15/06/2026
Hoje vivi uma situação que me deixou profundamente preocupada e que merece ser compartilhada.
Pela manhã, fui ao Hospital Sírio-Libanês para realizar meus exames de sangue de rotina. Como muitos sabem, estou em um processo de emagrecimento e recuperação da minha saúde, acompanhado por uma equipe multidisciplinar composta por endocrinologista, nutricionista, ginecologista, dermatologista e neurologista. Ao chegar ao laboratório, recebi uma informação que me surpreendeu: o Bradesco Saúde estaria limitando a quantidade de exames laboratoriais que podem ser realizados pelo paciente em um único dia.
Em outras palavras, eu poderia fazer parte dos exames hoje e teria que retornar após 48 horas para realizar os demais. A alternativa apresentada seria solicitar que os médicos dividissem os pedidos em diferentes guias e até em diferentes CRM’s.
Confesso que fiquei perplexa.
Há 20 anos atuo na defesa do acesso à saúde e dos direitos dos pacientes. Tenho 58 anos, possuo um plano individual há mais de 25 anos, pago uma mensalidade próxima de R$ 4 mil e, felizmente, sempre utilizei o convênio apenas para consultas e exames preventivos.
A pergunta que f**a é: desde quando protocolos administrativos podem se sobrepor ao critério médico?
Se o médico entende que determinados exames são necessários para avaliar a saúde do paciente, por que criar obstáculos para sua realização?
Estamos chegando ao ponto de limitar não apenas o acesso ao tratamento, mas também a própria prevenção.
E você? Já passou por alguma situação parecida com seu plano de saúde, laboratório ou hospital?
Compartilhe sua experiência nos comentários. Sua história pode ajudar outras pessoas a entenderem melhor seus direitos e a importância de defender o acesso à saúde.
DefesaDoPaciente AcessoÀSaúde