11/01/2026
*A política partidária é um câncer que precisa ser extirpado da igreja brasileira*.
Desde que Manoel de Mello e Silva, fundador da Igreja O Brasil para Cristo, elegeu dois pastores de sua denominação,idos de 1960, o segmento evangélico mergulhou de cabeça na politica. Desse esforço, com ênfase em uma cartilha de apregoados valores cristãos, cada denominação cresceu os olhos para um ganho eleitoral sobre o rebanho. *A César, o que é de Deus*. Nos últimos anos, porém, a semeadura de Mello produziu uma seara confusa, onde o joio político desafia a vida do trigo divino, num sincretismo abominável entre os assuntos espirituais do Evangelho e a ganância. *Segregação de pessoas* Com o púlpito transformado em palanque, o Apocalipse politizou-se, o Anticristo, que já foi visto nas figuras de Mikhail Gorbachev, papas e Tony Blair, passou a ser apontado nos candidatos que não constam das cédulas oficiais do clero. Então, a igreja virou uma máquina de voto de cabresto. A união em torno de Cristo acabou. Alegrar-se, agora somente com a mesma bandeira politica, um acinte às liberdades individuais. A igreja passou a discriminar e ensinar a discriminação. A igreja brasileira fragilizou-se, a congregação deixou de ser um lugar de cura e passou a ferir votos contrários. *O nome de Deus em vão*. Crentes passaram por uma severa lavagem cerebral, onde o Altíssimo foi chamado a “assinar” o agressivo e desrespeitoso projeto, sob pena de maldição aos crentes “rebeldes”. É assim que pastores têm literalmente expulsado do templo ovelhas que ainda tentem cultivar a liberdade democrática. *E haja escândalos!*. Infelizmente, políticos arautos de virtudes cristãs têm envergonhado o nome de Cristo através de escândalos financeiros recorrentes nas casas de poder. *É urgente que a igreja volte a ser Igreja*. É preciso separar César de Deus. Há espaço para ambos em sociedade, porém, a Igreja é o Corpo de Cristo, e somente desta forma deve ser pensada e administrada por seus obreiros. Pr. Rui Raiol✍️ Amigos da Oração