In.Ao In.Ao – Inovando Angola. Um projecto de caracter social, retratando Angola de Cabinda ao Cunene, para o melhor da vida social dos angolanos.

Um projecto de caracter social, actuando como veículo de aclamação de situação social positiva e negativa, que se passa no país inteiro. Retratando Angola de Cabinda ao Cunene, para o melhor da vida social dos angolanos.

Até hoje nem água vem, nem água vai!Requalificação do Cazenga e Sambizanga em destaque no Fórum Urbano Mundial Por Jorna...
19/03/2025

Até hoje nem água vem, nem água vai!

Requalificação do Cazenga e Sambizanga em destaque no Fórum Urbano Mundial

Por Jornal de Angola30 Aug 2012

Programas de requalificação do Cazenga e Sambizanga vão ser apresentados em Itália

Os programas de requalificação do município do Cazenga e do distrito do Sambizanga, na província de Luanda, vão estar em destaque no sexto Fórum Urbano Mundial e Congresso Mundial das Cidades, a decorrerem, de 1 a 7 de Setembro, na cidade italiana de Nápoles.

De acordo com o director nacional de infra-estruturas do Ministério do Urbanismo e Construção, José Silva, integrante da comissão técnica para a criação de condições materiais para a representação de Angola no fórum mundial, vão ser expostos, igualmente, os detalhes sobre as novas centralidades e in- fra-estruturas integradas construídas em Angola. O programa de requalificação das cidades angolanas tem como objectivo abrir espaços livres para a construção de infraestruturas habitacionais e sociais, onde são realojados alguns dos moradores dos primeiros bairros evacuados por más condições, para a edificação de outros novos e que já estão urbanizados.

José Silva disse que o objectivo é dar a conhecer no Fórum Mundial de Nápoles o potencial que Angola possui no ramo habitacional, sendo ele, também, uma oportunidade para troca de experiências entre os outros países que estiverem presentes na sexta edição do evento.

O projecto, afirmou o director nacional de infra-estruturas, é abrangente e deve incluir também as províncias do Huambo, Huíla, Namibe e Bié, cujos projectos de requalificação e de infra-estruturas integradas começam a ser executados no próximo ano.

No espaço de Angola no Fórum Urbano Mundial, com 100 metros quadrados, segundo o arquitecto António Gameiro, membro do Gabinete Técnico do Programa do Urbanismo e Habitação, vão ser criadas três áreas, uma das quais destinada à exibição de imagens do programa habitacional nacional.

Fortunas angolanas: Entrega da lista é "sinal encorajador"A Justiça portuguesa entregou a Angola uma lista das fortunas ...
05/03/2025

Fortunas angolanas: Entrega da lista é "sinal encorajador"

A Justiça portuguesa entregou a Angola uma lista das fortunas milionárias angolanas em Portugal, onde figuram nomes como Isabel dos Santos e os generais "Kopelipa" e "Dino". Analistas aplaudem a atitude das autoridades.

A Justiça portuguesa, através do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), entregou, na semana passada, uma lista das fortunas milionárias angolanas em Portugal, de acordo com um pedido da Procuradoria-Geral (PGR) de Angola formalizado em janeiro de 2020.

A notícia, avançada pelo jornal português Correio da Manhã na segunda-feira (26.04), dá conta que mais de sete mil páginas discriminam todas as contas bancárias, bens móveis e imóveis, assim como as participações em empresas portuguesas em nome de vários elementos da cleptocracia angolana. O diário refere que a empresária angolana Isabel dos Santos e os generais "Kopelipa" e "Dino" estão entre os visados na lista.

A entrega do relatório a Angola "é um sinal encorajador" que indica existir vontade dos dois países em cooperar no domínio da justiça, considera Susana Coroado, presidente da Transparência e Integridade – Portugal (TI-PT)

"Pode ser o início de um processo que, embora se preveja longo pela natureza da cooperação judicial, será inédito dentro da própria Comunidade dos Países de Língua Portuguesa [CPLP], visando a recuperação de ativos. E, com certeza, que será muito útil para o combate à grande corrupção e ao fim da impunidade", explica Coroado em declarações à DW.

Património deve ser restituído

A presidente da TI-PT considera que, caso se venha a concluir que os ativos aqui estacionados têm origem ilícita, "e correspondem, de facto, ao património roubado, é óbvio que as autoridades portuguesas devem restituí-los aos angolanos".

"De resto, é precisamente isso que exigimos na nossa petição. Porque este é um dos grandes problemas nesta luta. É que o dinheiro que é efetivamente roubado raramente é recuperado e devolvido ao povo que ficou sem ele", salienta.

De acordo com o Correio da Manhã, o relatório com mais de sete mil páginas apresenta detalhadamente todos os bens que existiam em Portugal, incluindo contas bancárias, aplicações financeiras em fundos de investimento, ações de várias empresas cotadas e não cotadas, imóveis e participações sociais.

O documento, ao abrigo de uma carta rogatória apresentada há mais de um ano às autoridades judiciais portuguesas, foi entregue em mão a um funcionário judicial da PGR de Angola que se tinha deslocado a Lisboa com esse propósito.

Em janeiro de 2020, recorda o jornal português, o procurador-geral de Angola, Hélder Pitta Grós, reuniu-se em Lisboa com a PGR portuguesa, Lucília Gago. A DW África tentou a propósito obter mais informação junto da Procuradoria-Geral da República Portuguesa mas sem sucesso.

Entrega da lista é um "ato de coragem"

O jurista português Rui Verde considera que a entrega a Angola da lista das fortunas angolanas em Portugal é um ato de coragem das autoridades portuguesas.

"É um sinal que Portugal está a colaborar com Angola e não tem medo de deixar investigar os vários investimentos e movimentos financeiros angolanos que existiram no passado. Este problema de investimentos, possivelmente de origem ilícita, feitos em países da Europa não é só um problema português. Portanto, Portugal está aqui a dar um sinal à Europa de muita transparência, de muita abertura e que é, nesse aspeto, muito animador", enaltece.

No entanto, para o investigador na Universidade de Oxford, na Inglaterra, a atitude positiva das autoridades portuguesas coloca o ónus fundamental nas mãos da PGR angolana, que deve agir de forma rápida e mais intensa.

"Usando uma linguagem desportiva, neste momento a bola está em Angola. Foi em Angola que estes processos foram iniciados. É a República de Angola que tem interesse em que estes processos vão para a frente, mas também sabemos que tem havido alguma hesitação, alguma dormência, algum ziguezague nos processos contra a corrupção", salienta.

Minissistema judicial para combater a corrupção

Para colocar um ponto final nestas hesitações, o académico aponta o recente relatório da CEDESA, entidade encarregue de estudar assuntos económicos e políticos de Angola, que propõe a criação no país de um minissistema judicial específico para combater a corrupção.

"Porque o que se tem notado é que o sistema de justiça tradicional que, aliás foi montado pelas mesmas pessoas que agora supostamente serão acusadas, é um sistema que não funciona. Alguns processos perdem-se, algumas provas não se encontram, outros processos são lentos, outros não arrancam. Portanto, é fundamental que a resposta angolana a esta lista seja muito intensa", sublinha.

Para aquela entidade, constituída por vários académicos e peritos que integravam a Angola Research Network (ARN), o que existe hoje em Angola é uma "máquina e pessoas (…) capturadas no passado pelos interesses corruptos a fazer essa luta contra a corrupção".

O Correio da Manhã avança ainda que são dezenas os nomes de cidadãos angolanos que constam daquela listagem. Entre os mais sonantes figuram os familiares do antigo Presidente José Eduardo dos Santos, radicado em Espanha.

O grosso da informação disponibilizada refere-se a Isabel dos Santos, mas também constam no documento os nomes do general Leopoldino do Nascimento "Dino", antigo chefe das secretas angolanas, e de Manuel Hélder Vieira Dias "Kopelipa", antigo chefe da Casa Militar, que chegou a ter mais de 400 milhões de euros em Portugal.

João Carlos (Lisboa), 27/04/202127 de abril de 2021

COMER LAGOSTA PONDO O POVO A COMER FARELOA empresária angolana Filomena Oliveira considerou hoje que a importação de miu...
05/03/2025

COMER LAGOSTA PONDO O POVO A COMER FARELO

A empresária angolana Filomena Oliveira considerou hoje que a importação de miudezas, de partes de aves, bovinos e suínos no país reflecte “falta de dignidade humana”, referindo que esses produtos “não servem sequer de ração animal nos países exportadores”. Nem de comida para os cães dos donos do reino. Bem dizia o general Kundi Paihama: “se os porcos comem farelo e não morrem, os angolanos também podem comer”.

Filomena Oliveira, empresária do sector agrícola e vice-presidente da Associação Agro-pecuária Comercial e Industrial da Huíla (AAPCIL), aplaude a decisão do Governo de proibir a partir de 15 de Março a importação de miudezas, partes de aves, suínos e bovinos e defendeu a necessidade de as pessoas regressarem aos campos para cultivarem os respectivos produtos para o consumo.

As pessoas “não podem estar sentadas à espera que chegue um contentor para comer. Temos terras, saiamos das cidades e comecemos a plantar, criar galinhas, coelhos”, referiu, em declarações à margem do “worhshop” de lançamento da consulta pública para a elaboração da Estratégia Nacional de Reconversão dos Sistemas Agro-alimentares 2026-2035.

“Eu não sei porque é que temos de gastar divisas de que precisamos para importar equipamentos, para ir comprar aquilo que os outros não comem, nem sequer é bom para a ração animal deles, isto é uma falta de dignidade”, afirmou a empresária.

Filomena Oliveira defendeu que os cidadãos angolanos (e talvez até os governantes) “têm de deixar de ter uma mentalidade de pobre, de miséria” e devem utilizar o seu tempo e inteligência para “imprimirem sementes que façam com que as pessoas comecem a pensar positivamente”.

“Quanto mais reclamamos da fome e pobreza, mais pobres ficamos, temos de usar todo o nosso tempo a ensinar a promover soluções que tragam dignidade às nossas pessoas”, apontou.

O Ministério da Agricultura e Florestas, através do Instituto dos Serviços de Veterinária, comunicou, na primeira quinzena de Fevereiro, que serão proibidas importações de alguns produtos alimentares de origem animal, nomeadamente aves, suínos e bovinos.

No documento, dirigido aos “importadores de produtos e subprodutos de origem animal”, foi anunciado que “não serão emitidas licenças para importação de miudezas, partes de aves, suínos e bovinos”, a partir de determinadas datas.

Assim, a partir de 15 de Março não serão emitidas licenças para importar “miudezas, fígado, dobrada, rins, coração e pulmões de bovino”, bem como de “asas de peru, galinha, pato, moelas, coração, dorso, pescoço e fígado de aves”.

Numa segunda fase, em 31 de Julho, passará a ser proibida a importação de “pescoços de porco, rabinho e cabeça de bovino, coxas de galinha rija, coxinhas e coxas de peru”, indicou.

A empresária abordou também o desvio de fundos na Administração Geral Tributária (AGT) que está a ser investigado pelas autoridades e afirmou que esta foi a terceira vez, nos últimos oito anos, que a instituição regista situações do género.

“Isso decorre da falta de educação, da falta de ética nas famílias, decorre de nós estarmos a produzir filhos que são mimados, filhos que não querem trabalhar e, na primeira oportunidade, infelizmente muita da nossa juventude só anda a procura de onde pode ir mexer”, criticou.

Funcionários de topo da AGT, órgão tutelado pelo Ministério das Finanças, foram detidos recentemente por alegado envolvimento num esquema fraudulento de reembolsos de IVA envolvendo um desvio de 7 mil milhões de kwanzas (cerca de 7,3 milhões de euros).

Segundo a empresária, tal cenário na AGT era previsível e argumentou que “muitos na sociedade [angolana] usufruíram desse roubo” apontando a corrupção como um problema global.

“Mas a impunidade já não, nós somos um país onde a impunidade grassa, porque não exigimos a ética”, concluiu.

Uma coisa a que se convencionou chamar sistema político do MPLA não respeita minimamente as regras identitárias de uma democracia e de um Estado de Direito. É assim há 50 anos e, pelo andar da carruagem, assim será até o MPLA completar 100 anos de governação ininterrupta. Nada de preocupante. Só faltam 50 anos…

O Poder Executivo (Governo) é propriedade pessoal do general João Lourenço. E assim sendo, se é só dele só ele tem autoridade para fazer o que muito bem entender. O Estado é mesmo ele. Tudo o resto são devaneios de somenos importância.

Em Setembro de 2017, quando o Presidente da República (não nominalmente eleito) foi investido nas funções de dono disto tudo, João Lourenço gozou à grande e à francesa com a nossa chipala. Quase todos acreditaram que ele iria, finalmente, transformar Angola num país. Ledo engano. Da “meia dúzia” passamos para “seis”. Mais uma vez, tudo normal.

Como dizem os portugueses, bem conhecedores do que é viver em ditadura, “com papas e bolos se enganam os tolos”. É um ditado popular usado para dizer que pessoas ingénuas (ou tolas) podem ser facilmente enganadas com coisas simples, especialmente se algo aparenta ser agradável ou vantajoso, mas na realidade não é. É uma maneira de destacar a importância de não confiar cegamente em aparências e de ser cauteloso ao tomar decisões.

O general João Lourenço apresentou a sua ementa de papas e bolos: Tornar a justiça célere e independente, fortalecer a democracia e consolidar o Estado de Direito, assegurar educação de qualidade, reduzir as importações, diversificar a economia, criar 500 mil empregos, fazer baixar os preços, implementar as autarquias locais em 2020, reduzir a criminalidade, erradicar a fome e a pobreza.

Mentiu, deliberadamente, com quantos dentes tinha. Apesar disso, continua a dizer que o povo é que está a ver o problema ao contrário, que está a confundir a obra-prima do mestre (ele) com a prima do mestre de obras, ao ponto de em vez de dizer que a situação é um “saralho do carilho” diz que é um “sarilho do caralho”.

O general João Lourenço sabe, por exemplo, que perdeu a luta pelo controlo da inflação, que a instabilidade no mercado cambial é arrasadora, que a dívida pública é assustadora, que a produção nacional está a furar o fundo. Mas, com a sua habilidade de perito dos peritos, explica que o Povo não quer saber disso para nada porque, como dizia o célebre general Kundi Paihama, “se os porcos comem farelo e não morrem, os angolanos também podem comer”.

E não adianta, embora seja verdade, dizer o que a UNITA teima em dizer. Coisas do tipo: «Tanto o Estado como a imprensa pública estão capturados pela oligarquia que governa o País e controla a economia. Foram constituídos cartéis de importação dos derivados do petróleo que bloqueiam a diversificação da economia, impedem a construção de refinarias com capacidade para abastecer o mercado nacional, regional e internacional. Multiplicam-se os atentados notórios contra o Estado Democrático de Direito e contra o regular funcionamento das suas instituições. As pessoas estão com fome, desempregadas e desesperadas. A classe média que florescia em 2017 está a desaparecer. Angola tem um enorme potencial de recursos naturais, que – bem geridos – permitiriam que a média dos salários fosse de 1.000,00 (mil) dólares.»

E o Povo começa a pensar que, enquanto come farelo, os dirigentes, deputados e similares da UNITA, comem trufas pretas, caranguejos gigantes, cordeiro assado com cogumelos, bolbos de lírio de Inverno, supremos de galinha com espuma de raiz de beterraba e queijos acompanhados de mel e amêndoas caramelizadas e umas garrafas de Château-Grillet…

Já lá vai o tempo em que (como se lembrarão certamente os generais Lukamba Gato e Kamalata Numa) a malta do Galo Negro preferia ser livre de barriga vazia do que escravo com ela cheia. E, das duas uma, aos angolanos restam duas opções, engrossarem o exército dos que têm razão mas não têm força, ou o dos que não têm razão mas têm força.

Os “médicos” da UNITA fazem o diagnóstico, recorrendo ou não a exames complementares, e dizem que epidemia “generalizada só poderá ser superada com uma mudança do regime político que acabe com o sistema oligárquico de governação do País e promova a consequente despartidarização do Estado, da economia e da sociedade”.

Perante o diagnóstico, os doentes perguntam, esperando a receita, e agora? Os “médicos” da UNITA respondem: não há remédios, por isso vão embora e continuem a aprender a viver sem comer. E quando o doente sai do consultório, viram-se uns para os outros e dizem: Vamos jantar!

Reconhecemos que o diagnóstico da UNITA está certo. Mas não basta. É preciso curar os doentes e tomar medidas profilácticas. É verdade que “nunca o País teve tanta adjudicação directa de contratos sem qualquer concorrência! Nunca a gestão orçamental do País testemunhou a autorização de tantos créditos adicionais para aumentar a despesa pública não orçamentada, como agora! Nunca o País teve níveis insustentáveis de endividamento público como agora! Nunca os investidores estiveram tão hesitantes e confusos como agora! Nunca os angolanos estiveram tão desesperados e tão temerosos quanto ao futuro como agora! Nunca a fome, a pobreza e a miséria foram tão dolorosas e absolutas como agora! Nunca as execuções sumárias foram tantas como nos últimos 6 anos!”

“Temos de mudar e a hora é agora!”, diz recorrentemente a UNITA. Sendo verdade, pergunta-se: Até que ponto está a UNITA disposta a ser o motor efectivo, passando das palavras aos actos, deixando (ou repartindo com quem precisa) as mordomias inerentes à lagosta e sentando-se na pedra a comer mandioca?

Por Folha 8.

Angola obteve 32 pontos em 100 no Índice de Perceção de Corrupção de 2024 divulgado pela Transparência Internacional. O ...
05/03/2025

Angola obteve 32 pontos em 100 no Índice de Perceção de Corrupção de 2024 divulgado pela Transparência Internacional. O Índice de Corrupção em Angola teve uma média de 22,00 pontos de 2000 até 2024, atingindo o máximo histórico de 33,00 pontos em 2022 e o mínimo recorde de 15,00 pontos em 2015.

Desflorestação e queimadas ameaçam património natural em Angola - PRO Presidente angolano destacou que a desflorestação,...
04/02/2025

Desflorestação e queimadas ameaçam património natural em Angola - PR

O Presidente angolano destacou que a desflorestação, queimadas, caça furtiva, conflito homem-animal e alterações climáticas são os principais desafios ao património natural do país.

Presidente do MPLA convoca Conselho de Honra para preparação do VIII congressoO presidente do MPLA, João Lourenço, convo...
21/10/2024

Presidente do MPLA convoca Conselho de Honra para preparação do VIII congresso

O presidente do MPLA, João Lourenço, convocou o Conselho de Honra do partido, para uma reunião a realizar-se na próxima sexta-feira, 25, soube hoje, o JA Online.

Segundo um comunicado de imprensa, no decurso da reunião, o Conselho de Honra do MPLA, será informado sobre a preparação do VIII Congresso Extraordinário do MPLA, mormente as Bases Gerais do Congresso, Convocatória, Programa Geral do Congresso, a composição e o regimento da Comissão Nacional Preparatória e suas Sub-Comissões, o Cronograma Indicativo de Acções para o Congresso e a Estrutura da Tese: "MPLA-da Independência aos Nossos Dias: O Desafio Futuro".

O Conselho de Honra, explica a nota, tomará conhecimento da Resolução do Comité Central que orienta a Extinção e Criação de Órgãos e Organismos no ano 2024, sob o quadro da Nova Divisão Divisão Política Administrativa de Angola.

"Será prestado igualmente uma Informação sobre os níveis da produção nacional e a segurança alimentar em Angola", refere o documento consultado pelo JA Online.

Por fim, o comunicado destaca, igualmente, que o Conselho de Honra será informado sobre o Programa das Comemorações dos 50 anos da Independência de Angola.

Por JA.

21/10/2024

Mauro dos Anjos continua solto em vida boémia

Após ser investigado, com vários indícios de crimes e por lesar mais de 100 cidadãos, com mandado de busca e captura desde Março de 2024, até hoje continua solto com um estilo de vida boémia e gabando-se. Com uma vida luxuosa, com champanhe, carros de luxo, roupas de grife, nos melhores restaurantes da cidade, exibe sem medo e receio. Contando com ajuda do pessoal do SIC Talatona.

Os lesados, a fazer um trabalho independente de acompanhamento, para resolução desta situação lastimável, que pode resultar em justiça por mãos próprias, visto que o individuo não mostra sinais de arrependimento, continua com as mesmas práticas e nunca tentou reparar o dado junto dos lesados, ignorando tudo e todos fazendo crer que o país não tem regras para familiares de membros do executivo.

O ESTADO DA INFLAÇÃO NO REINOA inflação em Angola fixou-se em 29,93%, em Setembro, um aumento de 14,92 pontos face ao pe...
16/10/2024

O ESTADO DA INFLAÇÃO NO REINO

A inflação em Angola fixou-se em 29,93%, em Setembro, um aumento de 14,92 pontos face ao período homólogo de 2023, enquanto a inflação mensal voltou a acelerar após quatro meses de descidas, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística.

O Índice de Preços no Consumidor (IPC) nacional referente a Setembro do ano em curso mostra uma variação de 1,63% face a Agosto, correspondente a um incremento de 0,02 pontos percentuais, invertendo a desaceleração que se vinha verificando desde Maio.

Os dados indicam que as províncias que registaram maior variação mensal nos preços foram o Bengo, Cabinda e Namibe.

Os sectores com maior peso no aumento de preços em Setembro foram a educação com 4,10%, lazer, recreação e cultura com 2,25%, hotéis, cafés e restaurantes com 2,23% e saúde com 2,21%.

O documento salienta que no período em análise a classe alimentação e bebidas não alcoólicas contribuiu para o aumento do nível geral de preços com um ponto percentual, seguida das classes bens e serviços diversos com 0,10 pontos percentuais, saúde e educação com 0,09 pontos percentuais cada, vestuário e calçado e hotéis, cafés e restaurantes com 0,07 pontos percentuais cada.

O resultado mais imediato da desvalorização do kwanza é o aumento dos preços. Uma moeda fraca é uma moeda sem circulação monetária fora das fronteiras de Angola, longe de afectar exclusivamente os preços dos bens e serviços importados, afecta também todos os preços internos, inclusive dos bens produzidos nacionalmente. A razão é óbvia: se a moeda enfraquece face a outras moedas congéneres estrangeiras, isso significa, por definição, que passa a ser necessário ter uma maior quantidade de moeda nacional para adquirir o mesmo bem ou serviço importado.

Bens produzidos nacionalmente também encarecem, pois as indústrias produtoras utilizam bens e serviços importados ou, no mínimo, peças importadas. Uma simples empresa que utiliza computadores e precisa continuamente de comprar peças de reposição vivenciará um grande aumento de custos.

Pior ainda: os preços dos alimentos são directamente afectados pela desvalorização da moeda. Com a desvalorização do Kwanza, no mercado internacional, a aquisição de petróleo, café, bananas, diamantes, etc. ficou muito mais barata para os estrangeiros com moeda mais forte.

Consequentemente, as empresas e produtores angolanos dessas matérias-primas passaram a vendê-las em maior quantidade para o mercado externo, gerando uma diminuição da sua oferta no mercado interno e um aumento dos seus preços pela escassez de bens e serviços em Angola.

A desvalorização cambial mexe com toda a estrutura de preços da economia, aumentando a taxa de inflação, reduz o poder de compra dos consumidores, gera aumento das taxas de juro do banco central, encarecendo o preço do dinheiro na banca comercial, entre outras consequências directas e indirectas.

Qualquer moeda é antes de tudo um meio de troca, substituindo a troca directa de bens por bens, como era feita há muitos séculos. É através da moeda corrente que permite os cálculos de custos e proveitos de projectos e investimentos.

Sendo o Kwanza uma moeda de circulação fechada, instável, sendo das moedas que mais caiu em valor, influencia negativamente a vontade de investir num país com este critério depreciativo.

Quando investidores investem — principalmente os estrangeiros —, eles estão, na prática, a comprar um fluxo de renda ou lucro futuro. Para que investidores (nacionais ou estrangeiros) invistam capital em actividades produtivas, eles têm de ter um mínimo de certeza e segurança de que terão um retorno positivo.

Mas se a unidade de conta é diariamente distorcida e desvalorizada, se a sua definição é flutuante, há apenas incerteza no lado do investidor, independentemente da sua origem. Se um investidor não faz a menor ideia de qual será a definição da unidade de conta no futuro (sabendo apenas que seu poder de compra certamente será bem menor), o mínimo que ele irá exigir serão retornos altos num curto espaço de tempo, também por isso os preços e margens aplicadas em Angola terão que ser necessariamente maiores para compensar possíveis desvalorizações da moeda.

E há outro factor: uma moeda estável cria as condições necessárias para a transferência de conhecimento. O conhecimento acompanha o investimento: o capital estrangeiro vem acompanhado de conhecimento estrangeiro.

Se um país desvaloriza continuamente a sua moeda, ele está a dar um sinal claro aos investidores estrangeiros: mantenham o vosso capital e conhecimento noutros países.

O máximo a que um país de moeda fraca pode aspirar é utilizar para fins de curto prazo o capital puramente especulativo (o chamado “hot money”).

Um país de moeda forte e estável envia um sinal bem diferente ao mundo: “tragam o vosso dinheiro; mandem para cá os vossos especialistas; construam as vossas fábricas aqui; ensinem-nos tudo o que vocês sabem; e riqueza que vocês criarem aqui voltará para vocês multiplicada e numa moeda que mantém o seu valor”.

E é exactamente por isso que uma moeda forte e estável é indispensável para o crescimento económico. Quando a moeda é estável, investidores têm mais incentivos para se arriscar e financiar ideias novas e ousadas; eles têm mais disponibilidade para financiar a criação de uma riqueza que ainda não existe. O investimento em tecnologia é maior. O investimento em soluções ousadas para a saúde é maior. O investimento em infra-estruturas é maior.

Quando a moeda é instável – ou passa por períodos de forte desvalorização -, os investidores preferem refugiar-se em investimentos tradicionais e mais seguros, como títulos do governo, ouro, etc.. Neste cenário, não há segurança para investimentos de longo prazo, que são os que mais criam riqueza.

É exactamente por isso que, em países cuja moeda tem histórico de alta desvalorização, (alta inflação de preços), são raros os investimentos vultosos de longo prazo. É por isso que, em países cuja moeda tem histórico de alta desvalorização, os juros são altos. É por isso que, em países cuja moeda tem histórico de alta desvalorização, os bens produzidos são de baixa qualidade. É por isso que, em países cuja moeda tem histórico de alta desvalorização, as pessoas são mais pobres.

Segundo alguns economistas, a desvalorização do câmbio é o segredo para impulsionar a indústria e o sector exportador de qualquer país.

Ao desvalorizar-se o câmbio, segundo eles, as exportações são estimuladas e, liderada por um aumento nas exportações, a indústria volta a produzir e, por conseguinte, toda a economia volta a crescer.

O primeiro grande problema é que, no mundo globalizado em que vivemos, vários exportadores são também grandes importadores. Para fabricar, com qualidade, os seus bens exportáveis, eles têm de importar máquinas e matérias-primas de várias partes do mundo. Uma mineradora e uma siderúrgica têm de utilizar maquinaria de ponta para fazer seus serviços. E elas também têm de comprar, continuamente, peças de reposição. O mesmo vale para qualquer indústria.

Se a desvalorização da moeda fizer com que os custos de produção aumentem – e irão aumentar -, então o exportador não mais terá nenhuma vantagem competitiva no mercado internacional.

Por Folha 8 com Lusa.

Sociedade Anónima do MPLAA 21 Setembro de 1992, uma semana antes das primeiras eleições gerais multipartidárias, na hist...
16/10/2024

Sociedade Anónima do MPLA

A 21 Setembro de 1992, uma semana antes das primeiras eleições gerais multipartidárias, na história de Angola, ilustres figuras do MPLA deram corpo à criação formal e legalizada do conglomerado de negócios do partido no poder, a GEFI – Sociedade de Gestão e Participações Financeiras. Para o acto subscreveram, em nome do MPLA, os seguintes dirigentes:
* Francisco Magalhães Paiva, então ministro do Interior, actualmente deputado e, desde então, membro do Bureau Político do MPLA;
* José Mateus Adelino Peixoto, então chefe da Casa Civil do Presidente da República, actual secretário-­‐geral dos Serviços de Apoio ao Presidente da República e membro do Comité Central do MPLA;
* António de Campos Van‐Dúnem, então assessor jurídico do Presidente da República;
* Augusto Lopes Teixeira, na altura membro do Bureau Político e presidente do Conselho de Administração da Angola-­‐Telecom, Empresa Pública;
* Carlos Alberto Ferreira Pinto, é deputado e membro do Bureau Político do MPLA;
* Fundação Sagrada Esperança, braço social e comercial do partido.

A actual carteira de negócios da GEFI S.A inclui a sua participação em 64 empresas que operam no domínio da hotelaria, indústria, banca, pescas, comunicação social, construção, imobiliária, etc. Dada a extensão dos seus negócios, o presente texto apresenta apenas um resumo das suas actividades, com base na disponibilidade de documentos oficiais. A investigação realça, em particular, o modo como o governo tem alienado, de forma obscura, património do Estado a favor da GEFI para benefício financeiro e patrimonial do MPLA.

Saiba mais no link: https://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&opi=89978449&url=https://www.makaangola.org/wp-content/uploads/2012/04/MPLASociedadeAno%25CC%2581nima.pdf&ved=2ahUKEwilmr-l-ZOJAxVpX_EDHZw8BmYQFnoECAwQAQ&usg=AOvVaw24QciGnbkL6E7UqlmB9GwU

Mauro dos Anjos cria um braço-de-ferro de ligação entre a PGR e a SIC Talatona.O cidadão Mauro dos Anjos, é familiar dir...
07/10/2024

Mauro dos Anjos cria um braço-de-ferro de ligação entre a PGR e a SIC Talatona.

O cidadão Mauro dos Anjos, é familiar directo do Isaac Francisco Maria Dos Anjos, antigo ministro angolano da Agricultura e Desenvolvimento Rural no governo de 1994 de José Eduardo dos Santos, antigo Governador Provincial do Benguela, Namibe e Huíla, Embaixador, PCA de Fundos de Pensões Deputado à Assembleia Nacional, e actual Secretário do Presidente da República para o Sector Produtivo.

Este mesmo cidadão, que atende com o nome de Mauro dos Anjos, é acusado em sede de processo de lesar mais de 100 cidadãos, com mandado de busca e captura desde Março de 2024, porém não se efectiva, pois o mesmo tem efectivos do SIC Talatona lhe dando protecção e o mesmo gaba-se disso.

Sem arrependimentos, o cidadão Mauro dos Anjos, até hoje, continua com as suas práticas de burlas, já tendo lesado mais 34 pessoas desde a sua saída misteriosa da cadeia em Fevereiro. Ele leva uma vida luxuosa, com champanhe, carros de luxo, roupas de grife, nos melhores restaurantes da cidade, exibe sem medo e receio.

Mauro dos Anjos é protegido pelo SIC através do "Chefe de Linhas Operativas", o Intendente de investigação Criminal Mondland e o chefe do SIC Talatona Teodoro, a quem o mesmo afirma receber uma quantia por suas acções criminosas, o que explica o não cumprimento do mandado emitido pela PGR junto ao SIC Geral.

Já são mais 80 lesados, a fazer um trabalho independente de acompanhamento, para resolução desta situação lastimável, que pode resultar em justiça por mãos próprias, visto que o grupo não mostra sinais de arrependimento, continua com as mesmas práticas e nunca tentou reparar o dado junto dos lesados, ignorando tudo e todos fazendo crer que o país não tem regras para familiares de membros do executivo.

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Município De Belas
Luanda

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