ASOKO Juntos somos poucos para construir a Nação sonhada pelos nossos ancestrais

03/06/2026

Uma voz. Uma história. Um legado que continua a inspirar gerações.

No âmbito do Projecto Nzinga Mbandi, contamos com a participação de Mara de Oliveira, uma jurista de excelência que partilha a sua visão sobre a importância desta iniciativa na valorização da identidade, liderança e protagonismo feminino africano.

O projecto nasce com o propósito de incentivar, instruir e fortalecer mulheres, promovendo conhecimento, inspiração e desenvolvimento pessoal e social através da educação, cultura e partilha de experiências transformadoras.

Actualmente, o Projecto Nzinga Mbandi encontra-se na fase de solidificação e preparação para o seu lançamento oficial, que acontecerá brevemente. Neste contexto, reforçamos o convite a empresas, instituições e parceiros estratégicos para associarem-se a esta causa e contribuírem para o crescimento desta iniciativa de impacto social.

Apoiar o Projecto Nzinga Mbandi é investir no potencial das mulheres, na educação e no desenvolvimento social.

03/06/2026

Uma voz. Uma história. Um legado que continua a inspirar gerações.

No âmbito do Projecto Nzinga Mbandi, contamos também com a participação de Carla Silvestre, Administradora da ZEE, que partilha a sua visão sobre a importância desta iniciativa na valorização da identidade, liderança e protagonismo feminino africano.

O projecto nasce com o propósito de incentivar, instruir e fortalecer mulheres, promovendo conhecimento, inspiração e desenvolvimento pessoal e social através da educação, cultura e partilha de experiências transformadoras.

Actualmente, o Projecto Nzinga Mbandi encontra-se na fase de solidificação e preparação para o seu lançamento oficial, que acontecerá brevemente. Neste contexto, reforçamos o convite a empresas, instituições e parceiros estratégicos para associarem-se a esta causa e contribuírem para o crescimento desta iniciativa de impacto social.

Apoiar o Projecto Nzinga Mbandi é investir no potencial das mulheres, na educação e no desenvolvimento social.

02/06/2026

Uma voz. Uma história. Um legado que continua a inspirar gerações.
No âmbito do Projecto Nzinga Mbandi, a Comissária Maria Joaquina da Silva partilha a sua visão sobre a importância desta iniciativa na valorização da identidade, liderança e protagonismo feminino angolano.
O projecto nasce com o propósito de incentivar, instruir e fortalecer mulheres, promovendo conhecimento, inspiração e desenvolvimento pessoal e social, através da educação, cultura e partilha de experiências transformadoras.
Mais do que um projecto, o Nzinga Mbandi representa um movimento de impacto social e empoderamento feminino, comprometido com a construção de uma sociedade mais consciente, inclusiva e preparada para o futuro.
Convidamos empresas, instituições e parceiros a associarem-se a esta causa e fazerem parte desta transformação.
Apoiar o Projecto Nzinga Mbandi é investir no potencial das mulheres, na educação e no desenvolvimento social.

02/06/2026

Uma voz. Uma história. Um legado que continua a inspirar gerações.

No âmbito do Projecto Nzinga Mbandi, a Comissária Maria Joaquina da Silva partilha a sua visão sobre a importância desta iniciativa na valorização da identidade, liderança e protagonismo feminino angolano.

O projecto nasce com o propósito de incentivar, instruir e fortalecer mulheres, promovendo conhecimento, inspiração e desenvolvimento pessoal e social, através da educação, cultura e partilha de experiências transformadoras.

Mais do que um projecto, o Nzinga Mbandi representa um movimento de impacto social e empoderamento feminino, comprometido com a construção de uma sociedade mais consciente, inclusiva e preparada para o futuro.

Convidamos empresas, instituições e parceiros a associarem-se a esta causa e fazerem parte desta transformação.

Apoiar o Projecto Nzinga Mbandi é investir no potencial das mulheres, na educação e no desenvolvimento social.

O 25 de Maio, celebrado como Dia de África, representa muito mais do que uma data histórica. A data simboliza a resistên...
25/05/2026

O 25 de Maio, celebrado como Dia de África, representa muito mais do que uma data histórica. A data simboliza a resistência dos povos africanos, a luta contra o colonialismo e a afirmação de uma identidade comum construída sobre a diversidade cultural, histórica e humana do continente. Mais de seis décadas após a criação da Organização da Unidade Africana, África continua a procurar transformar a independência política em verdadeira emancipação económica e social.

Apesar dos desafios persistentes — como pobreza, desemprego juvenil, conflitos armados, corrupção e dependência económica externa — o continente vive um momento de renovação intelectual e política, marcado pelo regresso dos ideais panafricanistas. Inspiradas por líderes como Kwame Nkrumah, Patrice Lumumba, Julius Nyerere e Thomas Sankara, essas ideias defendem uma África mais unida, soberana e capaz de construir soluções adaptadas às suas próprias realidades.

Hoje, muitos jovens africanos têm assumido um papel activo na construção dessa nova consciência continental, defendendo maior valorização da cultura africana, mais independência económica e uma governação centrada nas necessidades reais das populações. O crescimento do debate sobre inovação, empreendedorismo, educação e integração regional demonstra que existe uma geração cada vez mais comprometida com o futuro do continente.

Entre os caminhos para o desenvolvimento africano destacam-se a aposta na educação de qualidade, a industrialização, a valorização dos recursos naturais, o fortalecimento do comércio intra-africano e a criação de instituições públicas mais fortes e transparentes. O futuro do continente depende da capacidade de transformar o seu enorme potencial humano, cultural e económico em progresso concreto para os seus povos.

O Dia de África deve ser encarado não apenas como uma celebração simbólica, mas como um momento de reflexão sobre o destino colectivo do continente. África possui juventude, riqueza e capacidade para crescer de forma sustentável. O grande desafio do presente é fortalecer a unidade africana e colocar os interesses do continente acima das divisões políticas, étnicas e externas.

Por: Paulo Gamba

Projetos sólidos constroem-se com visão, compromisso e parcerias conscientes.O Projeto Nzinga Mbandi nasce com o propósi...
08/05/2026

Projetos sólidos constroem-se com visão, compromisso e parcerias conscientes.

O Projeto Nzinga Mbandi nasce com o propósito de transformar conhecimento em impacto real, criando pontes entre empresas, mulheres e desenvolvimento sustentável.

Mais do que apoiar uma iniciativa, os parceiros tornam-se parte de uma estrutura pensada para gerar continuidade, oportunidades e crescimento coletivo.

Porque investir no conhecimento feminino é investir no futuro da sociedade.

Seja nosso parceiro neste projecto.

Neste 1 de Maio, enquanto o mundo celebra o trabalho em escritórios climatizados e fábricas modernas, o  olhar da Asoko ...
01/05/2026

Neste 1 de Maio, enquanto o mundo celebra o trabalho em escritórios climatizados e fábricas modernas, o olhar da Asoko se volta para o asfalto quente e para a poeira dos nossos musseques. Hoje, a nossa homenagem não vai para o diploma na parede, mas para a bacia equilibrada no topo da cabeça. Hoje, celebramos a Mulher Zungueira. Ela não tem feriado. Para a zungueira, o descanso é um luxo que a fome dos filhos não permite. Ela acorda quando as estrelas ainda estão no céu, organiza a mercadoria com a precisão de um engenheiro e lança-se ao destino.

A sua "secretária" é a rua. O seu "ar condicionado" é o sol impiedoso. Ela carrega o peso do mundo. Carrega o sustento da casa num equilíbrio que desafia a gravidade e a própria biologia.
É a resiliência com Rosto de Mulher. Ser zungueira é ser uma atleta do quotidiano. É correr quando a fiscalização aperta, não por medo da lei, mas pelo pavor de perder o "negócio" que é a única ponte entre a panela vazia e o jantar da família.

É o suor que desenha mapas no rosto cansado. São os pés cansados que conhecem cada buraco e cada atalho. É o grito melódico que anuncia o peixe, a fruta ou o pão, transformando a necessidade em poesia urbana.

Muitas vezes invisível aos olhos da pressa, ela é na verdade, o motor de Angola. É daquela bacia que saem os cadernos escolares, as propinas da universidade e o remédio para a febre. Por trás de cada zungueira, existe uma história de amor incondicional. Ela sacrifica a sua dignidade física para garantir a dignidade do futuro dos seus filhos.

Mulher guerreira, que faz do asfalto o seu campo de batalha e do cansaço a sua armadura: Nós te vemos. Neste Dia do Trabalhador, curvamo-nos perante a tua força. Tu és a personificação da resistência angolana. Que o teu caminhar se torne mais leve, que o teu esforço seja finalmente reconhecido e que, um dia, as tuas mãos não precisem de carregar tanto peso, porque o fruto do teu trabalho já floriu. Porque chamar-te de guerreira até pode não ser justo, porque o justo seria te chamar de vítima, mamã. Feliz Dia do Trabalhador a ti, a maior trabalhadora de todas!

Ainda estamos a construir o futuro.Mas há uma verdade que não podemos ignorar:sem acesso ao conhecimento certo, não há t...
29/04/2026

Ainda estamos a construir o futuro.

Mas há uma verdade que não podemos ignorar:
sem acesso ao conhecimento certo, não há transformação real.

O Projecto Nzinga Mbandi nasce com um propósito claro, desenvolver mulheres através da leitura orientada, do pensamento crítico e da construção de consciência.

Não se trata apenas de ler.
Trata-se de formar mulheres capazes de pensar, decidir e influenciar o seu meio.

Este é um projecto que cresce com estrutura, propósito e impacto.

E foi pensado para caminhar com empresas que acreditam no desenvolvimento humano como base para o progresso social.

- Leitura com direcção
- Desenvolvimento de consciência
- Impacto social estruturado

Porque quando uma mulher evolui,
não é só a sua vida que muda .

é tudo à sua volta.

Parcerias institucionais encontram-se em construção.

11/04/2026

André Ventura e mais uma tentativa de transformar Marcelino da Mata em herói. Já não basta achar que os ex-patriados portugueses que foram expulsos de Angola e outros países africanos, deveriam ser vistos como heróis e vitímas enquanto minimiza o impacto da escravatura e colonização na vida do indígena africano, aparece com mais essa "pérola". Isso não é apenas uma opinião. É uma provocação à memória de milhões de africanos.

Chamam-lhe herói porque acumulou medalhas durante a Guerra Colonial Portuguesa. Mas esquecem-se de dizer ao serviço de quê e contra quem. Não era uma guerra de defesa. Era uma guerra para manter África sob domínio de um regime colonial de António de Oliveira Salazar, que negava liberdade, dignidade e futuro aos povos africanos.

Enquanto isso, movimentos de libertação africanos lutavam por algo básico: independência. É aqui que a história precisa de ser dita sem filtros. Enquanto uns lutavam para libertar o seu povo,
outros combatiam para manter esse mesmo povo sob controlo.

As operações militares que hoje são romantizadas significaram, na prática:

- perseguição de combatentes independentistas
- destruição de bases e comunidades associadas à resistência
- repressão de qualquer tentativa de liberdade

Não há como minimizar isso. E há uma verdade ainda mais desconfortável: O colonialismo não se manteve sozinho.
Precisou de mãos, rostos e vozes inclusive de africanos para funcionar. Africanos como esse Marcelino de Mata.

Asoko

Endereço

Rua De Goa/Casa Nº 58/Zona 1-/Bairro Nelito Soares/Rangel/Natural De Cazenga
Luanda
244

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