Observatório Sindical Brasileiro Clodesmidt Riani

Observatório Sindical Brasileiro Clodesmidt Riani Desenvolve programas de apoio às entidades sindicais.

Associação civil de direito privado, sem fins lucrativos, para estudos, pesquisas e atividades de educação, produção e difusão de conhecimento e informação sobre o mundo do trabalho. O que é o Observatório “Clodesmidt Riani”
Um observatório mundo do trabalho e de apoio às entidades sindicais. O OBSERVATÓRIO SINDICAL BRASILEIRO “CLODESMIDT RIANI” - OSBCR, fundado por um conjunto de entidades sindic

ais que envolvem sindicatos, federações e confederações, é uma associação civil, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, constituído por entidades sindicais, associações profissionais de trabalhadores e empregados e organizações similares e afins, além de pessoas físicas, mediante o exercício de atividades dedicadas ao mundo do trabalho. Ele se destina à realização de estudos, pesquisas e atividades de educação, produção e difusão de conhecimento e informação sobre o Mundo do Trabalho. A sua denominação faz homenagem a um dos principais sindicalistas brasileiros de todos os tempos, Clodesmidt Riani, que esteve à frente do Comando Geral dos Trabalhadores-CGT, sendo, também, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria-CNTI, até o golpe militar de 1964, quando foi preso por mais de quatro anos. No pressuposto das suas finalidades, realiza, patrocina ou promove pesquisas, análises e estudos relacionados ao desenvolvimento econômico, social e regional; desenvolve e ministra atividades formativas como congressos, cursos, seminários, palestras, oficinas e debates e atividades culturais. O OSBCR promove, também, a divulgação, difusão e publicação dos conhecimentos desenvolvidos e acumulados, através dos meios que se fizerem mais adequados; mantém e administra instituições ou departamentos. Além disso, o OBSERVATÓRIO SINDICAL BRASILEIRO CLODESMIDT RIANI - OSBCR realiza programas educacionais, culturais, sociais e de pesquisas visando à formação, a qualificação e a requalificação sócio profissional de trabalhadores e trabalhadoras dos meios urbano e rural; emite pareceres sobre projetos, temas e estudos relacionados ao movimento sindical; presta assistência e consultorias às entidades filiadas; acompanha e oferece assistência no combate às práticas antissindicais; mantém publicações periódicas de interesse do Mundo do Trabalho, entre outras atividades. O OBSERVATÓRIO SINDICAL BRASILEIRO “CLODESMIDT RIANI” - OSBCR tem como princípios a defesa dos direitos sindicais e trabalhistas, bem como apoiar e participar de lutas em defesa do regime democrático e às disposições da Constituição de 1988. Busca oferecer contribuições para garantir a liberdade e autonomia sindicais na forma do artigo 8º da CEF, a preservação da unicidade sindical, incentivando a unidade de ação do movimento sindical. Aponta perspectivas no sentido de se construir a unidade orgânica das entidades sindicais, evitando a pulverização que só dispersa e enfraquece as lutas das classes trabalhadoras.

18/05/2021

Estudo da OMS mostra que expedientes com 55 horas semanais estão associados a um risco 35% maior de derrame e 17% superior de morte por doença isquêmica do coração

Dirigentes das centrais sindicais tiveram reunião virtual com o presidente do Senado para construir agenda nacionalRodri...
03/05/2021

Dirigentes das centrais sindicais tiveram reunião virtual com o presidente do Senado para construir agenda nacional

Rodrigo Pacheco participou de reunião virtual com os representantes da CTB, CUT, Força Sindical, UGT, Nova Central, CSB, Intersindical e Pública, segunda-feira (3).

As centrais apresentaram as seguintes propostas ao presidente do Congresso Nacional:

1. Auxílio Emergencial de R$ 600 até o fim da pandemia (MP 1039).

2. Proteção dos empregos e salários (MPs 1045 e 1046)

3. Criação de um Grupo de Trabalho para debater emprego e indústria/desenvolvimento produtivo (Senado e Câmara + Centrais Sindicais + Confederações Empregadores)

Ficaram definidos os seguintes encaminhamentos:

1. Conduzir debate no Congresso sobre as MPs.

2. Conduzir debate proposito e deliberativo para instituir um Programa de Renda Básica / Cidadã, como um programa permanente de proteção de renda e combate a pobreza.

3. Prioridade para as medidas que garantam o acesso às vacinas e proteção à vida, em especial o apoio ao sistema de saúde (equipamentos e medicamentos).

4. Criar um GT Emprego – Industria/sistema produtivo formado por senadores, deputados, representantes das Centrais Sindicais e Confederações Empresariais (proposta já acordada com o presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira).

5. Presidente receberá as Centrais para a entrega da Agenda Legislativa 2021 (final de maio).

Filme “Marighella” recebe elogios da crítica dos Estados Unidos,  no jornal ‘The New York Times’“Marighella”, estreia na...
03/05/2021

Filme “Marighella” recebe elogios da crítica dos Estados Unidos, no jornal ‘The New York Times’

“Marighella”, estreia na direção do ator Wagner Moura, voltou às manchetes na última quinta feira com a matéria publicada no “The New York Times” sobre o filme.
No texto assinado por Devika Girish, conceituada crítica do jornal norte-americano, do Film Coment e do The British Film Institute, entre outros, ela diz que “Marighella” não é apenas um filme biográfico histórico.
“É uma provocação. E também fascinante”, atesta Girish, que o compara à “Batalha de Argel”, do italiano Gillo Pontecorvo (1966), épico ambientado na década de 1950 sobre a luta do povo argelino pela independência do governo francês.
Ainda não lançado no Brasil, “Marighella” teve première mundial em 2019 na mostra oficial, fora de competição, da 69ª edição do Festival de Berlim, onde Wagner já tinha estado como ator em três filmes: “Tropa de Elite” (2008), de José Padilha, com o seu retrato do Capitão Nascimento e que saiu de lá com o Urso de Ouro; “Tropa de Elite 2” (2011) e “Praia do Futuro” (2014) de Karim Aïnouz que também esteve na Mostra oficial.

Com locações na Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro, o filme de Wagner é uma cinebiografia sobre o guerrilheiro baiano Carlos Marighella (1911-1969), que lutou contra a ditadura militar. Morto numa emboscada em 1969, Marighella criou o grupo de guerrilha urbana ALN (Ação Libertadora Nacional), comandou greves e foi detido por escrever poemas políticos.
Moura e Felipe Braga escreveram o roteiro a partir da biografia do jornalista Mario Magalhães (“O Guerrilheiro que incendiou o Mundo”, Companhia das Letras, 2012)

Seu Jorge – que interpreta Marighella – lidera o elenco que conta ainda com Adriana Esteves, Bruno Gagliasso e Humberto Carrão.

Na coletiva que se seguiu à sessão prévia para a imprensa na Berlinale, Moura – que foi recebido com aplausos para ele e sua equipe – contou na ocasião que há tempos tinha o desejo de levar a história do seu conterrâneo ao cinema, mas ressalva que “Marighella” não é um apenas sobre os anos 60, é também sobre o agora.

“E não é um documentário ou sobre caras bons contra caras maus. É um filme sobre a história do meu país”, complementou, ressalvando que não se considera propriamente um diretor.

“Sou um ator que fez um filme, mas certamente quero repetir a experiência algum dia. Essa parte de estar no set, trabalhar o roteiro, definir a linguagem e inspirar as pessoas a ver o mesmo que você etc. foi desafiador”, revelou.
Seu Jorge – que tem uma das atuações mais marcantes de sua carreira – ressaltou que “Marighella” é um filme que fala da luta pela liberdade e pelo progresso e das lutas em geral do povo brasileiro marcado pela superação.

“Fiquei muito orgulhoso de ter feito o filme. Me preparei muito, li o livro que foi escrito sobre ele e outros. O desafio de recontar esta parte da história do Brasil significou muito para mim”, afirmou o ator, que também integrou o elenco de “Tropa de Elite 2”, mostrado na Berlinale.

“Marighella” tem previsão de lançamento no Brasil em novembro de 2021, após uma trajetória por importantes festivais: além de Berlim, já foi exibido em Seattle, Hong Kong, Sydney, Santiago, Havana, Istambul, Atenas, Estocolmo, Cairo, entre outros.
Por MYRNA SILVEIR BRANDÃO
Fonte: Jornal do Brasil

A MP 1.046/2021 altera disposições das leis trabalhistas para favorecer as empresas durante a pandemiaDesde o último dia...
03/05/2021

A MP 1.046/2021 altera disposições das leis trabalhistas para favorecer as empresas durante a pandemia

Desde o último dia 28 de abril, com o envio ao Congresso Nacional da Medida Provisória 1.046/21, pelo governo federal, já estão valendo as novas regras de flexibilização das leis trabalhistas durante a pandemia.

Há mudanças nos contratos de trabalho em questões como férias, teletrabalho, férias individuais e coletivas, antecipação de feriados, bando de horas, a suspensão de exigências administrativas em segurança e saúde no trabalho, o diferimento do recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS.

A princípio as medidas poderão ser adotadas pelos empregadores no período de quatro meses. Este prazo poderá ser prorrogado. Anteriormente, em março do ano passado, a MP 927/2020, com o mesmo teor foi aprovada na Câmara dos Deputados, porém, não chegou a ser convertida em lei uma vez que perdeu a vigência por não ter aceita pelo Senado. A nova MP precisa ser analisada pelas duas casas do Congresso Nacional no prazo de 120 dias, a contar da data do seu recebimento.

Saiba mais acessando:
http://osbcr.com.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=343&cdcategoria=5

Desde o último dia 28 de abril, com o envio ao Congresso Nacional da Medida Provisória 1.046/21, pelo governo federal, já estão valendo as novas regras de flexibilização das leis trabalhistas durante a pandemia.

Editada com muito atraso, a Medida Provisória 1.045 tem falhas prejudiciais aos trabalhadoresO governo federal encaminho...
03/05/2021

Editada com muito atraso, a Medida Provisória 1.045 tem falhas prejudiciais aos trabalhadores

O governo federal encaminhou ao Congresso Nacional, 01 de abril de 2020, a Medida Provisória nº 936, depois de intensa pressão do movimento sindical. A finalidade era manter empregos e remuneração dos trabalhadores, que foram duramente atingidos pelos impactos da epidemia de coronavírus sobre as atividades econômicas.

Posteriormente, a MP 936 foi convertida na Lei nº 14.020, de 06 de julho de 2020, acrescida de emendas importantes recebidas durante a tramitação no Congresso Nacional.

A MP estabelecia o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (PEMER), que permitia a redução da jornada de trabalho e do salário, bem como a suspensão do contrato de trabalho. Além disso, instituía o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEM), com o intuito de compensar parte da perda de rendimentos que ocorresse nesse período.

Inicialmente, foi prevista duração máxima de 90 dias para os casos de redução da jornada de trabalho e de 60 dias para os de suspensão do contrato de trabalho. Porém, os desdobramentos negativos da pandemia e seus efeitos desfavoráveis sobre a economia levaram à extensão desses prazos até dezembro de 2020, autorizando que vigorassem por até 240 dias.

Ao fim do programa estabelecido pela MP 936/2020 e pela Lei 14.020/2020, o movimento sindical reforçou a necessidade de sua continuidade em 2021, considerando que o cenário de crise econômica e sanitária persistia e em bases ainda mais críticas do que as existentes em abril do ano anterior. Estudo do DIIESSE denunciou a gravidade da situação, passado um ano do início da pandemia, quando o país atingiu o número alarmante de 400 mil mortes por covid-19. Apesar disso, o governo levou mais de quatro meses para editar uma Medida Provisória que retomasse o programa, alegando que a despesa gerada não seria permitida pelo limite fiscal do teto de gastos.

No dia 28 de abril, o governo federal enviou ao Congresso a MP 1.045/2021, relançando o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, que prevê condições muito semelhantes às sancionadas pela Lei 14.020/2020.

Em relação à MP 1.045/2021, o DIEESE faz ressalvas a vários pontos críticos, destacando que “o PEMER foi bastante positivo ao longo de 2020 para proteger os empregos e a renda dos trabalhadores com carteira de trabalhado assinada. No entanto, problemas presentes na versão anterior se repetem nessa nova edição e algumas medidas ora inseridas representam retrocesso em relação aos dispositivos antes previstos. “
OSBCR/imprensa
Saiba mais no site do Observatório: [email protected]
Acesse: http://osbcr.com.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=345&cdcategoria=5

Ato unitário das Centrais Sindicais começa às 14h de sábadoCUT, Força, UGT, CTB, Nova Central, CSB, Intersindical, Públi...
30/04/2021

Ato unitário das Centrais Sindicais começa às 14h de sábado
CUT, Força, UGT, CTB, Nova Central, CSB, Intersindical, Pública e CGTB unidas em defesa da vida,: por emprego, auxílio emergencial de 600 reais, vacina para todos e democracia

Lula, Dilma, FHC, Boulos, Ciro Gomes, Flavio Dino, presidentes das centrais, Chico Buarque, Elza Soares estarão na live que será transmitida pela TVT

É amanhã o 1º de Maio Pela Vida, Democracia, Emprego, Vacina para todos e pelo Auxílio Emergencial de R$ 600,00, enquanto durar a pandemia. De forma unitária, CUT, Força, UGT, CTB, NCST, CSB, Intersindical, Pública e CGTB realizam ato do Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora, em formato de live, neste sábado, a partir das 14h, com transmissão da Rede TVT – a TV do Trabalhador - e redes sociais e canais no Youtube das centrais, seus sindicatos e entes.

Este é o terceiro 1º de Maio unitário realizado pelas centrais sindicais – o primeiro, presencial, foi em 2019 - e o segundo consecutivo em formato virtual, em respeito ao isolamento necessário ao controle da propagação do Coronavírus. Não é momento de aglomerações, mas sim de preservar vidas. O Brasil já ultrapassa as 400 mil mortes por Covid-19, mas vacinou menos de 31 milhões de brasileiros e brasileiras até agora, número inferior a 15% da população.

A live do 1º de Maio Unitário das Centrais deste ano terá formato diferente do de 2020 (que já foi inédito à época) e duração menor. No ano passado, foram quase seis horas de ato virtual. Neste, a previsão é de três horas de duração.
Total de 18 lideranças sindicais – os nove presidentes mais nove mulheres dirigentes – falarão pelas centrais ao longo da live, além do presidente da Contag, Aristides dos Santos.
Os ex-presidentes da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Dilma Rousseff (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB) participarão da live. Também estarão no ato, Guilherme Boulos (PSOL), o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), Ciro Gomes (PSB), Manuela D’Ávilla (PC do B), Iago Campos, presidente da UNE; João Paulo Rodrigues, da direção nacional do MST e representante da Frente Brasil Popular.
Líderes e presidentes de partidos que apoiam a luta das centrais sindicais pela vacina e auxílio emergencial de R$ 600,00 falarão: a deputada federal e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PT), os deputados federais Alessandro Molon PSB e Luiz Carlos Motta (PL), deputado federal Baleia Rossi (presidente nacional do MDB), deputado federal Paulinho da Força (presidente nacional do Solidariedade), Juliano Medeiros (presidente Nacional do PSOL), Carlos Lupi (presidente nacional do PDT) e Luciana Santos (presidenta Nacional PCdoB).
Os dirigentes: os presidentes das centrais Sérgio Nobre (CUT), Miguel Torres (Força), Ricardo Patah (UGT), Adilson Araújo (CTB), José Reginaldo Inácio (NCST), Antônio Neto (CSB); Edson Carneiro Índio (Intersindical), Ubiraci Dantas de Oliveira (CGTB) e José Gozze (Pública).
As dirigentes: Carmem Foro, secretária-geral nacional da CUT; Maria Auxiliadora, secretária nacional de Política para mulheres da Força Sindical; Santa Regina, secretária da mulher da UGT; Ivânia Pereira, vice-presidenta nacional da CTB; Sônia Maria Zerino, diretora de Assuntos da Mulher da NCST; Antonieta "Tieta”, secretária nacional da Mulher da CSB; Vivian Queiroz, secretária da mulher da CGTB; Nilza Pereira, secretária de Finanças da Intersindical; Silvia Helena de Alencar, secretária-geral da Pública;.
Dezenove entidades sindicais internacionais globais, regionais e de países, como FSM, CSI, e nacionais, como a CNBB, enviaram cartas e mensagens saudando o 1º de Maio Unitário das centrais brasileiras.
A live do 1º de Maio Unitário exibirá vídeo que traz a compilação de imagens mostrando que as centrais buscaram diálogo com o objetivo de preservar a vida e, por isso, se reuniram com parlamentares de diversos partidos, presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado e também com govenadores para dialogar e propor caminhos para o enfrentamento da pandemia, da crise sanitária e econômica.
ARTISTAS ENGAJADOS
Os presidentes das centrais discursarão na live a partir de um estúdio. O programa será ancorado pela cantora, compositora e apresentadora Ellen Oleria, que comanda o Estação Plural, na TV Brasil. Também no estúdio, a atriz, cantora e multi-instrumentista paraibana Lucy Alves fará a apresentação artística que encerrará o ato do 1º de Maio Unitário das Centrais Sindicais. Todos os protocolos sanitários serão seguidos.
As falas políticas serão intercaladas por apresentações e depoimentos de artistas sobre o tema deste ano 1º de Maio - Vida, Democracia, Emprego, Vacina para Todos e Auxílio Emergencial de R$ 600,00 até o fim da pandemia.
Seguem os artistas que se apresentarão no 1º de Maio Unitário das Centrais Sindicais, cantando ou com depoimentos: Chico Buarque, Elza Soares, Chico César, Tereza Cristina, Delacruz, Johnny Ho**er, Marcelo Jeneci, Odair José, Aíla, Renegado, Bia Ferreira, Doralyce; Osmar Prado, Gregório Duvivier, Spartakus, Lirinha, Tereza Seiblitz, Elen Oleria, Paulo Betti. Nacional e diverso, o ato terá do youtuber Spartacus ao professor e filósofo Silvio Almeida e a nadadora Joanna Maranhão
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Dia 1o. de maio, a partir das 14 horas

30/04/2021
Acompanhe ao vivo, aqui na página do OBSERVATÓRIO SINDICAL BRASILEIRO, a partir das 14 horas.
30/04/2021

Acompanhe ao vivo, aqui na página do OBSERVATÓRIO SINDICAL BRASILEIRO, a partir das 14 horas.

30/04/2021

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