem permitir que um projeto concebido para fortalecer a categoria seja capturado por interesses políticos, eleitorais ou pessoais. A história demonstrará quem trabalhou para construir uma associação sólida e quem preferiu manter práticas que há mais de duas décadas impedem sua efetiva concretização.

A OTG permanece ao lado dos ambulantes que desejam uma entidade forte, transparente, democrática e comprometida exclusivamente com os interesses da categoria. Contudo, não participaremos de processos sobre os quais recaem dúvidas de legitimidade e que ignoram alertas e pedidos formais apresentados de forma reiterada por esta instituição.

Entretanto, nossa saída não significa omissão.
A ONG Transparência Guarapari continuará acompanhando atentamente todos os atos relacionados à futura eleição e constituição da associação. Caso o processo venha a ocorrer da forma equivocada que temos alertado reiteradamente, sem observância dos princípios da legalidade, legitimidade e transparência, adotaremos todas as medidas cabíveis, inclusive a impugnação do pleito.

Nosso dever estatutário de fiscalização, controle social e defesa do interesse público jamais será abandonado em qualquer área pública, relativizado ou vilipendiado por pressões políticas, interesses pessoais, lideranças circunstanciais ou mesmo por instituições que, em tese, deveriam caminhar ao nosso lado na busca dos mesmos objetivos sociais.

Sem mais para o momento,

Guarapari, 08 de junho de 2026.

ONG TRANSPARÊNCIA GUARAPARI – OTG
INSTITUIÇÃO DE CONTROLE SOCIAL E POLÍTICO.

SITUAÇÃO DOS MORADORES EM SITUAÇÃO DE RUA EM GUARAPARI.Seguimos em caos, sem políticas públicas austeras e humanas para ...
22/05/2026

SITUAÇÃO DOS MORADORES EM SITUAÇÃO DE RUA EM GUARAPARI.

Seguimos em caos, sem políticas públicas austeras e humanas para mitigarmos isso na cidade!

Os dias passam, a melhoria não vem e a população de Guarapari, já no limite, é que sofre com roubos, furtos, brigas, pessoas loucas pelas ruas, drogadas, gerando insegurança e assolando moradores, comerciantes e TURISTAS, e esse é o assunto tem dominado todas as redes sociais da cidade e fora dela.

Andam abordando sim, mas ainda de forma ineficaz ao que os olhos podem ver, temos carros (contrato recente de 3 milhões de aluguel), mas em abordagem recente não tinha para levar OS QUE ACEITAM ir para o Centro Pop passar o dia e dormirem na rua novamente, amanha temos que voltar e fazer tudo de novo para levá-los ao Centro Pop para suas 5 refeições diárias. Em ocasião recente, por falta de veículo ali na abordagem, foi sugerido até irem de ônibus, naquelas condições que geralmente estão de degradação higiênica, em ônibus cheio, pressionando mais ainda a população que nada tem com as escolhas ruins alheias, é preciso observar isso.

Além do vídeo que demonstra bem o que estamos passando, essa situação já começa a causar revolta na população de Guarapari, recentemente mataram um na Praia do Morro e soubemos que morreu outro envenenado com comida dada por pessoas na rua, algo que algumas igrejas não querem entender que isso não ajuda, nem os próprios (que assim, não buscam ajuda NO CENTRO POP), e muito menos nossa cidade TURÍSTICA!

Estamos pagando o aluguel social para alguns, segundo a SEMTAC é para aqueles que eles acompanham e tem condições de receber, mas isso não resolve. Inseriram eles em um trabalho para que possam seguir com suas vidas novamente? Ou simplesmente estão dando um lugar apenas para dormir e não ficar nas ruas? Em Perocão estão alegando que é um entra e sai danado e que viram mini cracolândias. Porque se for assim, ai é recurso jogado fora, malversação do erário como é internar por 3 meses e depois a pessoa sai sem objetivos e horizontes e acabará facilmente voltando para as dr**as e tudo de novo, fazendo sabe-se lá o quê para manter o vício, dinheiro jogado fora e de novo precisará!

Recentemente tivemos enfim uma internação compulsória promovida pelo município, mesmo assim foi muito difícil fazerem, outros entes e órgãos pressionaram muito para aquele cidadão guarapariense que bate nos outros, joga pedra e atacou a Vice Prefeita/Secretária na ocasião (total erro de abordagem, mas), que já tem mais de não sei quantas passagens pela delegacia (e em todas sai rapidinho), e que a tempos assola a cidade, foi para uma clínica em Cariacica... e daqui a 3 meses quando ele sair, como será?

Outro problema são as pessoas que estão em cargos de poder são benevolentes, parece que não enxergam o que estão promovendo ao coletivo, ou fazem visando promover o caos, pois muitos defendem que são vítimas, tem direito de ir e vir e etc, dão dinheiro (viram um Sr abastados dar 200,00 a um morador de rua na porta do BB), , lanche, colchão (essa semana uma Sra deu um de casal na praia do Morro), e isso atrapalha muito o poder público (que tem pessoas que também pensam assim), o problema é complexo e é preciso entendimento de todos, e para o poder público ser mais acertivos nisso, ´recisam urgentemente ouvir a sociedade que já mostrou ter a contribuir e embasar novas verdadeiras políticas públicas, algo que só será construído se for os 3 juntos, Prefeitura, Câmara e Sociedade Civil Organizada! Temos exemplos de locais que deu certo, podemos copiar e melhorar, pois se avaliar, fazer direito e bem com resultado de fato as pessoas, talvez o gasto seja o mesmo ou pouco mais, mas é melhor gastar um pouco mais e buscar novas verbas para tal, do que já gastar muito sem efeito prático.

Parece que andaram levando alguns para MG, claro, OS QUE ACEITAM voltar para suas cidades< mas levam vinte, chegam 30? Só mantemos um custo alto seguindo sem políicas públicas efetivas.

Lembramos que a SCO tem a somar, já verificou, debateu, tem um resultado, porque não ouví-las e achar uma solução juntos, com ainda o embasamento da sociedade para o que vier, mas seguindo assim com agora na CMG fazendo mais audiências, propondo CPI disso e tudo é bem estranho, porque a reunião de apresentação de resultados do Observatório da Politica Guarapari foi feita na própria Câmara, com anuência da Presidente, bem como convidados para o grupo de debate todos foram, um tem participado e contribuído, feito também cobranças e sua rede social, mas nenhum mais. Já temos um caminho, interessa nos ouvir institucionalmente?

Queremos ajudar, debatam, vamos buscar juntos a solução, a situação urge, mesmo em ano de eleição, todos com seus interesses políticos, esse é um assunto sério que não pode mais esperar!

Resumo da reunião aberta realizada dia 19/05 as 19 h, no salão da igreja Santa Clara no bairro Sol Nascente, com o repre...
21/05/2026

Resumo da reunião aberta realizada dia 19/05 as 19 h, no salão da igreja Santa Clara no bairro Sol Nascente, com o representante do proprietário da obra Sr Cristian Pacheco, a Associação de bairro e os moradores para tratar da situação do aterramento da lagoa que havia no bairro local e suas consequências.

Estavam também presentes a ONG Transparência Guarapari, o chefe de gabinete de Rosana Pinheiro, um Dr advoģado e especialmente moradores que já estão sofrendo com o aterro da lagoa em suas residências com as obras no local.

O representante iniciou a reunião alegando estar tudo certo, que se trata de um terreno particular e que tem as autorizações necessárias para tal, embora no local só tenha a autorização da PMG/SEMA, e para drenagem e terraplanagem, não aterramento de uma Lagoa, com nascente, fauna e flora considerável e área de APA, conforme consta no site do IEMA.

Diante disso a população e os mais diretamente prejudicados expuseram a situação que estão passando como rachaduras, água em casa e outros, solicitando providências urgentes e paralisação da obra imediatamente para avaliarmos a situação de forma MACRO, a fim de evitar que os danos sigam e aumentem, situação ao qual o representante de comprometeu levar ao proprietário do empreendimento.
Lamentávelmente, no dia seguinte não paralisaram a obra, algo que seria uma demonstração de boa fé por parte dos atuais donos do local, mas sim no dia seguinte trouxeram uma máquina ainda maior, aumentando as rachaduras nas casas e acabou com a última parte restante do habitat da família de capivaras que vivia no local, situação que ontem a noite (20), resultou que o animal assustado COM FILHOTES corresse para o interior do bairro, com risco as crianças que brincam na rua, pois ela com medo pode atacar e sua mordida é forte de arrancar pedaço. Visto isso, tentamos ligar para o Zoonoses para nos auxiliar, mas os dois telefones fixos não atenderam e nem o celular (dispostos no site da PMG), ligamos para o Ibama que nesse caso não atende.

Essa obra tem graves falhas ambientais e sociais que causam estranheza e surpresa a autorização da SEMAM/PMG, uma vez que consta no site do IEMA o local como área de APA, estranha também um TAC feito dia 31/12 no MPES as pressas, muitos no bairro não sabiam do estava sendo tratado e a Associação local de moradores, que não disponibilizou ampla divulgação do assunto no bairro, resolveu consentir em troca de uma condicionante de 30 mil para consertar a quadra de responsabilidade da PMG.

Enfim, são muitas questões em desfavor da coletividade ao qual é preciso verificar TODOS OS ATORES dessa situação a fim de responsabilizá-los na forma da lei e indenizar não só os moradores que já sofrem antes de fortes chuvas, bem como a natureza ali que dispunha de peixes, tracajás, macacos (que tem morrido nos fios de alta tensão do bairro), capivaras e outros. Entendemos que foi um total desrespeito a sociedade em uma área que até então, estava sendo impedida de ocupação na justiça por anos, por se tratar de um bolsão de água, entre outras situações como a de embargos judiciais, mas que ao que parece foi resolvido para o fim de venda e construção, até onde sabemos, será uma rede atacadista, algo que o Sr Cristian disse não saber o que vai ser, mas como se libera uma obra sem projeto?

São muitas questões a serem vistas e responsabilizar quem de direito, em qualquer esfera e órgão por qual toda essa situação passou.

Importante lembrar que desde outubro a Ass. Ação e Saúde vem denunciando a todos os órgãos responsáveis, a comunidade vem pedindo socorro a tempos, mas nada foi feito, a sequência de negligência surpreende.

SEM TRANSPARÊNCIA NOS ATOS PÚBLICOS, SEM DIÁLOGO PRÉVIO E AMPLO COM A SOCIEDADE, A TENDÊNCIA É SEMPRE PROBLEMAS QUE CAEM NO COLO DA POPULAÇÃO.

EDITORIAL: SITUAÇÃO DE MORADORES EM SITUAÇÃO DE RUA DE GUARAPARI.A realidade da população em situação de rua em nossa ci...
17/05/2026

EDITORIAL: SITUAÇÃO DE MORADORES EM SITUAÇÃO DE RUA DE GUARAPARI.

A realidade da população em situação de rua em nossa cidade continua sendo um retrato vergonhoso de abandono, improviso e ausência completa de políticas públicas efetivas. Nos últimos dias, começaram a surgir nas redes sociais divulgações de algumas intervenções pontuais realizadas pelo município, numa clara tentativa de demonstrar reação diante da crescente cobrança popular. Porém, basta andar pelas ruas para perceber que nada mudou de fato.

O que existe hoje é uma verdadeira calamidade pública, agravada pela incapacidade do poder público de apresentar qualquer plano concreto, sério, efetivo e contínuo para enfrentar o problema. As ações realizadas até agora se resumem a operações superficiais, deslocando pessoas de um ponto para outro, sem oferecer tratamento de forma espontânea ou compulsória, sem acompanhamento de Saúde, sem real promoção para reinserção social e sem qualquer perspectiva real de mudança.
O exemplo mais recente foi a antiga rodoviária da Itapemirim, transformada em uma verdadeira “Cracolândia”. O local recebeu intervenção, mas sem solução definitiva. Apenas retiraram as pessoas dali para que ocupassem outra marquise, outra praça ou outro bairro. Ou seja: muda-se o endereço do problema, mas o problema continua o mesmo e crescendo.

A cidade segue sem uma política pública austera e organizada para lidar com a situação. Alegam que não podem ser encaminhados aos seus municípios de origem sem consentimento, alegam e evocam “o direito de ir e vir”, negligenciado o nosso, pagadores de impostos que pagam caro por tudo isso! Alegações que se sustentam, mas que não condizem com realidades de cidades como Chapecó-SC, que com uma Câmara legislativa atuante, parceira do prefeito e da sociedade, aprovou leis que mudaram sua realidade, fizeram leis dentro da Lei! E aqui, o que temos feito? Audiência Pública “jogando para a galera?”

Novamente voltam a ameaçar corte da benesse dos benefícios sociais que não resolvem, faltam ações estruturadas de encaminhamentos diversos, saúde mental, assistência social, recuperação da dependência química e segurança pública integrada através da GM que nunca chega, câmeras TODAS funcionando pela cidade que não temos a anos e por ai vai.

Chega a ser revoltante assistir cenas absurdas acontecendo em frente à própria Secretaria de Assistência Social, com fogões sendo instalados em via pública e ocupações improvisadas se consolidando diante dos olhos do município. Isso demonstra não apenas descontrole, mas a falência da autoridade pública sobre a situação.

E é importante deixar claro: se hoje alguma medida começou a ser tomada, isso não ocorreu por iniciativa espontânea da administração, mas sim pela intensa pressão da sociedade, de setores internos do próprio poder público que já não suportam mais o cenário, de denúncias constantes da sociedade e também das cobranças dirigidas do Ministério Público (de também um recente TAC que a sociedade questiona), e demais órgãos responsáveis.

Mesmo assim, o município continua se recusando a dialogar seriamente com a sociedade civil organizada, que se organizou, elaborou e possui propostas, ideias e disposição para colaborar. Existem pessoas e entidades dispostas a ajudar, participar e construir soluções reais, porém, prevalece a desorganização, a vaidade administrativa e a insistência em “bater cabeça” enquanto a situação piora diariamente.

Enquanto não houver coragem para enfrentar o problema com firmeza, planejamento e responsabilidade, continuaremos apenas enxugando gelo. Continuaremos pagando aluguel social sem resolver a permanência das pessoas nas ruas. Continuaremos vendo imóveis alugados (ou até não), se transformarem em novos pontos de degradação urbana. Continuaremos assistindo bairros inteiros perderem segurança, comércio e qualidade de vida. O reflexo disso já é sentido em diversas regiões da cidade, inclusive em áreas como Perocão, onde moradores e comerciantes relatam aumento da insegurança e degradação do entorno, mesmo com o esforço de algumas empresas em fortalecerem a região se estabelecendo lá, nada de efetivo é feito, o que vem pressionando a sociedade cada vez mais.

A população está cansada de maquiagem administrativa e ações para fotografia de rede social. O que a sociedade espera é gestão, austeridade, planejamento e resultados concretos. Porque o problema já ultrapassou há muito tempo o limite do aceitável.

A OTG vem atuando na questão a anos em busca de soluções em parceria com diversas instituições, públicas e privadas e com a sociedade civil, já demonstramos em Reunião Pública na CMG os caminhos possíveis para reais mudanças que urgem serem tomadas, e esperamos que a atual gestão pública ouça os anseios da sociedade e aja conforme os verdadeiro interesse coletivo, se não sabem o que fazer por não darem espaço a sociedade mostrar o que quer, nós fizemos isso em coletividade, temos dados, resultados, são públicos e estão disponíveis, como a OTG também está através de sua diretoria para somar nos reais interesses coletivos.

Só seremos o destino turístico que queremos como cidade, ultrapassando essas barreiras que nos impedem, se por omissão, pior ainda!

ONG Transparência Guarapari

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Guarapari, ES

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