Meio Ambiente e sua diversidade

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Meio Ambiente e sua diversidade Uma campanha em favor da sobrevivência do planeta e de seus habitantes. O impacto destruidor de nossas ações é visível no mundo todo.

O que podemos fazer para deixar para as crianças de hoje em dia, um melhor legado possível, num planeta habitável. Em todo o mundo há indícios de que um número reduzido de habitante (os seres humanos) vem causando um dano potencialmente irreversível ao planeta, esgotando seus recursos e colocando em risco o futuro de todas, as outras espécies. Por exemplo, peixes estão mudando de s**o graças à exposição a toxinas produzidas pelo homem, e espécies vêm sendo extintas a uma velocidade recorde devido à destruição de seus habitats. As alterações climáticas associadas à queima de combustíveis fósseis compõem uma antologia de contos de terror – dos ursos polares que se afogam ou morrem de fome por causa do degelo que acontece mais cedo a cada ano às centenas de milhões de pessoas ameaçadas pela elevação do nível do mar. Tem um livro com o título de 1001 Maneiras e Salvar o Planeta onde a autora Joanna Yarrow sugere ideias para tornar o mundo melhor. O livro apresenta sugestões variadas para protegermos a Terra e desenvolvermos uma sociedade mais justa e igualitária. Algumas são pequenas modif**ações nos hábitos pessoais, que, repetidos diariamente, tem um impacto muito grande ao longo do tempo. Este é o meu grande objetivo.

24/09/2026
PRIMAVERA!!!!A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim p...
23/09/2026

PRIMAVERA!!!!
A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.
Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.
Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.
Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.
Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.

Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.
Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.
Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.
Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.

Texto extraído do livro: “Cecília Meireles - Obra em Prosa - Volume 1”, Editora Nova Fronteira - Rio de Janeiro, 1998, pág. 366.

22/09/2026
22/09/2026

No meio do Oceano Pacífico, engenheiros holandeses estão usando uma estrutura flutuante gigantesca para fazer algo que durante anos pareceu quase impossível: recolher plástico diretamente do mar em grande escala.

A tecnologia foi desenvolvida pela organização holandesa The Ocean Cleanup, criada com o objetivo de retirar resíduos plásticos dos oceanos e também impedir que parte desse material chegue até eles pelos rios.

Apesar de às vezes ser chamada de “aspirador gigante do oceano”, ela não funciona como um aspirador de verdade. O sistema utiliza uma longa barreira flutuante que se movimenta pela água e direciona os resíduos para uma área de coleta, onde podem ser retirados do mar.

Um dos principais alvos é a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, uma extensa região entre o Havaí e a Califórnia onde correntes oceânicas concentram enormes quantidades de plástico e equipamentos de pesca abandonados.

Os primeiros protótipos enfrentaram dificuldades, mas o projeto continuou sendo aperfeiçoado. A versão mais recente, conhecida como System 03, possui vários quilômetros de extensão e foi projetada para recolher resíduos em uma escala muito maior.

Entre o material retirado estão fragmentos de plástico, garrafas, recipientes e grandes quantidades de redes e outros equipamentos de pesca descartados. Muitos desses objetos podem permanecer durante anos no ambiente marinho e representar riscos para tartarugas, peixes, aves e outros animais.

O sistema não resolve sozinho o problema mundial da poluição por plástico. Impedir que novos resíduos cheguem aos oceanos continua sendo essencial.

Mas o projeto mostra que a engenharia também pode ser usada para enfrentar o plástico que já está acumulado no mar.

Uma barreira de quilômetros de comprimento, movendo-se lentamente pelo Pacífico, tentando recolher parte de um problema que levou décadas para chegar até lá.

22/09/2026

Aos 13 anos, enquanto muitos jovens estão preocupados apenas com a escola e o lazer, Ryan Hulance já dedica cerca de 20 horas por semana a um projeto que une reciclagem e solidariedade.

Morador de Solihull, na Inglaterra, Ryan começou a iniciativa aos 10 anos, batendo de porta em porta para recolher latinhas de alumínio. O que começou de forma simples cresceu até formar uma rede com cerca de 200 fornecedores regulares, entre bares, cafés, empresas e moradores da região.

Hoje, o jovem recebe aproximadamente 20 mil latinhas por semana. Ao todo, já foram encaminhadas cerca de 1,5 milhão de unidades para reciclagem.

E é aí que a história f**a ainda mais especial: os cerca de 18 mil libras arrecadados com a reciclagem foram destinados a bancos de alimentos e instituições de caridade da região.

Com o crescimento da iniciativa, o projeto ganhou uma estrutura formal e passou a funcionar como uma empresa de interesse comunitário, chamada We Can Community CIC.

O que começou com um garoto recolhendo latinhas pelas ruas se transformou em uma iniciativa que ajuda a reduzir resíduos e, ao mesmo tempo, apoia pessoas que precisam.

Uma latinha pode parecer pouco. Mas, quando milhares de pessoas participam, ela pode se transformar em algo muito maior.

Endereço

Curitiba, PR

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