21/07/2026
Em África a religião sempre foi mais que crença. É cultura, identidade, comunidade e até política. Por gerações, fé e tradição caminharam juntas sem muitas perguntas.
Hoje, quando jovens começam a questionar dogmas, a cobrar coerência entre discurso e prática, e a separar fé de manipulação, isso assusta algumas lideranças. O senso crítico tira o poder do "é assim porque sempre foi assim" e obriga a pensar.
Mas será que questionar é destruir? Ou será que é a única forma de ter uma fé mais consciente, menos usada para controle e mais para transformação?
Na tua opinião, o senso crítico enfraquece a religião em África, ou é o que pode salvá-la de ser usada de forma errada?