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Adventista Original Adventista Original é uma página que busca apresentar a genuína essência do adventismo para todos os públicos.

A ETERNA LEI DE DEUS - A lei moral, os Dez Mandamentos, chamamos Lei de Deus (Êxodo 20:3-17).*Publicado por Júlio César ...
18/04/2020

A ETERNA LEI DE DEUS - A lei moral, os Dez Mandamentos, chamamos Lei de Deus (Êxodo 20:3-17).

*Publicado por Júlio César Prado

Essa lei vem da eternidade. Os princípios dessa lei são à base do governo de Deus. São imutáveis como o trono de Jeová. A lei é por natureza indestrutível, adaptando-se ao governo de seres morais responsáveis em todos os séculos, em todo o Universo de Deus. Nem um mandamento pode ser tirado do Decálogo. Permanece, todo ele, irrevogado, e assim permanecerá para sempre.

Essa lei não pode ser ab-rogada, nem por homens na Terra, nem por seres no Céu. Nem mesmo seu Autor – com reverência o dizemos – a pode ab-rogar, a menos que mudasse Sua natureza, e a forma de Seu governo. Disse Jesus: “É mais fácil passar o Céu e a Terra do que cair um til da lei” (S. Lucas 16:17). Deus ordena aos homens em toda parte que obedeçam a essa lei. Ele diz: “De tudo o que se tem ouvido, o fim é: teme a Deus, e guarda os Seus mandamentos; porque este é o dever de todo o homem” (Eclesiastes 12:13).

Jamais houve tempo, nem nunca há de vir, em que seja direito que criaturas responsáveis, quer sejam homens quer anjos, mintam, matem ou roubem, ou façam qualquer coisa proibida pela lei. Essa lei permanece para sempre. Satanás é tão sutil em seus enganos que inclusive é capaz de citar as Santas Escrituras, isolando-as de seu contexto, como fez com Cristo nas tentações do deserto. Porém ali Jesus demonstrou que o correto uso das Escrituras é a arma que nos dará a vitória. Já no Antigo Testamento Deus dizia: “À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva” (Isaías 8:20).

Nosso grande segredo para vencer é apegar-nos a Cristo, pois Ele já venceu a Satanás nas tentações do deserto, na cruz e demonstrou Sua vitória ao ressuscitar dos mortos. O diabo sabe que está perdido, por isso se apresenta como um leão que ruge (I São Pedro 5:8), pois ao final do milênio apocalíptico será destruído no lago de fogo e enxofre (Apocalipse 2:10, 14; Ezequiel 28:18 e 19). As profecias do Velho Testamento tornam claro que nos últimos dias da história da humanidade aqueles que forem leais a Deus serão observadores do sétimo dia. Em visão celestial, Isaías, contemplando o tempo do fim, o tempo em que “Minha salvação está prestes a vir, e a Minha justiça a manifestar-se” (Isaías 56:1), exclama: “Bem-aventurado o homem que fizer isto, e o filho do homem que lançar mão disto: que se guarda de profanar o sábado, e guarda a sua mão de perpetrar algum mal” (Verso 2).

Essa prometida bênção relacionada com a guarda do sábado nos dias imediatamente anteriores à vinda de Cristo não é conferida aos judeus apenas, nem a qualquer uma classe de pessoas. “E aos filhos dos estrangeiros, que se chegarem ao Senhor, para O servirem, e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos Seus, todos os que guardarem o sábado, não o profanando, e os que abraçarem o Meu concerto, também os levarei ao Meu santo monte, e os festejarei na Minha casa de oração” (Isaías 56:6 e 7).

No tempo do fim, quando os homens estiverem esperando a vinda de Cristo, haverá uma mensagem de reforma do sábado, um chamado àqueles que amam a Cristo, para se separarem do mundo com todos os seus obstáculos, a fim de observarem o verdadeiro sábado do Senhor e para se separarem de todo o pecado e mal (Foto/Ilustração: Divulgação).

*Júlio César Prado é jornalista

PROFECIAS PARA O TEMPO DO FIMPublicado por Júlio César PradoAS SETE PRAGAS FUTURAS DO APOCALIPSE (PARTE I) – Antes de De...
17/03/2020

PROFECIAS PARA O TEMPO DO FIM

Publicado por Júlio César Prado

AS SETE PRAGAS FUTURAS DO APOCALIPSE (PARTE I) – Antes de Deus libertar o Seu povo do cativeiro do velho Egito, fez com que dez terríveis pragas caíssem sobre aquele reino opressor dos Seus escolhidos. De igual maneira, antes do segundo advento de Cristo para redimir seu aflito povo do cativeiro deste mundo, fará cair sete tremendas pragas sobre os opressores de Seus eleitos. Elas serão derramadas, sim, sobre os que tomaram sua decisão com a besta, sua imagem e receberam o seu sinal e oprimiram o povo de Deus. Serão o resultado da desobediência aberta aos mandamentos de Deus.

As sete pragas são agora sete luzes vermelhas de advertência à civilização atual, do supremo perigo próximo futuro. Trarão o cunho da ira de Deus, sem mescla de misericórdia, como desfecho da história duma civilização que O desonra. Serão lançadas na terra exatamente ao fechar-se a porta da salvadora graça. Todo aquele que as receber é digno delas; pois menosprezou o santo evangelho da graça que o poderia livrar do grande perigo; endureceu o coração com a mensagem de misericórdia e zombou do amante Salvador.

O Apocalipse é a obra prima das revelações proféticas das Sagradas Escrituras, a culminância da divina inspiração e a história simbólica da dispensação cristã.

De todos os livros da Bíblia nenhum outro é tão solenemente introduzido; nenhum outro estampa inicialmente e tão visivelmente a sua origem divina; nenhum outro começa com uma tão graciosa e definida promessa de bênçãos para o que lê, para os que o ouvem e para os que cumprem as coisas que nele estão escritas. E, ao encerrar-se a sua mensagem adverte o seu Autor que se não tire dele nem nele se acrescente coisa alguma, sob pena de castigo fatal. É, portanto um livro da mais alta importância, não obstante ser considerado por muitos como supérfluo. À vista de seu Autor, porém, este livro é da mais alta valia.

O futuro do mundo acha-se amplamente delineado no Apocalipse. Todos os problemas mundiais, diante dos quais se desespera o homem, encontram nele a sua solução. O desfecho do drama dos séculos – entre a verdade e o erro, entre a luz e as trevas, entre o bem e o mal – está plenamente assentado neste grande livro. Suas profecias são o calendário da providência pelo qual entendemos estar à civilização vivendo seus derradeiros dias e o império do mal exalando seus últimos alentos. Vemos, pois, no Apocalipse, a consumação do plano de Deus de restauração do mundo, o clímax das relações de Deus com o homem caído em pecado e o cumprimento de todas as promessas do evangelho.

NÃO HÁ MISTÉRIOS NO APOCALIPSE

Alguns há que, sem muito ou nenhum conhecimento do Apocalipse, julgam ser ele um livro insondável, um código impenetrável e que só talvez num futuro remoto possa ser entendido por algum gênio. O título do livro, porém, refuta categoricamente estas pretensões. O termo “Apocalipse”, vem de dois vocábulos gregos: APO – ocultar – e CALIPSE – descobrir. No Novo Testamento encontra-se dezoito vezes a palavra Apocalipse, sendo assim traduzida: Aparecimento (1); vinda (1); manifestação (1); iluminar (1); revelado (2); revelação (12). Vemos que em nenhum caso a palavra foi traduzida por ocultar, mistério, insondável, etc.; mas sempre denotando alguma coisa tornada clara. Ficam assim refutadas as ideias de que sua mensagem é insondável ou incompreensível.

Há, naturalmente, uma razão porque os homens em geral não entendem o livro do Apocalipse. O primeiro versículo do livro declara que sua mensagem é enviada aos servos de Deus, para mostrar-lhes “as coisas que brevemente devem acontecer”. Nisto vemos que só os que servem a Deus, em verdade, poderão entender o conteúdo do Apocalipse. Para eles é que foi enviada a sua revelação. Assim, a razão por que os demais homens não podem entender o livro e o consideram um mistério, é simplesmente porque não servem a Deus, e, por conseguinte, a sua mensagem a eles não se destina. Quando se converterem a Deus e O servirem, então a mensagem do grande livro será também para eles, e a entenderão seguramente. Deus e Seu Filho jamais enviariam a Seus servos uma mensagem incompreensível; e, se o fizessem de nada adiantaria.

PORQUE FOI O APOCALIPSE ESCRITO EM SÍMBOLOS

Perguntará alguém: Se o Apocalipse se destina à Igreja de Deus, por que não foi escrito ou revelado em linguagem comum? Não seria mais fácil os servos de Deus o entenderem e todos os que o quisessem estudar? Em primeiro lugar respondemos que o motivo por que o Apocalipse foi revelado e escrito em símbolos, funda-se no fato de que o tempo em que ele foi dado à igreja cristã era desfavorável ao cristianismo. O imperador romano, Domiciano, tencionava exterminar o cristianismo e as Escrituras Sagradas. Além disso, o livro do Apocalipse falava como ainda fala, contra o império romano. Se ele fosse escrito em linguagem corrente e comum, os romanos o destruiriam seguramente por falar contra eles.

Também o Apocalipse fala contra três grandes corporações religiosas existentes no mundo hoje. Estas, por certo, o destruiriam se ele falasse em linguagem clara. E também o livro fala contra o anticristo, e este infalivelmente o desfaria se pudesse entendê-lo.

Assim os inimigos de Deus e da verdade leem no Apocalipse mensagens contra eles e não as entendem; deixam então o livro em paz e dizem que ele é um mistério impenetrável. Esta foi à razão por que Cristo falou em parábolas quando dirigia a palavra diretamente a Seus adversários (S. Mat. 13:10, 12-16). Eis, pois, as razões do simbolismo do livro do Apocalipse e de não ser ele escrito em linguagem vernácula.

A PRIMEIRA PRAGA

“E ouvi vinda do templo, uma grande voz, que dizia aos sete anjos: Ide, e derramai sobre a Terra as sete salvas da ira de Deus. E foi o primeiro, e derramou a sua salva sobre a terra, e fez-se uma chaga má e maligna nos homens que tinham o sinal da besta e que adoravam a sua imagem” (Apocalipse 16:1-2).

As sete pragas serão derramadas na terra logo após a conclusão do ministério sacerdotal de Cristo no santuário, ao ter findado a divina graça pelo pecador. A mão misericordiosa que deteve a vingança não poderá mais interceder.

O derramamento destas pragas será aquele tempo de angustia, sem paralelo na história, predito por Daniel a ocorrer imediatamente antes do segundo advento de Cristo (Dan. 12:1). Em si mesmas não há nenhuma figura nestas pragas. Elas são inteiramente literais; do contrário não haveria razão para serem consideradas como juízos da ira de Deus. E, para derramar o segundo anjo a sua taça ou praga, não depende da suspensão da primeira pelo primeiro anjo. Cada praga perdurará até que as sete sejam derramadas, fato que é comprovado pelo versículo onze que diz que ao receberem a quinta praga, estarão os homens sofrendo ainda as consequências da primeira.

UMA CHAGA MÁ E MALIGNA

É importante salientar que uma praga não é uma epidemia como o coronavírus que esteja na alçada da ciência debelar. Não haverá, pois quem possa curar aquele que for ferido por esta praga da ira de Deus.

As chagas desta praga são, segundo a palavra original grega, “úlceras malignas”, que rebentarão nos corpos humanos. Certa manhã os que serão por ela atingidos, acordarão com dores lancinantes em seus corpos, e verificarão os inchaços das úlceras apodrecendo seus próprios corpos. É este o verdadeiro quadro da profecia de Zacarias: “E esta será a praga com que o Senhor ferirá a todos os povos que guerrearem contra Jerusalém: a sua carne será consumida, estando eles de pé, e lhes apodrecerão os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na sua boca” (Zac. 14:12). Um quadro horrorizante!

Embora não saibamos a natureza real desta praga, possivelmente terá alguma semelhança com a que feriu aos egípcios antes da saída de Israel do cativeiro, “que arrebentava em úlceras nos homens e no gado por toda a terra do Egito”, parecendo uma combinação de “úlceras, eczema e lepra negra”, incurável (Êx. 9:1-10). O que é certo é que aqueles que não honrarem a Deus em seus corpos vê-los-ão consumir-se, apodrecer-se em vida. Desprezaram a verdade para se salvarem e os sinais dos tempos que os advertiam do perigo, e eis por fim o terrível resultado (Foto: Ilustração/Divulgação) (CONTINUA).

MEDITAÇÃO/ESTE DIA COM DEUSPublicado por Júlio César PradoO PROFUNDO AMOR REVELADO NA CRUZ DO CALVÁRIO – No período do A...
13/03/2020

MEDITAÇÃO/ESTE DIA COM DEUS

Publicado por Júlio César Prado

O PROFUNDO AMOR REVELADO NA CRUZ DO CALVÁRIO – No período do Antigo Testamento, Deus fora tolerante, não demonstrando plenamente Sua justiça contra o pecado – ela apenas transparecia palidamente no sacrifício de animais, que fora instituído imediatamente após a queda de Adão, estendendo-se até a morte de Cristo. Porém na cruz do Calvário Deus manifestou plenamente Sua justiça, revelando a verdadeira punição que cabia ao pecador, mas que Ele, por Sua infinita misericórdia, desviou, lançando-a sobre o Seu próprio Filho.

Dessa forma, a cruz é um ato público de Deus, onde a misericórdia e a justiça se encontraram, provendo a salvação para os pecadores. No entanto a cruz, por ser um ato poderoso de Deus, revela também o Seu poder. “O âmago da missão de Cristo era uma luta espiritual com os poderes do mal. Na pessoa e missão de Jesus o Reino de Deus estava conquistando o reino de Satanás... Essa luta estendeu-se até a cruz. A hora da morte significou que ‘o príncipe deste mundo’ tentou submergir Jesus. Sua traição por Judas é descrita como um ato motivado pelo diabo (São João 6:70; 13:2 e 27). Todavia a morte de Jesus significa que o príncipe deste mundo é ‘expulso’ (São João 12:31; ver também 16:11). .... A morte de Jesus não só é um ato de Satanás como também um ato no qual Jesus obteve a vitória sobre Satanás” (Ladd, George Eldon. A Theology of the New Testament. Grand Rapids. Mich William B. Eerdmans, pág. 192).

É por isso que a eternidade jamais poderá penetrar o profundo amor revelado na cruz do Calvário. Foi aí que o infinito amor de Cristo e o ilimitado egoísmo de Satanás se encontraram face a face. Mas a salvação foi alcançada, e a derrota de Satanás assegurada. O amor venceu! E esta é também a maior revelação do poder do amor de Deus (Foto: Ilustração/Divulgação).

Essa semana tem sido turbulenta nas redes sociais por conta de um episódio que poderia ter passado desapercebido, porém,...
11/03/2020

Essa semana tem sido turbulenta nas redes sociais por conta de um episódio que poderia ter passado desapercebido, porém, trouxe ao debate o tema da ética-moral cristã.

O médico Drauzio Varella, atuando não como médico, mas sim como repórter, em reportagem preparada para o programa “Fantástico” da rede Globo, buscou apresentar a vida sofrida e solitária de pessoas homoafetivas em prisões.

A revolta promovida se deu pelo fato do rapaz conhecido por Suzy ter afirmado não receber visitas pelo período de 8 anos, quando então o jornalista médico lhe deu um abraço.

Até aí tudo bem, o problema que causou comoção e revolta social é o fato de a emissora ter, propositadamente, omitido o crime praticado, exclusivamente do rapaz Suzy, pois dos outros entrevistados essa omissão não ocorreu. E qual foi o crime cometido por Suzy? Homicídio triplamente qualificado: estuprou, matou e ocultou o cadáver de uma criança de 9 anos e após dois dias levou o corpo até a frente da sua casa e informou as pais, agindo como se nada tivesse ocorrido.

É natural esperar uma atitude abjeta da rede Globo de televisão, pois suas pautas pró-aborto, pró-depravação moral, principalmente nas perspectivas se***is são latentes, e esta reportagem foi apenas mais uma desse expediente.

Que o rapaz Suzy é candidato ao céu, se se arrependeu de seu pecado, pois isto está relacionado à sua esfera intima, isso é óbvio. A pena por seu crime ele está pagando. Logo, a dimensão cristã da discussão não se trata destes fatos óbvios.

Deste episódio, enquanto a sociedade passou a discutir o tema do perdão, teólogos católicos, reformados e protestantes discutiram se o abraço do jornalista-médico-ateu se refere ou não à pregação do evangelho.

Este é o grande problema e de como alguns cantores ADVENTISTAS e páginas apócrifas ADVENTISTAS, deturpam a análise.

Por mais bonito e salutar que foi o abraço do jornalista-médico-ateu, seu gesto não foi a pregação do evangelho. Pode se encaixar dentro do espectro da ética-moral cristã, contudo, não se refere à pregação do evangelho.

A pregação do evangelho exige exortação à μετανοέω (mudança do ser, de vida, conversão) e em tornar-se discípulo. Quando o anjo anunciou o nascimento de Cristo, ele disse que Cristo salvaria o povo de seu pecado (Mt 1:21). Quando Cristo iniciou seu ministério Ele chamou o ao arrependimento (Mt 4:17). No sermão de Atos 2 Pedro responde à pergunta dos ouvintes dizendo: Arrependei-vos (At 2:38). Jesus ao comissionar seus discípulos disse: Ide e FAZEI discípulos (Mt 28:19)

Boas ações, atitudes que coadunem com a ética-moral cristã são importantes e devem ser praticadas. Porém, tais boas ações podem ser praticadas por ONG’s, santas casas de misericórdia e até ateus, como foi o caso do jornalista-médico Drauzio Varella.

Ide! Mas ide e fazei discípulos!

NÃO PERMITA QUE AS TREVAS TOMAM CONTA DA IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA – “Já não sois estrangeiros e peregrinos, mas c...
03/03/2020

NÃO PERMITA QUE AS TREVAS TOMAM CONTA DA IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA – “Já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus” (Efésios 2:19).

*Publicado por Júlio César Prado

Ao irmos ou termos ido hoje, à igreja lembremo-nos de que nós, adventistas do sétimo dia somos mais do que uma igreja – somos também um movimento profético com base bíblica (Daniel 8:14; 9:23-27; Apocalipse 12 a 14; 19:10). Nunca devíamos esquecer isto, porque a Igreja Adventista foi chamada e fundada por Deus para um propósito todo especial – dar a última mensagem de Deus ao mundo, preparando um povo para encontrar Jesus na Sua volta (Apocalipse 14:1-12). E ela o está cumprindo.

Eu me lembro que, quando comecei a frequentar a Igreja Adventista do Sétimo Dia algum tempo atrás, só as visitas usavam joias, pintura, iam ao cinema e teatro, etc. Eu deixei a folia do carnaval, o futebol, as idas ao cinema e teatro, além de várias outras coisinhas que hoje estão sendo toleradas. Minha mãe, meus irmãos e eu deixamos de comer carne de porco, certos peixes, camarão e certas comidas e bebidas e até mesmo a aparentemente inocente cerveja e o vinho. A comida de sábado era toda preparada de antemão na sexta-feira antes do pôs do sol. A indumentária dos rapazes e moças adventistas não era de moda, mas bem mais conservadora do que a usada por alguns hoje.

Naqueles dias tínhamos na Igreja Central uma animada classe de Daniel e Apocalipse dirigida às vezes pelo Pastor e também pelo ancião da igreja. Era logo de tarde. Levávamos lanche para não perder a classe. Nunca me esqueço daquelas classes... Pode ser que algumas ideias expostas ali não fossem como pensamos hoje com respeito ao lugar do Armagedom, quem eram os 144.000 e até quem seria o Rei do Norte... Mas éramos simples e unidos e a fé era algo sério e muito importante. A igreja era o centro de nossa vida, a alma de nossa alma, o lugar de nossos encontros, o ímã de nossas amizades. Tudo e todos giravam em torno das atividades da igreja: o coro, as reuniões sociais, o trabalho missionário... sim, a igreja era a prioridade de nossa vida. Eu me lembro que por meses, uma vez por semana, aos sábados ou domingos, eu ia distribuir folhetos de porta em porta. Lembro-me de ter levado várias pessoas para a igreja, e eu fazia por amor ao Mestre (I Coríntios 9:16).

NOTA: Não permitam que a ramificação da Igreja Nova Semente destrua o verdadeiro culto a Deus. Não permitam que pastores modernos mudem o nome e o culto das igrejas adventistas. Porque com esta igreja, que é a última, terminará a luta entre o bem e o mal. Ela alcançará o fim do mundo, ou seja, o fim do presente estado de coisas, e o extermínio dos ímpios. A esta igreja Deus concedeu toda a luz da verdade. Nela foi restaurado tudo o que se perdera pela grande apostasia que teve lugar no decorrer dos séculos. No que se refere ao conhecimento da verdade, ela é rica e de nada tem falta. No que se refere à preparação espiritual, exige-se da última igreja mais do que de todas as outras, porque esta deverá ser transferida, juntamente com os fieis de todas as épocas, na vinda de Cristo, para as mansões celestiais que o Salvador foi preparar para os Seus, na casa do Pai (João 14:1-3).

O apóstolo João, a quem fora dado vislumbrar essa gloriosa redenção, descreve a alegria dos salvos: “E vi um como mar de vidro misturado com fogo”, diz ele: “e também os que saíram vitoriosos da besta, e da sua imagem, e do seu sinal, e do número do seu nome, que estavam junto ao mar de vidro, e tinham as harpas de Deus. E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro dizendo: Grandes e maravilhosas são as Tuas obras, Senhor Deus Todo-poderoso; justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei dos santos. Quem Te não temerá, ó Senhor, e não magnificará o Teu nome? Porque só Tu és santo; por isso todas as nações virão, e se prostrarão diante de Ti, porque os Teus juízos são manifestos” (Apocalipse 15:2-4).

Na ilustração, Ellen G. White em visão descreve a carruagem transportando os salvos, indo ao encontro de Cristo, e nota-se que num instante eles chegam à cidade santa. De cada lado do carro de nuvens existem asas, e debaixo dele se acham rodas vivas; e, ao volver o carro para cima, as rodas clamam: “Santo”, e as asas, movendo-se, clamam: “Santo”, e o cortejo de anjos clama: “Santo, santo, santo, Senhor Deus todo-poderoso”. E os remidos bradam: “Aleluia!” – enquanto o carro prossegue em direção à Nova Jerusalém (O Grande Conflito, pág. 645).

*Júlio César Prado é jornalista

03/03/2020

Sentimentos de desassossego e de saudade ou solidão podem ser-vos benéficos. Vosso Pai celeste pretende ensinar-vos a encontrar nEle a amizade e o amor e consolação que satisfarão vossas mais ferventes esperanças e desejos. ... Vossa única segurança e felicidade está em fazer de Cristo vosso constante Conselheiro. Podeis ser felizes nEle ainda que não tenhais nenhum outro amigo no vasto mundo. — Counsels to Parents, Teachers, and Students, 2b (1874); Nossa Alta Vocação, 257.

A DECADÊNCIA MORAL DO SÉCULO 21 – O império Romano não foi à única nação a definhar-se pela entrega à decadência moral. ...
29/02/2020

A DECADÊNCIA MORAL DO SÉCULO 21 – O império Romano não foi à única nação a definhar-se pela entrega à decadência moral. A obsessão pelo s**o foi características das civilizações decadentes. Dando um parecer sobre Hollywood, o editor Jenkin Lloyd diz: “Pode alguém contestar que os filmes estão mais sujos do que nunca? Mas eles não chamam isto sujeira. Eles chamam ‘realismo’. Por que nos deixamos enganar por eles? Porque confiamos quando nos dizem que a corrupção é simplesmente uma forma de arte que licenciosamente é uma crítica da realidade social”.

*Publicado por Júlio César Prado

Hoje não há escapatória das influências corruptíveis. Das telas, revistas, novelas, internet, verte uma torrente de perversidade, vulgarismos e mesmo escritos obscenos (novelas e filmes) como imundícia jorrando de um esgoto quebrado. S**o (especialmente o homossexualismo) é primeira página em todo lugar e os títulos excitam a cada pessoa na procura de sensacionalismos baixos.

A participação de uma criança em uma performance protagonizada por um homem nu deu início a nova polêmica sobre a liberdade artística nas redes sociais. Fotos e vídeos registrados no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) mostram uma menina, que aparenta ter em torno de cinco anos, tocando os pés de um artista nu que estava imóvel e deitado sobre o chão.

Em nota divulgada no Facebook, o MAM ressalta que a criança estava acompanhada da mãe e que a sala onde ocorria a performance estava "devidamente sinalizada sobre o teor da apresentação, incluindo a nudez artística". O museu também garante que o trabalho, intitulado "La Bête", não tem qualquer conteúdo erótico.

A apresentação ocorreu na abertura da "Mostra Panorama da Arte Brasileira", realizada algum tempo atrás. Trata-se de uma leitura interpretativa da obra "Bicho", de Lygia Clark, segundo o MAM. O coreógrafo Wagner Schwartz se posiciona nu sobre um tatame, manipulando um origami de papel, de forma a sugerir a interação. Em fotos de divulgação, participantes o abraçam, o mudam de posição e grande parte o filma, relatou o jornal Estadão.

A Bíblia diz: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama... ocupe o vosso pensamento” (Filipenses 4:8). Entretanto, hoje, o mundo desatento preocupa-se mais com as novelas, teatros, filmes, jogos do que com o altar do arrependimento.

Há algum tempo, pouco mais de 900 sacerdotes e estudantes congregaram-se na Harvard Divinity School para discutirem sobre a chamada moralidade moderna. Um professor de Teologia argumentou que o s**o pré-matrimonial era legal, e que Deus entenderia. Mas a Bíblia diz de outra forma. Paulo escreveu: “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus” (I Coríntios 6:9 e 10).

Nos dias de Noé, “Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na Terra, e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração; então Se arrependeu o Senhor de ter feito o homem na Terra, e isso Lhe pesou no coração. Disse o Senhor: farei desaparecer da face da Terra o homem” (Gênesis 6:5-7). Eles encheram sua taça de iniquidade. Falando sobre os últimos dias Jesus disse: “Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do homem” (São Mateus 24:37) (Foto: Divulgação).

*Júlio César Prado é jornalista

09/02/2020

A Bíblia, uma revelação de Jeová Através de todos os tempos este Livro permanecerá como uma revelação de Jeová. A seres humanos foram confiados os oráculos divinos, para serem o poder de Deus. As verdades da Palavra de Deus não são expressões de mero sentimento, mas os pronunciamentos do Altíssimo. Aquele que fizer dessas verdades uma parte de sua vida, torna-se em todos os sentidos uma nova criatura. Não lhe serão concedidos novos poderes mentais, mas são removidas as trevas que, por causa da ignorância e do pecado, obscureceram o entendimento. (Ellen White, The Review and Herald, 10 de Novembro de 1904)

OS ADVENTISTAS E A CONSTELAÇÃO DE ÓRION – Muitos adventistas do sétimo dia acreditam que Jesus voltará através de uma ab...
29/01/2020

OS ADVENTISTAS E A CONSTELAÇÃO DE ÓRION – Muitos adventistas do sétimo dia acreditam que Jesus voltará através de uma abertura em Órion. O que há de verdade nisso? Teria Ellen G. White realmente dito que a comitiva de Jesus passará por essa constelação?

Cento e trinta anos atrás, em 16 de dezembro de 1848 – Ellen G. White recebeu uma visão dos eventos finais da Terra. Na visão, viu os poderes da Terra abalados com a “guerra e rumores de guerra, espada, fome, e pestilência” (Primeiros Escritos, p. 41). Ela também viu os poderes dos céus – o sol, a lua e as estrelas – serem abalados pela voz de Deus e “removidos dos seus lugares.”

Então, enquanto nuvens escuras subiam nos céus colidindo umas contra as outras, de repente, a cortina da atmosfera foi cortada e separada. Quando os santos olharam para a abertura no céu, eles viram “através do espaço aberto em Órion, donde vinha a voz de Deus” (ibid). Escrevendo sobre a experiência, a Sra. White parece ter se entregado em uma espécie de prolepse profética quando ela comentou: “A santa cidade descerá por aquele espaço aberto”. A partir da Bíblia e dos outros escritos da Sra. White, é claro que a Nova Jerusalém vem à Terra no final do milênio, e não quando os poderes da terra e do céu são abalados na segunda vinda de Cristo; mas quando a Sra. White olhou “através do espaço aberto em Órion” e ouviu a voz de Deus ressoando através da abóbada do espaço, sua mente se volveu para o glorioso tempo em que a cidade santa descerá as estradas do céu para a terra, e fez referência incidental a este tremendo evento.

Por causa da declaração da Sra. White sobre Órion, sempre que os Adventistas do Sétimo Dia ouvem a palavra “Órion”, suas mentes se voltam para a segunda vinda de Cristo e outros eventos relacionados com o fim do reinado do pecado. Assim ficamos fascinados recentemente por uma notícia relatando que os astrônomos do Observatório Nacional de Kitt Peak no Arizona, descobriram na nebulosa de Orion, uma estrela dez vezes mais quente e 40 vezes o tamanho de nosso sol. O fato surpreendente sobre esta estrela (chamada Becklin-Neugebauer, pelos dois astrónomos que a descobriram) é que ela parece ter não mais que 2.000 anos de idade. O Dr. Donald N. B. Hall do Observatório Nacional de Kitt Peak disse que “esta pode ser a mais jovem estrela já encontrada”. Antes desta estrela ter sido descoberta, as estrelas mais jovens identificadas em qualquer lugar do universo tinham idades estimadas entre 50.000 e 100.000 anos. A nebulosa de Órion tem sido muitas vezes chamada de berçário estelar, porque muitas jovens estrelas foram ali identificadas.

Nós não sabemos se a “criação” desta nova estrela em Órion tem qualquer significado especial. Certamente para os astrônomos seculares sua descoberta não carrega nenhuma mensagem diferente, ou escatológica. Mas para nós, ela pode servir como uma lembrança do Criador e do dia em que Jesus retornará à Terra com poder e glória. Satanás está procurando fazer o povo de Deus esquecer que o clímax de todos os tempos está à frente. Ele está tentando abafar seu testemunho para este grande evento. E ele está conseguindo tudo muito bem. Os Adventistas do Sétimo Dia falam muito pouco sobre a Segunda Vinda. Assim, talvez as “pedras” cósmicas estejam gritando e dizendo: “Levantai ao alto os vossos olhos: Quem criou todas estas coisas? Aquele que faz sair o exército de estrelas, uma por uma, e as chama pelo nome. Por causa da grandeza das suas forças, e da fortaleza do seu poder, nenhuma faltará” (Isaías 40:26).

O apóstolo Pedro escreveu que “o dia do Senhor virá” (2 Pe 3:10). Ele também escreveu que Cristo “é longânimo para conosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se” (verso 9).

Quanto tempo mais irá Deus esperar? Nós não sabemos. Mas com o apóstolo Pedro nós dizemos: “Vendo que vocês procuram por essas coisas, sejam diligentes para que sejais achados por ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis” (v. 14). Devemos estar prontos para o dia quando, ao olharmos para cima na direção de Órion, ouviremos a voz de Deus dizendo: “Está feito” (O autor, Kennety H. Wood é editor da Adventist Review). (Foto: Divulgação).

A CHINA E O SEPULCRO DA CONCUPISCÊNCIA*Publicado por Júlio César PradoCHINA AVISA QUE A CAPACIDADE DE CONTÁGIO DO CORONA...
29/01/2020

A CHINA E O SEPULCRO DA CONCUPISCÊNCIA

*Publicado por Júlio César Prado

CHINA AVISA QUE A CAPACIDADE DE CONTÁGIO DO CORONAVÍRUS SE TORNA MAIS FORTE - Autoridades chinesas anunciam que começaram a desenvolver uma vacina

Enquanto a China intensifica as medidas para controlar a transmissão do coronavírus de Wuhan, que causou a morte de 56 pessoas e infectou mais de 2.000 no país, a natureza do patógeno vai sendo melhor conhecida. As más notícias: a capacidade de contágio do vírus parece se tornar mais forte, como disse o ministro da Saúde, Ma Xiaowei, de modo que o número de infectados continuará crescendo por enquanto. As boas notícias: até agora os cientistas chineses não detectaram indícios claros de mutação (ainda que não o descartem no futuro). E já começaram a desenvolver uma vacina.

Em uma abarrotada entrevista coletiva no centro de Pequim, em que a imensa maioria dos jornalistas usava máscaras protetoras, o ministro reconheceu que o que se sabe do novo coronavírus 2019-nCoV ainda é muito limitado. Ao contrário do vírus causador da SARS, com o qual está aparentado, pode contaminar durante o período de incubação – de um a 14 dias –, durante o qual o portador ainda não apresenta sintomas. Outra diferença em relação à epidemia de 2003 que deixou quase 800 mortos em todo o mundo: à época, a infecção demorou de três a quatro meses para se transformar em epidemia. Dessa vez só precisou de um mês. “Os seres humanos se adaptam aos vírus e ficam menos doentes. Eles também se adaptam a nós”, disse o diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças, Fu Gao, também presente na entrevista.

Até o momento, o vírus chegou a 11 países em quatro continentes: Estados Unidos, Canadá, França, Nepal, Coreia do Sul, Japão, Taiwan, Tailândia, Malásia, Singapura e Vietnã, que somam mais de trinta casos. Tóquio anunciou no domingo que detectou um novo caso, o quarto em seu território.

Uma vez que o surto ainda não está sob controle, a China continuará reforçando e ajustando suas medidas de controle contra a epidemia, disse o ministro, um dia depois do presidente chinês, Xi Jinping, tomar o controle da crise e dar ordens de não economizar custos para resolvê-la. Uma área fundamental será o cancelamento de atos que poderiam receber grandes quantidades de pessoas e os limites ao transporte. Esse último é especialmente importante: a partir dessa semana começarão as viagens de retorno após as férias do Ano Novo lunar, que podem chegar a 400 milhões de deslocamentos e contribuir à expansão do vírus.

Shantou, uma cidade costeira de cinco milhões de habitantes e a 1.100 quilômetros de Wuhan, anunciou no domingo que também fecharia seus acessos para se proteger do vírus, a primeira cidade a entrar em quarentena fora da zona zero da epidemia. Poucas horas depois, entretanto, voltava atrás e indicava que se limitaria a controlar e desinfectar os veículos e pessoas que entraram em sua demarcação.

Várias grandes cidades, entre elas Pequim e Xangai, já anunciaram que as escolas prorrogarão por pelo menos mais duas semanas as férias escolares. A capital e cidades como a turística Xi’an, e toda a província de Shandong, suspenderam seus serviços de ônibus de longa distância. Na medida do possível, se recomenda evitar os deslocamentos; as empresas de transporte devolverão o custo das passagens sem nenhuma penalização. Nas estações de trem, guichês e aeroportos serão instalados medidores de temperatura e áreas de observação para possíveis casos suspeitos.

Somadas aos bloqueios pela quarentena de uma quinzena de cidades em Hubei, incluindo Wuhan, o epicentro da infecção, essas medidas reduziram as viagens em 28,8% em relação a temporadas anteriores do Ano Novo, como disse o ministro dos Transportes.

Além de limitar os deslocamentos e fechar a área mais afetada, parte dos esforços também estarão centrados no tratamento dos infectados. Wuhan, onde se concentra a maioria dos doentes e que reconheceu publicamente a escassez do material médico protetor, receberá reforços de todos os tipos. Já aumentou em 2.300 seus leitos hospitalares, e se espera que nos próximos dias possa contar com mais 5.000. Nas últimas 24 horas chegaram mais de 2.000 profissionais da área de saúde das outras 30 províncias chinesas. Também foram enviadas mais de três milhões de máscaras.

Um dos grandes problemas, como admitiu o ministro, é a escassez de trajes protetores. Todos os dias Wuhan, de 11 milhões de habitantes, precisa de 10.000, e hoje, pelas festas de Ano Novo, as fábricas só estão produzindo 40% de sua capacidade. Para poder completar o número necessário, disse Ma Xiaowei, serão utilizadas as reservas do Governo central e das províncias, e entrarão em contato com o estrangeiro para receber do exterior o que faltar.

Os Governos de vários países anunciaram sua intenção de evacuar seus cidadãos de Wuhan e outras cidades em quarentena. Os Estados Unidos planejam fretar um avião para trazer de volta a seu território 230 diplomatas e outras pessoas. A Coreia do Sul, Rússia e França – essa última, de ônibus – também indicaram que estão negociando com as autoridades chinesas para a saída de membros de suas nacionalidades. O Japão também entrou na conta no domingo, com 700 compatriotas na região (EL PAÍS).

A CHINA E O SEPULCRO DA CONCUPISCÊNCIA

Depois do dilúvio, quando haviam desaparecido as frutas de sobre a face da Terra, o Senhor disse a Noé que comesse carne (Gênesis 9:3), e este alimento Deus não tirou até a saída dos filhos de Israel do Egito (Êxodo 16:3). Quando os israelitas foram libertos da servidão egípcia e se puseram a caminho de Canaã, foi-lhes necessário fazer uma preparação espiritual para que pudessem entrar na terra prometida, preparação essa que implicava a abstinência de carne.

A carne lhes foi tirada, mas os filhos de Israel não se conformaram com essa medida. “... a populaça que tinha vindo com eles ardeu em desejos, sentando-se e chorando, unindo também os filhos de Israel, e disse: Quem nos dará carne para comer?... E o Senhor disse a Moisés... Dirás também ao povo: Santificai-vos; amanhã comereis carne; porque Eu vos ouvi dizer: Quem nos dará a comer carne? Nós estamos bem no Egito. Assim o Senhor vos dará carne que comais, não só um dia, nem dois, nem cinco ou dez, nem mesmo vinte, mas um mês inteiro, até elas vos saírem pelos narizes, e vos causarem enjoo... E um vento mandado pelo Senhor, trazendo codornizes da outra banda do mar, arrebatou-as consigo e fê-las cair sobre os acampamentos ao redor do campo por tanto espaço quanto se pode andar num dia, e voavam pelo ar à altura de dois côvados sobre a terra... Ainda as carnes estavam nos seus dentes, e ainda se lhes não tinha acabado este manjar, quando a cólera do Senhor se acendeu contra o povo, e o feriu com uma grandíssima praga. E aquele lugar foi chamado o sepulcro da concupiscência, porque ali sepultaram o povo, que tinha tido os desejos” (Números 11:4, 16, 18-20, 31, 33, 34).

Sobre esta experiência, diz o salmista: “Mas deixaram-se levar da cobiça no deserto, e tentaram a Deus na solidão. E Ele satisfez-lhes o desejo, mas fez definhar as suas almas” (Salmo 106:14; 78:24-31). Esses acontecimentos com o povo de Israel não se limitam somente a eles, mas constituem figura para nós, que somos geração do “fim dos séculos” (I Coríntios 10:11). Assim como eles foram libertados da servidão do Egito, somos também nós libertados do Egito espiritual – a servidão do pecado, das trevas e da ignorância.

A terra prometida, para a qual os israelitas peregrinaram, é uma figura da Canaã celestial, em cuja direção caminhamos. Como já foi dito, somos apenas “peregrinos e hóspedes sobre a Terra”, e buscarmos uma “pátria melhor”, que é a “celeste” (Hebreus 11:13-16). E nós para podermos entrar na pátria celestial, necessitamos de uma preparação maior que a dos judeus para entrarem na Canaã terrestre. Nesta preparação, devemos, portanto, nós os que vivemos no tempo do fim, abster-nos do alimento cárneo com maior razão que eles. Efetivamente, o apóstolo Paulo, fazendo alusão àquelas experiências dos filhos de Israel, que se deixaram “levar da cobiça no deserto”, pedindo “carnes”, exorta-nos a que não caiamos na mesma cobiça. “E esta coisas”, diz o apóstolo Paulo, “foram-nos feitas em figura, para que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram... Ora tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos” (I Coríntios 10:6, 11).

Infelizmente, a China é um país que não respeita as leis da saúde dada por Deus. Eles se alimentam de animais que a Bíblia classifica como imundos. Deus está mostrando ao mundo a desobediência do povo Chinês. “Não erreis” – diz a palavra inspirada – “Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear isso também ceifará” (Gálatas 6:7). Terrível será a colheita, porque terrível é a semente do pecado que foi semeada!

Na foto, o diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças chinês, Fu Gao, no domingo em entrevista coletiva em Pequim (Foto: Divulgação/REUTERS).

*Júlio César Prado é jornalista

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