The Nature Conservancy Brasil

The Nature Conservancy Brasil Organização sem fins lucrativos que tem como missão “conservar as terras e águas das quais a vida dep Saiba mais em nosso website.

No Brasil desde 1988, desenvolve projetos nos principais biomas: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal.

Foram dias de troca, escuta e construção coletiva da agenda da restauração ecológica no Brasil.Encerramos a SOBRE 2026 c...
06/08/2026

Foram dias de troca, escuta e construção coletiva da agenda da restauração ecológica no Brasil.

Encerramos a SOBRE 2026 com a certeza de que a restauração se fortalece quando diferentes conhecimentos, experiências e territórios se encontram.

Ao longo da conferência, a TNC Brasil participou de debates sobre restauração em Terras Indígenas, Manejo Integrado do Fogo (MIF), Políticas Públicas, Finanças e Cadeia da Restauração, monitoramento do carbono e da biodiversidade e outros temas fundamentais para ampliar e acelerar essa agenda no país.

Também apoiamos a realização do evento e um dos principais legados desta edição foi fortalecer uma conferência cada vez mais diversa, inclusiva e participativa. Que as conexões construídas durante a SOBRE 2026 continuem impulsionando parcerias, aproximando diferentes conhecimentos e transformando diálogo em ações para ampliar a restauração ecológica no Brasil.

29/07/2026

Conservar e restaurar caminham juntas. Em terras indígenas, essas duas agendas são fortalecidas pelos conhecimentos dos povos indígenas sobre seus territórios e pela construção de soluções adaptadas às realidades locais.

A restauração nesses territórios vai além da recuperação da vegetação. Ela considera as características de cada contexto, reconhece os modos de vida indígenas e integra aspectos como biodiversidade, recursos hídricos, mudanças climáticas e governança territorial para orientar ações de conservação.

Neste Dia Mundial da Conservação da Natureza, a TNC Brasil apoiou o II Encontro Indígena de Restauração Ecológica (II EIRE), realizado antes da SOBRE 2026. O encontro reuniu restauradores indígenas de diferentes biomas em um espaço de diálogo, troca de experiências e construção coletiva sobre a restauração em Terras Indígenas. Entre os temas debatidos estiveram os conhecimentos tradicionais que orientam essas iniciativas e a importância de considerar as especificidades culturais, territoriais e de governança de cada povo no planejamento das ações.

As discussões reforçaram que restaurar Terras Indígenas vai além da recuperação de áreas degradadas. Signif**a fortalecer conhecimentos, modos de vida, sistemas tradicionais de manejo e a participação dos povos indígenas na construção de estratégias de restauração mais efetivas, justas e duradouras.

Mulheres negras na linha de frente da conservação  Hoje, no Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Cariben...
25/07/2026

Mulheres negras na linha de frente da conservação

Hoje, no Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, celebramos mulheres que lideram transformações em territórios, comunidades, na ciência e na conservação da natureza.

No Brasil, mulheres negras representam cerca de 28% da população, mais de 60 milhões de pessoas, constituindo o maior grupo demográfico feminino do país.

Ao mesmo tempo, os impactos ambientais não são distribuídos de forma igual: 67% das pessoas que vivem em áreas de risco ambiental são negras, evidenciando a conexão entre justiça climática, equidade racial e conservação dos ecossistemas.

O protagonismo de mulheres negras na conservação está presente na proteção de territórios, na defesa dos saberes tradicionais, na pesquisa científ**a, na coleta e conservação de sementes para restauração e na construção de soluções sustentáveis para o futuro.

22/07/2026

O desmatamento está deixando de ser uma questão ambiental para se tornar um risco econômico.

Mercados internacionais, investidores e instituições financeiras passaram a associar a perda de florestas à instabilidade produtiva, climática e financeira. Em um cenário de eventos extremos cada vez mais frequentes, a resiliência das cadeias agropecuárias tornou-se um fator decisivo para acesso a mercados, crédito e investimentos.

Dados recentes mostram que o desmatamento já impacta a produtividade agrícola, aumenta custos e compromete a competitividade de longo prazo. Ao mesmo tempo, o Brasil possui milhões de hectares de áreas já abertas com potencial para expansão produtiva sem novas derrubadas.

Em seu novo artigo, Marina Aragão, Líder de Economia e Finanças da Amazônia Brasileira na TNC Brasil, analisa como a lógica econômica está mudando e por que manter a floresta em pé passou a ser um ativo estratégico para o agronegócio brasileiro.

Leia o artigo completo no link fixado nos comentários.

Em novo artigo, Marcio Sztutman, Diretor Executivo da TNC Brasil, analisa por que a conservação está deixando de ocupar ...
22/07/2026

Em novo artigo, Marcio Sztutman, Diretor Executivo da TNC Brasil, analisa por que a conservação está deixando de ocupar apenas o campo das políticas ambientais para se tornar parte das estratégias de investimento, competitividade e desenvolvimento econômico.

Em meio às incertezas econômicas e geopolíticas, é comum a percepção de que a conservação entrou em uma fase defensiva. No entanto, uma análise mais ampla revela um movimento diferente: a integração crescente da agenda ambiental à economia real.

Concessões florestais para restauração, agricultura regenerativa, bioeconomia e soluções baseadas na natureza demonstram que conservar deixou de ser apenas uma questão ética ou regulatória. Tornou-se também uma estratégia de competitividade, gestão de riscos e geração de valor.

Empresas e investidores continuam direcionando recursos para iniciativas que fortalecem a resiliência climática, a segurança hídrica e a recuperação de ecossistemas porque esses ativos impactam diretamente seus resultados.

17/07/2026

No Dia de Proteção às Florestas, vale uma reflexão: estamos olhando para as florestas apenas como estoques de carbono?
https://nature.ly/4hjleHm

Um novo estudo publicado na revista Science compila diversas pesquisas para mostrar que elas fazem muito mais do que isso. Além de capturar carbono, as florestas ajudam a regular temperaturas, influenciam os ciclos de chuva, reduzem os impactos de eventos climáticos extremos e contribuem para a segurança hídrica e alimentar de milhões de pessoas.

Os dados reforçam algo que a natureza já demonstra há muito tempo: proteger florestas é uma das formas mais ef**azes de aumentar a resiliência das comunidades frente às mudanças climáticas.

Em um cenário de calor extremo, secas mais frequentes e eventos climáticos cada vez mais intensos, o papel das florestas vai além da conservação ambiental. Elas são infraestrutura natural essencial para o bem-estar das pessoas, para a economia e para o futuro do planeta.

Leia o artigo completo e descubra por que as florestas são uma das soluções mais poderosas para a adaptação climática. https://nature.ly/4hjleHm

🔗 Inscreva-se e receba nossa próxima edição! https://nature.ly/3GoWY6iTodo mês, a TNC Brasil reúne um panorama dos princ...
15/07/2026

🔗 Inscreva-se e receba nossa próxima edição! https://nature.ly/3GoWY6i

Todo mês, a TNC Brasil reúne um panorama dos principais projetos, análises e histórias de quem está na linha de frente da conservação ambiental.

O campo brasileiro está prestes a ter sua resiliência testada. Com as discussões sobre um "super El Niño" para 2026, o C...
08/07/2026

O campo brasileiro está prestes a ter sua resiliência testada. Com as discussões sobre um "super El Niño" para 2026, o Cerrado f**a sob o alerta para uma das estações secas mais extremas já registradas, agravando o risco de chuvas irregulares e grandes incêndios.

Diante desse cenário, como estruturar uma resposta eficiente?

Em seu novo artigo, Isabel Drigo demonstra que a resposta está na gestão de risco na base. O texto evidencia que a assistência técnica rural deixou de ser apenas pauta agrícola para se consolidar como eixo central de adaptação climática.

Quando o produtor recebe orientação para planejar a estiagem e aplicar o manejo integrado do fogo, o resultado é direto: a propriedade ganha resiliência ao o clima extremo, o ecossistema é fortalecido contra a degradação e a rentabilidade aumenta. É a prova de que produtividade e conservação caminham juntas quando há planejamento.

A adaptação climática do Cerrado precisa garantir que essa realidade chegue a quem mais necessita.

Leia o artigo completo em: https://nature.ly/4f4HeTw

O Brasil assumiu o compromisso de restaurar 12 milhões de hectares de vegetação nativa até 2030. Para que essa meta seja...
06/07/2026

O Brasil assumiu o compromisso de restaurar 12 milhões de hectares de vegetação nativa até 2030. Para que essa meta seja alcançada em larga escala será necessário combinar diferentes estratégias, considerando a diversidade de realidades ambientais e produtivas do país.

Uma delas é a Regeneração Natural Assistida (RNA), abordagem que busca fortalecer processos naturais já existentes, removendo barreiras como queimadas recorrentes, invasão por gramíneas exóticas e pressão do gado.

Além de reduzir signif**ativamente os custos de restauração, a RNA acaba de ganhar respaldo institucional com novas diretrizes da Comissão Nacional para Recuperação da Vegetação Nativa (CONAVEG), ampliando a segurança para sua adoção em projetos, políticas públicas e iniciativas privadas.

Restaurar florestas não signif**a apenas plantar mudas. Signif**a também reconhecer, proteger e potencializar a capacidade da natureza de se recuperar.

Leia o artigo completo de Rubens Benini, Mateus Motter Dala Senta e Isabelle Pepe e descubra por que essa estratégia pode ser fundamental para o futuro da restauração no Brasil.

https://nature.ly/3T1Ut00

01/07/2026

Os Acordos de Pesca na Amazônia representam um dos grandes exemplos de sucesso na gestão participativa dos recursos naturais no Brasil. Desenvolvidos a partir do diálogo entre comunidades ribeirinhas, pescadores artesanais, organizações da sociedade civil e poder público, esses instrumentos ajudam a reduzir conflitos, fortalecer a segurança alimentar, conservar os estoques pesqueiros e promover o desenvolvimento sustentável dos territórios.

Em um contexto marcado pelas mudanças climáticas, pressão sobre os recursos naturais e desafios de governança, iniciativas como essa demonstram que soluções duradouras dependem da valorização do conhecimento local e da participação efetiva das comunidades nas tomadas de decisão.

Esse trabalho recebeu recentemente um importante reconhecimento internacional: a política de Acordos de Pesca do Estado do Pará foi vencedora do Prêmio de Serviço Público da ONU, na categoria “Participação e engajamento público para tomada de decisão inclusiva”. A premiação destacou a experiência paraense como uma referência em gestão participativa de territórios e recursos naturais na Amazônia.

O reconhecimento reforça uma mensagem importante: a construção coletiva de soluções ambientais não apenas fortalece a governança dos territórios, mas também gera impactos positivos para a conservação da biodiversidade, a economia local e a qualidade de vida das populações tradicionais.

Uma evidência de que sustentabilidade e desenvolvimento caminham melhor quando construídos com quem vive a realidade dos territórios todos os dias.

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